Oi, meu nome é Luan, tenho 40 anos hoje, gosto muito de ler os contos aqui no site, então resolvi contar minha primeira vez e quem sabe outras aventuras por aí que tive, sempre namorei e fui casado com mulheres, mas sempre escapo da minha rotina pra ser mulherzinha de algum cara, com um arquétipo específico, homens grandes, tipão de macho me enche de tesão, se for negro então, me transforma. Abaixo minha história do meu início com relação gay
Eu tinha 18 anos (menos, 4 primaveras a menos) e sempre fui um garoto branco, magrinho, de cabelo castanho-claro liso. Meu corpo era pequeno, delicado, e eu mal chegava a um metro e sessenta. Já tinha feito algumas brincadeiras discretas com outros meninos, mas nada sério. Até o dia em que Renato apareceu na minha vida.
Ele era um homem negro de uns 40 anos, conhecido na vizinhança. Todo mundo sabia que ele era gay. Corpo grande, musculoso, com costas largas que pareciam as de um touro e um peito largo com poucos pelos. Eu sempre o via de longe e sentia uma mistura estranha de curiosidade e tesão.
Na primeira vez que ele me chamou pra ir na casa dele, eu fiquei com medo e não fui. Mas uma semana depois, quando ele mandou mensagem de novo, a curiosidade venceu. Eu fui.
Assim que entrei na sala, meu coração quase saiu pela boca. Na televisão estava passando um pornô gay bem explícito, com dois caras se chupando com vontade, gemidos altos enchendo o ambiente. Renato estava sentado no sofá, só de bermuda. Ele sorriu pra mim, sem dizer muita coisa, e bateu a mão ao lado dele.
Eu sentei. Mal me acomodei e ele já veio pra cima. Com as mãos grandes e fortes, abriu minha bermuda, puxou junto com a cueca e meu pintinho branco, pequeno e já duro, pulou pra fora. Renato lambeu os lábios, se inclinou e engoliu meu pau inteiro de uma vez.
— Ahhh... caralho... — eu gemi, agarrando o sofá.
A boca dele era quente, molhada e gulosa. Ele chupava com fome, a língua grossa girando na cabecinha rosada, descendo até minhas bolas lisas e voltando. Fazia barulhos molhados, babando tudo enquanto me mamava como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Eu tremia inteiro, olhando para aquelas costas largas e negras se mexendo enquanto ele me chupava.
Depois de um tempo, não aguentei mais só receber.
— Deixa eu chupar o seu também... — pedi, a voz baixa meio envergonhado e ao mesmo tempo com muita curiosidade.
Renato sorriu safado, abriu a calça e puxou o pau pra fora. Quando eu vi, meus olhos arregalaram. Era enorme. Um pauzão bem preto, grosso como meu pulso, cheio de veias saltadas, a cabeça grande e brilhante, com uma pelagem preta densa na base. Devia ter uns 22 centímetros de rola pesada e grossa.
— Porra... que pauzão... — murmurei, fascinado.
Eu me ajoelhei entre as pernas dele, segurei aquela monstruosidade com as duas mãos e abri a boca. Consegui colocar só metade, mas chupei com vontade, babando muito, a língua tentando lamber cada centímetro daquela rola preta. Renato gemia grave, segurando minha cabeça com a mão grande e empurrando devagar, fodendo minha boca.
— Isso, garoto... chupa essa rola preta toda. Engole mais fundo, vai... que boquinha gulosa.
Eu babava, engasgava, mas não parava. O contraste me deixava louco: eu, branco, magrinho e pequeno, de joelhos mamando aquele pauzão negro enorme.
A partir daquele dia, os encontros viraram vício.
Renato me chamava e eu corria pra lá. Às vezes era só uma chupada rápida na sala. Outras vezes íamos pro quarto. Ele adorava me deitar na cama, abrir minhas pernas finas, lamber meu cuzinho rosado e virgem com aquela língua grossa, me deixando molhado e louco de tesão. Depois enfiava um dedo, depois dois, abrindo meu buraco apertado enquanto eu gemia como uma putinha.
A primeira vez que ele me fodeu foi inesquecível. Eu estava morrendo de medo. Quando ele deitou em cima de mim, com aquele corpo grande e negro me cobrindo, eu tremia inteiro.
— Vai doer... eu tenho medo... — sussurrei, quase arrependido.
Renato foi extremamente carinhoso. Me abraçou forte, colou o peito largo contra minhas costas e ficou sussurrando no meu ouvido:
— Calma, garoto... eu vou ter todo o cuidado do mundo pra não te machucar. Se doer muito, eu paro na hora, prometo.
Ele me beijava o pescoço devagar, me alisava os braços, os quadris, as coxas, passando bastante lubrificante na rola e no meu cuzinho. Ficava me acalmando, conversando comigo, me distraindo com beijos quentes no ombro e na nuca. Pressionou a cabeça grossa contra minha entrada e tentou devagar. Doeu pra caralho na primeira tentativa. Eu pedi pra ele tirar.
— Para, Renato... tá doendo muito...
Ele parou imediatamente, ainda com só a cabecinha dentro. Me abraçou mais apertado, me beijou o pescoço e disse baixinho:
— Fica paradinho... respira fundo... deixa acostumar. Eu não vou mexer até você mandar.
Aos poucos meu cuzinho foi relaxando. Com muita paciência, bastante lubrificante e vários minutos de carinho, ele foi empurrando devagarinho. Quando finalmente senti toda aquela rola preta enorme dentro de mim, bem fundo, Renato parou completamente. Ele ficou quietinho, pulsando lá no fundo, e falou bem safado no meu ouvido:
— Viu como com jeito e carinho eu coloquei ele todinho dentro da sua bundinha branca? Essa bundinha foi feita pra satisfazer macho, garoto... Você sempre vai querer dar pra alguém com a rola grande assim. Tirei seu cabacinho devagar... vou te ensinar mais, tá? Agora vou começar a foder minha menina que você tá virando.
Ele começou a se mexer bem devagar. Conforme eu relaxava, ele aumentava as socadas, metendo mais fundo e mais forte. Quando eu reclamava que estava doendo, ele parava na hora, me abraçava, beijava meu pescoço e esperava eu me acostumar de novo. Demorou bastante pra ele gozar. Ele ficou me fodendo por um bom tempo, alternando entre socadas mais fortes e momentos parados, até que finalmente senti sua rola latejar forte dentro de mim. Renato gemeu rouco no meu ouvido e gozou. Jatos quentes e grossos de porra encheram meu cuzinho, muito porra, quente, pulsando fundo.
Ele deixou o pau todo enterrado enquanto gozava, esvaziando tudo lá dentro. Só depois de um tempo, quando já estava meio mole, ele começou a tirar devagar. Foi quando eu me assustei. Olhei para baixo e vi que o pau dele estava sujo de sangue e cocô. Toquei na minha bunda e senti que estava toda melada, suja de sangue também.
Renato percebeu meu susto. Sem dizer nada, me pegou no colo com aqueles braços fortes, me carregou até o banheiro, ligou o chuveiro quente e entrou comigo debaixo da água. Com toda a calma e carinho do mundo, começou a me lavar, passando a mão grande com sabonete na minha bundinha, limpando tudo com cuidado enquanto me beijava o ombro e dizia baixinho que estava tudo bem, que era normal na primeira vez.
E assim continuamos por meses: encontros secretos, boquetes molhados e barulhentos, fodas cada vez mais intensas onde eu me entregava completamente. Eu, o garoto branco magrinho de um metro e sessenta, sendo possuído por aquele homem negro grandão e pelo pauzão preto que me viciou desde o primeiro dia.
Depois daquela primeira tarde na casa dele, eu nunca mais fui o mesmo. Eu tinha descoberto o prazer delicioso de ser o putinho branco de uma rola preta enorme.