Parte 27: Flertes na Praia, Ciúmes e Noites Insaciáveis

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1145 palavras
Data: 29/03/2026 12:33:23

O dia todo Gislaine flerta com Rufus – toques acidentais na praia, como roçar o braço ao passar protetor ou esbarrar no mar. Com ciúmes borbulhando, Sara faz o mesmo com João: "Ei, me ajuda com o óleo nas costas?", pede ela, sentindo as mãos dele deslizarem. Em dado momento, João a abraça por trás na água rasa, pau duro roçando seu bumbum: "Ops… desculpa, Sara." Ela dá um gritinho e se afasta: "Ei, safado!" Só pra perceber que Gislaine fizera o mesmo com Rufus, roçando a boceta nas coxas dele: "Que delícia de água, né?" Minutos depois, João tenta novamente, e Sara deixa, excitando-se com a brincadeira: "Hmm… tá duro mesmo…" Eliseu, de longe, grita: "Ei, parem de safadeza na água! Tem criança por aí!"

Sara percebe Gislaine saindo da água, levando Rufus pelas mãos, quase o arrastando pra trás de umas dunas: "Vem, Rufus… vamos pegar conchinhas." Intrigada, Sara segue com João: "O que eles tão aprontando?" Ela os perde de vista, mas João os acha: Gislaine abocanhava Rufus com fome, sugando o pau duro voraz: "Mmm, delícia… tava com saudade." Sara se irrita, mas se excita: "Aquela safada…" João se aproxima com ela, e Gislaine nem liga, prosseguindo. Rufus, meio sem graça, joga um beijo pra Sara: "Te amo, amor…" Ela joga outro de volta, um olhar provocante, agachando-se também e chupando João – seu pau era um pouco menor, mas gostoso, lambendo ritmada: "Ahh, assim…" Surpreende-se ao ouvir Gislaine gemendo: ela se levantara, de costas, sendo fodida por Rufus, estocadas profundas na boceta úmida. Sara faz o mesmo, empinando: "Me come, João… agora!" Logo os dois comem as meninas, tapas ecoando baixinho. Elas tampam a boca pra não chamar atenção – o local isolado, mas arriscado. O medo de serem descobertas as faz gozar rápido: "Ahh, tô gozando… delícia!" Rufus puxa Sara, e João, Gislaine – agora Rufus fode Sara: "Toma meu pau, amor!" Ela resmunga deles terem saído sem avisar ou chamá-la, mas geme gostoso. Rufus se defende: "Foi mal... mas você autorizou, né?" - Ela, quase gozando, admite: - "Eu liberei nessa viagem, né?! huuum Vocês dois se pegarem... delícia!!" João ri: "Não sabia de nada disso!" Sara chama Gislaine: "Putinha gostosa, não abusa do meu homem!" Logo gozam novamente, e eles gozam junto das meninas, jatos quentes dentro, fazendo-as gemer alto.

Os quatro correm pra água pra se limpar, rindo nervosos: "Quase fomos pegos!"

Mais tarde, Sara reclama com Rufus: "Quando vi vocês saindo escondidos… me deu ciúme!" Ele a conforta: "Desculpa, amor… mas eu sou seu homem, não dela." E sugere: "Vamos parar com isso então?" Sara admite: "Não sei se quero continuar... ou parar… é confuso." Então eles tem uma conversam sobre ciúmes e limites e Rufus reforça: "Sou só seu. Se quiser, não toco mais na Gislaine." Sara suspira: "Esse ciúme é bobo… vamos deixar rolar nessa viagem." - "Tem certeza?" - pergunta Rufus e ela balança a cabeça afirmativamente.

Pro fim de noite, os seis se reúnem num jantar leve na varanda – churrasco sobrando, saladas frescas e vinhos. Zoeira rola solta: jogam cartas, contam piadas safadas e dançam ao som de uma playlist animada. Eliseu conta histórias engraçadas do passado, Jorge faz imitações hilárias, e todos riem até doer a barriga. "Esse Natal tá épico!", diz João, brindando. O clima é de cumplicidade, com toques leves e olhares cúmplices, fortalecendo os laços do grupo.

Ao final, Sara chama Eliseu: "Vem dormir com a gente… vai ser divertido." Gislaine vai pro outro quarto com João e Jorge. Pela primeira vez, Eliseu vê Rufus macetando Sara – ele a penetra forte em missionário, estocadas brutas: "Toma pau, minha gostosa!" Eliseu se junta, lambendo os seios dela: "Delícia… posso?" Rufus não o deixa chupá-lo: "Ei, só na Sara!" Ele resmunga: "Tá bom… chato!" Mas aceita, metendo na boceta enquanto Rufus come o cuzinho – DP intensa, Sara gritando de prazer: "Ahh, me quebra… dois paus! Delícia!" Ela goza convulsionando, sucos espirrando.

Do outro quarto, gemidos ecoam; Gislaine grita: "Come o Jorge com gosto, João… ahh, me fode gostoso, Jorge!" – um trio doido rolando.

Os casais se banham juntos depois – água morna lavando os corpos suados, risadas e beijos leves. Eliseu volta pro quarto, pernas bambas: "Ufa… que noite!" Gislaine volta pro deles, também bamba: "DP é doido, né?" Sara diz: "Foi muito bom… mas com você aqui teria sido melhor..." Gislaine ri: "Agora tô aqui!" Rufus zoa: "Minha opinião não vale nada?" As duas: "Não!" E gargalham.

Durante a madrugada, Sara acorda com um movimento sutil na cama – o colchão balançando levemente, respirações abafadas. Abre os olhos devagar e flagra Gislaine em cima de Rufus, cavalgando devagar, rebolando ritmada no pau duro, quadris girando em círculos lentos para sentir cada centímetro: "Ahh… que delícia. Isso é muito bom..." Seus gemidos são sussurros roucos, controlados para não acordar a casa, mas cheios de prazer cúmplice. Rufus segura os quadris dela, olhos semicerrados, respirando fundo: "Shh… quietinha, safada…" Sara, fingindo irritação mas excitada, zoa baixinho: "Que insaciável… e safada! Não cansa, né?" Gislaine ri sussurrando, sem parar o movimento: "Ele que é gostoso… não resisti, mãe. Obrigada por me deixar gozar no pau dele… é tão bom, ahh… sinto ele pulsando dentro de mim." Sara cora, mas se junta, virando de lado e beijando o pescoço de Rufus: "Vocês dois… me acordando assim. Continua, filha… goza devagar."

Logo os três se envolvem em um sexo gostoso e lento, sem pressa, com gemidos baixos e cúmplices que ecoam como segredos compartilhados. Rufus vira Sara de lado, penetrando por trás devagar na boceta úmida, estocadas profundas e ritmadas que a fazem suspirar: "Ahh, amor… assim, devagarzinho… delícia." Seus movimentos são suaves, o pau deslizando com lubrificação natural, sentindo as paredes pulsarem ao redor. Gislaine o beija nos lábios, dedilhando o clitóris de Sara em círculos lentos: "Mmm, delícia… quietinhos, pra não acordar ninguém. Sente isso, mãe… tá molhadinha." Sara geme baixo, voz tremendo de prazer: "Ahh… sim, filha… Rufus, mete devagar, me enche." Gislaine agradece novamente, sussurrando no ouvido de Sara: "Obrigada por dividir ele comigo… gozar no pau do Rufus é incrível, ahh… você é a melhor mãe." Elas trocam olhares cúmplices, risinhos abafados e um rápido selinho, enquanto Rufus alterna estocadas suaves, beijando o pescoço de Sara e depois os seios de Gislaine: "Vocês duas… me matam de tesão." O ritmo é hipnótico – corpos colados, suor misturando, sensações se acumulando em ondas lentas. Sara treme primeiro, gozando em sussurros: "Ahh… tô gozando… delícia!" Gislaine segue, rebolando mais uma vez no pau dele: "Eu também quero mais um pouco… obrigada, mãe… ahh, que pau gostoso!" Rufus segura o orgasmo, gemendo baixo: "Shh… minhas safadas…" Sem perceber, gemidos baixos ecoam do outro quarto… outra rodada rolando, como um eco distante de prazer coletivo.

Ao final, elas dividem o pau e o leitinho de Rufus, lambendo e limpando todo seu pau. E dormem profundo agora, satisfeitas e mais conectados do que nunca....

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Tesão de conto muita safadeza

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