Pra quem chegou agora, vai no meu perfil, e leia as partes anteriores pra entender esse romance que vivi e vivo com as duas mulheres da minha vida… e tambem claro, leiam os outros que tenho, sao muitos. Peço que valorizem meu trabalho, que vem crescendo e amadurecendo a cada dia…
Continuando…
A casa estava silenciosa, mas o ar parecia carregado de eletricidade. Tia Rejane tinha ficado mais ousada a cada dia. No quarto, enquanto mamae tomava banho no fim de uma tarde, ela me puxou pela camisa e sussurrou contra minha boca:
“Rápido. Quero sentir esse pau que anda enchendo minha a bucetinha irmã todos os dias.”
Não deu tempo de pensar. Tranquei a porta, baixei a calça e sentei na beira da cama. Rejane subiu em mim de saia, sem calcinha, a buceta já molhada e quente. Ela desceu devagar, engolindo meu pau até o fundo, soltando um gemido abafado no meu ombro.
“Ai, caralho… tão grosso… tão fundo…” ela descia e subia, rebolando devagar no começo, depois acelerando. Os seios grandes dela balançavam dentro da blusa . Eu segurava a bunda dela, guiando as estocadas, sentindo o quanto ela era mais carnuda que a minha mae, mais molhada, mais barulhenta.
O barulho estava aumentando e eu tive que pedir pra ser mais silencioso, tava arriscado..
“Shhh… a mae tá no banho,” avisei, mas ela só riu baixinho e mordeu meu pescoço a safada.
“Que ela ouça então… quero que ela saiba que o filho dela tá comendo as duas.”
O risco estava me deixando louco. Meu pau latejava dentro dela. Minha tia cavalgava mais rápido, a buceta apertando, o som molhado ecoando baixo no quarto. Eu sentia o orgasmo vindo quando…
A maçaneta girou.
“Daniel? Você tá aí? Esqueci meu celular no seu quarto ontem à noite filho.”
A voz da Regina. Doce, inocente.
Rejane congelou em cima de mim, meu pau enterrado até o talo dentro dela. Nossos olhos se arregalaram. Eu cobri a boca dela com a mão rapidamente.
“Um segundo, mãe!” respondi, voz rouca, tentando soar normal. “Tô… trocando de roupa.”
Rejane sorriu com os olhos brilhando de pura safadeza. Ela contraiu a buceta ao redor do meu pau, apertando devagar, como se quisesse me fazer gozar ali mesmo. Eu quase perdi o controle nessa hora…
Minha mar tentou abrir de novo.
“Por que tá trancado, filho?”
“Porque… tô nu, mãe. Me dá só um minuto.”
Dava pra ouvir o som dos passos dela se afastando pelo corredor. Minha tia tirou minha mão da boca dela e sussurrou, ofegante:
“Quase… quase fomos pegos rsrsrs . E eu quase gozei só com o medo.”
Ai ela me apertou, rebolou uma vez, forte. “Goza dentro de mim agora. Rápido.”
Eu segurei os quadris dela e meti por baixo, rápido e fundo. Com tesao mesmo, dei umas Três ou quatro estocadas e gozei forte, enchendo a buceta da tia com minha porra . Tia rejane mordeu o lábio até sangrar quase, tremendo no gozo gostoso e silencioso, a buceta pulsando ao redor do meu pau.
Ficamos parados, ofegantes, meu pau ainda dentro dela. Um fio de porra escorreu pela coxa dela quando eu saí.
“Você é louca,” sussurrei.
“E você adora,” respondeu ela, beijando minha boca com fome. “Amanhã eu quero mais. E quem sabe… um dia a gente deixa ela ver.”
À noite, depois do jantar, Regina e eu ficamos sozinhos na sala. Rejane tinha ido tomar banho. Minha mãe veio se aninhar no meu colo como sempre fazia, só de camisola fina, sem nada por baixo. O cheiro familiar de baunilha e jasmim me envolveu.
Mas eu estava diferente. Eu carregava uma Culpa e tesão ao mesmo tempo que me deixavam tenso.
Ela percebeu imediatamente. Acariciou meu rosto, com seus olhos carinhosos e preocupados.
“O que foi, meu amor? Você tá estranho desde hoje à tarde. Aconteceu alguma coisa?”
Eu hesitei. Não queria mentir, mas também não queria destruir tudo.
Acabei sendo sincero, mas incompleto:
“Tô com medo que a tia descubra a gente, mãe. Ela fica muito tempo no meu quarto… mexendo nas coisas. E se ela achar alguma coisa nossa?”
Regina ficou em silêncio por um momento. Depois sorriu, um sorriso suave e ao mesmo tempo possessivo. Ai ela Beijou minha boca devagar.
“Ahhh filho… entao vamos ser mais cuidadosos. Porque eu não vou abrir mão de você, Daniel. Você é o meu homem agora. O homem da casa. Da nossa casa.”
Ela deslizou a mão para dentro da minha calça, segurando meu pau já meio duro. “E eu preciso de você hoje. Preciso sentir que sou sua de verdade.”
Ela me puxou para o quarto dela (o mais longe possível do banheiro onde minha tia estava).
Trancamos a porta e entao ela tirou a sua camisola devagar, ficando nua na luz baixa. Ahhh O corpo dela, tão bem cuidado, brilhava. Ela me empurrou para a cama e subiu em mim, exatamente como eu amava.
“Hoje mamãe vai cavalgar bem devagar… to carente filho. Quero sentir cada centímetro do pau do meu filho enquanto eu te olho nos olhos.”
Ela desceu devagar, engolindo meu pau até o fundo. Gememos juntos. Regina começou a rebolar lentamente, os seios balançando suavemente, as mãos no meu peito. Nossos olhares estavam presos um no outro.
“Eu te amo tanto, filho… você me faz sentir viva de novo. Mulher de verdade. Mesmo sabendo que é proibido… eu nunca vou parar filho”.
“Eu também te amo, mãe. Você é tudo pra mim.”
O sexo foi intenso e carinhoso ao mesmo tempo. Era incrivel transar com os sentimentos lá em cima, postos de uma maneira tao maternal e carnal ao mesmo tempo… Ela cavalgava tao devagar, tao intenso.. depois mais rápido, depois devagar de novo, prolongando o nosso prazer. Eu apertava os seios dela, chupava gostoso, sussurrava palavras de amor e safadeza misturadas pra ela…
“Essa buceta é minha… só minha… goza pra mim, mamãe. Te amar é tão gostoso, intenso… meu corpo ta fervendo por voce… goza gostoso no pau do seu filho…
De tanto eu meter e falar o que deixava ela excitada… ela gozou, e quando ela gozou, foi lindo dimais: o seu corpo tremendo com os seus olhos marejados, gemendo meu nome baixinho contra minha boca.
Nesse momento foi quando eu senti tanto tesao, que Eu gozei logo depois, enchendo ela profundamente, abraçando forte enquanto gozavamos juntos.
Depois desse momento de luxuria e prazer… ficamos deitados pelados, abraçados, ela fezendo cafuné em mim.
“Promete que vai tomar cuidado com a Rejane por perto?”
“Prometo, mãe.”
Mas eu sabia que a promessa já estava quebrada Porque Na manhã seguinte, enquanto mamae saía para o trabalho mais cedo, meu celular vibrou.
Era Rejane. Uma mensagem de vídeo curta, gravada no meu quarto enquanto eu ainda estava na sala.
Ela estava deitada na minha cama, usando outra calcinha da minha mãe – era uma calcinha linda, preta, de renda, visivelmente suja com manchas de uma calcinha que foi usada depois de um momento de tesao e excitaçao. Ela foi puxando a calcinha para o lado e enfiando dois dedos na buceta, gemendo baixinho:
“Olha o que eu encontrei ontem à noite no quarto da sua mae… ainda tem gosto do seu gozo, sobrinho. Tô me tocando pensando em você comendo ela… e depois me comendo.
você escolhendo qual de nós duas vai cavalgar primeiro enquanto a outra assiste. E ainda vou alem meu sobrinho… rsrs… sabe… ( ela falou ainda mais manhosa e direta) ehh, tenho uma vontade sabe, ehhh, ainn… quero ver minha irmã excitada, se tocando gostoso, enquanto eu to de quatro e voce comendo meu cuzinho virgem, quero sentir seu pau entrando gostoso nele, e ver a sua mae se tocando desejando seu pau e meu cuzinho…
O vídeo terminava com ela lambendo os dedos, sorrindo direto para a câmera bem safada…
Meu pau endureceu na hora. O coração acelerou meeesmo… minha vida estava tomando um rumo que nunca imaginei, será que eu teria essa sorte, qual a chance de um garoto jovem como eu, ser desejado e ter momentos e uma vida sexual com a propria mae e com sua irmã, minha propria tia…
O jogo tinha ficado perigoso demais.
E eu não queria parar. Nao queria mesmo… nesse momento eu aceitei meu destino…
Continua…