Era novembro deamigo que conheci na faculdade em 2002 sempre me convida para ir ao apartamento dele e, depois, irmos a um pagode às sextas-feiras que fica perto da casa dele, na Vila Matilde. Eu sempre vou, porque ele também chama uns crias do extremo da Zona Leste para ir pra lá, e sempre rolam boas amizades e umas fodas também rsrsrs… mas isso é história para outro dia.
Em uma dessas sextas-feiras, decidi ir para lá. Como já disse em outras histórias, não sou muito afeminado, mas curto usar roupas bem apertadas. Me arrumei e coloquei uma bermuda que valorizava bem o quadril e o bumbum. Tenho 1,65 de altura e sempre tive um quadril largo, que adoro. Como ia beber, decidi ir de ônibus ou metrô — podia ter ido de Uber, mas nesse dia nem lembro por que optei pelo transporte público.
Chegando no metrô Tatuapé, decidi pegar um ônibus ali na Radial Leste, sentido Vila Matilde. Era horário de pico, por volta das 18h, os ônibus lotados — e o metrô também devia estar igual lata de sardinha. Quem usa transporte público em São Paulo sabe do que estou falando.
Pois bem, entrei num desses ônibus lotados. Você vai se apertando pra lá e pra cá, vai entrando. Não cabia mais ninguém, e ainda tinha gente querendo entrar. Quando o ônibus começou a andar, senti algo bater no meu bumbum. Como estava todo mundo espremido, achei normal. Mas aí senti de novo, e dessa vez apertou um pouco mais. Dei um jeito de virar a cabeça para baixo e vi que tinha uma mão segurando a alça de uma mochila, roçando na minha bunda. Levantei a cabeça e olhei para trás: era um rapaz de boné, aparentando uns 30 anos. Ele olhou pra mim com uma cara séria e fez um sinal com a cabeça, me cumprimentando.
Continuei ali, e ele continuou mexendo a mão, roçando minha rabeta. Por sorte, nesse dia o corredor de ônibus estava bem lento. Aquilo foi me dando muito tesão. A gente conseguia se movimentar muito pouco, mas quando conseguimos dar um passo para a frente, levei minha mão para trás. Ele tirou a mão dele e eu senti o volume batendo bem nas costas da minha mão. Percebi que ia dar bom.
Demos mais um passo para a frente e, antes de chegar na catraca, tem um vão perto da porta. Ali ele conseguiu liberar a bolsa de lado e encaixou perfeitamente aquele volume na minha rabeta. Eu amando tudo aquilo. Quando o ônibus dava uma acelerada, eu forçava ainda mais a encoxada dele. Como eu disse, tinha que descer na Vila Matilde, mas não ia perder aquela oportunidade. Fui seguindo a viagem com ele ali atrás de mim, me encoxando.
Quando estava chegando perto da estação Artur Alvim, ele falou baixinho que ia descer ali. Eu desci junto com ele. Percebi que, na hora que descemos, ele continuou segurando a mochila na frente. Brinquei que mochila se leva nas costas, e ele disse que naquele momento ele tinha que deixar ela ali. A gente riu.
Fomos tomar um café num daqueles quiosques. Ele falou que não aguentou quando viu minha rabeta com aquela bermuda torando e deu um jeito de ir atrás de mim. Disse que era casado, que estava trabalhando de ajudante de marcenaria no Alto da Mooca e morava ali em Artur Alvim. A conversa foi legal. Mostrei algumas fotos para ele, e ele falou que queria me comer de qualquer jeito. Trocamos WhatsApp, mas ele me pediu para não chamar de jeito nenhum, que ele me chamaria no sábado, porque trabalhava só até meio-dia e falaria comigo pra ver o que rolava.
Voltei para a Vila Matilde com um tesão que vocês nem imaginam.
No dia seguinte, acordei umas 11h da manhã. Mas passou o dia e nada dele me chamar. E assim foi. Passou o outro final de semana e nada. Eu já nem estava lembrando muito. Até que um dia, durante a semana, umas 4 da tarde, ele me chama no WhatsApp e pede umas fotos de eu de calcinha. Mandei, trocamos ideia, e ele disse que ia me chamar no sábado. Beleza, mas não dei muita bola, já fazia dois fins de semana que ele não chamava.
Para minha surpresa, no sábado, umas 8 e pouco da manhã, o WhatsApp toca. Era ele, me pedindo o endereço e perguntando se podia chegar às 11h. Disse que naquele dia ele ia sair mais cedo porque estava um pouco frio com chuvisco. Passei o endereço e fui me arrumar. Só não passei perfume porque ele é casado. Vesti uma calcinha bem linda, branca, e uma camisola aberta com uma camisa por baixo.
Quando ele chegou, já ficou louco de tesão ao me ver daquele jeito. Foi tomar um banho — apesar de ele estar sempre cheiroso desde a vez que conheci. Aproveitei, peguei uma toalha para levar para ele no banho. Ele, sem boné, parecia um pouco mais velho do que os 30 que eu imaginava. Estava ficando calvo. Depois me falou que já tinha 41 anos. Mas tudo bem, tinha um corpo legal. Sabe aquele cara que não malha mas pega no pesado e fica com um corpo bem ajustado? Era o dele.
Abri um pouco o box e vi aquela pica já dura, ele ensaboado o corpo. A pika dele estava muito dura sem nem ter feito nada ainda. Ele me falou que era tesão e que ia me fuder sem dó, que hoje eu ia ver o que era um macho de verdade. Depois, conversando com um amigo, achamos que ele tomou um azulzinho. Mas saí de perto porque senão não ia resistir. Fique na cama deitada com a rabeta pra cima, esperando aquela pika duríssima.
Ele veio do banheiro se secando e a rola estava daquele jeito. Chegou e já foi colocando na minha boca. Ficou em pé na beira da cama e me deixou de quatro mamando a rola dele enquanto ele dava tapa na minha bunda e forçava eu engolir todinha aquela pica na boca. Mamei gostoso, mas vi que ele gosta de dominar: ele tirava, colocava na minha boca, xingava e batia na minha cara com aquela pica — que não era tão grande, mas era deliciosa. Fiquei ali mamando gostoso com ele comandando.
Quando senti que ele puxou e rasgou minha calcinha — na hora do tesão, nem lembrei que era a que mais gostava —, só sei que, do jeito que eu estava de quatro, ele abaixou na beira da cama, forçou eu abaixar a cabeça até o colchão e, ali de quatro, meteu a língua no meu cuzinho. Já tinha sentido uns tapas na bunda meio forte enquanto eu mamava ele, mas quando ele começou a chupar meu cuzinho… e se tem uma coisa que me enlouquece é meter a língua no meu cu, eu simplesmente piro.
Mas também senti que ele dava umas mordidas e uns tapas mais fortes. Estava bem gostoso, mas percebi que o negócio ia ser hardcore. Ele fechou a mão e, enquanto ia descendo a mão nas minhas costas, ia dando uns murinhos, como se estivesse martelando. As duas mãos sempre apertando minhas coxas, dando tapas e mordendo meu bumbum e chupando gostoso meu cuzinho. Já tive até um frentista de posto que era assim, mas era mais moderado. Esse já judiava na chupada.
Depois de eu já estar louca também, ele voltou a colocar aquela pika dura, parecendo uma pedra, na minha boca, xingando e dando tapão na minha bunda. Me fez colocar a camisinha naquela pika. Aí me jogou de frango assado bem na beira da cama e ele ficou de pé. Foi quando só senti a pika dele entrando sem dó no meu cu. Começou a socar, praticamente sentando em cima da minha rabeta. Socada sem dó. Colocava o pé na minha cara e aquelas mãos segurando a posição com força pra ele socar mais. Ele socava tanto e xingava — e até aí tudo bem.
Mas de repente ele tirou o pé da minha cara e deu um tapa na minha cara que me meio que assustou. Como estava amando ele socando no meu rabo, acabei aceitando. Mas pense num cara fazendo sem dó: de quatro, de lado, de todo jeito. Aquele jeito que ia tirando a pika bem devagarinho e de repente dava aquela socada sem dó. Na hora que ele me colocou deitada de bruços e jogou o travesseiro embaixo do meu quadril pra ficar mais alto, socava sem dó. Cada estalo alto daquele quadril dele batendo no meu bumbum parecia um tapa. A cama só não quebrou porque o baú e a base são bons.
Imagina você de bruços e o cara com as mãos bem em cima dos seus ombros, você praticamente sustentando todo o peso dele e ainda recebendo cada socada sem dó. Nisso, a camisinha já tinha ido pro espaço. Foi uma pressão que nunca tinha sentido. Até eu por cima ele começava a socar de baixo pra cima sem dó, xingava e batia. Eu num tesão louco, só queria aquele macho. Ele suando e olha que estava um pouco frio.
Ele, sem dúvida, foi a transa mais longa que dei sem parar. Além disso, ele judiava. Até que comecei a pedir pra ele gozar no meu cuzinho, mas ele ficou em pé em cima da cama e falou que ia gozar na minha boca. Eu não curto muito gozo na boca, a não ser que eu conheça muito a pessoa — o que não era o caso dele. Mas comecei a mamar aquela pika e tocar punheta pra ele, e nada dele gozar. Ele me xingava, pedia pra eu fazer ele gozar, que ia dar leitinho pra mim.
Quando ele mesmo começou a se punhetar forte, gemeu bem gostoso e gozou lambuzando minha cara de porra. Aí ele começou a esfregar aquela pika com a porra na minha cara, mas queria mesmo era botar na boca. Quando deu um tapão bem gostoso na minha cara e mandou eu engolir a rola dele toda lambuzada, acabei chupando aquela rola deixando limpinha.
Ele já deitou na cama, se esparramou. Eu fui pedir um almoço pra gente e tomar um banho. Como ele estava quase desmaiado, peguei uma mesinha de cama que tenho e levei o almoço pra ele na cama. Gente, vocês não imaginam como é gostoso entrar no quarto e ver um macho esparramado na sua cama, peladinho. Me lembrei da época que fui cdzinha de um cara por um ano e meio. Que delícia…
Ele terminou de almoçar, tirei as coisas e peguei uma toalha de rosto, molhei e coloquei no micro-ondas uns segundinhos pra ficar morna. Modéstia à parte, aprendi a tratar de um macho. Fui com a toalha pra ele limpar a mão e a boca, mas aproveitei pra passar naquela pika também. A hora que comecei a mexer naquela rola, ficou dura novamente. Foi só triscar, a pika já levantou enquanto o corpo estava esparramado na cama. Por isso a desconfiança de que ele usou algum azulzinho.
Mas aí eu não aguentei e caí de boca. Mamei aquela rola deliciosamente, e ele só gemendo, mas relaxado. Até que sentei em cima e comecei a cavalgar. Aí eu que já estava dominando, subindo e descendo naquela rola do jeito que eu queria. Mas também não aguentei muito tempo ali e voltei a mamar. Até que percebi que ia ter que ir na punheta pesada pra ele gozar. Comecei a punhetar ele com vontade e apertando bem. Depois de um tempo, ele gozou bem gostoso, lambuzando a barriga dele de porra. Que delícia ver aquilo, que delícia sentir o cheiro. Aqueci mais uma toalha e limpei ele.
Aí joguei um cobertor e ele dormiu bem gostoso. Eu fiquei deitada, mas não consegui dormir — de verdade, não conhecia direito ele, então a gente fica meio assim. Mas pense num tesão que me dava só de ver aquele macho dormindo ali todo peladinho…
Acordou já era quase 7 da noite. Ele havia falado que a mulher tinha viajado com a cunhada dele e que não teria problema com horário. Demos outra foda gostosa, mas agora uma foda normal. Chamei o Uber e ele foi embora.
Depois fui tomar um banho pra dormir. Gente, pensem numa bunda vermelha e dolorida, pensem numa coxa e costas todas marcadas. Ele falou pra mim que ama e precisa de uma transa hardcore, meio porno, mas com a mulher dele não dá. E que ele teve um cara que ele comia que aceitava isso, e perguntou se eu toparia na hora que ele quisesse, de vez em quando a gente se encontra.
Antes do Carnaval, ele me ligou, mas foi a primeira vez que recusei. Eu ia viajar para um lugar com pessoal onde tinha piscina, e não dava pra ir toda marcada. Já faz dois meses que ele não me chama. Acho que ficou magoado rsrsrsrs… mas logo ele chama, é porque ele tem necessidade de dar uma trepada muito forte e bem gostosa.