A namorada que não sabe dizer não #4

Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 710 palavras
Data: 29/03/2026 02:42:22

Já tínhamos andado a cavalo, já tínhamos nadado no rio, agora chegou a vez de fazermos as trilhas que estavam próximas do sítio, conhecer as cachoeiras e tudo mais. Aproveitamos pra acampar, por sugestão de Ruan, e já ter uma experiência completa. Fomos então, os meninos, Dani e eu, nos embrenhar no meio da mata e depois de uma boa caminhada encontramos a primeira cachoeira. Montamos a barraca, já tinha começado a anoitecer.

Ruan: – E ai? Vamos dar um mergulho?

Henrique: – Sim, é divertido nadar à noite?

Eu: – Seloko, essa água deve estar gelada pa carai.

Daniela: – Eu topo. - Disse ela animada com a aventura.

Eu: – Vão vocês então, tô de boa. Vou nadar amanhã quando o Sol voltar.

Mesmo sendo judiados pela água fria, foram os três aventureiros mergulhar. O breu era quase completo, não fosse a Lua cheia, não seria possível ver praticamente nada. Era um cenário agradável, misterioso e sensual dada a presença de Daniela. Foi então que surgiu um papo:

Henrique: – Vamos aproveitar que tá tudo escuro e nadar pelado?

Ruan: – Oh! Da hora!

Daniela: – Vocês são loucos? Olha meu namorado ali.

Henrique: – Ele nem vai ver, tá muito escuro. (- Realmente era difícil de ver.)

Ruan: – É verdade, aqui no meio da água, perto da cachoeira, nesse escuro, ele nem vai ver.

Daniela: – Acho melhor, não. - Disse dando uma risadinha

Ruan e Henrique nem esperaram a afirmativa, começaram a fazer cócegas na minha namorada e enquanto ela ria e mandava parar aproveitaram e arrancaram a parte de cima e de baixo do biquini que era daqueles de amarrar, o que tornou a safadísse dos meninos muito fácil.

Daniela: – Nãooo! Devolve meu biquini, seus puto!

Ruan e Henrique: – Vem pegar!! hahaha - Diziam enquanto se distanciavam até umas pedras na borda da piscina natural.

Daniela: – Deixa eu pegar vocês que vão ver uma coisa. - Dizia seguindo eles.

Quando minha namorada já estava perto das pedras na borda, sentiu Ruan se aproximar por trás e Henrique pela frente, os dois já pelados e de pau duro roçando nela.

Daniela: – Que isso, o que vocês tão fazendo?

Ruan: – Nada ué…

Henrique: – A gente só quer brincar um pouco.

Daniela: – Como assim brincar? - Falou já gemendo, quase sussurrando, enquanto era beijada na boca e no pescoço pelos dois.

Daniela: – Pára, gente. Meu namorado vai ver.

Ruan: – Vai não, estamos do outro lado, aqui é bem escuro.

Henrique: – Vamos curtir um pouco.

Ruan puxou ela pelas costas fazendo-a sentar-se com ele na pedra e começou a massagear e apertar seus peitos:

Ruan: – Caralho, Dani. Que peitões enormes e gostosos você tem.

Enquanto isso Henrique abaixou-se e começou a chupar a buceta dela, o que a fez entrar no clima bem rápido.

As carícias nos seios e a chupada na buceta a deixaram excitadíssima.

Daniela: – Aaaahhhh…caralho, não pára! Não pára!

Não demorou muito, estremeceu e gozou soltando um gemido alto abafado pelo barulho da cachoeira.

Mandou então os dois se sentarem lado a lado e agarrou o pau dos dois batendo uma punheta sincronizada. Os caras já estavam com tanta vontade de viver aquele momento que mal se aguentavam, estavam se esforçando muito pra não gozar rápido demais. Daniela assumiu uma expressão de piranha experiente e sorria enquanto masturbava os dois que gemiam extasiados com a pegada firme da putinha. Ela então abaixou e começou a chupar Henrique sem soltar a pica de de Ruan, começou lambendo a cabecinha, depois chupando ainda só a cabecinha, e aos poucos foi abocanhando a piroca do safado até engolir tudo. Chupou com gosto e com vontade até o garoto pirar. Depois foi a vez de Ruan, fez o mesmo jogo, primeiro a cabecinha, primeiro devagar, depois mostrou a engolidora de espada treinada que era. Depois de um belo boquete em cada um acelerou a punheta e conseguiu vencer na brincadeira que ele tinha mentalmente proposto a si mesma: fazer os dois gozar ao mesmo tempo só com as mãos recebendo jatos de porra nos peitos e na cara. Aquilo a fez se sentir gostosa e poderosa. Nem tinha usado a buceta e os garotos não puderam resistir.

Como já tinha se passado um tempo resolveram voltar pra barraca pra não gerar “desconfiança” da minha parte. E mais putaria iria rolar no meio daquela mata…

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