Já chegamos na pousada à noite e ainda íamos jantar; daí eu gritei no carro.
— Só tem 1 banheiro, é no máximo 10 minutos de banho para cada um.
Minha irmã falou que não precisaria nem disso tudo, que estava morrendo de fome e que ela entraria junto com Diego no banheiro e que tomaria banho rapidinho. E assim foi. Como a gente ainda estava cheio de areia e molhados, eu e a Anne ficamos parados, abraçados, encostados na parede em frente à porta do banheiro. De repente, o chuveiro desliga e a gente escuta um barulho de boquete e o gemido do Diego. Eu e a Anne, que estávamos praticamente encostados na porta, nos olhamos meio assustados e a Anne gritou de fora: "O tempo de vocês está acabando, agiliza aí", só para ver o que eles diriam. Diego gritou lá de dentro: "Tá bom, já terminamos o banho, estamos saindo." E saem com a cara mais descarada do mundo, rindo. Nessa hora, todo mundo riu. Eu e Anne entramos pro banho e banhamos rapidinho, e a Anne encosta na parede, coloca uma perna em cima do sanitário e começa a enxaguar sua bucetinha. Aquilo me encheu de tesão, e, sem pensar duas vezes, comecei a dedilhar sua buceta, que estava muito molhada e não era de água kk. Logo ela começou gemer e escutamos meu cunhado e minha irmã rindo lá de fora, mas não falaram nada. Ficamos mais um pouquinhoa gemer e saímos do banheiro. Saímos rápido e, como um flash, vi meu cunhado dentro do quarto de costas para a porta, e minha irmã de joelhos chupando o seu pau. Não deu para ver absolutamente nada; eles já estavam vestidos. Eu falei, pasmo:
— Que porra é essa, gente?
Ela respondeu de forma super natural.
— Uai, vocês não deixam a gente terminar lá dentro do banheiro, a gente tem que terminar aqui fora.
A gente era muito aberto para falar qualquer coisa, mas nunca imaginei ouvir minha irmã de forma tão explícita. Meu cunhado disse, sorrindo:
— Rapaz, sua irmã desde cedo tá me provocando, a culpa é dela kk.
Aí a Amanda disse:
— Uai, o boy é meu e eu não posso chupar? Um lugar lindo desse, só a gente aqui, ninguém conhecido, e vou ter que ficar me podando pra fazer o que eu quero? Se for assim, é melhor eu e o Diego procurarmos outra pousada ou hotel.
De certa forma, até me repreendeu, mas foi de boa.
Aí a Anne disse, até pra jogar panos quentes:
— Ele não está te julgando, não, cunha, só ficou surpreso; eu também fiquei, mas tudo bem, afinal aqui não tem nenhum santo. A gente riu mais uma vez.
De fato, eu não estava repreendendo-a; o fato é que eu levei um susto, e com certeza aquele lugar paradisíaco estava mexendo com a mente de todo mundo.
Pegamos o carro e fomos jantar na cidade que fica um pouquinho afastada. No caminho, ainda fomos falando sobre esse assunto de privacidade, “o que acontece em Vegas, fica em Vegas”, etc.
O centro tem vários quiosques à beira-mar com vários tipos de barzinhos; ficamos em um que tinha um grupo de forró desses bem nordestinos mesmo. Jantamos, ficamos lá um tempo, até que a Amanda e o Diego foram dançar um pouco. Nesse momento, a Anne falou pra eu ficar de boa, relaxar, que a gente estava ali pra curtir o máximo possível a viagem, e que eles não tinham culpa de a pousada não ter disponibilizado quarto pra eles e que era pra deixar eles fazerem o que desse vontade, e que a gente também deveria fazer o mesmo, até porque ali todo mundo é adulto e não deve nada pra ninguém. Eu falei que tudo bem. E também fomos dançar, dançamos, daí trocamos de parceiros. Fui dançar com minha irmã. Enquanto a gente estava dançando, pedi desculpas por ter falado daquela forma. Ela disse que tudo bem, mas que não iria parar de fazer o que desse vontade, e que, se eu não quisesse ver nada, ou eu fechasse os olhos ou saísse de perto, e que era para eu aproveitar a viagem.
Voltamos para a pousada e ficamos lá conversando, naturalmente. Ainda bebemos umas coisinhas, as meninas foram se trocar. Quando elas voltam, outro susto: minha esposa volta vestida em uma camiseta minha dessas de basquete, e minha irmã numa camisola dessas super transparentes, com um fio dental. Mais uma vez eu gelei, mas dessa vez agi naturalmente, e ficamos por lá bebendo uns drinks, que, modéstia à parte eu faço muito bem. Até que minha esposa começou a conversar com minha irmã sobre a camisola dela, dizendo que era linda, e de fato era. Eu, de brincadeira, perguntei para minha esposa: — Cadê a sua? Ela falou:
— Você deu foi sorte, que eu achei essa camiseta sua. Você sabe que eu durmo sem nada, e eu não sabia que a gente iria ficar no mesmo quarto; era pra eu estar era pelada.
Minha irmã brincou e falou:
— Não passa vontade, não, cunhada. Se quiser ficar pelada, pode ficar. Se o Diego ficar te olhando, eu dou um soco no olho dele. Kk
A Anne disse que não precisava, que estava de boa.
A Anne perguntou se ela conseguia dormir de fio dental igual aquele. Ela disse que conseguir, até consegue, mas não gosta, e que estava com ele por causa de mim, e porque era conjunto da camisola.
Ainda disse que tinha outro conjunto na mala e, se quisesse, ela emprestava para Anne.
Minha esposa respondeu que não precisava, que já estava confortável, e que não iria vestir calcinha uma hora daquela. Aí eu perguntei:
— Uai, você está sem nada por baixo?
Daí ela falou:
— Estou, quer ver?
— Quero. (Não achei que ela teria coragem.)
Ela então abriu as pernas e subiu e abaixou a camisa rapidamente. Diego me olhou meio abestalhado, ficamos mais uma vez sem palavras, então percebi que a bebida já estava subindo na mente de todo mundo.