Eu conheci a Ana numa festa aleatória. Ela era albina, 18 anos recém-completos, pele branca como leite, quase translúcida, e aqueles olhos azuis claríssimos que pareciam brilhar no escuro. Os cabelos brancos curtos davam um ar ainda mais exótico.O corpo dela me deixou louco desde o primeiro olhar. Peitos em forma de pera, firmes, com bicos rosados clarinhos que marcavam na blusinha fina. A cintura fina descia pra uma bundinha sarada, redonda, durinha de quem faz agachamento todo dia. Mas o que realmente me pegou foi quando ela tirou a calcinha no meu quarto.A buceta dela era perfeita: inchadinha, carnuda, os lábios externos grossos e protuberantes, exatamente como um capô de Fusca antigo — aquele formato arredondado, bem desenhado, com uma fenda rosada no meio que já brilhava de tesão. E o cheiro... doce, quente, viciante.A fome de sexo dela era doentia.Mal fechei a porta do quarto e ela já estava de joelhos, puxando meu pau pra fora com as duas mãos. Olhou pra cima com aqueles olhos azuis quase transparentes e falou baixinho:— Quero mamar até você gozar na minha garganta.E mamou. Garganta funda, saliva escorrendo, gemendo como se meu pau fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Chupava as bolas, lambia a cabeça, engolia até o talo sem engasgar. Parecia que não comia pau há meses.Quando eu não aguentei mais, levantei ela, virei de costas e empinei aquela bundinha sarada. O cuzinho era rosadinho, apertado. Mas eu queria era aquela buceta de Fusca. Abri os lábios grossos com os polegares e meti tudo de uma vez. Ela soltou um gemido rouco, quase um grito:— Ai caralho... me fode forte, Junior!E eu fodi. Forte, fundo, sem dó. A buceta dela era quente pra porra, molhada demais, apertava meu pau como se quisesse ordenhar. Cada estocada fazia aqueles peitos de pera balançarem pra frente e pra trás. Ela rebolava, empinava mais, pedia pra bater.— Bate nessa bunda albina, porra!Dei uns tapas fortes, deixando a marca rosada na pele branquíssima. Ela gozou pela primeira vez gritando, a buceta pulsando forte em volta do meu pau, esguichando um pouco no meu saco.Não parei. Virei ela de frente, abri aquelas pernas finas e meti de novo, olhando nos olhos azuis enquanto socava fundo. Os peitos de pera pulavam no meu rosto. Eu chupava aqueles bicos rosados enquanto ela arranhava minhas costas.— Mais... não para... eu quero gozar de novo...Ela gozou pela segunda vez, corpo tremendo inteiro, olhos revirando. A buceta apertava tanto que eu não aguentei. Tirei o pau na hora certa e gozei forte em cima daqueles peitos em forma de pera, jatos grossos e brancos contrastando com a pele albina.Ela passou o dedo no esperma, lambeu olhando pra mim e sorriu com cara de safada:— Isso foi só o começo, Junior... eu ainda tô com fome.E realmente estava. Passamos a noite inteira transando. Na cama, no chão, no banheiro. Ela cavalgava como uma louca, sentava no meu rosto, pedia pra eu comer o cuzinho dela também... Uma verdadeira ninfomaníaca albina de 18 anos.Até o sol raiar, aquela buceta de capô de Fusca ainda queria mais.
Eu e Ana a albina louca por sexo
Um conto erótico de Junior Tromba
Categoria: Heterossexual
Contém 526 palavras
Data: 29/03/2026 16:07:45
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