Até as últimas consequências - JULHO

Um conto erótico de Big Mac/ Juliana/ Adriana
Categoria: Heterossexual
Contém 5378 palavras
Data: 29/03/2026 01:16:41

Supercílio cortado. Maxilar trincado. Nariz quebrado. Três costelas fissuradas. Um indiciamento por lesão corporal grave e um por tentativa de homicídio. Eu teria saído da festa preso se não fosse Raoni. Meu irmão não era bom. Era excelente. Atestou uma série de coisas e termos jurídicos e impediu não somente que eu fosse levado algemado como também que eu fosse mantido preso. Não precisei agradecer. Nunca precisava.

Saímos da delegacia já era de manhã. Depois do excelente trabalho policial de pressionar o negro até achar alguma inconsistência não funcionar após o depoimento ser tomado três vezes, me liberaram muito a contragosto. Eu estava cansado, com o corpo dolorido, com a cabeça a mil. Mas a minha real preocupação eram Juliana e Adriana. Pedi que fossem pra casa de Juliana e me esperassem lá. E assim, que cheguei, ambas estavam sentadas no sofá, com o rosto inchado de chorar.

Juliana tinha a face avermelhada ainda de um tapa e Adriana o lábio inferior cortado e inchado. Assim que entrei ambas correram e me abraçaram e eu retribui. Mesmo com as costelas doendo. Mesmo com o braço perfurado da faca. Aquela dor era ínfima comparado com a dor que poderia ter sido perder qualquer uma delas. Apertei-as contra o peito e respirei fundo, contendo minhas lágrimas. Larguei-as após longos minutos e disse que precisava de um banho. O fiz e quando sai do banho, ainda me esperavam na sala.

-- vocês duas, durmam no quarto da Juliana. Eu vou dormir no escritório. – disse, cansado.

-- NÃO!! – foi uníssono. Ambas negaram com um certo desespero.

Olhei pra elas sem entender. Minhas capacidades cognitivas estavam seriamente afetadas pelos analgésicos. Adriana alisava e pressionava as mãos nervosamente.

-- Marcus, só por hoje... – disse baixinho.

-- dorme com a gente... – completou Juliana.

Apenas olhei pras duas e fiz sinal que seguissem.

A cama era grande. Uma kingsize onde caberíamos confortavelmente. O som baixo do ar condicionado parecia ter um efeito suporifiro, me deixando sonolento quase que imediatamente. Eu deitei apenas de Boxer. O corpo marcado pelas pancadas e choques. A maciez do travesseiro e o cheiro de camomila me fizeram fechar os olhos. Senti ainda os toques delicados de dois pares de mãos em meu corpo e senti a quentura caracteristica de Juliana de um lado e de Adriana do outro. Ambas dormiram com a cabeça em meu peito.

Acordei no fim da tarde. Meu corpo inteiro doía. Minha cabeça latejava, meu maxilar parecia que ia partir em dois. Além das lacerações e das costelas. Juliana ainda dormia sobre mim então a tirei com cuidado. Me apressei em sair do quarto. Sem me dar conta que faltava alguém, procurando apenas os remédios. E foi quando a vi.

Adriana estava de pé na cozinha. Mexendo nos armários. Vestida com uma camisa minha. Me aproximei sem fazer barulho e sentei no sofá. Sabia o que ela procurava. Era a tarada do café. Era sempre a primeira coisa que fazia quando acordava. Café fresco.

-- as prensas francesas estão no armário de cima, os cafés estão embaixo por ordem de torra. A chaleira tá dentro do balcão e o leite na geladeira. – disse a pegando completamente desprevenida.

Ela me olhou de soslaio e agradeceu sem graça. Seguiu minhas instruções pegando tudo que precisava e ficou pela cozinha. Fingindo que mexia no celular. Me levantei a muito custo, pegando os medicamentos e indo até a geladeira. Tomei as drogas com água e percebia seus olhares de canto sobre mim. Me aproximei dela, atraindo sua atenção e peguei sua mão, a assustando.

-- me desculpa. Desculpa pela forma como me comportei na festa. Aquilo não foi certo e não foi justo com você... Com a gente. – disse enquanto ela evitava me olhar.

-- nós não temos nada, Marcus. Agradeço a atencão e também te peço desculpas por tê-lo enganado. Imagino o quanto isso possa ser constrangedor pra alguém como você. – frieza. Impessoalidade. Eu merecia aquilo e sabia.

-- Adriana, eu... – respirei fundo – eu amo a Juliana. De verdade. Cada respiração, cada sorriso, cada conquista... Eu a amo. Mas não posso mais falar que é de todo coração. Eu não sei o que e nem como mas eu me senti conectado a você de um jeito que... Eu senti que estávamos conectados e que não havia nada que não pudessemos falar um ao outro. – cerrei meu punho de raiva antes de continuar.

Ela agora me olhava nos olhos com interesse e também com um certo temor. Sabia o que estava acontecendo e entendia o que eu estava dizendo. Acho que isso me apavorou menos do que deviaNão foi a informação que me chateou. Foi achar que você não confiou em mim pra isso. Sinceramente, isso não faz a menor diferença pra mim! Eu continuo amando cada pedacinho seu, cada momento contigo! – disse soltando a mão dela.

-- eu também tenho culpa. Não por não ter contado. Isso não é importante pra mim mas eu devia ter te avisado. Quando eu quis te avisar, já era tarde... Eu... Me apaixonei por você e tinha medo da sua reação. Não seria o primeiro a reagir mal por isso... – Adriana disse isso com uma mágoa muito grande.

Nesse momento, Juliana estava saindo do quarto. Paramos de falar. Não por medo porque certamente aquilo precisava ser conversado, principalmente entre nós três, mas por respeito a ausência dela. O que fosse falado, a partir das minhas desculpas, ela deveria estar presente. E minha baixinha percebeu.

-- parece que vocês ainda tem muito pra conversar... É melhor eu voltar- - interrompi.

-- é melhor você vir pro nosso lado. Isso também diz respeito a você. – e ela veio, parando um pouco distante mas a puxei pra mim.

Assim que seu corpo se aconchegou no meu, aquele cheiro de baunilha invadiu minhas narinas. Que sensacão boa... Fechei os olhos pra curtir e logo um cheiro mais cítrico entrou naquela deliciosa equação, e ao abrir os olhos, vi Adriana sendo puxada pra nós por Juliana. De verdade, eu não sabia o que fazer mas naquele momento, tudo o que eu queria estava em meus braços. A verdade, é que estava experimentando um pouco do paraíso antes de retornarmos ao inferno.

-- meninas... Olhem pra mim. – ergui o queixo das duas fazendo-as me olhar nos olhos. – o que aconteceu naquele quarto foi tudo culpa minha. Essa é a versão que contei a polícia. Essa é a versão que sustentaremos.

-- Marcus, iss- - não deixei que Adriana terminasse.

-- eu não v- - e também interrompi Juliana.

-- desculpem, meus amores. Isso não é negociável. Eu já prestei depoimento e Raoni endossou tudo. Se falarem algo agora ainda me comprometerão. – eu sorri mas me tremia igual vara verde. O que eu fiz, pos toda minha promissora carreira em rico.

As duas me fuzilavam com o olhar. Indignadas, contrariadas.

-- você é um idiota!! – Juliana veio pra cima de mim, dando socos em meu peito.

-- nos não somos princesas esperando ser salvas e você deveria saber disso!! – Adriana vinha pelo outro lado me batendo.

Agarrei as duas em um abraço. Elas se sacudiram por um tempo mas pararam e começaram a chorar enquanto me apertavam em um abraço. Sentia minhas costelas trincadas doerem mas era tão bom tê-las perto de mim.

-- vocês são princesas. Minhas princesas guerreiras! Eu não fiz para protegê-las, fiz porque era o certo. E espero que me perdoem em algum momento.

Aquele fim de semana foi gostosa mente estranho. Ficamos trancados em casa, um cuidando do outro. Dormimos juntos todos os dias com elas agarradas em mim mas não havia clima ou intenção sexual. Estávamos psicologicamente abalados ainda. E assim foi meu final de junho. E julho não começou muito melhor.

Segui com Raoni em repetidas visitas a delegacia. Não sei da onde apareceu um outro advogado, um tal de Gean, que fazia parte de um grupo de investidores e foi contratado pra auxiliar a mim e ao meu advogado. Esse homem, Gean, era um preto retinto tão alto quanto eu porem mais magro. Vestia um terno super estiloso. Cinza. Slim. Coisa de alfaiataria. Sua fala era baixa e mansa, passando a mim e a Raoni uma grande tranquilidade. Nós disse que as duas pessoas estavam hospitalizadas. Ambas em como é uma delas talvez ficasse com sequelas permanentes. Ouvi aquilo não me causou dor. Eu sorri imaginando que gostaria de ter garantido a sequela.

Outro problema que eu precisava resolver: eu não queria mais levar a vida que tinha. Precisava fechar o ciclo que foi aberto. Eu nunca quis que isso acontecesse mas sabia que era possível e acabei me apaixonando por Adriana. Minha cabeça já tava muito confusa com essa loucura de querer Adriana mas não querer abrir mão de Juliana, a quem amava sem sombra de dúvidas. Então iria começar pela começo de tudo. E pensando nisso, me surpreendi quando meu telefone tocou e era Jane. Me convidou a sua casa dizendo que queria me recompensar pelo presente de dia dos namorados. Eu sorri e concordei.

Fui me encontrar com ela só na segunda semana de julho, quando a maior parte dos meus ferimentos já haviam se curado. Cheguei no apartamento e fui recebido com um gostoso beijo da minha professora. E meu pau acordou no mesmo momento. Como eu queria e precisava fuder aquela mulher como se não houvesse amanhã mas só faria se ela quisesse mesmo sabendo que seria a última vez. Ela vestia um microshort azul notoriamente sem nada por baixo. O short revelava metade daqueles morros incrivelmente duros e saborosos e repartiram aquela bucetinha. Em cima, um top preto. Ela me empurrou no sofá e sentou no meu colo.

-- meu menino!! Você não pode me deixar tanto tempo assim sem esse pau!! – falava enquanto mordia meu pescoço.

Eu queria. Como eu queria. Mas não faria isso com ela. A segurei pelos braços a descolando do meu corpo e olhei no fundo dos olhos dela.

-- eu tô voltando com a Juliana, Jane. Vim aqui porque precisava te dizer isso. Eu... Preciso parar... – eu falava mas meu pau latejava embaixo dela.

Ela me olhou e me deu um lindo sorriso. Um sorriso feliz até.

-- que notícia boa!!! Finalmente se acertaram!! Eu fico muito feliz por vocês, meu menino... – ela disse enquanto acariciava meu rosto – você poderia ter dito isso depois de acabarmos, não acha?

Respirei fundo. Era verdade mas seria de uma deslealdade sem tamanho. E Jane não merecia isso. Por tudo que me ensinou. Por tudo que fez por mim. Todas as meninas foram importantes, sem dúvida, mas nenhuma delas fez mais por mim do que aquela mulher que estava no meu colo.

-- podia. Devia! Porque eu adoraria te fuder uma última vez. Mas isso é uma escolha sua. Quero manter sua amizade com ou sem benefícios.

Ela me olhou, sorriu e puxou meu rosto pra mais um daqueles beijos deliciosos dela. A gente nem tinha começado e eu já tinha saudade daqueles beijos. Nossas línguas se enroscavam com fome uma da outra. Meus braços enrolaram sua cintura em um abraço apertado e meu pau já duro pressionava tanto o micro short e sua buceta que sentia aquele calor maravilhoso dela. De repente a campainha toca, me tirando do transe. Olhei pra ela e tinha um sorriso safado nos lábios.

-- seu presente de dia dos namorados chegou... – levantou correndo e foi até a porta.

Pra minha surpresa, entra uma mulher em torno de 1,70, branquinha, com um corpo daquelas falsa magra. Barriguinha lisa, coxas grossas, bunda empinainha. Tudo isso em um vestido azul que ia até o meio das coxas. Seus cabelos vermelhos em um corte Chanel eram lindos e pareciam fogo vivo. Os olhos castanhos claros tinha uma malícia perversa e uma altivez que mais me convidava do que me afastava. Ah, e o sorriso. Contido mas não envergonhado. Sedutor. Perigoso.

-- oi, Lu. Esse é o menino que te falei... – disse depois de dar um estalinho na visita. – Luciana, Marcus. Marcus, Luciana.

Eu estava embasbacado com a beleza daquela mulher. Posso estar errado mas tenho certeza que minha boca abriu enquanto devorava cada pedacinho dela com os olhos. Desde as unhas bem feitas até os longos cílios. O vestido colado em seu corpo prometia uma viagem deliciosa por aquelas curvas. Porém, parecia que não foi somente eu que ficou estupefato.

Assim que pousou os olhos em mim, ela os arregalou e mirou diretamente em meus olhos. Logo depois sacudiu a cabeça e pigarreou. – desculpe. Você... Se parece muito com alguém do meu passado.

-- espero que seja um passado feliz, pelo menos... – ri meio que tentando abrir uma linha de diálogo.

-- é... Com certeza foi sim... – ela parecendo voltar a si – Jane você não disse que seria um presente pra ele?

Jane se aproxima dela pelas costas, beijando seu pescoço de forma sensual enquanto me olhava. Suas mãos percorriam seu corpo enquanto as mãos de Luciana agarravam a nuca de Jane.

-- era pra ser um presente pelo dia dos namorados mas será um de despedida também... – disse minha professora entre beijos. Uma delícia suas mãos acariciavam a coxa de Luciana por baixo do vestido.

Luciana olha pra mim com um tesão perverso e um sorriso torto e malévolo nasceu no canto de seus lábios. Ela se desvencilia de Jane e desfila em minha direcão. Seu corpo esguio de seios médios e pontudos, e seu queixo elevado lhe conferindo um ar de superioridade. Ela entra no meu espaço, ficando entre minhas pernas.

-- eu não parece dar conta de nós duas, Jane... E você sabe que eu estou com fome. – disse mordendo os lábios.

Eu sorri. Um riso bobo. Um riso tranquilo de quem sabia que aquela mulher iria quebrar. Como quase todas as outras. Ela ia implorar e ainda sim ia desmaiar no fim. Eu tinha um prazer perverso em quebrar esse tipo de postura. Me levantei devagar sentindo a respiração dela mudar, o sopro do arfar de Luciana batendo em meu peito. Abaixei e me aproximei dela. Nossos narizes se tocando.

-- senta. – foi uma ordem simples. Minha voz limpa, clara. E minha vontade oprimindo.

Girei com ela como uma dança, sem tocá-la e ela sentou no sofá respirando pesado. Deixei ela lá e fui em direção a Jane. A puxei pela nuca e a beijei com tesão. Suas unhas arranhando meu peito e minha boca absorvendo seus gemidos. Apesar de ter aprendido tudo com Jane, aquela safada adorava ser dominada. Tirei rapidamente sua roupa.

-- Fica de quatro na frente da sua amiga. Acho que ela precisa ver umas coisas antes.

Não precisei repetir. Jane ficou de 4 na minha frente, nua, enquanto olhava pra amiga. Os olhos transbordando desejo. Eu via o peito da amiga subir e descer com certa rapidez e as coxas espremidas. Sorri e abaixei. Cheirei aquela flor com um perfume delicioso e escutei Jane gemer. Nesse momento, veio o primeiro tapa. *SLAP* forte e pesado. Ela gritou. Assustando nossa convidados. E depois sorriu.

-- eu ainda não fiz nada. Tá gemendo por que, putinha? – disse enquanto acariciava a pele marcada e quente daquela bunda magnífica.

-- de-desculpe!!!! – ela disse mas sua buceta encharcou na hora, escorrendo aquele mel que me deixava com água na boca pelas coxas.

Luciana assistia a tudo com a boca seca. Seus mamilos já bem marcados no vestido.

-- agora você só vai gozar quando eu deixar. – sentenciei. – e é bom que sua amiga saiba o que aconteceu com quem me desobedecer.

Luciana prendeu a respiração e levou a mão até o meio das pernas. Olhei pra ela com o rosto endurecido. Meus olhos ficavam quando disse a ela.

-- não toque aí!! É MEU presente. Vou abrir quando eu quiser. E fique quieta e assista se não quiser ser castigada.

Ela engoliu em seco mas parecia hipnotizada.

Abaixei e comecei a lamber o mel que escorria pelas coxas com a ponta da língua, arrancando gemidos de Jane. Ela rebolava sutilmente em minha boca. Lambia e arranhava suas coxas com os dentes. Quando cheguei em sua buceta e passei a língua entre os lábios minha professora gemeu alto e sua buceta se irrigou deliciosamente sorvi aquele mel com parcimônia. Beijava como beijava sua boca e enfiava a língua querendo devora-la. Parei e fiz o mesmo com seu cuzinho delicioso. Aquele anel de pregas rosadas já acostumadas a minha invasão.

-- meu deus, Marcus!!!! Me deixa gozar... Por favor. – sua voz trêmula de tesão e seu corpo completamente arrepiado.

Eu olhava pra luciana que tinha as pernas fechadas e apertadas, se esfregando. As mãos apertavam as pernas e os seios , beliscando os mamilos vez ou outra. Eu me ergui, tirei a roupa e meu pau pulsava. A cabeça brilhando de líquidos seminais. Me posicionei ao lado de Luciana, a centímetros do seu rosto. Olhei praquelamulher linda sentada no sofá. A boca seca, os dedos trêmulos e desordenados movendo-se lentamente em minha direcão. Ela não deixava de olhar pro meu pau em instantes algum. Fiz ele pulsar e voltei a olhar pra Jane, parada, de quatro, me olhando com desejo.

-- vem até aqui e me chupa. Se quer gozar vai gozar assim. Me chupando.

Luciana me olhou rápido tentando recobrar a compostura enquanto já e engatinha sensualmente, rebolando aquela bunda e esfregando as coxas. Ela começa beijando a cabeça e sorri. Pega ele pela base e golpeia o rosto repetidas vezes enquanto sorri.

-- que saudade desse pau delicioso!! Vem, lu. Vem que tem pras duas. – disse já colocando a cabeça a cabeça na boca e sugando forte.

Luciana se levanta empolgada. Mas eu estendo a mão para que pare.

-- não é ela que manda. Se quiser, tira a roupa e senta aí. – falei isso dando um tapa na cara de Jane. Não era algo pra machucá-la, era pra retomar o controle. – quem manda aqui?

-- você, Marcus. – pondo ele o mais fundo que podia.

Já e era maravilhosa e chupava com um vigor e vontade de poucas, deixando meu pau completamente molhado de sua saliva. Eu via Luciana salivar de vontade enquanto tirava a roupa. Minha professora me punhetava enquanto chupava e eu sentia meu pau pulsar com o monumento de mulher que aparecia pra mim. Com deleite e com Jane sentindo o pulsar do meu pau, apreciei o corpo de Luciana.

Era uma falsa magra de corpo perfeito. Jane era forte e firme devido a profissão. Luciana era mais natural mas não tinha absolutamente nada a mais ou menos. A pele alva e buceta depilada. Os seios médios pra grande de bicos rosados e duros pelo espetáculo. Suas coxas brilhavam pelo suco que escorria entre as pernas. Sem perceber, puxei Jane pela nuca e quase a sufoquei. Escutando o engasgar. A putinha tava com tanto tesão que aquilo a fez gozar sem se tocar. Afrouxei a pegada e a saliva escorria pelo seu queixo e caia em seus seios. Peguei meu pau pela base e dei com ele por toda a cara dela enquanto Jane sorria. Estendia mão pra Luciana sem olhá-la. Ela se levantou e veio até mim no sofá.

Luciana tinha um andar sensual. Sempre pisando na ponta dos pés, com a leveza e altivez de um gato. Seu balançar de corpo sutil e sensual era de enlouquecer e mesmo assim, eu não titubeei. Ela me desafiou e eu a quebraria. Dá maneira mais deliciosa possível. Assim que ela se aproximou, não deixei que me tocasse.

-- ajoelha e limpa ela.

Ela ajoelhou delicadamente enquanto me olhava. Ainda me olhando começou a lamber toda a saliva que cobria o busto e os seios de Jane, mordendo levemente os mamilos e os chupando com força alternada. Quando terminou, subuiu lambendo seu pescoço, queixo, até que chegou a boca, trocando um beijo com tesão e luxúria. Fui para trás de Jane e a puxando pelo cabelo, a ergui e Luciana a acompanhou sem desfazer o beijo. O corpo das duas se colaram e eu segurei Jane pela cintura. Ela gemeu um gemido profundo e abafado pela nossa nova amiga. Eentao a penetrei. Fundo em um golpe só.

-- aguenta, putinha!! E não goza. Porque tu vai gozar na boca dessa safada!! – ordenaei, sussurrando em seu ouvido enquanto ela gritava. – chupa a buceta dela e NÃO. TOCA. NO MEU. PAU. – Disse olhando fixamente em seus olhos.

Luciana mordeu o lábio enquanto seus olhos transbordaram desejo. Ela desceu beijando e mordiscando o corpo de Jane até lamber seu clitóris. Já e gemia e se agitava a ponto de me fazer enlaçar sua cintura e puxar seus cabelos.

-- CARALHOOOOOO!!! MEDEIXAGOZARMEDEIXAGOZAAAAAAAAR!! – Jane falava enquanto babava e seus olhos se perdiam na orbita.

Três socadas. Fortes. Firmes. Até o fundo. E o corpo dela explodiu.

-- goza, putinha!!! Goza na boca da tua amiga!!! – tirei o pau no exato momento é que Jane despejava jatos e mais jatos no rosto e na boca de Luciana que sorvia aquela delícia como animal faminto.

Segurava Jane para que ela não caísse. A peguei no colo e a coloquei no sofá, sentada. Vendo a amiga nocauteada, Luciana se voltou pra mim. Se aproximou de mim mas não deixei me encostar e pude ver a frustração em seus olhos.

-- fica de quatro no sofá. – apontei. E ela foi. Com um sorriso satisfeito. Como uma boa cadelinha. Quase saltitando.

Luciana se posicionou como os cotovelos apoiados no encosto e arrebitou a bunda o quanto pode. Sua buceta estava taomelada e inchada que parecia pulsar. Ela olhou por cima dos ombros com um sorriso malicioso, esperando meu pau. Eu me aproximei. E então veio o primeiro tapa. *SLAP* Ela curvou o corpo em um grito mudo. Sua buceta parecia querer transbordar e assim me encaixei e forcei a entrada de uma vez. Não foi violento foi continuo. Mas ela não sentiu e eu garanto. Porque assim que a cabeça entrou, ela gozou de se molhar toda.

Luciana gritava conforme meu pau ia alargando aquela bucetinha apertada. Quando meu púbis encostou na sua bunda eu forcei meu pau a pulsar dentro dela que gemia alto. Apertei e belisquei seus mamilos duros e rosados, e mordia seu ombro. Movia o quadril buscando enquanto ela rebolava tentando se acostumar com meu pau inteiro dentro dela e cutucando seu útero.

-- você é uma putinha muito gostosa e vou te fuder até você desmaiar. Vai aprender a nunca mais me subestimar.

Tirei meu pau quase todo e soquei com força. Tirei as mãos dela do apoio e ela ficou com a cara no encosto que abafava seus gritos enquanto socava forte e ritmado em sua buceta.

-- ME FODEEEEE!! VAI, FELIPEEE!!! ME FODEEEEE!!!! – falava enquanto jogava a bunda pra trás.

Larguei um de seus braços e puxei seus cabelos, fazendo-a curvar as costas. E que curvatura linda. Luciana era realmente uma linda mulher. Eu socava com força e agora largava seu braço e batia na sua bunda.

-- tá gostando, putinha?

-- CARALHOOO!! QUE TROLHA!! EU TO GOZANDO DE NOVO, SEU FILHO DA PUTA!!!!

Luciana joga a bunda quando tá pra gozar e faço mais uma vez algo que se tornou corriqueiro: eu a enforcou tirando seu ar, interrompendo seu gozo. Eu acelero as metidas e colocou mais força. Ela tenta arranhar meu braço mas sinto seu corpo cedendo. Antes de apagar, eu tiro o pau e soco inteiro novamente enquanto bato mais uma vez em sua bunda. Seu corpo desperta e o que se segue é um espetáculo.

Luciana se ergueu retesando o corpo. Seu rosto virado pro teto com os olhos vidrados. As veias do pescoço saltadas. O corpo inteiro se tremendo, todo arrepiado. A boceta escorrendo um líquido viscoso e brilhante que molhava meu membro e todo o sofá. Sua buceta dando um forte aperto. A musculatura das suas coxas trabalhavam. E finalmente, o grito preso em sua garganta sai. Alto e claro. Uma ode a sua entrega e ao seu orgasmo.

-- AAAHHHHHHH!!!

Depois seu corpo foi ficando mole. A coloquei sentada ao lado da Jane. As duas. Linda e poderosas, alquebradas por mim. Isso era um motivo de orgulho tremendo pra mim. Peguei as duas e as levei até a cama de Jane. Quando elas te cobraram a consciência me chuparam até eu gozar e ficamos transando até o dia seguinte quase. Fui embora antes que acordassem. Não queria me despedir de Jane. Adorava aquela mulher e mesmo que não transasse os mais, ela seria uma grande amiga.

O tempo passou pra nós três, eu Juliana e Adriana, e aquele segredo da festa continuava gerando efeitos engraçados pra dizer o mínimo. Adriana e Juliana se aproximaram bastante e aquilo me deixou confusamente feliz. Eu ainda não sabia como eu lidaria com o fato de não querer deixar de querer Adriana mas também sabia que não viveria sem Juliana. Porém enquanto elas estivessem se dando bem, eu ganhava tempo.

Até que chegou o dia da exposição de Adriana.

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O início do mês foi bem conturbado. Marcus queria parecer tranquilo mas eu o conheço bem demais pra saber quando ele estava pensando as piores coisas aprisionados em seu próprio mundo. Depois da festa ele voltou a morar comigo. A dormir comigo. Muito embora a gente não tenha transado desde a festa. Um dia eu estava chegando do trabalho e ele estava sentado na sala e me chamou. Quando ia sentar ao seu lado, ele me puxou e acabei sentando no colo dele. Ele afundou o rosto em meu peito e enlaçou minha cintura.

-- eu te amo, Juliana. Eu não aguento mais ficar longe de você... Mas... Eu não posso... Elas foram importantes. Me tornaram quem eu sou hoje. Eu preciso me despedir delas. – ele levantou a cabeça e me encarou. – eu... Não vou deixar de fazer isso. É o certo. Mas não posso obriga- - o interrompi com um beijo.

-- não é o que eu quero. Eu quero você logo!! ... Mas nós não

Temos nada de novo ainda – eu ri com essa frase estranha – e eu não me preocupo com elas. Sei que será um encerramento pra isso de uma vez por todas. Mas me preocupo com Adriana.

Senti seu corpo estremecer. Era insegurança? Medo? Não consegui determinar mas seja lá o que for, Adriana mexia com ele. E aquilo não me entristeceu. Naquelas semanas acabei me aproximando de Adriana. Ela realmente era fantástica! Tinha uma visão diferenciada do mundo mas carregava um pesar muito grande em seu olhar. Ela era linda e se vestia como uma rainha. A cada conversa, a cada brincadeira, eu via o por quê do Marcus estar mexido com ela.

No meio do mês fomos em sua exposição. Ela estava radiante. E feliz por nós ver lá. Ainda sim, pude notar o incomodo em me ver como um casal com Marcus. Era uma galeria extensa. Ela era patrocinada por alguém. Era um espaço criado em um grande galpão e que se tornara uma escola de artes muito conceituada. Pelo que entendi, era exclusivamente para jovens talentos negros, administrados por um fundo econômico meio nebuloso e umas mulheres. Todas estavam lá e cercavam Adriana que parecia bem feliz com elas.

Duas chamavam especial atenção. Uma mulher negra alta, seguia, parecia uma modelo. Tinha olhos claros penetrantes e maliciosos. Tinha um sorriso presunçoso e se vestia como alguém muito importante. Ela naturalmente parecia a “lider do bando”. Ela tinha algo que mexia com as pessoas. Os homens não conseguiam tirar os olhos dela e as mulheres, como eu, a invejavam. E a outra uma loirinha de sorriso fácil, com um coque frouxo no alto da cabeça e um vestido que, mesmo elegante, não conseguia esconder o corpo de curvas sinuosas. Parecia tão poderosa quanto a mulher negra mas tinha algo de diferente nela. Parecia que ela tinha um magnetismo animal. Algo que atraia os olhares mas apenas para notar a luz natural que ela parecia emanar.

Eu ri ao lado de Marcus que, mesmo com aquelas beldades, só olhava pra mim. E, me deixando um pouco enciumada, também para Adriana. Ela nos apresentou aquelas pessoas do seu círculo. Me apresentou como uma amiga e apresentou Marcus como meu namorado. Foi... Esquisito. Eu olhei pra Marcus, Marcus me olhou, eu olhei pra ela, ela me olhou, Marcus olhos pra ela e ela retribuiu. No fim, os três ficaram constrangidos causando uma confusão silenciosa. As meninas riram quebrando o clima. Todas foram muito solícitas mas aquela mulher negra... As piadas e falas... Ela pareceu estar cantando Marcus e tanto eu quanto Adriana percebemos. Percebemos também que Marcus a embaraçou com algum comentário que a deixou encantada com ele. Eles riram e ele voltou pra perto de mim.

No fim, Marcus fez questão de comprar um quadro. Era abstrato mas parecia um furacão de ou um borrão. Havia uma mistura de cores confusas. Mas me dava um sentimento gostoso. Eu não sei explicar. Ela nos agradeceu e terminamos a noite indo embora com ambos nos despedindo de Adriana com gestos confusos mas afetuosos da parte de todos.

Depois da exposição, resolvi marcar um café com ela. A gente precisava acertar os pontos. Precisavamos saber o que era isso. O que esse segredo tinha criado e o que era essa cumplicidade. Nós encontramos no centro. Ela estava linda como sempre e com um sorriso amistoso. Não vou detalhar o teor pois isso não me cabe mas conversamos muito sobre o passado de cada uma. E o presente. Eaté o futuro. Sinceramente, eu não sei como aquilo aconteceu mas aconteceu e o Marcus não sabe.

Saímos do café e fomos para a casa dela. Estávamos leves, felizes por nós entendermos e acharmos tantas coisas em comum. Ela logo que chegou tirou a roupa e pois um macacão largo que escondia pouco do seu corpo. E então aconteceu. Ao vê-la andando com ele, vendo seu corpo quase exposto, senti algo que nunca tinha sentido antes.

Meu corpo ardia. Meus olhos percorriam o corpo dela desde os pés pequenos até as mãos bem feitas. A luz que batia no macacão o deixava transparente, desenhando sua silhueta. Seus seios rígidos e pontudos pareciam dois montes. Senti minhas pernas falharem e o que mais me assustou foi sentir minha boceta irrigar. Quando dei por mim, Adriana me olhava com um sorriso sincero enquanto mordia os lábios. Deus, eu quase voei em cima daquela mulher mas antes que fizesse besteira, peguei minha bolsa e ia saindo.

-- espera, Juh... Fica... – ela disse, manhosa, enquanto segurava meu pulso.

-- eu quero Adriana. Eu nunca senti isso mas quero experimentar mas só com o conhecimento do Marcus. Eu... Não quero enganá-lo de novo. Talvez uma outra hora... – me desvencilhei de sua pegada e fui embora sem olhar pra trás.

Deus, o que estava acontecendo comigo.

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Eu... Eu entendia. Agora eu entendia o Marcus completamente. Juliana era alguém terrivelmente fácil de se gostar. Ela defendia seus pontos de vista e os amigos sem tato algum. Tinha uma gargalhada jocosa que acabava te tirando risada. E um bom coração. Depois da festa, as coisas ficaram estranhas. Principalmente depois de dormirmos juntas com Marcus. Acordamos no meio daquela noite de mãos dadas. Mais de uma vez. Não era desejo ou algo assim. Era algo mais íntimo. O tipo de coisa que só uma tragédia faz.

Depois disso vieram os encontros. Saíamos juntas como amigas que nos tornamos. A princípio, sabíamos que ambas disputavam o coração do mesmo homem. E que homem complicado. Ainda sim, depois de alguns dias, aquilo virou motivo de piada entre nós. Quando estávamos juntas, parecíamos realmente estarmos em união. Nem mesmo Marcus apareceu nos assuntos.

Contamos coisas uma para a outra difíceis de escutar. Difíceis de falar. Mas de alguma forma necessárias. E também acalentadoras ao sair de nossas bocas para ouvidos que passamos a gostar e respeitar. Até o dia do café. Até a hora do meu apartamento. E eu não sei quando aquilo aconteceu. Foi rápido. Rápido demais.

Eu percebi seu olhar em meu corpo. Era diferente de Camila. Era diferente de Marcus. Tinha uma ternura diferente. Uma curiosidade, um carinhos, que não lembro de ter visto nos olhos de nenhuma ex amante minha. E aquilo me pegou como um trem desgovernado. Meu queria toca-la e queria ser tocada por ela. Não era sexo que eu queria. Era conexão. E então ela fugiu. Ou melhor. Ela fez o que é certo. Porque no final tudo isso é pelo Marcus.

Pouco depois dela sair, Felipe me ligou e pediu que eu fosse até seu escritório. Só adiantou que a situação do Marcus piorara rapidamente. E eu fui. Por mim. Por ele... E agora por ela.

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Luciana... 💕💕💕💕💕💕💞💞💞💞💞💞💞💞💞

Amei completamente, estou ansiosíssima, para saber o que está acontecendo, meu Deus... Aliás, Adriana e Juliana, nossa que lindas as duas se dando bem e amei o pov delas, não deixa dúvida, que há algo nascendo de forma, gentil, terna e fofinha...

Marcus... Nossa... Marcus... kkkkkkkkkk...

Enfim... Uau... Que cena... Muito bom, três estrelas.

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A tragédia as uniu. Elas tiveram e tem uma boa interação juntas. Talvez eu faça um capítulo como a festa, falando sobre o passado de uma e de outra.

Marcus tomou gosto pelas quebra, pela destruição. Rsrsrs mas agora é o final pra Jane... Agora é só a amiga mesmo...

E Luciana!!! Auhauhauh

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Justo, mas uma ótima amiga, vai ajudar muito ele, principalmente com as duas feras que ele está se envolvendo, Luciana me surpreendeu, mas foi real gostoso.

Ver ela mais velha e experiente, recuperada do seus erros, mas ela ainda pensa no Felipe, acho que sempre vai pensar um pouquinho mas espero que ela encontre alguém um dia.

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Já parou pra pensar que ela poderia estar com esse alguém naquele momento? E se elas estavam partilhando uma falta periódica da Luciana?

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Faz algum sentido... De verdade.

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