Casada caindo em tentação com o primo - Parte 7

Um conto erótico de Janaína
Categoria: Heterossexual
Contém 2033 palavras
Data: 30/03/2026 00:22:10

***Essa é a sétima parte da série: Casada Caindo em Tentação com o Primo! - Pela narrativa de Janaína

Para uma melhor imersão, sugiro que leia as partes anteriores.

Antes de iniciar, só queria me desculpar com os leitores que estão gostando da série, pela demora para postar essa nova parte. Estava num outro projeto de escrita e não podia contaminar a criatividade de um tema com o outro, entao precisei terminar o que estava fazendo, pra retornar aqui.

Seguirei deletando e bloqueando os perfis insuportáveis que virem comentar suas merdas.***

Ainda naquela quinta-feira, fiquei na casa de minha avó, após Augusto socar no meu cu. Novamente esperei Caio chegar, subimos e ele foi se arrumar pra seu jogo no boteco.

Estava empolgado e agora a sua missão era permanecer invicto até a final que seria no domingo.

Tentei me fingir de interessada, mas quando o vi passando pelo portão, corri pra casa dos fundos e entrei sem bater novamente. Caio estava em seu notebook. Assim que me viu, nem precisei dizer nada. Ele fechou o notebook e me seguiu.

Assim que chegamos na sala, ele disse:

-- Não temos muito tempo, até a Tia Rose nos chamar. Então eu vou deitar no sofá e você vai sentar na minha cara.

Apenas obedeci. Ele se deitou, e eu levantei o vestido, baixei a calcinha literalmente sentei na sua cara.. comecei a esfregar minha buceta na sua cara,enquanto ele agarrava minha bunda grande com força.

Chupava tao gostoso, que nao tive nenhuma dificuldade em gozar na sua cara. Ele ja sabia como me comportava ao gozar, e começou a chupar o meu cu. Abriu minha bunda e ele sugava o meu cu sem dó. Eu nunca imaginei como levar linguadas no meu rabo, era tão gostoso.

Resolvi retribuir, vendo aquele pau imenso e comecei a pagar um boquete pra ele, enquanto linguava o meu rabo.

Infelizmente, minha avó berrou nos chamando pra jantar e nao conseguimos fazer mais nada.

Novamente, jantamos com a família reunida, e logo Caio chegou. Subimos e ele seguiu falando de seu campeonato. Nao demorou nada, e ele adormeceu.

Na sexta-feira, o celular despertou, Caio ja tinha ido pro trabalho, tomei banho e resolvi usar uma blusinha branca, colada, e um shortinho de pano mole lilás.

Depois de me vestir, olhei pro relógio e nao tinha muito tempo pras 7 da manhã. Passei pelo corredor estreito a passos largos, entrei na casa dos fundos, olhei no relógio da parede da cozinha e ja eram 6:50.

Fui pro quarto, e Augusto estava de costas, arrumando sua camisa preta, e ja usava sua calça jeans. Dei um bom dia com ele ainda de costas. Quando se virou, notei que o zíper de sua calça estava aberto e sua pica massiva estava pra fora. Ele me olhou e falou:

--Bom Dia. Pensei que não viria hoje. Temos poucos minutos aqui. Ele se aproximou, me deu um beijo, e nao aguentei quando ele falou:

-- Preciso foder sua boca. Agacha, prima putona!

Eu fiz o que ele mandou. Comecei a mamar aquele caralho. Na verdade ele estava louco pra enfiar seu pau na minha boca. Forçava sem dó. Em um momento ele tirou e falou.

-- Eu nao vou gozar agora. Depois do almoço trate de inventar algo pra tia Rose, pra subir logo depois de mim.

Mas quando colocou seu pinto pra dentro, olhou o relógio e disse:

-- Mas vou aproveitar esses minutos.

Se sentou na cama, me virou de costas, abaixou meu shortinho, abriu minha bunda e começou a chupar o meu cu. Ele parecia viciado em sentir o gosto do meu cu na sua boca. Como aquilo era gostoso e ele sabia que eu estava gostando daquilo.

Mas logo deu 7:00, ele deu uma última lambida e paramos com aquela putaria. Demos um beijo e descemos pro café.

No caminho, ficamos na pegação, ele pegava na minha buceta e eu pegava no seu pau. Nao passou disso no trajeto.

Voltei pra casa, ajudei minha avó com o almoço e logo chegou o horário de buscá-lo. Novamente, só ficamos no pega-pega. Até bati um pouco pra ele em um semáforo, mas foi rápido.

Chegamos e assim como foi a semana inteira, minha avó disse que o almoço ja estava quase pronto.

E assim, como na semana toda, ele correu pra casa dos fundos pra se trocar. Eu sabia que ele viria aproveitar o tempinho antes de minha avó chamar. Nao deu outra. Logo estava ele na minha sala, sem camisa e short tactel. Sentou-se do meu lado e começou a me beijar, apertando meus peitos. Parece que ele estava se poupando... assim como logo cedo e no carro, parecia que queria aproveitar pra fazer algo mais Hard, depois do almoço. Logo minha avó chamou, nos levantamos, demos o último beijo e ele disse no meu ouvido:

-- Nao esqueça de inventar algo pra subir logo. Hoje eu vou acabar com você, prima vagabunda!

Aquelas palavras me deixaram com tesão extremo.

Mal conseguia prestar atenção na conversa durante o almoço. Meu pensamento era o que ele faria para acabar comigo, como disse em meu ouvido.

Assim que terminamos o almoço. Ele pediu licença e disse que precisava trabalhar. Finalmente precisei dar uma desculpa para a minha avó, depois de lavar a louça. Falei que precisava arrumar a casa, pois estava uma bagunça a semana toda.

Minha avó jamais desconfiaria que aquilo era uma desculpa. Subi as escadas e Augusto estava na porta, no final do corredor. Ele quando me viu, veio até mim dizendo:

-- Hoje, eu quero na sua casa.

Aquilo era perigoso. Em todos esses anos de casada, Caio nunca apareceu em casa antes do expediente, pelo menos nas vezes em que eu nao estava trabalhando. Mas nao pensei muito. Abri a porta, ele entrou, tranquei a porta por dentro e fomos pro meu quarto.

Tranquei a porta do quarto, com receio de alguem aparecer. Assim que estávamos nus, ele se deitou na cama e me colocou sentada naquela rola grossa. Nao teve conversa nenhuma antes. Mas quando sentava, ele começou a falar seus impropérios:

-- Você gosta de sentar na rola do seu primo?

-- Adoro cavalgar na rola grossa do meu primo.

Ele me deu um tapa, nao foi forte, nao foi pra machucar, mas o estalo me deixou com mais tesao, minha buceta ensopada, cavalgava naquelae pinto grosso, e ele continuava:

-- Fala o que você é:

Comecei a improvisar, nao mais só repetir o que ele pedia:

-- Eu sou a puta do meu primo! Olha como eu rebolo na sua rola, seu pirocudo!

--Pirocudo, né? Aposto que nunca cavalgou num pau grosso como esse.

-- Nunca! Como é gostoso rebolar no pau do meu primo!

Nao dava mais pra segurar e tive um orgasmos múltiplos, rebolando naquela piroca grossa. Quando ele me ouviu urrar enquanto tinha meus espasmos, ele tirou o pau e me deitou de lado. Começou a chupar meu cu desesperadamente. Ele realmente estava obcecado pelo meu cu. Minha bunda volumosa de lado a sua disposição, enquanto sua cara estava enfiada na minha bunda.

Quando ele se deitou atrás de mim, esticou seu braço esquerdo, eu apoiei minha cabeça nele, empinei minha bunda e logo ele foi enfiando a cabeça. Parecia desesperado, foi empurrando, até meu rabo começar a ceder. Minha bunda empinada de lado deixava ele cada vez mais afoito em me invadir com sua pica... senti metade dentro e aí começou o vai e vem... um pouco devagar, mas insistiu... logo comecei a sentir as estocadas cada vez mais fortes. Iniciei uns gemidos de prazer e parece que aquilo fez com que ele se empolgante cada vez mais. Sua mao empurrava meu quadril que estava de lado pra frente e pra tras, e assim as estocadas começaram e ganhar rítimo. Um rítimo mais rápido, o barulho da sua barriga batendo na minha bunda estava me deixando louca. Comecei a tocar a mao direita na minha buceta, enquanto ele comia minha bunda. Quando começou a falar:

-- Fala que você gosta de ser arrombada pelo seu primo!

-- Eu gosto de ser arrombada pelo meu primo, na cama do meu marido!

-- Sua vadia! Prima putona, dando o rabo pro primo na cama que dorme com o marido! Fala que é minha puta, fala!

-- Eu sou sua puta! A puta do meu primo! Enquanto meu marido trabalha, meu primo arromba o meu cu com esse pirocão.

Nem acreditava que aquelas pavaras saíam da minha boca. Mas nao me importava mais. Ele de fato, estava acabando comigo. Aquela piroca no meu cu, entrando de lado, enquanto eu massageava minha buceta, me fez urrar de tesao, foi aí que tive mais orgasmos seguidos. Nunca alguém me fez gozar tanto. Ele sentiu mais uma vez meus espasmos e gritou:

-- Eu vou gozar na sua boca:

Tirou do meu cu, eu me deitei, e nem precisou bater. Os jatos quentes entraram na minha boca que estava completamente aberta. Senti o gosto da sua porra fervendo, ele deixou cair até a ultima gota e nao contente, enfiou a piroca ainda dura até o talo, pra me fazer engasgar. Que homem! Aquele era o meu macho de verdade! E eu naquela semana, fui a maior puta de todos os tempos.

Ficamos mais alguns minutos namorando. Quando ele tocou no assunto.

-- Acho melhor eu voltar pra casa dos fundos. Me chama quando o Caio for pro bar.

Dessa vez, ele se levantou, vestiu seu short e disse:

-- Seu macho volta mais tarde.

Saiu pela porta, ouvi abrir a porta da cozinha e sair de casa.

Aquelas palavras ja me deixaram com tesao de novo. Quase o chamei de volta. Mas achei melhor nao trazê-lo pra cá novamente.

Depois de um tempo, dei uma ajeitada no quarto, abri bem a janela, joguei um bom ar pra tirar aquele cheiro de sexo. Depois joguei umas roupas sujas na máquina e deixei batendo. Passei um pano no chão da sala e da cozinha, olhei pro relógio, e vi que estava quase na hora de Caio chegar.

Desci e nao demorou nem quinze minutos. Caio chegou, dizendo que iria pro último dia do campeonato antes da final. Precisa ganhar pra se manter invicto. Quando ele entrou em casa, já disse:

-- A casa tá limpinha, cheirando limpeza.

-- Sim. Fiz uma faxina agora há pouco.

Tomou seu banho, se arrumou enquanto eu estava na sala.

Saiu com o mesmo discurso.

Logo que saiu, lá fui eu correr pra chamar o Augusto. Entrei sem bater ele estava sentado na sala. Eu nem falei nada, ele se levantou e veio atrás de mim.

Assim que chegamos em casa, fomos pra sala e ele falou:

-- Acho que é nossa despedida, amanhã todo mundo vai estar em casa. Entao eu quero socar na sua buceta, até a tia Rose chamar.

Ele me pegou pela cintura, me beijou, abaixou meu short, colocou minha bunda grande empinada no braço do sofá e sem cerimônia, começou socar na minha buceta. Num tom mais baixo de que quando estamos na casa do fundo ele falou:

-- Fala quem é o seu macho!

-- Vocé é o meu macho, Augusto! Meu primo pirocudo. Vai ser sempre meu macho!! Soca na buceta da sua puta, soca! Soca sem dó na xota da sua prima!

Ele parecia enfurecido ouvindo minhas palavras, seu pau grosso invadia minha buceta, eu precisei urrar na almofada, enquanto ele enfiava todo aquele cacete na minha xana. Mas ele quis continuar falando:

-- Cadê o corno do seu marido?

-- Tá no bar. Jogando sinuca, enquanto a mulher dele ta sendo judiada pelo primo pirocudo.

-- Sabe por quê?

-- Sei! Porquê a esposa dele é uma puta! A puta do primo pirocudo!

Aquele diálogo deixou seu pau mais furioso e ele gozou na minha buceta.

Jorrou quase na mesma quantidade de algumas horas atrás. Eu senti os jatos inundando minha xana e conseguirmos gozar juntos, urrando na almofada.

Ele tirou lentamente e se jogou no sofá, dizendo:

-- Se essa foi a despedida. Foi espetacular!

Nos beijamos e logo minha a vó gritou de lá debaixo, para jantarmos.

*** E essa foi a sétima parte do parte da série: Casada Caindo em Tentação com o Primo! - Pela narrativa de Janaína.

Espero que estejam gostando.

Tentarei postar a parte final em breve.***

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Foto de perfil genéricaMatildenseContos: 7Seguidores: 25Seguindo: 52Mensagem Depois de muito tempo lendo contos por aqui, resolvi começar a escrever. As séries serão baseadas em acontecimentos reais, os nomes de pessoas e lugares obviamente serão trocados. Como sempre preferi ler contos com a narrativa feminina, farei a escrita desta forma. Vou escrevendo aos poucos e espero que apreciem sem moderação.

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