A Secretária Capítulo 9 - A Secretária Executiva

Da série A Secretária
Um conto erótico de Raquel
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3951 palavras
Data: 04/03/2026 00:16:45
Última revisão: 04/03/2026 13:09:25

Eu havia finalmente colocado tudo em pratos limpos, organizado minha cabeça e minha vida, o trabalho por outro lado estava um caos, Sr Jiang, (Alê), tinha três reuniões marcadas essa semana, todas elas importantíssimas, o Sr. Jiang Chen (Pai do Alê), havia realmente complicado a minha vida só para testar se eu tinha condições de assumir um cargo de confiança e eu esperava fazer o bom trabalho necessário para provar que sim.

Chegando na terça feira eu estava nervosa a reunião do Alê precisava ser perfeita e eu sabia disso, estava na copa tomando minha terceira xícara da manhã, repetindo para mim mesma, que tudo precisava ser perfeito, enquanto caminhava pelo corredor olhando para os meus gráficos e relatórios, Marcos tampa meu caminho, eu respiro fundo e parei no caminho que estava seguindo.

“Olá Ruivinha.”, “Eu tenho um nome Marcos e mesmo para você ele não deve ser tão difícil.”, “Engraçado, muito engraçado, mas agora eu sei de onde vem essa sua coragem inteira, namorando presidente, é bem mais ambiciosa do que eu imaginava.”, eu olho para ele, acompanhando ele com o olhar enquanto se move me analisando, “Esse seu jeitinho rebelde me ferve o sangue para quebrar seu espírito rebelde sabia.”, atenta a cada passo dele, pronta para cumprir minha palavra se ele encostar.

“Acha que não vai prejudicar ele quando os diretores descobrirem isso?.”, olhando para ele, tentando reparar no seu jogo, “Nós poderíamos combinar algo, eu ainda tenho influência.”, “Eu já falei que o presidente pode não gostar da sua postura.”, “Eu também sou sócio aqui Raquel.”, eu sorrio, afinal ele lembrou meu nome, “Nos vemos na sala de reunião, Senhor Marcos.”.

Mas na hora que eu virei para caminhar a Camila estava em distância de trombada, ela estendeu a mão virando o café quente na minha camisa de seda, branquinha, ex, branquinha, eu dou um grito sentindo o calor e o líquido, entendendo o que aconteceu ainda, as colheres de açúcar, eu olho para a blusa, completamente confusa, olho para ela que sorri, malvada, “Oooops, acho que alguém vai para a reunião sem secretária.”...

Eu aponto o dedo para ela, como se quisesse dizer algo, mas saio correndo para a minha sala…

Devo admitir a vadia me pegou de surpresa eu estava totalmente focada em me defender do Marcos, uma jogada de gênio que acabaria com a vida de 90% dos executivos, mas eu não sou uma executiva, sou uma secretária, se algo assim acontecesse com o chefe, seria minha obrigação dar um jeito, rapidamente começo a fazer minhas ligações, precisas e focadas, não há tempo de pensar, não há tempo de chorar, preciso ser profissional nas minhas ações.

Com algumas ligações consegui uma camisa feminina e um top de exercício, fosse entregue às mãos do segurança da portaria, me comuniquei rápido com ele, passei por ele saindo e já levei a camisa, indo para uma academia, onde o total pass, me deixou fazer o check in, entrei e fui direto para o banho, um bom banho, tirar o açúcar e café do meu corpo.

De banho tomado coloco o top para fazer o papel de sutiã e a nova camisa foi colocada, como imaginei, mesmo a GG não era tamanho suficiente para esconder os gêmeos, não como eu gosto, mas é uma emergência, olho o visual no espelho e chego a conclusão que tentar esconder é pior, abro os primeiros botões, ficando com um belo decote, que eu jamais usaria no trabalho, os gêmeos, quase explodindo os botões, para saltar na cara de alguém.

Ajeitei a calça social, meu blazer, o sapato social e volto para o trabalho… Mando uma mensagem para o Alessandro, “A camila virou café na minha camisa, não vou perder a reunião, mas queria te avisar isso para avisar que mudei de roupa.”, quando ele chega com os diretores nossos olhos se cruzam e ele olha para os gêmeos, com fome, muita fome, quase me faz morder os lábios mas mantenho a pose.

“Por favor senhores entrem”, recepcionando todos, os engravatados, estavam praticamente enfiando suas cabeças no meu decote para ir morar com os gêmeos, que era a primeira vez que viam já que até hoje, até na festa, sempre uso roupas que os escondem, só uso decote, para sair para dançar, geralmente com namorado e amigos, não em uma festa cheia de velhos babões.

Entramos na sala, eu me protejo da minha própria timidez com uma postura extremamente profissional. Todos os diretores se esforçaram para serem objetivos sobre seus problemas, ideias e explicações, Alê estava perfeito, ele sabia exatamente qual o problema principal de cada setor, ele tinha ideias de pautas para todos os problemas, inclusive, pautas que já foram tentadas, o porquê e o como falharam.

Alê demonstrou ter ideias abertamente de melhorias para a integração de cada setor com o outro, sabendo exatamente o desfalque o problema que cada setor estava causando para os outros que dependessem deles, algo que deixou os diretores realmente impressionados, não só com as ideias realmente pertinentes e capazes do meu namorado, mas o fato dele ter feito a lição de casa com tanto cuidado sobre a empresa.

Toda a reunião é claro estava sendo gravada em áudio, enquanto eu cuidava para que não faltasse nada para nem um dos presentes, café, água, os papeis em ordem que o Alê me pediu, mas ao mesmo tempo estava muito orgulhosa de mim mesma, veja, toda essa informação que o Alê chegou sabendo são frutos dos meus relatórios, opiniões e análises, como eu falei lá no começo um empresário de sucesso sempre terá uma boa secretária.

Não permitir que nem uma informação estivesse faltando, desfalcada, incompleta ou desatualizada para o nosso presidente durante a reunião porque esse é o meu trabalho e no momento eu estava super orgulhosa dele, vendo na cara dos diretores, que não faltou nada, que o presidente, parecia saber em mínimo detalhes como todos os níveis da empresa abaixo dele estava funcionando e o que precisava.

Ao acabar a reunião todos saem da sala, eu curmprimento um por um na porta, ignorando seus olhares e deixo irem, depois entro na sala e começo a resgatar os pendrives, onde foram gravados todas as falas deles durante a reunião, além das minhas notas feitas o meu tablet enquanto eles falavam, eu saio da sala para ir para a minha e encontro a Camila no corredor.

“Parece que o costume da sua laia de carregar roupa no carro do namorado para caso de motel têm utilidade.” olhando para ela,eu respiro fundo, ela tinha passado a reunião inteira me olhando como se eu fosse a verdadeira fênix renascida das cinzas, não só fazendo meu trabalho, mas sendo fonte de atenção, “Não sei do que está falando, minha blusa sofreu um acidente com café, tive que comprar essa que mal me serve.”

“Serve bem para o estilo sedutora barata.”, eu olho para ela, sorrio um sorriso profissional e direto, “Não preciso da sua validação, a do Alê me basta.”, golpe baixo, vi o brilho do ódio nos olhos dela. “Presta atenção garota, ou da próxima vez, vai ter outro veneno na bebida.”, eu olho para ela, sinto o sangue ferver nas minhas veias, mas engulo “Isso é uma ameaça ou admissão de culpa?”, ela abre a boca para falar algo, apontando o dedo para mim e sai andando, furiosa com tudo.

Eu ainda tinha trabalho a fazer, mas as palavras da Camila realmente me chamaram a atenção, uma admissão de culpa, mandei para o Alam que estava investigando, ele me mandou um joinha, disse que informaria a equipe, ela havia no mínimo deixado bem claro que sabia.

Terminei de tirar os pendrives do multimídia, onde a reunião em áudio foi gravada, levei para o meu computador, tinha duas horas de reunião, para transformar em um texto coeso, de ouvido, onde as resoluções estivessem em destaques, as pautas separadas com as soluções, além de todas as rotatórias tais textos seriam enviados para todos os setores para avaliação dos diretores.

Além disso, enquanto transcrevia, tinha obviamente que transformar um texto em linguagem de conversação para linguagem técnica e direta, o que era a parte mais difícil, afinal, a última coisa que eu queria, era um diretor bravo comigo por ter sido, “mal interpretado” e vocês não imaginam como é o ego… Claro que, com as devidas reclamações de interpretação consertadas, (caso deus me livre houvesse alguma), depois de aprovado pelo diretores passaria pelas mãos do Alê, se aprovado, esse texto passaria a ser uma rotatória interna da empresa para todos seguirem.

Terminado esse passo, eu faria o mesmo texto em Chinês e Inglês e mandaria para as nossas matrizes internacionais, dessa forma, fazendo a coesão da multinacional, com os relatórios internacionais. Bom é isso… Uma palhinha do que é o meu emprego, de graça para vocês… Sim a responsabilidade é imensa… O salário é bom também, eu juro, claro que apesar de ser uma Secretária Executiva Nível III, ainda não ganho como tal por falta de experiência… Mas… Logo logo… Me dá os devidos aninhos. 😉

E veja, essa era UMA reunião do Alê para essa semana, ele me fez agendar três importantes… Eu estava atolada em trabalho até o pescoço pelos próximos dias sem dúvida, mas ao menos, ele estava comigo, então o trabalho era leve e até divertido, porque eu fazia com bastante carinho, principalmente a parte de escrever em chinês usando os caracteres com muito cuidado, para não ser mal compreendida.

E segundo o Alê o pai dele quer me tornar uma Nível C… Eu não sei nem como isso aconteceu na minha vida… Apesar que… Enfim… É nessas horas que a gente pensa no que a Camila falou, será que eu teria isso se não fosse namorada do Alê… Quer dizer, secretária executiva nível III é o que eu fui contratada, não pela experiência, mas pelo diferencial de Chinês, mas nível C, eu ainda não estava convencida de ter essa bola toda.

… … … … … … … … …

Eu estava saindo para almoçar, quando vejo o Marcos e o Cleiton discutindo a discussão parecia bem séria e um pouco descontrolada dessa vez, Marcos falou em tom alto para o Cleiton, que o trabalho dele era consertar seus erros, porque a pressa e o papo de chegar primeiro havia feito ele perder um tempo e agora ele tinha que consertar, ele me vê e resolve passar por mim, “Não vou poder manter um funcionário que não faz o trabalho só porque é da sua laia…”, eu pensei em responder, mas resolvi que não era hora.

Mal me distraí e Cleiton se aproxima de mim, “Raquel podemos conversar?”, eu olho para ele, respiro fundo, “E temos o que conversar?”, “Porra Ruivinha, desculpa eu fui um babaca, mas olha, a gente se conhece desde a infância, eu e o Bruno já te tiramos de várias enrascadas, me dá mais uma chance.”, eu paro olhando para ele…

“Você sabe que não é tão simples assim. Sim você estava lá na minha infância e adolescência e sim nós fomos mais do que amigos, mas isso é passado, eu não posso deixar isso interferir no meu namoro, no meu futuro Cleiton.”, dessa vez é ele que para me olhando, eu percebo que minhas palavras magoaram fundo, respiro fundo, chateada, não era isso o que eu queria.

“Poxa Ruivinha é que o que aconteceu foi físico demais, você mesma admitiu… Mas eu sei que você não quer mais esse assunto, então, eu prometo não falar mais disso. Tudo o que eu quero, é que você não se afaste poxa!”, eu olho para ele, visivelmente magoado por minha causa, eu não queria ser cruel, não mais, com ninguém, então fecho os olhos e tomo minha decisão, “Só mais uma chance Cleiton”, ele sorri olhando para mim, “Eu prometo que não vai acontecer mais.”.

Depois fomos almoçar e estava tudo resolvido entre nós… Íamos tentar uma última vez essa amizade… “Cleiton o Marcos está pegando no seu pé atualmente?”, ele olha para mim, “Um pouco, ele quer resultados…”, eu fiquei imaginando o quanto isso poderia ser para me atingir, me senti culpada.

… … … … … … … … …

Voltei para a firma, para meus afazeres, havia tanta coisa, acabei ficando um pouco mais em hora extra e o Alê também, passei na sala dele, já estávamos praticamente só nós dois na empresa, “Sr. Jiang, trouxe um café.”, ele olha para mim, vejo o brilho em seus olhos, eu sei exatamente o que vai acontecer, quando passo pela porta e a fechei atrás de mim, eu e meu chefe, isso não deveria estar acontecendo.

Eu me aproximo da mesa dele, e me debruço sobre a mesa, pela lateral colocando a xícara na frente dele, mas também deixando ele ver minhas coxas na calça social, moldando e dando a volta no meu bumbum, o decote que como eu disse, parece que os gêmeos vão saltar fora a qualquer momento, ele parece hipnotizado pelo meu corpo me olhando, eu sorrio olhando para ele, um sorrisinho sapeca e divertido.

Ele se levanta e eu também, ele me segura pelos cabelos, “E como a senhorita se resolveu com o seu ex? Fiquei sabendo que foi almoçar com ele.”, “Está com ciúmes? Então me dá um castigo…”, eu falo, ele têm um tempo para pensar, vejo nos olhos dele, ele se perguntando se é ou não um assunto que não deveríamos usar, como eu disse, a palavra de segurança dele veta um tema, ou meu comportamento, a minha protege meu corpo.

“Você é muito safada.”, “Sou, sua secretária submissa e safada.”, falo com ele segurando meus cabelos por trás do meu corpo, “Sabe o quanto foi adorável hoje, ver você andando com um pézinho na frente do outro, rebolando esse seu lindo bumbum, para não demonstrar estar dolorida, ou sentando com essas belas coxas cruzadas na reunião, exibindo elas, para poder ficar em uma posição com esse rabo maravilhoso de ladinho sem ninguém perceber.”

Eu dou risada, toda tímida, ele sabe disso, porque eu tinha falado uma vez meus truques para não demonstrar que meu namorado literalmente acabou comigo… “Sabe o que é Sr. Presidente. Meu namorado safado, socou com muita vontade no meu bumbum e aí está doendo bastante.”, ele dá risada olhando para mim, “Falando desse jeitinho você faz eu querer fazer isso de novo.”.

“Não pode está interditado hoje.”, ele sorri e alisa meu rosto, pelo olhar dele eu percebo que não preciso falar mais nada, ele vai respeitar meu bumbum dolorido e machucado… Mas só da portinha de trás para dentro, porque logo ele já me joga sobre a mesa, me debruçando sobre ela, como sempre, os três toques leves nas costas, dizendo que me ama… “Bom já que você falou que se eu estou com ciúmes é para te castigar é exatamente isso que eu vou fazer…”, eu escuto o barulho do cinto sendo retirado da calça e estremeço inteira arrepiada.

“Essa é por ser minha secretária safada, essa por ser minha namorada safada, essa por ficar provocando ciúmes..”, as três foram fortes sem tirar a calça, me arrancando gritos e lágrimas principalmente a última agarrando o tampo da mesa com força, “Tira a calça e a calcinha.”, eu olho para trás, chorando, tremendo, mas não é medo é prazer, eu preciso tentar me controlar para não esfregar minha coxa uma na outra e correr o risco de manchar a calça na calcinha molhada..

Ele sinaliza para voltar para a posição com a cinta na mão, a calça social incapaz de esconder volume duro que me espera depois disso, “Nossa olha que marcas lindas..”, ele fala isso e alisa as marcas vermelhas e ardidas, me arrancando suspiros, me fazendo contorcer de prazer, de tempos em tempos indo dar atenção com os dedos para a minha menininha, conferir o quão molhada, sua namoradinha submissa e safada está.

“Essa é por essa bundinha ficar linda marcada, essa é por que gosto de ouvir seus gritos e essa é porque está gritando alto.”, outras três, que me arrancaram o fôlego me fazendo contorcer e até dobrar o joelho levantando um pézinho do chão, sendo castigada, de uma forma, que ele raramente faz, eu sei que vou ficar ardida o resto da semana e como ele já falou que curtiu me vendo lidar com a dor no trabalho sinto que é exatamente o que ele quer.

Apertando o tampo da mesa com força suficiente para os nós dos dedos ficarem ainda mais brancos, chorando e tremendo toda, sua mão alisando minha menininha e eu me contorço inteira, quase um choque elétrico, mostrando para ele o quanto eu gosto, o quanto estou amando ser castigada e tomar uma surra no bumbum… Ele alisa minhas coxas com o cinto, eu estremeço eu sei que isso vai doer muito mais, eu olho para trás assustada, “Por favor Alê…”, quase implorando, mas não uso minha palavra de segurança…

Eu sei, ele sabe, que eu posso impedir isso com a palavra de segurança, mas o que eu faço é manha, implorando, ele sorri olhando para mim, “Conta…”, ele fala, “UM… DOIS… TRÊS… QUATRO…”, deixando minhas coxas ardendo, minha pele pegando fogo assim como o bumbum, eu estou chorando, soluçando, mal aguento ficar em pé por doer bem mais, mas ele me puxa pelos cabelos, beija minha boca, sem me tirar da mesa, me solta para me apoiar na mesa de novo e por trás, com as pernas abertas ele mete a cara na minha menininha molhada.

Isso me arranca um grito, mas outro tipo de grito, gemendo, com a boca dele, buscando os espaços, escolhendo os pontos, encontrando o que busca, me fazendo tremer, rebolar me contorcer e por fim gozar, com um gritinho mal contido, tremendo inteira, babando e chorando em cima da mesa dele, depois disso ele me puxa para ele, abraçada com ele, ele e leva para a poltrona de receber visitantes.

Ele coloca o seu pau para fora, coloca uma camisinha e tira meu blazer, abre minha camisa e me puxa para cavalgar, ele sentado na sua poltrona de presidente da empresa, com sua secretária gostosa, cavalgando em cima dele, na parte de baixo, só as meias pouco abaixo dos joelhos, na parte de cima uma camisa social, todos os botões abertos, um top de exercício puxado para cima, os gêmeos enormes, que mal parece dar para lidar com ambos, mas ele faz um excelente trabalho indo com a boca de um para o outro, ele todo vestido, só a calça abaixada com o pau dentro da minha menininha.

Eu cavalgo firme, forte, rápido, gemendo, tremendo, suspirando nos braços do meu namorado, a ardência no bumbum e nas coxas, me dando gás para ir mais rápido, mais forte, mais fundo, “Caralho que pau delicioso.”, eu suspiro alisando os cabelos dele, enquanto sua boca, não larga meus gêmeos, eu gozo e me contorço, ele me segura pelas costas, me fazendo subir um pouco, comigo gozando, uma, duas, três, seguidas, meus braços ao redor da nuca dele, olhando o teto.

Quando finalmente acaba, ele me puxa para baixo com toda força, me arrancando um grito, me fazendo ver as estrelas através do teto, ao mesmo tempo que sinto ele enchendo a camisinha dentro de mim…

Depois, já limpos com um lencinho úmido e vestidos, eu olho para ele com bochechas vermelhas e um sorriso nos lábios. “Você é muito safado.”, “E você um tesouro minha submissa.”, eu sorrio, aceitando isso como um elogio ficando toda vermelha, saímos caminhando juntos, quando ele recebe uma ligação, percebo pelo tom de voz e a pequena discussão ser a mãe dele.

“Raquel, minha mãe passou mal, ela precisou ir no médico, eu vou ter que ir resolver isso.”, eu faço que sim com a cabeça, “Tah bom meu amor, vai lá.”, a gente troca um beijo, “Quer que eu te leve até em casa?”, “Não precisa, vai cuidar da sua mãe.”, ele sai apressado…

… … … … … … … … …

Eu respiro fundo e vou para o ponto de ônibus, chegando em casa, descer no centro, caminhar até a praça do correio tarde da noite, percebo que alguém está me seguindo, olho para frente, estou próxima de um lugar mais movimentado, mas aqui, eu estou vulnerável e preciso ser rápida, sinto a adrenalina no meu corpo me mandando correr… Lenta de mais, dois homens correm e me alcançam, me empurrando contra a parede de um prédio.

Dois caras me segurando a mão de um deles, me segura pelo ombro a mão do outro começa a alisar minha barriga, enquanto ele diz sua sentença… “Perdeu gostosa, a madame pediu para gente te dar um trato para servir de lição sobre homem compromissado.”, eu olho para os dois sentindo meu corpo estremecer de raiva… Imediatamente eu penso na camila.

Como um raio meu joelho se move e atinge a virilha do que está me tocando com tanta força e precisão, que SE um dia ele tiver filhos, é capaz de que as próximas gerações, sofram dores pélvicas herdadas, ele se abaixa, o outro eu passo as unhas na faixa dos olhos fazendo ele recuar com a dor, rolo meu corpo por cima do que está abaixando, aterrissando do outro lado de forma elegante mesmo com o salto..

O que eu feri primeiro com a joelhada, tenta um soco, ele está com dor é visível, deveria ter ficado quieto, eu troco a perna rapidamente, ao levantar um joelho, ganhando velocidade de giro, o martelo alcança sua marca quando o peito do meu pé atinge perfeitamente seu rosto, ele praticamente gira no ar antes de cair de quatro no chão cuspindo dentes, a tempo de eu ver o outro tentando vir com uma faca na mão, eu giro, três vezes, na primeira a queixada atinge a mão dele arremessando a faca para o lado, na segunda a queixada faz meu calcanhar encontrar a sua mandíbula, forçando ele dar um passo para trás antes do terceiro acertar de novo, um saltinho para ser ainda mais rápida, atinjo no mesmo lugar, fazendo ele cuspir saliva e ir girando para o chão.

Olho para o primeiro que já está se recuperando, ele ia pegar a faca do amigo, eu levanto a perna e a sola do meu pé com salto e tudo atinge a benção no seu peito com toda a minha força, ele atinge o chão com força suficiente para eu perceber que ele não levanta mais, o último, tenta correr na minha direção usar seu tamanho e peso para me derrubar, meu movimento não é refinado, nem elegante, mas a ponta do pé encaixa perfeitamente entre suas pernas, garantindo que não terá condições de continuar e quando ele cai no chão, dou um chute nas suas costelas com toda a minha força para garantir.

Um homem vem correndo até mim e eu entro em posição de defesa, ele sinaliza algo, depois me pergunta o que aconteceu eu começo a chorar apontando para os dois caídos no chão… “E-eu… Fui atacada…”... Quando a polícia chegou os policiais ainda tiraram uma dos dois, que atacaram a garota de 1,60 e salto alto, e levaram uma surra, mas tive que ir para a delegacia, B.O. e etc…

=== === === … … … FIM … … … === === ===

É isso povo, Raquel já está no nível de ódio, que ela só quer 10 minutos de prosa com quem dopou ela, só para se acalmar… Eu falei que ela ainda ia dar motivos para ser temida em um comentário lá atrás, quando eu falei que perto dela Sabrina é um anjo.

Espero que estejam gostando da saga e que tenham apreciado essa revelação de que ela não é tão indefesa, quanto as pessoas pensam, inclusive, já tinha deixado isso claro, em vários pedacinhos do conto. Nossa história está entrando em sua reta final.

Por favor, votem, comentem, façam uma autora feliz.

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Foto de perfil de GizGizContos: 65Seguidores: 243Seguindo: 38Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

Comentários

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Giz, uma pergunta pessoal?? Posso?

Até que ponto a Raquel é real...no conto la da Yumi vc falou que curtia BDSM e era das que gostava de provocar (esqueci o termo)...

Parece conhecer muito da profissão de secretaria executiva...sua outra história TB envolvia algo com secretaria, mundo empresarial...

Voltando...lendo sua história me lembro do início da minha vida com minha esposa...ela gosta de provocar....kkkkk....e curto um sexo com pessoas em volta...com perigo de ser pego e etc...ainda brincamos um pouco, mas com mais cuidado, ja expliquei pq...

Voltando p história...fiquei um pouco na dúvida sobre o Cleiton novamente...acho que posso ter me apressado um pouco...talvez ele tenha se envolvido mas não tinha conhecimento....aí às besteiras que fez depois foi mais por ser um homem apaixonado e rejeitado. Ainda não explica o carro...mas...será que a discussão com o Marcos foi por causa do trabalho mesmo??? Ele se sentiria em risco no trabalho se tivesse algo junto com o Marcos??? Aconteceu algo depois que o Cleiton deixou ela na festa??? Muitas perguntas aínda.

O Alê sabe das investidas do Marcos??? Ela não deveria denunciar o assédio??? De forma oficial...uma empresa desse porte deve ter um setor para isso.

E a ex noiva... é realmente a mandante, ou apenas sabe de alguma coisa?? Quem está junto a sogra ou o Marcos ou ambos???

Muito bom!!!

Espero que muitos autores iniciantes leiam essa história...dá p ter uma história erótica, com cenas de sexo e erotismo e ter conteúdo...não precisa ser sempre a mesma coisa...o mesmo clichê...negão pauzudo, esposa puta, cara corno manso e punheteiro...subiu realmente mais um ou dois lugares na minha prateleira...kkk

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Vou responder por partes.

1 = O termo que eu usei foi peste... Eu acredito que todo autor quando escreve sobre um fetiche escreve sobre o próprio, acho que poucos escapam dessa regra.

(Ele se levanta e eu também, ele me segura pelos cabelos, “E como a senhorita se resolveu com o seu ex? Fiquei sabendo que foi almoçar com ele.”, “Está com ciúmes? Então me dá um castigo…”, )

Esse trecho do conto, literalmente define a Raquel como peste.

2 = Conhecimento do mundo das secretárias vem do fato que duas amigas fizeram o curso de secretárias executivas, então eu sei o que compõe, uma delas não entrou para essa carreira, foi para a outra carreira que elas são também cotadas, que é Aeromoça.

Já a Sabrina até lida com o mundo empresárial, principalmente nos últimos episódios, mas ela não é secretária, ela é a CEO da empresa dela.

Como eu já comentei em outros comentários, sendo dois adultos consensuais acho que cada casal têm seus jogos e sua intimidade e isso é bom e saudável.

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O capítulo é interessante pois ele varia bastante e trata de temas distintos:Começa com conflito corporativo, depois passa para intensificação dos conflitos interpessoais e aí tem uma quebra para uma ameaça física externa muito forte.

O que me agradou foi esse contraste de segurança dentro do mundo corporativo para essa vulnerabilidade na rua.

Passamos desde o poder hierárquico, para rivalidade, conflitos pessoais e por fim esse desfecho na rua.

Muito bom Giz.

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Sim eu quis que esse fosse um capítulo onde expor o trabalho dela em sua totalidade fosse o foco, mesmo porque depois da propaganda sobre ser super qualificada no conto anterior, ver os frutos do trabalho dela exatamente como os chineses previram era importante.

Ela precisava eventualmente se resolver com o Cleiton e é claro ainda tem o namorado. Esse final eu reescrevi ele algumas vezes até ficar como eu queria.

Eu vim deixando pequenas dicas de que a Raquel não é tão indefesa quanto parece, mas daí a derrubar dois, eu quis que causasse um pequeno choque em que lesse.

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Menina, que capítulo! 😅

Parabéns Giz, outro excelente capítulo!

👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

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Muito muito obrigada, fico muito feliz que esteja gostando.

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Uau!!!

Raquel botando pra quebrar!

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Muito obrigada pelo comentário.

Agora é descobrir quem foi na festa por que mandante ela já desconfia.

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Só tenho 2 comentários:

1 - tô todo molhado por causa da cena. Acho que você conseguiu zuar minha cabeça com o BDSM!! Rsrsrs

2 - mel dels!!! Que mulher!!! Quero ser sub da Raquel... Rsrsrs

PS: as duas tãl juntas e o Alê vai surtar quando descobrir. Pensei que a sogra não seria tão escrota mas me enganei firme...

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1 Uau... Fiquei feliz que gostou.

2 HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... Mas ela é toda subzinha, até começou a chorar e a pedir socorro, depois de ter quebrados alguns ossos de seus atacantes.

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1 - eu só me liguei quando percebi que tava limpando a garganta e senti minha voz ficando rouca.

2 - como pode? Você querer abraçar e proteger, e querer levar uma surra dessas ao mesmo tempo? Rsrs só por curiosidade... Capoeira?

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1 - Nossa, não sei nem o que dizer.

2 kkkkkkkk Sim capoeira. Eu tive um namorado que era muito apaixonado até me convenceu e fazer um pouquinho mas nunca foi muito boa.

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É muito provável que surte sim.....

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