Ficamos mais um pouquinho por lá e Diego disse que estava ótima a companhia mais que iria dormir. chegou a hora de saber quem iria ficar com a cama da suíte, e quem iria ficar com o sofá cama na sala. Eu prontifiquei que poderia dormir no sofá cama naquela noite e que depois a gente iria revesando, mas eu disse que era pra deixar a porta aberta que só tinha o banheiro da suíte eles concordaram. Diego disse que iria dormir, mas eu sabia o que ele realmente queria, na verdade todo mundo estava querendo a mesma coisa, pois nessa altura eu também já estava excitado, sem jeito, mais mega excitado com aquilo tudo.
Lá de dentro do quarto Diego gritou, perguntando:
-O que aconte em Vegas fica em Vegas?
Lá da sala nós gritamos que SIIIM.
Não demorou muito, ainda estava de pé tomando uma água na cozinha americana, quando comecei a escutar novamente o som de um boquete, uns engasgos, uns gemidos, fecho os olhos já cheio de tesão tentando imaginar o que estava acontecendo logo ali do meu lado quando me viro e olho por cima do balcão, vejo minha esposa de pernas abertas já com a buceta toda molhada tocando uma ciririca, meu pau essa hora que já estava duro, quase explodia, ela me olhou, e em silêncio, com uma cara de safada me chamou com o dedo, cheguei bem perto dela, ela colocou o dedo lá no fundo da sua buceta, trouxe os dedos todo melado com aquele mel e colocou na minha boca, não demorou e eu já caí de boca naquela buceta.
Ainda atento com o que estava acontecendo no quarto ao lado, percebo que o som mudou, passo a escutar um gemidinho muito gostoso da minha irmã, dizendo,
-isso, bem aí, não para.
Percebi que Diego estava caindo de boca na bucetinha da minha irmã.
Nessa hora ninguém mais estava se importando com os barulhos dos gemidos. Na verdade era o contrário parecia uma competição de quem gemia mais forte.
A Anne, minha esposa então ficou numa posição que deixa qualquer homem louco, ficou de quatro, apoiou a cabeça no sofá-cama, abriu bem a bunda e deixou aquela buceta bem aberta pra mim, não perdi tempo e comecei a socar forte. Depois de alguns minutos ficou um silêncio no quarto, “pensei” que eles tinham terminado, escutei o barulho deles se ajeitando na cama. Enquanto isso eu ainda comia a Anne, escutei a voz da minha irmã.
-Isso, de vagar, com jeitinho, hmmm que delícia.
Diego gemia como um urso, sons de tapas que vinham do quarto, me deixava ainda mais excitado, e mais forte eu comia a Anne.
O som que vinha do quarto tinha mudado mais uma vez, agora era um som abafado, ela estava segurando o próprio gemido, até que não aguentou mais, e gritou:
-Ai meu cuzinho, que delícia, mete no meu cuzinho, eu vou gozar.
Nessa hora a Anne gemeu forte e eu senti que ela tinha gozado no meu pau, não aguentei jorrei fundo na buceta da minha esposa, nos desmanchamos em cima daquele sofá-cama. O silêncio pairou, naquele chalé, por uns cinco minutos.
Eu sabia que minha irmã fazia anal, eu também comia o cuzinho da minha esposa, isso era um assunto comum entre a gente, mas daí escutar uma foda dela com direito a anal me deixou louco.
Ela sai do quarto e vai na cozinha buscar água, e nós ainda pelados eu só coloquei uma camisa por cima do meu pau, ela passa do nosso lado sorrindo, e brinca:
-As coisas esquentaram aqui hein…. Eu respondi.
-Só aqui néh?
Ela ainda estava de camisola, mas na hora que abriu a geladeira quebrou toda penumbra daquele chalé, vi que ela estava sem aquela calcinha fio dental, somente a camisola transparente. Mas não vi nada, a não ser aquela bundinha linda.
A Anne falou que queria ir no banheiro, eu falei que iria também, tomar uma ducha, a Amada gritou pro Diego fechar os olhos que a Anne estava entrando pelada dentro do quarto. Lógico que ele não fechou kkk.
Nessa hora minha mente estava a mil imaginando o que ainda estaria por vir, pois ainda era o nosso primeiro dia de viagem, mas nos acalmamos e fomos dormir.