Eu e Ana a albina louca por sexo (dia seguinte)

Um conto erótico de Junior Tromba
Categoria: Heterossexual
Contém 610 palavras
Data: 29/03/2026 16:30:36

O sol já entrava pela janela quando eu acordei com um calor molhado envolvendo meu pau.A Ana, ainda completamente pelada, pele albina brilhando com o suor da noite anterior, tinha acordado antes de mim. Ela estava de quatro entre as minhas pernas, os olhos azuis semicerrados de sono e tesão, chupando meu pau com uma fome que parecia que ela não via uma rola há anos.— Bom dia, Junior... — murmurou ela, a voz rouca, enquanto lambia devagar da base até a cabeça, a saliva escorrendo pelo meu saco. — Acordei toda molhada de novo... parece que eu perdi o cabaço ontem e agora não consigo parar de querer.Ela mal tinha aberto os olhos direito e já estava com meu pau meio duro dentro da boca, mamando devagar, como se fosse o café da manhã dela. Os peitos em forma de pera balançavam levemente enquanto ela subia e descia a cabeça. A bundinha sarada empinada pra trás, bem aberta, mostrava aquela buceta carnuda de capô de Fusca inchada e vermelhinha de tanto foder a noite toda.Eu segurei os cabelos brancos curtos dela e empurrei mais fundo. Ela gemeu alto, garganta vibrando no meu pau.— Porra, Ana... você acordou assim?Ela tirou o pau da boca só pra responder, olhando pra mim com aqueles olhos azuis quase inocentes, mas a boca toda babada:— Dormi pensando na sua rola... Acordei pingando. Olha aqui...Ela se virou, ficou de quatro na cama, empinou aquela bundinha durinha e abriu as pernas. A buceta estava inchada, os lábios grossos abertos, brilhando de tesão fresco. Um fiozinho de lubrificação escorria pela coxa branca.— Me come de novo, Junior... bem devagar no começo, depois mete forte. Eu quero sentir cada centímetro entrando.Eu me ajoelhei atrás dela, esfreguei a cabeça do pau na entrada daquela bucetinha carnuda e empurrei devagar. Ela soltou um gemidinho manhoso, empinando mais a bunda.— Aaaah... isso... tá tão sensível hoje... mas não para... me enche toda.Comecei a meter mais fundo, sentindo ela apertar. A buceta dela parecia ainda mais quente e molhada que ontem. Ela rebolava devagar, gemendo baixinho toda vez que eu batia lá no fundo.De repente ela virou o rosto pra trás, olhos azuis cheios de desejo:— Mais forte agora... me fode como se eu fosse uma vadia albina que nunca mais vai ver pau na vida.Eu segurei na cintura fina dela e comecei a socar. O barulho molhado da buceta ecoava no quarto. Os peitos de pera balançavam pra frente e pra trás com força. Ela enterrava o rosto no travesseiro e gritava abafado:— Isso! Assim! Me rasga essa buceta de Fusca!Ela gozou rápido, o corpo todo tremendo, a buceta apertando meu pau em espasmos fortes. Mas não pediu pra parar. Pelo contrário.— Não tira... continua... eu quero mais um...Virei ela de costas, abri bem aquelas pernas finas e voltei a meter olhando nos olhos dela. Os bicos rosados dos peitos estavam durinhos. Ela segurava as próprias coxas, abrindo-se toda pra mim.— Goza dentro hoje, Junior... eu quero sentir você enchendo essa bucetinha albina logo de manhã...Eu meti mais rápido, mais fundo, até não aguentar. Gozei forte dentro dela, jatos grossos enchendo aquela buceta carnuda enquanto ela gemia alto, olhos revirando de prazer.Mesmo depois de gozar, ela ainda apertava o pau com a buceta, como se não quisesse soltar.Com um sorrisinho safado no rosto branquinho, ela sussurrou:— Ainda tô com fome... levanta esse pau de novo que eu vou sentar e cavalgar até você não aguentar mais.A garota albina de 18 anos realmente parecia que tinha acabado de perder o cabaço e agora não conseguia parar de querer pau.

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