O início da sala da UOL parte 6

Um conto erótico de Tuts
Categoria: Heterossexual
Contém 1580 palavras
Data: 04/03/2026 08:15:50

O trajeto até a faculdade foi uma tortura. Cada solavanco do ônibus parecia me lembrar do peso entre as minhas pernas e da imagem daquelas duas mulheres queimando por mim. Eu estava sentado no fundo, o fone de ouvido no talo com um batidão pesado, mas minha mente estava no banheiro de casa, revendo a cara de choque e luxúria da Margareth, e nas mensagens pornográficas da Fernanda.

​Eu mal conseguia prestar atenção na aula. Abri o caderno, mas em vez de anotar a matéria, comecei a rascunhar o que eu faria com a Margareth no dia seguinte. Imaginei aquela mulata de 45 anos, com aquele corpo maduro e cheio de curvas, me esperando só de avental ou com uma lingerie minúscula que mal segurasse os seios fartos. O pensamento dela me chamando de "menino" enquanto eu a dominava com meus 1,90m me fazia ajustar a calça na cadeira a cada cinco minutos.

​O MSN em Chamas no Meio da Aula

​Não aguentei e conectei o MSN pelo celular. A janelinha da Fernanda subiu na hora, parecia que ela estava de plantão esperando por mim.

​FerRecep39 diz: "Arthur, eu li sua mensagem e meu corpo deu um nó. Eu estou aqui no hospital, o ar-condicionado está no máximo, mas eu estou suando. Só de imaginar você me enchendo... eu fico toda molhada. Você não tem ideia do que eu vou fazer com você quando você chegar amanhã."

​Eu respondo: "Você fala demais, Fer. Quero ver se amanhã, quando eu te prensar naquela maca e enterrar tudo em você, você vai continuar com essa marra. Eu vou te foder com tanta vontade que você vai esquecer que está num hospital. Vou gozar tanto dentro de você que você vai sentir o calor do meu leite por horas."

​FerRecep39 diz: "É isso que eu quero! Quero ficar marcada, quero sentir seu cheiro em mim o plantão todo. Vem pronto, porque eu vou te sugar até a última gota."

​Fechei a conversa com a Fernanda e fui direto no contato da Margareth. Eu sabia que ela já devia ter chegado em casa depois de fazer a unha da minha mãe.

​Eu mando: "E aí, 'Mag'... já separou as ferramentas pro conserto de amanhã? Ou vai querer que eu leve a minha principal?"

​A resposta veio carregada de um desejo proibido, de quem estava com o fogo acumulado de anos vendo o filho da amiga crescer.

​Margareth_UnhasLuxo diz: "Arthur, você me deixou em estado de choque hoje. Eu não consegui nem terminar de jantar direito. Aquilo que eu vi no banheiro... meu Deus, garoto. Eu quero sentir cada centímetro daquilo. Minha casa vai estar vazia às 14h. Vou te esperar com a porta apenas encostada. Quero que você entre e me pegue de jeito, sem avisar."

​Eu respondo: "Pode deixar. Vou entrar e te dar o 'conserto' que você está implorando. Vou usar essas suas unhas vermelhas para marcar minhas costas enquanto eu te dobro e te mostro o que um 'menino' de 23 anos faz com uma mulher fogosa como você. Esteja pronta, Margareth. Não quero ouvir desculpas, só quero ouvir seus gemidos."

​Saí da faculdade sentindo que o mundo era pequeno para o meu tesão. Eu era o rei daquelas mulheres, o predador do Bate-papo UOL que tinha saído do virtual para dominar a vida real. De um lado, a enfermeira experiente que queria ser preenchida até o limite; do outro, a manicure mulata, amiga da minha mãe, que queria ser possuída pelo "garoto" que ela viu crescer.

​A noite seria longa, o sono seria pouco, mas o dia seguinte... ah, o dia seguinte seria uma maratona de pele, suor, unhas vermelhas e muito, mas muito prazer explícito. Eu ia provar para as duas que o Arthur do chat era só uma amostra grátis do homem que ia deixar as duas completamente viciadas.

Entrei na casa da Margareth e o portão rangeu, parecendo avisar que o perigo tinha chegado. A cozinha estava na penumbra, mas a luz que vinha da área de serviço desenhava o corpo daquela mulata de 45 anos. Ela estava de costas, debruçada sobre a mesa de jantar, fingindo que arrumava uns esmaltes, mas o vestido de seda preta estava tão esticado na bunda farta que parecia que ia rasgar. Sem calcinha, eu tinha certeza.

Não falei nada. Cheguei por trás, prendi meus 1,90m contra ela e segurei aquele quadril largo com as duas mãos, apertando com força, sentindo a carne macia e quente.

— "Você falou que o conserto era urgente, não falou, Mag?" — rosnei no ouvido dela, sentindo o cheiro de acetona misturado com o perfume doce e o cheiro de fêmea no cio que emanava da nuca dela.

Puxei o vestido dela até a cintura e posicionei meu pau — que parecia um braço de tão latejante — e, sem aviso, empurrei tudo. Ela soltou um grito abafado contra a madeira da mesa, as unhas vermelhas cravando no tampo com força. Comecei a estocada de 4, violenta, seca, sentindo o aperto absurdo daquela bucetinha vermelha e inchada me esmagar. O som da carne batendo era alto, ecoando pela cozinha toda.

Mas eu queria mais. Eu estava possuído. Puxei a Margareth pelos cabelos vermelhos, arrastando-a para a sala. Ela mal conseguia andar, as pernas bambas, gemendo sem parar. Joguei ela no tapete felpudo, bem no meio da sala, onde a luz da tarde batia forte pela janela que dava para a rua.

Fiquei de joelhos entre as pernas dela e mergulhei a boca. Chupei aquela mulata todinha, lambendo a barriga, os seios fartos que pulavam para fora do vestido, e desci até aquela bucetinha encharcada. Ela gritava, chamando o "filho da Silvana" de tudo quanto é nome sujo, completamente entregue àquela putaria.

Apertei o rabo dela com as duas mãos, suspendendo-a um pouco, e posicionei o meu pau no buraquinho apertado. Ela travou por um segundo, o corpo ficou rígido, mas o tesão era maior que a dor. Fui entrando centímetro a centímetro, sentindo o aperto absurdo me esmagar, até enterrar tudo.

O ritmo ficou frenético. Eu a pegava com ódio e prazer, meus 1,90m dominando cada centímetro daqueles 1,66m de pecado. Ela gritava meu nome, chamando o "filho da Silvana" de tudo quanto é nome sujo, completamente entregue àquela putaria.

Foi nesse momento, enquanto eu socava com vontade e a Margareth gemia alto, que eu olhei para a fresta da cortina da janela da sala. Lá estava a Sra. Renata. A vizinha loira de 50 anos estava na varanda dela, paralisada. Ela estava hipnotizada, vendo a amiga ser possuída daquele jeito agressivo, nu da cintura para baixo, segurando a manicure pelos cabelos e preparando o "tiro" final.

Eu vi a Renata. Nossos olhos se cruzaram por um milésimo de segundo através do vidro. Em vez de parar, aquilo me deu um tesão doentio. Eu dei um sorriso cínico para a loira da vizinha e, mantendo o contato visual, levantei o vestido da Margareth até o pescoço.

A Margareth percebeu o meu olhar e, numa ousadia que me surpreendeu, ela mesma pediu:

— "Na minha cara, Arthur! Goza na minha cara para essa loira ver o que é bom! Eu quero que ela veja o seu leite escorrendo em mim!" — ela gritava, com uma voz aveludada que só ele entendia o duplo sentido.

Fiz questão de que a Renata visse tudo. Segurei meu pau — grande, grosso e latejante — e comecei a gozar. O jato foi forte, quente, atingindo o rosto da Margareth, sujando a bochecha, a boca e o queixo. Eu esvaziei tudo, lambuzando a cara da mulata com o meu leite, enquanto ela passava a língua nos lábios, tentando pegar cada gota.

A Renata, do outro lado da rua, não aguentou. Vi quando ela apertou as próprias coxas, o corpo dela deu um tremor e ela fechou os olhos, claramente chegando ao ápice só de olhar a gente. Quando ela abriu os olhos novamente, eu dei uma piscadela para ela, segurando o meu pau ainda latejante e sujo na mão.

Deixei a Margareth estirada na mesa da cozinha, sem forças nem para levantar. Me vesti devagar, sentindo o cheiro dela em mim, e saí rindo sozinho. Peguei o ônibus direto para o hospital. A adrenalina de ter sido visto pela Renata ainda pulsava nas minhas veias.

Cheguei no hospital às 19h. A Fernanda já me esperava na porta lateral, com o uniforme branco impecável, mas os olhos injetados de desejo. Ela me puxou para a sala de descanso dos funcionários, trancando a porta com um estalo seco.

— "Você demorou... eu senti o cheiro de outra mulher em você, Arthur," — ela disse, me empurrando contra a maca.

— "Não importa o cheiro, Fer. O que importa é o que eu trouxe pra você," — respondi, pegando ela pelo quadril e virando-a de costas.

Foi rápido, intenso e sujo. Como ela pediu no MSN, eu não tive dó. Cada estocada fazia a maca bater contra a parede ruidosa. No ápice, quando senti que ia explodir, puxei o cabelo dela para trás e despejei tudo. O leite escorreu quente pela bucetinha dela, sujando o lençol branco do hospital e as coxas dela.

— "Isso... me enche... me marca, Arthur!" — ela gemia, o rosto enterrado no travesseiro.

Saí do hospital exausto, mas com a mente já na Sra. Renata. Aquela loira me viu "trabalhando" na Margareth, e eu sabia que a próxima vez que ela fosse lá em casa tomar café com a minha mãe, o olhar dela não seria mais o mesmo.

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