Recebi o amigo do meu filho em casa por um final de semana, só não esperava que as coisas esquentariam entre a gente.
O processo de divórcio nunca é fácil. Advogados, negociações e as brigas sempre desgastam as duas partes e comigo não foi diferente. Fui casada por quase 20 anos com Alberto e juntos tivemos um filho lindo chamado Cristiano. Ele já estava na faculdade e morava com um amigo em outro estado, então pelo menos a questão da guarda não foi um problema.
Eu e meu ex-marido já estávamos mal durante os últimos anos de escola do Cris e como ele sempre foi um menino focado nos estudos, decidimos empurrar essa questão com a barriga até que ele passasse para a faculdade, pois tínhamos medo de que isso pudesse o atrapalhar. Mesmo depois que ele já estava lá estudando odontologia na mesma faculdade que eu e o pai dele nos formamos, deixei para contar ao meu filho sobre o divorcio só quando já estava tudo assinado e assim que ele soube por telefone, arrumou um tempo para passar pelo menos um final de semana aqui em casa, mas ele não veio sozinho.
Era uma sexta-feira quente quando Cristiano e seu novo amigo e colega de quarto, Patrick, chegaram de viagem. Por mais que eu achasse uma amizade recente demais para trazer de viagem para a casa da mãe em outro estado, jamais diria não ao meu filho, eram os primeiros meses que ele morava fora e a saudade era grande. Fora que me sentia tão sozinha que pensei que seria ótimo uma companhia a mais para animar essa casa que andava tão silenciosa.
Sou uma mulher de 44 anos, mas modéstia a parte, minha aparência faz com que muitos não acreditem que tenho essa idade. Com o cabelo castanho, assim como os olhos, sou considerada alta pela altura média feminina. Meu corpo é bonito devido aos anos dedicados aos exercícios e uma boa alimentação; Abdômen levemente trincado, bunda grande, alguns músculos como o tríceps e o quadríceps a mostra mesmo em repouso. Meus peitos são de tamanho médio e sou realmente satisfeita com eles, a ponto de ter recusado um silicone de presente do meu ex-marido.
Como eles estavam para chegar perto da hora do almoço, eu fui para frente ao fogão cozinhar a comida preferida do Cris. Naquele dia eu estava usando um vestido verde de malha que chega até metade das minhas coxas grossas e tinha uma alça fina, deixando um bom pedaço das costas e do busto exposto. Eu fico linda nele, mas a intenção não era essa, só queria usar algo leve naquele dia quente.
*Ding Dong*
Eu mal havia terminado de desligar o fogo quando a campainha tocou. Abri um largo sorriso, sabia que era meu filho e rapidamente tirei o avental que usava para evitar sujar meu vestido enquanto cozinhava, pendurei na parede e me dirigi até a porta da frente. No caminho soltei o cabelo e joguei para o lado, estava nervosa e ansiosa, então parei em frente a porta, respirei fundo e finalmente abri.
”Oi, mãe!” Cristiano sorriu ao me ver.
Cris é um pouco mais alto que eu, ainda com cara de adolescente, sem barba, cabelo curto e loiro igual ao pai, mas com os olhos castanhos da mãe. Por falar no pai dele, foi Alberto quem os buscou no aeroporto e trouxe até a nossa... minha casa.
”Filho, que saudade...” Eu respondi dando um abraço apertado nele e depois que o soltei me virei para o amigo dele. “E você deve ser o….” Travei na hora de falar o nome do rapaz, não por ter esquecido, mas por ter ficado impactada com o que estava vendo.
Patrick é um jovem muito bonito, forte, mais alto que eu e Cristiano, pele branca, olhos verdes, e o cabelo preto recém cortado em um corte americano. Apesar da falta da barba, ele tinha uma cara de homem, mesmo tendo os mesmos 19 anos que Cris. Um sorriso largo, que eu como dentista não pude deixar de reparar nos dentes bem alinhados e brancos, mas naturais. Eu já havia visto foto dele com o meu filho no Instagram, mas agora pessoalmente foi algo diferente.
”Patrick.” Ele disse com a sua voz grossa ao perceber que eu não terminaria a frase. “É um prazer conhecer a senhora.”
”Patrick. Isso! Perdão, eu sou horrível com nomes.” Tentei disfarçar com um sorriso.
Nos cumprimentamos com um beijo no rosto e eu pude sentir a mão grande dele na minha cintura.
”É um prazer, senhora Lemos.” Patrick fez questão de usar o meu sobrenome e não o do meu ex-marido, mesmo que o meu filho seja mais conhecido por tal e isso já o fez ganhar pontos comigo logo de cara.
”Pode me chamar de Claudia, não precisa dessa formalidade toda.” Antes que eles pudessem falar algo, já apontei para a porta e disse: “Por favor, entrem! O almoço já está pronto e vocês devem estar com fome.”
”Não vou te enganar, mãe, estou faminto.” Disse Cristiano ao passar pela porta.
Patrick entrou logo depois, sem falar nada.
”Filho, eu fiz aquele fricassê que você ama.” Eu fechei a porta e os segui.
”Nossa, que delícia, mãe.” Cris andava pelo corredor parecendo procurar algo nas paredes.
Era a primeira vez dele aqui em casa depois do divórcio, então imagino que ele procurava as fotos de família que tínhamos ali.
“Faz o seguinte, meu filho, apresenta a casa ao Patrick enquanto eu coloco a mesa para a gente almoçar.” Eu disse para distraí-lo e evitar que ficasse pensando naquilo.
”Pode deixar.” Ele respondeu e começou o tour com o seu amigo.
Já eu, voltei para a cozinha e preparei tudo; Toalha na mesa, pratos, talheres e a comida apoiada em descansos para não estragar a toalha. Com tudo pronto, os gritei para almoçar e os dois vieram em meio a risadas.
Isso aqueceu o meu coração, lembrei dos tempos que Cristiano trazia seus amigos. Era um caos tantos jovens garotos juntos, mas a felicidade do meu filho sempre valia o esforço.
”Que cheiroso, mãe!” Disse Cris ao entrar na cozinha e sentir o cheiro da comida.
”Parece Ótimo, Dona Claudia.” Patrick não seguiu o meu pedido para me chamar só de Claudia, mas deixei quieto, entendi que queria ser respeitoso comigo.
“Obrigada, meninos. Espero que gostem.”
Quando os dois se sentaram na mesa, eu percebi que estava faltando bebida, então fui até a geladeira, abri e me inclinei para pegar um refrigerante no fundo, o vestido deu uma leve levantada, mostrando um pouco mais das minhas pernas.
Quando me virei, tive a impressão que Patrick estava olhando para mim e tentou disfarçar.
”Bebe coca, Patrick?” Eu perguntei segurando a bebida na mão.
”Bebo sim.” Ele respondeu um pouco envergonhado.
”Ótimo, o Cris ama desde pequeno, mesmo a gente tentando controlar para não beber muito.” Coloquei a garrafa na mesa.
”É a melhor bebida do mundo. Depois da batida que a Clara faz nas festas da faculdade.” Meu filho disse enquanto eu me sentava.
Os dois rapazes se entreolharam e riram.
“Então vocês têm frequentado bastante essas festinhas.” Eu disse com um sorriso, servindo meu copo com a coca. Normalmente evito beber refrigerante, já que cuido bem da minha dieta, mas como era uma ocasião especial, decidi abrir uma exceção.
Patrick tomou a frente e disse meio rindo: “Ah, de vez em quando é bom.”
”É.” Meu filho concordou no mesmo tom.
Eu sei bem que esse “de vez em quando” deles significa todo final de semana, estudei na mesma faculdade que eles, onde inclusive conheci meu ex-marido em uma dessas festas “de vez em quando.”
”Meninos, eu já tive a idade de vocês. Sei bem como funciona.”
Assim como toda universitária, já transei com alguns caras nessas festas e até já beijei uma ou outra garota, mas assim que eu e Alberto ficamos pela primeira vez, isso tudo mudou. Aquela paixão avassaladora, encontro de almas. Ele me pediu em casamento faltando meses para nos formamos e logo depois da formatura fizemos nossos votos em uma festa linda. Não demorou muito para o fruto da união viesse e decidimos que só teríamos um filho para poder dar tudo de melhor que pudermos a ele. Então logo depois do nascimento, corri até o meu ginecologista e passei a tomar anticoncepcional.
”Mãe???!!!”
Eu e Patrick nos olhamos e rimos da reação do Cris.
”Que foi filho? Achou que só vocês tiveram diversão na vida?”
”Eu não quero nem imaginar como foi.”
Nós almoçamos e conversamos bastante, o assunto inevitavelmente foi focado na faculdade, em como as coisas eram no passado e como estão agora. Admito que acabei dando um pouco mais de atenção ao Patrick do que ao meu filho e de vez em quando me peguei o olhando sorrir para mim.
Ao final do almoço, Cris me perguntou: “Mãe, tudo bem se eu instalar o Xbox na televisão da sala?”
”Claro, meu filho! Podem ir lá, deixa que a mamãe lava a louça e guarda tudo.”
”Valeu, mãe!” Ele agradeceu ao se levantar e passar por mim.
”Obrigado, Dona Claudia.” Patrick fez o mesmo.
”Divirtam-se, meninos!”
———
A noite, depois que eles saíram para uma festa dos amigos antigos do Cris, me deitei vestindo meu pijama baby-doll branco com estampa de cereja e resolvi dar uma olhada no Insta do Patrick. Quando percebi haviam se passado uns 10 minutos que eu estava hipnotizada rolando pelo feed dele e abrindo quase todas as fotos. Foi curioso ver a evolução física dele, do menino franzino na adolescência até esse homem forte agora jovem adulto.
Fiquei obcecada por uma foto em específica. Uma dele apenas de sunga e óculos escuro na beira de uma piscina provavelmente em alguma pool party.
Deus, que abdômen é esse... e o volume marcando no tecido…
No meio do meu transe, minha melhor amiga me ligou por chamada de vídeo. Me ajeitei na cama e a atendi.
”Oi, Clau.” Enquanto eu já estava pronta para dormir de pijama, Andrea estava toda arrumada, de maquiagem, joias e um vestido vermelho.
”Oi, amiga, tá arrumada assim para ir aonde?”
”Ih, menina, lembra daquele Fernando que te contei?”
”O argentino que você conheceu numa cafeteria?"
”Esse mesmo. Me chamou para sair em um restaurante super chique. To só esperando ele me buscar."
”Que bom, amiga, espero que esse seja finalmente o cara.”
Andrea nunca parou quieta com um homem, desde o ensino médio pulava de um cara para o outro, sempre alegando que aquele não era o certo.
“Mas e aí, como estão as coisas com o Cris e o amigo dele?”
”Tudo ótimo, eles chegaram na hora do almoço, comemos juntos, colocamos o papo em dia, a tarde eles ficaram jogando alguma coisa lá na sala e agora o Cris levou ele para uma festa, devem voltar super tarde.”
”Que bom, amiga. Me conta como esse amigo é.”
“Ah, ele é bem legal, sabe conversar, é engraçado…”
Antes que eu pudesse completar, minha amiga me cortou.
”Não, Clau, quero saber COMO ele é.” Ela levantou as sobrancelhas.
”Ah!” Não sei porquê eu não esperei por essa. “Bom… Ele é bonito.
Claro que eu tinha uma opinião mais forte para dar, mas fiquei sem graça de dizer que o amigo do meu filho é muito gostoso.
”Só isso? Me manda o insta dele.”
Aproveitei que o perfil já estava aberto e compartilhei o link e ela não conseguiu disfarçar quando abriu o perfil dele.
”AMIGA! Esse garoto é um gostoso, olha esse tanquinho… Meu Deus, você viu essa foto de sunga?”
Com um pouco de vergonha, eu disse: “Vi, amiga, eu vi.”
”Ele é solteiro? Você vai pegar ele quando?”
Arregalei os olhos e balancei negativamente a cabeça. “Tá doida, amiga?”
”E o que que tem?” Ela deu de ombros.
”Bom, primeiro que ele é o amigo do filho e segundo que um garoto como ele nunca iria querer algo com uma coroa como eu.”
”Ah, Clau, esses garotos são doidos com mulheres da nossa idade. Como que eles chamam mesmo?”
”MILF. Já peguei o Cris vendo pornô disso.”
”Então! Tenho certeza que o Patrick já deve ter batido várias com esses pornôs também. Você não notou nada nele? Um olhar diferente, um sorriso?”
”Tive a impressão dele me olhar sim, mas nada muito na cara.”
”Ai, viu? Tenho certeza que é só você assoviar que ele vai.”
”Tá, mas não muda o fato dele ser o amigo do meu filho.”
”Amiga, isso deixa ainda melhor. Pensa na adrenalina de pegar o amigo do seu filho enquanto ele tá em casa. No perigo de ser pega a qualquer momento. De ter que tomar cuidado para não gemer alto. Quando foi a última vez que você fez isso?”
Andrea até tinha razão. Não me lembrava da última aventura que tive depois que me casei, embora sexo nunca tenha sido um problema na relação. Além disso, não havia me deitado com ninguém desde o divórcio.
“Olha, não vou negar que seja tentador, mas não sei.”
”Não é para mim que você tem que decidir isso.” Deu para ouvir uma buzina e ela olhou para trás. “Olha, o Fernando chegou, tenho que ir. Beijos, amiga e divirta-se, hein!”
”Tchau, Andrea, beijos.”
Ela me deixou realmente pensativa. Deixei o celular na mesinha de cabeceira e me virei para dormir, mas minha cabeça só conseguia pensar no Patrick.
Cogitei que esse delírio todo pudesse estar sendo causado pelo tempo que eu estava sem transar. Andrea chegou até a me dar um vibrador de presente depois do divórcio, mas também não cheguei a experimentar. Até então.
Levantei, abri meu armário e peguei o vibrador ainda na caixa dele. Era grande, preto e repleto de veias.
Me deitei novamente e tirei o short do meu pijama. Levei meu dedos na minha parte íntima para checar se estaria pronta para aquilo e vi que ainda não estava molhada o suficiente. Minha imaginação teve que me ajudar naquele momento.
Fechei os olhos e imaginei a situação mais clichê possível enquanto começava a estimular o meu clítoris.
Eu levantando da cama de pijama e indo até o quarto de hóspedes que o Patrick estava, abrindo a porta de fininho e percebendo que ele não estava exatamente dormindo. Havia uma luz debaixo da coberta, além de um certo movimento. Entrei no quarto perguntando se ele queria uma ajuda e Patrick saiu debaixo da coberta com cara de assustado dizendo que não era o que eu estava pensando. Eu mesma tirei a coberta de cima dele e o vi nu, com o pau duro apontado para o teto e no celular tinha uma foto minha, mesmo que vestida de forma comportada, era o suficiente para um jovem como aquele ficar louco de tesão. Imediatamente subi na cama e fiquei de joelhos entre as pernas abertas dele e agarrei aquele pau com a mão.
Naquele momento eu já estava molhada o suficiente para experimentar o vibrador. Liguei aparelho, tomei um leve susto com a força da vibração, mas após ajustar, comecei a introduzir aos poucos dentro de mim. Não tive como não deixar escapar um gemido, ainda mais por estar sozinha em casa.
Enquanto me acostumava com a sensação daquele consolo na minha intimidade, minha imaginação seguia cena a dentro.
Patrick segurava a minha nuca enquanto eu mamava o pau dele, sendo bem barulhenta a ponto do garoto perguntar: “E o seu filho?” Ignorei a pergunta e segui chupando até quase me engasgar.
Fora da minha cabeça eu começava a me contorcer de tesão e prazer. Embora me fuder com o vibrador não fosse tão bom quanto um homem de verdade, aquele treco fazia realmente um bom trabalho.
Tirei o short e comecei a sentar no Patrick com as minhas mãos no peito largo e musculoso. Começando devagar, mais mexendo o quadril do que quicando de fato, mas fui pegando ritmo aos poucos. As mão dele passeando nas minhas costas e cintura, até que meus peitos saltavam com a gravidade e a cama rangia a cada impacto. As mãos dele apertavam minha bunda e em meio ao caos, o clímax veio e eu fui recheado com a porra quente daquele garoto.
Eu não só gozei na imaginação, mas também fora dela. Praticamente gritando, eu tive incontáveis espasmos de prazer, foi um orgasmo forte como a muito tempo eu não tinha nem com o meu ex-marido.
Tirei o vibrador de dentro de mim, desliguei e o deixei ao meu lado na cama como se estivesse em um pós sexo com um cara de verdade. Atordoada e respirando fundo, em pouco tempo consegui ter uma bela noite de sono, aparentemente livre daqueles pensamentos sujos com o amigo do meu filho. AparentementeNa manhã seguinte, acordei cedo como de costume. Me espreguicei, levantei da cama ainda vestida apenas com a parte de cima do pijama, fui até a varanda do meu quarto e vi era mais um dia lindo e ensolarado. Perfeito para relaxar e me bronzear na beira da piscina.
Claro que lembrei que meu filho e o Patrick estavam na casa, mas pela hora que chegaram da festa, imaginei que iriam acordar bem mais tarde e até lá eu já estaria de roupa.
Tirei o pijama e abri minhas gavetas ainda nua, procurando o meu menor biquíni para ficar com a marquinha que eu adoro. Vesti as partes do biquíni preto em frente ao espelho, aquele dia estava me sentindo ótima com o meu corpo, então aproveitei para me admirar. Me virei de uma lado para o outro, frente e de costas, observando cada ângulo.
Evitando fazer barulho, eu saí do quarto e de fininho desci as escadas e fui até a piscina onde me deitei na espreguiçadeira. Lá, comecei a relaxar sentindo o sol quente na minha pele, aquilo é como uma terapia para mim.
Algum tempo se passou e eu já estava de costas para bronzear a parte de trás do corpo. Minha bunda para cima e meu rosto de lado em cima de uma toalha. Algumas partes do meu corpo estavam começando a suar conforme o sol ficava mais forte.
De repente ouvi um barulho vindo de dentro da casa, eram passos, os meninos haviam acordado mais cedo do que eu esperava. Mas só quem apareceu inicialmente foi o Patrick e tanto eu quanto ele nos assustamos com a inesperada presença um do outro.
“Patrick?!” Eu disse me virando na espreguiçadeira e me apoiando nos cotovelos.
”Desculpa, Dona Claudia. Eu não sabia que estava aqui.” Ele disse claramente tentando disfarçar o olhar sob o meu corpo.
”Ta tudo bem. Eu só achei que vocês acordariam mais tarde, vi que chegaram tarde da festa.” Eu admito também tive que disfarçar o meu olhar.
Patrick estava usando apenas uma sunga azul com seu corpo escultural a mostra. Era como um Deus grego, ainda melhor vendo de tão perto do que em uma foto no Instagram. Além de que o volume dentro da sunga era muito tentador.
”Ah, eu costumo acordar cedo assim diariamente para me exercitar e ontem não bebi muito.” Ele disse com as mãos no quadril.
”É, da para ver que você se exercita bem.” Essa frase saiu quase que sem querer.
Com uma risada sem graça, Patrick agradeceu. “Obrigado, imagino que a senhora também deva fazer alguns exercícios.”
Não vou negar que foi ótimo ouvir aquilo, já que foi o mais próximo de chamar a mãe do amigo dele de gostosa que ele podia naquele momento.
“Desde jovem eu costumo cuidar bem do meu corpo…” Eu olhei para mim mesma, como dando autorização para ele aproveitar e olhar também a minha barriga trincada que escorria um pouco de suor pelo calor. “…Mas nada muito exagerado, sabe? Gosto de mantê-lo mais feminino.”
“Eu entendo, pessoalmente eu gosto mais assim também.”
Uma tensão crescia entre nós, estava nítida a atração. Elogios disfarçados, olhares desconcertados e um breve silêncio após a última frase dele, mas que logo foi quebrado com sons altos de passos vindos lá de dentro.
“SAI DA FRENTE!!!” Era o Cristiano vindo correndo e pulando direto na piscina.
”Filho, já falei para tomar cuidado perto da piscina!” Eu disse sentando na beira da espreguiçadeira.
“Ih, mãe, relaxa.” Cris disse ao emergir da água. “Chega mais, Patrick, fica com vergonha não.”
Olhei para o Patrick por cima do ombro e percebi que ele estava olhando para a minha bunda espremida no plástico. Quando ele viu que percebi, andou alguns passos e entrou na piscina educadamente.
”Está vendo, Cris? É assim que se entra.” Apontei para Patrick.
“Ta bom, foi mal.” Ele se desculpou levantando a palma das mãos.
Ajustei a espreguiçadeira em um ângulo de 45º graus e deitei novamente. Agora com a possibilidade de continuar de olhos naqueles dois, mas mais especificamente em um deles.
Enquanto eles fingiam brigas debaixo d’água ou jogavam uma bola um para o outro, aproveitei para espiar um pouco mais do Patrick. Em um momento ele acabou percebendo, olhou para mim na hora em que olhava para ele. Minha primeira reação foi tentar olhar em outra direção, mas meu sorriso sem graça me entregou. Quando fui tentar dar outra olhada, era ele quem estava rindo para mim quando meu filho entrou na água para prender a respiração. Dai em diante ficamos nessa troca de olhares secreta toda vez que o Cristiano se distraía.
Com o coração acelerado e um calor surgindo entre as pernas, eu me sentia viva com aquele flerte. O nervosismo e a ansiedade tomavam conta de mim como a muito tempo atrás.
“Ah, se o Cris não estivesse aqui…” Eu pensei. “…As coisas que eu faria com esse garoto.”
Foi quando eu percebi que minha amiga tinha razão, eu merecia viver uma emoção como aquela, de sentir a adrenalina do perigo de um affair proibido, sentir o medo de poder ser pega.
Decidi então correr esse risco.
Em uma das olhadas que eu e Patrick trocávamos, eu fiz um leve sinal com a cabeça, em direção a porta da cozinha e então me levantei e entrei tendo a certeza que ele viria atrás.
Poucos segundos depois, ouvi ele dizer: “Vou pegar uma água.”
Me mantive de costas para a porta enquanto ele vinha para dar de cara com a visão da minha bunda.
”Pode pegar um copo para mim, Dona Claudia, não quero entrar molhado na sua cozinha.” Ele disse parado na porta com um sorriso safado no rosto pelo o que eu vi ao olhar para trás.
”Entra assim mesmo, deixa que eu enxugo depois.” Eu me virei lentamente para ele. Se o volume era evidente antes com a sunga seca, agora que estava molhada o pau dele marcava ainda mais.
Patrick andou até mim com cuidado para não escorregar e nós ficamos frente a frente olhando fundo nos olhos e sentindo a respiração um do outro.
Eu tomei a atitude, segurei o rosto dele e o puxei para um beijo. Inicialmente um longo e pesado contato dos lábios, mas logo nossas bocas se abriram e nos envolvemos em um beijo quente. Pude sentir o contraste da água gelada no corpo dele contra o suor quente do meu.
Ainda com as mãos no rosto do rapaz, eu senti o pau dele crescendo dentro da sunga e pressionando a minha barriga. Já ele me segurava pela cintura numa pegada firme com as suas largas mãos, mas logo as desceu mais um pouco até a minha bunda e deu uma apertada forte o suficiente para me fazer gemer dentro da boca dele.
Devolvi esse avanço descendo uma das minhas mãos pelo torso molhado dele, sentindo cada gominho até chegar dentro da sunga. Segurei com firmeza a piroca dele e confirmei o que imaginava. Era grande e grosso, com veias que pude sentir na palma da minha mão.
Paramos alguns segundos para nos olharmos enquanto eu o masturbava, sorri quando ele soltou um gemido bem baixinho e soltei um “Shhh!” com o dedo indicador nos lábios dele.
De repente ele me pegou no colo e me colocou em cima da bancada. Suspirei de surpresa: "Nós estamos malucos."
Patrick me segurou de novo pela cintura enquanto beijava o meu pescoço. Foi por muito pouco que não arranhei as costas dele institivamente, lembrei que dali ele voltaria para a piscina e não poderia levar uma marca dessa com ele, então acabei apenas passando as mãos naqueles músculos dorsais. Ele levou às mãos até meus seios e afastou um pedaço do tecido do meu biquíni. O suficiente para o meu mamilo saltar para fora e ele o abocanhar com vontade, me dando ainda mais tesão.
”Filho da puta.” O xinguei baixo enquanto entrelaçava meus dedos no cabelo preto dele.
”É assim que você recebe os amigos do seu filho?” Ele perguntou ao tirar a boca do meu mamilo e voltar ao meu pescoço, esfregando a mão na minha intimidade por cima do biquíni.
Minhas pernas tremiam, tudo o que eu queria naquele momento era implorar para ele enfiasse o pau dentro de mim e me comesse ali na minha cozinha, mas infelizmente nós não estávamos sozinhos na casa.
”Tá bebendo a água da casa toda? Que demora é essa?” Era Cris ainda na piscina gritando pelo amigo.
A nossa pegação foi interrompida e nós nos separamos e eu desci da bancada.
”Volta para lá, deixa que eu enxugo isso aqui” Eu disse em um tom baixo enquanto ajeitava o meu biquíni.
”Já to voltando, tava com muita sede.” Will gritou de volta.
Antes que ele desse as costas, eu disse: “Mais tarde no meu quarto, depois que vocês voltarem do jogo.”
Com um sorriso largo e malicioso, ele concordou e voltou para a piscina tentando esconder a ereção, já eu, enxuguei o chão e fui direto para o banho, mas com a cabeça totalmente focada no que iria acontecer naquela noite.
——-
Eu estava deitada na minha cama, debaixo de um leve lençol quando ouvi o som de um carro freando e em seguida um “tchau, pai” vindo do meu filho.
Finalmente os meninos haviam voltado, passei as 3 horas que ele ficaram fora me preparando para o Patrick com um banho de banheira bem quente, uma depilação meticulosa nas minhas partes íntimas e pernas e o meu hidratante de pele mais caro para ficar bem macia.
Cris como um bom filho, bateu três vezes na porta do meu quarto e abriu apenas o suficiente para botar a cabeça dentro do quarto.
”Chegamos, mãe, vou tomar um banho e dormir logo, tá? Estou bem cansado.”
Comemorei internamente ao ouvir aquilo. Não nego que tive medo dele chegar super agitado e estragar meus planos.
”Tudo bem, filho. Amanhã me conta como foi lá, aliás, vencemos?”
Nunca fui de acompanhar futebol, mas sempre “torci” pelo mesmo time que Cristiano quando ele começou a gostar do esporte.
”Claro que ganhamos.” Ele respondeu sorrindo. “Boa noite, mãe, te amo.”
”Também te amo, Cris, boa noite.”
Assim que ele fechou a porta, eu peguei meu celular e mandei uma mensagem para o Patrick. Peguei o número dele quando eles saíram para a festa no dia anterior para caso eu não conseguisse falar com meu filho.
Claudia: Não esquece de vir me dar boa noite rs
Alguns segundos depois obtive a resposta.
Patrick: Estou me preparando para a senhora
Patrick: 📸
Pressionei uma coxa contra a outra e mordi meu lábio inferior quando vi a foto. Era uma selfie dele apenas de toalha prestes a entrar no banho, com o tronco todo a mostra, mas apenas metade do rosto.
Claudia: …
Claudia: Anda logo!
Não consegui responder nada mais do que isso. Meu coração palpitava de ansiedade, meu corpo parecia necessitar aquele garoto.
Patrick: Assim que seu filho dormir
Foram longos 20 minutos desde a última mensagem até as duas batidas leves na minha porta.
Saltei da cama como uma criança em dia de viagem e me ajeitei. Afrouxei um um pouco o roupão para que deixasse um pouco do meu corpo a mostra e abri a porta lentamente para evitar qualquer barulho.
Lá estava ele, vestindo apenas um cueca boxe preta, com aquele maldito sorriso safado no rosto. O olhei de cima a baixo e ele fez o mesmo comigo.
Fiz um sinal para que ele entrasse e com ele veio com um forte cheiro de perfume, o qual me fez fechar os olhos brevemente para aprecia-lo enquanto trancava a porta. Perfume masculino sempre foi um ponto fraco meu.
”Olá, senhora Lemos.” Ele insistia nessa formalidade enquanto me devorava com os olhos.
”Vai continuar me chamando de senhora?” Eu perguntei abrindo de vez o meu roupão e o deixando escorregar pelos meus braços até o chão.
Fiquei completamente nua na frente daquele rapaz e seus olhos ficaram um bom tempo apreciando o que eu estava oferecendo.
”Agora eu posso te chamar do que você quiser.” Patrick respondeu quando voltou os olhos para o meu rosto.
”Ah é?” Andei aqueles poucos passos que nos separavam, até que meu corpo colasse no dele como mais cedo na cozinha. Coloquei minha mão direita na cintura dele e a mão esquerda subiu pelo pescoço dele, enquanto meu rosto subia pelo outro lado. Então sussurrei bem no pé do ouvido: “Então essa noite pode me chamar de sua puta!”
Senti o arrepio dele na minha minha mão e voltei a ficar com o rosto em frente ao dele, um pouco mais abaixo pela diferença de altura e vi em seus olhos tanto desejo como há muito tempo não via em um homem.
Ele levou uma mão na minha lombar e juntou ainda mais os nossos corpos, a outra mão puxou o meu rosto para que nos beijássemos novamente.
Aquilo foi ainda mais gostoso do que o beijo de manhã, com mais paixão e desejo. Toda aquela provocação desde que ele chegou na minha casa serviu de combustível para que finalmente botássemos aquele fogo para queimar.
Minhas duas mãos passeavam nas costas largas e musculosas dele, enquanto ele mais uma vez agarrava a minha bunda, comprimindo ambas as nadegas dentro das mãos. O pau dele crescia dentro da cueca e eu pude novamente senti-lo pressionando a minha barriga.
De repente ele me levantou em seus braços fortes, me deitou na cama e subiu em mim, fazendo um pouco de barulho.
”Cuidado!” Eu alertei ao quebrar o beijo. “Não esqueça que meu filho tá no final do corredor.”
Patrick não me respondeu com palavras e sim com beijos no meu pescoço. Suspirei conforme ele estimulava uma parte tão sensível do meu corpo.
Ele não parou ali, desceu mais um pouco e então se acabou nos meus seios. Enquanto chupava um, apertava o outro e me deixava ainda mais louca bagunçando seu cabelo.
Quando deu-se por satisfeito, continuou seu caminho, beijando minha barriga delicadamente, até que chegou na minhas partes íntimas e eu pude até sentir o hálito dele lá embaixo.
Afim de me provocar ainda mais, ele deu leves beijos bem na superfície da minha buceta, me fazendo arfar a cada toque. Com um pressão da minha mão na cabeça dele, dei a entender bem o que eu queria.
Então finalmente senti os lábios dele contra contra a minha intimidade e uma sugada em meu clítoris. Deixei um gemido escapar, Patrick me olhou sem parar de me chupar, ele parecia se divertir com a minha tentativa de não ser barulhenta. Tampei a minha boca com mão e torci para que aquilo fosse suficiente.
A outra mão eu continuei pressionando o rosto dele ao mesmo tempo que minhas coxas apertavam as laterais da cabeça dele.
Senti o gelado da língua tentando me penetrar, até que finalmente o fez. Variando os movimentos dentro de mim e me deixando mais louca a cada variação.
Aos poucos fui chegando perto de gozar e me contorcendo cada vez mais. O desgraçado ainda me olhava em busca de apreciar o resultado do seu trabalho.
Apenas tapar a boca não era mais o suficiente, então mordi meu antebraço e o meu clímax chegou com tudo. Apertei ainda mais forte a cabeça dele com as minhas pernas enquanto o resto do meu corpo estremecia por completo. Senti a dor da minha mordida e tive a certeza que ficaria uma marca ali. E estávamos apenas começando.
Enquanto eu ainda me recuperava, Patrick aproveitou para tirar a cueca. Ficou de joelhos entre as minhas pernas eu pude finalmente ver o pau dele, mesmo que naquela penumbra, era tão grande e grosso como imaginei quando o peguei na minha mão.
Ele ainda me provocou um pouco mais, batendo a piroca na minha buceta e esfregando a ponta na minha entrada.
“Tá esperando o que?” Tive de perguntar com a voz trêmula de tesão.
”Minha puta pedir.”
Abri um sorriso safado. “Me fode, Patrick!” Foi um pouco mais alto do que a altura que estávamos falando até então, mas ainda assim baixo o suficiente para não ser ouvido do lado de fora.
Ele não ousou me provocar mais, apenas enfiou lentamente a pica até que nossas pélvis colidissem. Senti cada centímetro me penetrando e abrindo caminho pelas minhas paredes internas.
Talvez deixar um universitário me comer sem camisinha não tenha sido uma das minhas escolhas mais inteligentes, mas posso adiantar que felizmente não contrai nada.
Patrick segurava minhas pernas abertas com as duas mãos, uma em cada coxa, com os meus joelhos dobrados. E tirava e colocava a piroca bem lentamente, admirando as expressões que eu fazia tentando me controlar para não gemer.
Inevitavelmente deixei um gemido ou outro escapar enquanto ele começava a aumentar o ritmo aos poucos, ainda evitando fazer barulho quando nossos corpos se chocavam. Até mesmo ele começou a grunhir de prazer.
“Tá gostosa a buceta da sua puta?” Perguntei.
”Muito gostosa!” Ele respondeu deixando minhas pernas livres e se debruçando um pouco sob mim.
Levantei minha pernas e as deixei apontadas para o teto enquanto ele tinha ambas as mãos no colchão para ter a apoio.
“Isso…Vai…” Sem querer, gemi um pouco mais alto que devia.
"Cuidado." Patrick colocou o dedo nos lábios. "Não esqueça que seu filho tá no final do corredor."
Sorri abertamente e o puxei para nos beijarmos. Agora com ele totalmente deitado em mim, cruzei minhas pernas ao redor do quadril dele. Nessa posição foi possível que ele fosse mais fundo, sem precisar ser barulhento.
Patrick parou de me beijar ao grunhir depois que arranhei as costas dele.
"Nada de piscina para você amanha." Sussurrei em seu ouvido.
"Então pode fazer mais forte."
Assim fiz. Deixei marcas das minhas unhas em boa parte das costas largas do rapaz.
"Como eu queria poder te ouvir gemer bem alto." Ele disse.
"Eu gritaria seu nome para toda a vizinhança ouvir."
Cada palavra suja o fazia se empolgar dentro de mim, cada vez mais forte, cada vez mais profundo.
"Vira!" Ele comandou no meu ouvido e saiu de dentro de mim."
Apenas virei de barriga no colchão, e na mesma hora senti a mão dele apertando uma banda minha bunda.
"Passei o dia imaginando essa cena, desde que te vi com essa bunda pro alto na piscina."
Olhei para trás e pude vê-lo quase dando um tapa em mim, mas se contentou em me dar mais uma apertada.
"Eu quero isso desde que te vi entrando na minha casa."
Ele sentou nas minhas pernas e introduziu de novo o pau na minha buceta. Dessa vez deslizando de uma vez, sem enrolação.
Mordi o travesseiro enquanto ele me estocava com a mão nas costas do meu pescoço. Apertei uma perna contra a outra para minha buceta ficasse mais apertada na pica dele.
"Caralho... vagabunda." Ele gemeu e aumentou a força que me empurrava.
O problema é que a cama começou a ranger um pouco e eu só conseguia imaginar o que Patrick faria comigo se estivéssemos sozinhos e ele pudesse dar tudo de si.
Então ele deitou sob as minhas costas e como em um abraço, passou os braços entre o meu peito e o colchão. Eu conseguia ouvi a respiração ofegante dele na minha orelha e me vi mais uma vez perto de gozar.
"Já vai gozar de novo, minha putinha?"
Nenhuma palavra saiu da minha boca. Só consegui balançar um pouco o rosto indicando que sim.
"Goza na minha pica então, cachorra."
Meus olhos se reviraram, e ainda bem que tinha o travesseiro para morder e abafar o som do meu orgasmo. Meus espasmos acabaram contidos nos braços dele.
"Porra.. Você gozando assim me deixou quase lá também."
"Termina dentro de mim." Pedi ao largar o travesseiro da boca. "Eu quero sentir tudo."
"Tem certeza?" Ele parou brevemente.
"Claro, tomo anticoncepcional desde que o Cris nasceu, pode gozar sem medo."
Não pude ver com clareza, mas pude imaginar o sorriso no rosto do rapaz ao ouvir essa frase da mãe do amigo dele.
Patrick me apertou mais forte nos braços, soltou mais o peso do corpo dele em cima do meu, não sei como conseguiu ir ainda mais fundo dentro de mim.
Ouvi a respiração ficar ainda mais ofegante, enfim senti a piroca dele pulsar e jorrar toda aquela porra quente dentro da minha buceta.
"Isso... me dê tudo."
Os grunhidos dele acabaram sendo um pouco altos. Só torci que não altos os suficientes.
Ele me soltou, saiu de dentro de mim e deitou do meu lado de barriga para cima.
Ambos ficamos imóveis e retomando o folego. Meu rosto que ainda estava de lado no travesseiro me permitiu ficar olhando o rapaz enquanto isso.
Patrick olhava para o teto e seu pau ainda não tinha amolecido.
”Isso foi…” Ele disse ao se virar para mim.
”Incrível.” Eu completei ao ficar de lado igual ele.
Nos encaramos mais alguns segundos, os olhos dele brilhavam saltando de um lugar do meu rosto para outro. Os meus provavelmente também. Poderia ser apenas efeito do pós orgasmo em nós, mas havia um baita química ali.
”Eu… eu acho melhor você voltar para a cama.” Disse com um aperto no peito. Não queria que ele partisse ainda, queria mais daquele garoto.
”Eu já estou numa cama.” Ele fazia aquilo ser mais difícil colocando a mão na minha cintura e ficando mais perto de mim.
”Adoraria que você ficasse, mas…” Ele me interrompeu com um beijo. “…O Cris…” Eu lutava contra a razão em um espaço e outro que nossas bocas se separavam. “…Ele pode acordar.”
“Que acorde!” Patrick voltou a subir em mim, e eu senti seu pau ainda mole encostado no meu corpo.
”Mas…” Ele beijava o meu pescoço, passando a mão no meu corpo e eu fui tentando achar argumentos para não arriscarmos novamente. “…Eu ainda estou suja.”
“Podemos usar a porta dos fundos.”
Fui pega de surpresa, admito. Sou daquelas que consideram o sexo anal como um prêmio, apenas para quem merece. Tanto é, que os únicos homens que comeram o meu cu foram o meu primeiro namorado, com quem perdi todos os tipos de virgindade no ensino médio e depois o meu ex-marido, mas só depois de nos casarmos. Fazer o mesmo com o amigo do meu filho era uma loucura dentro dos meus padrões, mas eu já havia chego até ali, não seria essa só mais uma loucura em meio a tantas?
”Deita.” Eu fiz um sinal para o lado com a cabeça.
Patrick deitou novamente e parecido com o meu sonho da noite anterior, me ajoelhei no colchão ao lado dele, me debrucei e com a bunda bem para o alto, peguei aquele pau ainda mole, mas já demonstrando sinal de vida e comecei a beijar a lateral, suavemente até a cabeça. Desci aos beijos e subi com uma lambida.
“Humpf.” Ele suspirou, se esticou e pousou a mão na minha bunda.
Abracei a ponta da piroca dele com os meus lábios, dando leves sugadas na cabeça sensível.
Deus abençoe a juventude! Pensei sentindo o membro dele ficando duro dentro da minha boca. Não lembrava a ultima vez que meu marido aguentou um round seguido do outro tão rapidamente.
Patrick usou a mão livre para pressionar a minha nuca, enquanto a outra apertava minha bunda.
Não era a melhor posição para isso, mas dei uma olhadinha na expressão de prazer dele pelo canto do olho.
Em pouco tempo subindo e descendo lentamente com a cabeça, aquele pau estava pronto para a ação novamente. Admito que hesitei em largar, parecia que minha boca havia sido feita para chupar aquela piroca, poderia ficar horas ali, mas infelizmente não tínhamos horas livres para gastar com aquilo.
Tirei a boca do membro dele e voltei a me deitar, dessa vez de lado na cama e de costas para o Patrick. Ele não perdeu tempo e logo se aproximou, me agarrando por trás, enquanto eu me esticava para abrir a gaveta da mesa de cabeceira para procurar um lubrificante. Não tinha possibilidade de eu aguentar aquela piroca no meu cu sem um pouco ajuda.
Não fiz questão de ser rápida em achar aquilo, estava bom demais senti-lo beijando minhas costas e brincando com a minha bunda enquanto eu procurava.
”Você é tão gostosa.” Eu sentia a respiração quente dele na minha.
Quando peguei o lubrificante, abri, coloquei um pouco na mão e dei para ele o resto.
”Toma, espalha bem ai no teu pau.”
Enquanto ele fazia isso, eu espalhei o pouco que peguei na entrada do meu anus.
”Já fez isso antes?” Perguntei olhando de canto para trás.
”Não.” Ele respondeu rápido demais para ser verdade.
Dei uma risadinha e virei para a frente. “Palhaço.”
Escutei a risada dele de volta enquanto uma mão abria as minha nádegas.
“Pronta?”
“Não, mas vai assim mesmo.”
Eu estava um pouco insegura com aquilo, mesmo querendo muito. Como eu disse, não foram muitas vezes que fiz sexo anal, e definitivamente o pau do Patrick é maior do que os que já entraram ali antes.
”Relaxa, vou fazer com carinho.” Ele já estava com a cabeça do pau encostado na minha entrada.
Parecia que era ele o mais velho e experiente, e eu uma garotinha tímida tendo a primeira vez.
“Porra…” Xinguei mais alto que eu queria na hora que senti a piroca penetrando o meu cu, alargando as paredes do meu reto. Graças a Deus aquele lubrificante era de alta qualidade.
“Nossa, nem o cuzinho daquelas universitárias é tão apertado assim.” Ele disse quando chegou o mais fundo que conseguia.
Dei uma risadinha. Foi bom para distrair um pouco da dor.
“Faça bom proveito, que amanhã você vai voltar para elas.” Olhei de relance para ele.
“Pode deixar.” Patrick recuou na mesma velocidade que entrou e quando voltou a me penetrar, já foi menos doloroso.
Assim, conforme foi me comendo, fui me acostumando com aquele tamanho todo lá trás, e o prazer foi superando a dor, até que foi ficando ainda mais gostoso que das vezes que fiz anal com os meus exs.
Com um ritmo mais avançado, nossos corpos colados e cada vez mais suados, Patrick passava a mão pela minha barriga e estiquei bem o pescoço para que ele me beijasse ali.
“Porra… Isso….” Foi foda segurar os gemidos uma outra vez, me deixei levar um pouco e não usei das mesmas artimanhas para abafa-los. Só torci para que não fossem altos o suficiente.
Senti a mão dele agarrando meus seios e apertando forte. Virei meu rosto para ele o máximo que pude e nos beijamos meio de lado.
“Seu pau é tão gostoso.” Eu disse entre um beijo e outro.
“Você sabe me deixar louco.”
Virei novamente o rosto para frente e Patrick empurrou de leve minhas costas e deslizou os dedos na minha pele até a mão ficou na minha bunda.
A respiração dele estava alta, mas eu pude perceber que ele estava segurando os gemidos.
De repente ele saiu de mim, e antes mesmo que eu pudesse reclamar do vazio que senti lá trás, Patrick ficou de joelhos e voltou a penetrar meu ânus, com muito mais facilidade que antes.
Naquela posição eu pude vê-lo me fudendo em toda a glória daquela divindade grega.
"Fode o cuzinho da sua puta, Patrick." Quanto mais a gente transava e mais louco ficávamos, mais nos esquecíamos dos arredores e mais perigo corríamos.
“Eu vou gozar de novo.” Ele me avisou apertando com força os dedos na carne da minha coxa.
”Vai… preenche meu cuzinho igual você fez com a minha buceta.
Mais algumas investidas e senti o melado novamente. Meu anus estava tão apertado ao redor daquela piroca que senti com clareza cada pulsação enquanto me recheava.
Quando ele tombou para o lado eu fiquei sem saber o que dizer ou fazer. Me mantive imóvel, retomando o fôlego e tentando entender o que aconteceu.
Olhei a hora pelo celular e vi que já estávamos bem dentro da madrugada.
”Acho melhor você ir deitar.” Me virei para ele.
”Eu queria tanto dormir aqui com você.” Ele disse com o rosto de lado no travesseiro.
Aquilo foi mais doce do que safado.
”Eu também...” Realmente teria sido ótimo sentir o calor e o carinho de um homem dormindo comigo, mas não pude arriscar mais do que já havia feito. “...Mas já arriscamos muito.”
”Eu sei…” Patrick sentou e ficou alguns segundos mais me olhando. “…Você é demais, Claudia.”
Dei um sorriso bobo, aquele garoto conseguiu me deixar tímida mesmo depois daquilo tudo.
”Você também é, Patrick.” Dei um suave beijo na bochecha dele. “Agora vai lá, amanha eu vou levar vocês no aeroporto.”
Assisti ele levantando da cama e vestindo novamente a cueca e nos despedimos com um "boa noite", mas eu ainda estava longe de dormir. Estava tudo uma bagunça, minha cama e principalmente EU.
Corri para chuveiro e tomei um banho quente para me acalmar e lavar toda aquela sujeira nos meus dois buracos. Depois, ainda nua troquei aquele lençol manchado com um pouco do gozo do Patrick que escorreu para fora de mim.
Só então com tudo arrumado que me deitei graciosamente nua, respirando fundo e bem satisfeitaMeu celular tocou poucas horas depois e me acordou com uma certa dificuldade. Estava tão relaxada que meu desejo era apenas continuar dormindo, mas ainda tinha que levar os meninos no aeroporto. Me espreguicei na beira da cama, ainda podia sentir rastros da noite passada no meu corpo, em especial meu anus que ainda doía um pouco.
Vesti uma calça jeans azul marinho, uma regata branca e um tamanco salto bloco. Uma maquiagem básica, já que ia sair de casa e fui ver se os meninos tinham acordado.
"A faculdade fez bem para você." Brinquei ao ver meu filho não só de pé, mas já vestido e arrumando a mala no quarto dele.
"Ah, oi, mãe." Ele veio me abraçar. "Bom dia."
"Bom dia, meu filho." Abracei o forte. "Vão comer algo?"
"Precisa não, mãe, lá a gente se vira."
"Então ta bom."
Fui até a sala de estar e lá estava Patrick sentado no sofá, mexendo no celular com a mala no chão.
"Bom dia, Patrick." Eu disse com um sorriso largo no rosto. "Dormiu bem?"
Ele deixou o celular de lado e sorriu de volta para mim. "Bom dia, Dona Claudia, dormi bem sim, espero que a senhora também."
"Pode ter certeza que dormi muito bem." Deixei ele para trás e fui até a cozinha, mas sinceramente já esperava que ele fosse me seguir.
Enquanto eu enchia um copo d'agua para mim, senti a presença dele atrás de mim, se aproximando ao poucos até que colocou as mão na minha cintura e cheirou o meu pescoço.
Me arrepiei toda e me virei para ele, com pouco espaço entre nós. "Você ta maluco?" As palavras não condiziam com o que eu sentia de verdade.
"Você me deixou maluco por você." Ele tentou me beijar, mas eu desviei no último segundo."
"Meu filho ta acordado e vai descer daqui a pouco." Fiz força contra o peito dele, mas ele se manteve imóvel.
"A gente para quando ouvir ele descendo as escadas." Patrick beijou meu pescoço delicadamente.
"Patrick..." Suspirei e deixei que continuasse ali por mais um pouco. "... É sério."
Ele se afastou levantando as mãos. "Desculpa, é que eu to desesperado por ter que ir embora."
"Olha, eu acho que agora você tem um bom motivo para querer voltar. Eu vou adorar te receber aqui de novo." Dei um sorriso de canto de boca safado. "Se bem que você talvez me esqueça quando voltar para aquelas universitárias."
Patrick riu. "Você é inesquecível, Dona Claudia."
É incrível como ele consegue fazer uma mulher de 44 anos se sentir uma menininha novamente.
Olhei para a porta da cozinha e depois para ele de novo. "Vem cá, vamos nos despedir direito." Eu disse chamando ele com o dedo indicador.
Claro que ele veio no mesmo instante e nos pegamos loucamente, com pressa, já que a qualquer momento seriamos interrompidos. Patrick realmente aproveitou aquele último momentos, agarrou meus peitos, passou a mão nas minhas costas e cintura e apertou firme a minha bunda por cima do jeans. Eu também tive a minha cota com minhas mão debaixo da camisa dele para sentir aquele abdômen uma ultima vez.
Foi então que ouvimos passos na escada e nos separamos na mesma velocidade que nos aproximamos.
"Tudo pronto, mãe." Meu filho disse na porta da cozinha com a mala na mão.
"Vamos lá então?" Perguntei olhando para eles.
A despedida no aeroporto não foi fácil, queria muito tê-los por mais tempo em minha casa, mas foi bom assim. Do jeito que as coisas estavam quentes entre mim e Patrick, nós iriamos nos arriscar mais a cada dia que passássemos juntos.