Macho pra Caralho! (Parte 04)

Um conto erótico de HS
Categoria: Heterossexual
Contém 1925 palavras
Data: 29/03/2026 11:19:28
Última revisão: 29/03/2026 11:40:55

Depois de um dia movimentado, acelerava a Lamborghini voltando para a cobertura no apart-hotel, mas minha cabeça ainda estava no camarim do estúdio onde participei do programa “Papo das Poderosas”, com Glorinha Montanaro.

Aquilo fora explosivo. Talvez o segredo que a apresentadora fazia questão de manter sobre nosso relacionamento fosse o gatilho que detonava nossos encontros. E talvez chamar o que existia entre nós de relacionamento fosse um exagero: era sexo, regado a raiva e tesão, é certo, mas só sexo.

Devido à imagem de mulher emancipada e poderosa que mantinha junto à suas seguidoras, Glorinha jamais tornaria público que rebolava a bunda na minha rola. Imagina, confessar para todos que refestelava a buceta justamente comigo, o macho alpha que era seu maior rival nas redes, seria sua morte profissional.

Assim, se bem nossas interações públicas mostrassem um enfrentamento encarniçado sobre a felicidade das mulheres, comigo pregando a submissão e ela defendendo o empoderamento feminino, quando nos víamos sozinhos entre quatro paredes a coisa era bem diferente. Junto a mim, Glorinha se permitia e se entregava. Mais que isso: ela se submetia e se tornava mais uma de minhas vadias.

Bem que tinha avisado, enquanto a mantinha arfando, presa contra a parede e com a ponta dos dedos friccionando seu clìtoris: “Se prepara, putona, porque vou me vingar nessa buceta de tudo que você falou pra mim hoje!” – ninguém sabia, mas exatamente nisso que ela se transformava quando tinha o pau nas mãos: uma putona de primeira classe, doida pra ser comida com o vigor que merecia!

Sem aviso nenhum, segurei os ombros de Glorinha, a girei e atirei seu tronco abruptamente sobre a penteadeira do camarim. Ela fora pega de surpresa, e não havia nada que a excitasse mais que isso. Ficou ali, inclinada sobre a mesa, o rosto entre as maquiagens e cremes e a bunda polpuda arrebitada, apoiada no par de saltos altos que costumava usar Essa era uma bunda de respeito, grande, fornida, mas lisinha sem uma celulite sequer, o que era incomum para uma velha de trinta e dois anos.

Nem me dei ao trabalho de muitas preliminares, com Glorinha era assim, ela se achava uma executiva e sempre queria ir direto ao ponto. Mas eu queria maltratá-la, a morena havia sido perversa comigo e não ia deixar passar barato. Tirei a alcinha do rego entre suas nádegas, a afastei para o lado, cuspi nos dedos da mão e fui enfiando dois deles no bucetão da mulher. Esse era um bucetão de respeito também, grande, dos lábios pendendo pra fora, do tipo que você tem que despregar quando estavam amassados na calcinha.

Glorinha gemia e rebolava frenética ao ritmo de meus dedos, dando gritinhos curtos quando os tinha dentro dela por inteiro, a assanhada. Enquanto isso, administrei para abrir minha calça e puxar a rola pra fora, tratei de pegar uma camisinha no bolso, rasguei o envelope com os dentes e fui colocando no pau. Sempre uso camisinha, pra quem tem um grande número de mulheres, ter cuidados é essencial – além do mais, apesar de exigir exclusividade das minhas mulheres, não confio em vadia nenhuma; vai que uma delas fica grávida de outro e quer me dar o golpe, ou, pior ainda, me passa alguma doença. Não, isso não, comigo não!

Estava preso num engarrafamento e o pau já dava sinais de vida outra vez, já pensava até em bater umazinha enquanto esperava, quando o telefone tocou me arrancando daquelas lembranças. Na tela do car-media vi que era o Cid, o cara da equipe responsável por minhas finanças.

– Fala Cid! O que tá pegando?

– Fala HS! Cara, eu não tô pegando nada, e você devia dar um tempo de pegar tanto!

– O que foi? Tá preocupado com o quê?

– As contas, HS. Não param de subir, assim você quebra o negócio!

– Relaxa, velho. Hoje fechei mais um contrato, vai entrar uma grana legal da promoção das apostas on-line! Vamos ter que abrir uma conta no exterior pra lavar dinheiro, ilhas Cayman. Jogo de primeira divisão.

– Mas é que aquele assunto lá na Ilha Grande está demais… Rapaz, nunca vi gastar dinheiro tão rápido assim. Só neste mês já vai quase em duzentos mil. Você tem que interceder, diz pra maneirarem.

– Negativo, Cid. Ali não tem negociação, é pra pagar todas as faturas do cartão. A gente dá um jeito, mas o crédito ali tem que ser ilimitado!

– Você é que sabe, boss, o dinheiro é seu.

Encerrei a chamada e fiquei pensando que o Cid tinha razão, aquilo da Ilha Grande estava passando dos limites, mas se tinha algo com que eu não regulava mixaria era manter aquilo. Esse era o investimento da minha vida, um compromisso inegociável. Gastaria o quanto fosse para manter esse plano de pé.

Pensar em planos futuros me lembrou de algo mais imediato: SexyCamy, a loirinha tesudinha dos peitões siliconados que era minha última conquista, havia sido abandonada na gaiola de vidro todo o dia. Liguei imediatamente para a Baby, minha assessora e pau pra toda obra – inclusive para levar pau também.

– Baby meu anjo, preciso de um favor!

– Oi chefinho! Claro que sim, qualquer coisa que precisar!

– Qualquer coisa mesmo, né? Afinal, tu ganha pra isso, safada!

– HS, eu faço tudo por você… inclusive aquelas coisinhas sem preço que não estão no meu contrato de trabalho! Mas diga aí, chefinho, o que precisa? Boquetinho? Uma rapidinha? Ou quem sabe aquilo que me deixa doidinha quando faz…

– Mas é muito vadia mesmo. Te ensinei direitinho, assim é como se trata o chefe, me lembra de te dar uma aumento. Mas agora o assunto é trabalho de verdade. Sabe aquele pacote especial de boas-vindas que enviamos quando estou com uma garota nova?

– O do baby-doll transparente com a calcinha rendada e pantufas, acompanhado de champagne, chocolatinhos e lubrificante? Ou aquele outro da sex-shop com os brinquedinhos e a fantasia de criadinha piranha?

– O primeiro. Tem uma loirinha lá na gaiola de cristal que merece receber um desses. Compra e manda entregar por favor? Ela é tamanho médio, mas os seios são grandões, siliconados. E manda um jantarzinho pra dois lá do restaurante do Claude Troisgrois, algo… frugal. Ela tem cara de quem só come saladinha

– Cafajeste, tá fodendo outra piranhazinha, né? Pode deixar chefinho, o pacote de boas-vindas pra tal loirinha peituda vai chegar lá rapidinho. Ah, e se precisar de uma mãozinha, já sabe: faço tudo por você, gostoso!

– Obrigado, meu anjo, mas hoje não, que a garota ainda é iniciante. Deixa ela ganhar mais confiança que eu combino uma coisinha entre nós três.

– Sortuda, vai ter você todinho só pra ela! Mas tudo bem, eu sei esperar bem comportadinha. Bom jantar pra vocês, divirta-se!

Muita gente diz que é um absurdo eu comer minha assistente, que isso é assédio trabalhista e que a coitadinha tinha que se submeter aos meus desejos para sobreviver financeiramente. Mas pra mim, ter uma assistente é quase como ter uma esposa ideal: você fode ela quando está a fim, pede coisas que precisa e ela faz sem questionar, com a vantagem de que a sortuda ainda ganha um salário pra isso.

Além do mais, escolhi a Baby quando ela era gerente de uma sex-shop exatamente por essa qualidade dela: a ruivinha é praticamente uma ninfomaníaca – e deu um trabalho enorme para convencê-la que tinha que ser exclusivamente minha se quisesse subir na vida, Baby achava que podia ficar comigo e dar a bunda pra outros caras. Ela simplesmente não conseguia alcançar a lógica básica de um macho de verdade: eu como quem eu quero, mas minhas mulheres são só minhas!

E olha só, depois que se acostumou, a garota aprendeu a sair do sistema, deixou de ser uma proletária sem futuro começou a fazer o próprio corre dando a bucetinha cor-de-rosa pro cara certo: eu! Estávamos juntos já havia uns dois anos e nossa relação era excepcional. Baby era obediente e safada, talvez fosse a melhor das piranhas que eu comia regularmente.

Lembrar daquela bucetinha faminta me fez pensar outra vez na Glorinha Montanaro. Não que a da Glorinha fosse pequenininha, pelo contrário, era o maior bucetão de responsa, e isso era exatamente o que tornava fantástico meter ali até o fundo! Enquanto tinha dois dedos dentro daquela delícia com ela inclinada na penteadeira, dei uma cusparada no cu da minha inimiga e comecei a pressionar com o dedão, forçando entre as pregas.

Quando o dedão invadiu seu cu, a morena se arrepiou toda, retesou os músculos e deu um grito fino, alto e longo de surpresa: eu nunca tinha metido ali, em nenhuma das vezes em que estivemos juntos. Fiquei alternando os dedos sem descanso, dois no bucetão, um no cu, dois não bucetão, um no cu, até ela dar sinais de que estava prestes a gozar. Só então meti a rola, foi de uma vez só, inteira, mergulhando na buceta quente da Glorinha.

Bombava forte com a pica na buceta e enfiava dois dedos girando pra rasgar aquele cu, eu queria vingança e ela ia sofrer por ter tentado me fazer de idiota na frente das câmaras. Entre suspiros e gritos, Glorinha aguentava a pica obediente como eu gostava, mordia o lábio de tesão e vontade, mas se continha, até que não resistiu mais e implorou.

– HS, mete no cuzinho! Mete tudo no meu cuzinho, gostoso!

– Piranha, tá achando que você merece tomar no cu? Tá pensando que é boa o suficiente pra isso?

– Mas… como assim? Você não vai foder a minha bunda? Vai resistir? É sério?

– E eu lá falo bobagem? Tá duvidando?

– Ah não, HS, mete a rola na minha bunda, por favor, come ela! Quer que eu te chame de mestre? Quer que me humilhe pra você meter no meu cu? É isso?

– Não, sua puta, eu só como a bunda de garotas com dez anos a menos que você! Esse cuzão rodado seu só ganha dedada de mim! E olha lá, que eu estou sendo generoso! – respondi dando vários tapas naquelas nádegas enquanto segua metendo sem dó numa velocidade extraordinária em sua buceta.

– Filha da puta! Filha da puta! Assim você vai me fazer goz… aaarrrr!!!!

Pode parecer sacanagem, mas tudo que eu faço tem uma razão de ser.

Em primeiro lugar, Glorinha ia ficar semanas presa naquilo, imaginando como seria dar a bunda pra mim. Ela se esforçaria pra isso, só para me provar que era boa o suficiente para que eu comesse seu cu.

Em segundo lugar, pensar que não meti naquele cu e lembrar dela implorando para que o fizesse me deixava em ponto de bala. Mesmo depois de uma trepada excelente como aquela, lá estava eu, de pau duro outra vez, pronto para encarar a Camilinha durante a noite na gaiola de cristal.

Quando cheguei, ainda se via embalado sobre a mesa o jantarzinho que mandei vir do restaurante francês mais famoso da cidade. SexyCamy estava sentadinha no sofá me esperando, vestida com o baby-doll transparente que ressaltava mais ainda os seus peitos e sorrindo por estar sendo bem tratada por mim como nunca fizeram com ela.

Esse pacote de boas-vindas que mandei entregarem era algo que sempre funcionava com as garotas. É como eu disse, morder e soprar, apertar e afrouxar, isso deixa as mulheres loucas, sem saber o que virá em seguida.

Se ao menos imaginasse o que eu tinha reservado para ela, talvez Cailinha não estivesse tão sorridente. Talvez estivesse mordendo o lábio, ansiosa para que o fizesse logo, mas a noite estava só começando para nós dois e eu não tinha a menor pressa…

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Foto de perfil de BayouxBayouxContos: 33Seguidores: 125Seguindo: 19Mensagem Um olhar cômico e singular sobre o erótico

Comentários

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Esse cara é tão cretino, Que eu estou rezando para ver uma dessas mulheres se tornasse o suporte emocional dele só para ver as coisas mudarem.

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Oi Dani! Bom m saber que o HS segue sendo odiado, dá até uma certa fé na humanidade, rs

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Kkkkkkkkkk se ta adorando provocar também. 😉😉🤣🤣🤣🤷🏻‍♀️

Concordo.

Pena que tem muita gente que estaria batendo palmas

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Eu? Imagina, só estou escrevendo um continho inocente para provocar a revolta contra a onda red-pill, rs.

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