Oiiii ❤️
Sou a Rafaella, a Princesinha Devassa.
Minhas histórias são reais — algumas intensas, todas cheias de sentimentos e confissões que eu demorei anos pra conseguir contar.
Tenho 23 anos, 1,79m, 58kg. Loira dos cabelos lisos que caem até a cintura, com olhos castanhos e um jeito que muita gente descreve como “meiga… até você me conhecer melhor”.
Seios médios e firmes, cintura fina, quadril gostoso, bumbum empinado que faz homem virar o pescoço.
Gosto de rir, conversar, contar minhas histórias e ouvir as dos outros também.
Se quiser saber mais, é só perguntar. Prometo responder sem pudor. 😘🔥
Agora vem comigo, porque vou contar sobre a primeira vez que dei o cuzinho.
Diário,
Hoje eu mal consigo escrever direito, as mãos ainda tremem tanto que a caneta escorrega nos dedos.
Aconteceu.
Finalmente aconteceu.
Eu não imaginava que seria assim, tão intenso, tão arrebatador, como se cada nervo do meu corpo tivesse acordado de uma vez. Ainda sinto o gosto dele na língua, salgado e quente, grudando no céu da boca, e o arrepio que subiu pela espinha inteira quando ele me tocou pela primeira vez. A sensação do corpo dele colado no meu, o calor da pele dele contra a minha, o peso dele me pressionando, tudo isso ecoa aqui dentro, como se ainda estivesse acontecendo.
Só de lembrar, o coração dispara forte no peito, batendo descompassado, e uma onda de calor sobe pelo corpo todo. E se tudo isso foi só um sonho? Ah, eu só não quero acordar nunca mais, pra não perder essa loucura que me tomou por inteiro.
Quinta-feira, 16 de abril
14h15
Cheguei da escola com a Carol e viemos direto pra casa dela.
Almocei com meus primos, Carol e Diego, e com a minha tia, como acontecia quase todos os dias da semana. Assim que terminamos, Carol bocejou alto:
— Tô morta, gente… vou tirar um cochilo no quarto.
Ela se levantou, o shortinho curtíssimo marcando a bunda, e saiu pelo corredor sem olhar pra trás. O barulho dos pés descalços foi sumindo devagar até sobrar só o silêncio do ambiente.
Eu continuei ali, sem nenhuma pressa, terminando minha sobremesa. A fatia de pudim estava cremosa, quase molhada de tão macia. Eu lambia a colher devagar, deixando o doce grudar na língua, derretendo devagarinho, sentindo aquele sabor invadir toda a boca enquanto meus olhos subiam até encontrar os dele.
Diego estava sentado bem na minha frente, me observando em silêncio. Aqueles olhos avelãs cravados em mim, boca entreaberta, como se já estivesse imaginando mil coisas que não devia. O olhar dele desceu pela minha boca, pelo pescoço, pela regatinha fina… e voltou. Foi só eu raspar o último pedacinho do prato que ele se levantou devagar.
— Eu vou pegar uma piscina, tu tá a fim de ir também?
A voz saiu rouca, quase preguiçosa, mas carregada de segundas intenções.
Ah, eu queria. É claro que eu queria. O dia estava meio nublado, um céu cinza, mas a piscina era aquecida, o que deixava a água sempre morninha e convidativa.
Pensei por um segundo em subir no quarto da Carol pra trocar de roupa, pegar o biquíni preto de lacinho que eu gosto, mas desisti. Levantei da cadeira do jeito que estava: shortinho jeans justo que marcava tudo, uma regatinha branca de alcinha fina, sem sutiã por baixo. Os bicos já estavam meio endurecidos com o friozinho do dia. Não sei se foi de propósito ou se foi só preguiça, mas agora sei que foi a melhor decisão do dia.
Chegamos na área da piscina. O cheiro de cloro misturado com o perfume de grama molhada subiu no ar. Ele tirou o short bem na minha frente, sem cerimônia, ficando só de sunga preta colada, o volume já evidente esticando o tecido de um jeito que me fez perder o ar na hora. Minha boca salivou imediatamente. Eu sempre ficava assim quando o via daquele jeito: coração batendo na garganta, um calor subindo devagar pelo peito, pelas coxas, concentrando-se bem no meio das pernas.
Sentei na beirada, mergulhei os pés na água. O calor morno envolveu meus tornozelos, subiu pelas panturrilhas como uma carícia lenta, e um arrepio gostoso desceu pela espinha inteira. Fiquei ali, balançando as pernas devagar, sentindo as gotas espirrarem nas coxas, molhando o short.
Ele entrou na piscina sem pressa, mergulhou uma vez e emergiu jogando o cabelo pra trás. A água escorreu pelo peito dele, pelos ombros, pelos braços definidos, pingando das pontas do cabelo. Ele ficou parado no meio da piscina me olhando fixo. Não disfarçava nada. Os olhos dele desceram devagar pros meus peitos. Senti os mamilos endurecerem mais ainda sob o olhar dele, como se o tecido fosse quase nada.
Tentei fingir que não percebia. Desviei os olhos pro céu cinza, pro reflexo da água, mas era impossível. A pele dele brilhava molhada, o corpo dele se movia devagar na água, e eu sentia o calor subindo pelo meu corpo todo, uma pulsação lenta e insistente entre as pernas.
Puxei um assunto qualquer pra quebrar o silêncio, tagarelando qualquer coisa que vinha na cabeça, só pra disfarçar o quanto eu estava sem jeito, o rosto queimando de vergonha com aqueles olhares safados do Diego me secando os peitos sem vergonha nenhuma.
— A água tá uma delícia… quentinha.
— Então por que você não entra aqui? — ele retrucou, com aquele sorriso safado que sempre me desarma.
Balancei a cabeça, sentindo o rosto esquentar de leve.
— Sem chance, Diego. Não tô de biquíni… olha minha roupa.
Ele deu uma risada baixa, veio nadando mais perto até encostar na borda bem na minha frente. A mão dele subiu devagar pela minha perna molhada, dedos quentes da água morninha, arrepiando tudo por onde passava.
— E daí? Entra assim mesmo, qual o problema? — falou, os olhos descendo de novo pros meus peitos, sem o menor pudor.
Meu coração batia forte no peito, uma mistura de vergonha e aquele calor traiçoeiro que já subia pela barriga.
— Ah, Diego… eu tô de boa assim. Se depois der vontade, eu coloco o biquíni… — respondi, tentando soar firme, mas a voz saiu mais baixa, quase um sussurro.
Ele inclinou a cabeça, ainda sorrindo.
— Teimosinha você… mas tudo bem, me conta então como tá o namoro.
Ele mudou o foco de repente, mas não tirou os olhos de mim nem por um segundo. Fiquei olhando pra água, sentindo o olhar dele queimando.
Eu ri, nervosa, tentando aliviar.
— Não é nada sério, a gente tá só ficando.
— Ué… mas você me apresentou ele como namorado. Achei que fosse compromisso mesmo — disse, arqueando a sobrancelha, voz carregada de curiosidade.
Eu ri de novo, nervosa, sentindo as bochechas quentes.
— Nada disso. Falei namorado, mas na real é só ficante mesmo.
Pelo menos nisso eu não estava mentindo. Nunca houve namoro de verdade, era mais para fazer ciúmes nele mesmo.
— Sei… mas me diz, quantos anos esse tal Rodrigo tem? — perguntou, me olhando fixo, como se quisesse ler cada pensamento meu.
— Vinte e um — respondi sem pensar.
Diego franziu a testa, um brilho diferente nos olhos.
— Vinte e um? Você não acha ele meio velho pra você? Cara nessa idade não costuma se contentar só com beijo e mãozinha dada…
Ele me encarou esperando, como se soubesse que ia me deixar sem graça. Meu estômago revirou.
— Me conta. Deve rolar uns amassos, né? Mão aqui, mão ali… — falou, rindo daquele jeito sacana que me deixa zonza.
O coração disparou tanto que eu sentia na garganta. As bochechas queimaram na hora, o calor subindo pelo pescoço.
— Ah, Diego… rola uns amassos, sim. O beijo esquenta um pouco… mas ele me respeita — respondi, tentando soar natural, mesmo com a voz tremendo de leve.
Ele soltou uma risadinha, passou a mão na água e começou a espirrar devagar em mim, gotas batendo na minha regata, molhando o tecido ainda mais, deixando tudo quase transparente.
— Sei… respeita — repetiu, o tom cheio de ironia.
Ele continuou me provocando, jogando mais água e rindo baixo.
— Para de me molhar, Diego! — A voz saiu meio alta.
Ele não parou. Segurou minha perna com mais firmeza, dedos apertando de leve a carne da coxa.
— Vai, só um mergulho.
— Nem pensar, Diego! — falei, tentando afastar a mão dele.
— Vou te puxar, duvida? — provocou ele, com um riso crescendo, olhos brilhando de desafio.
— Para, eu tô falando sério! — insisti, já nervosa de verdade, o corpo inteiro tenso.
Mas ele não deu tempo. Num movimento rápido, agarrou meu braço com força e me puxou pra dentro. Gritei no susto, o corpo caindo na água com um splash alto que ecoou na área toda. A água morna envolveu tudo de uma vez, subindo pelas pernas, pela barriga, colando a regata no peito, o short grudando nas coxas. O cabelo grudou no rosto, nos olhos, na boca.
— Eu avisei que ia te puxar! — ele respondeu, todo exibido, rindo alto enquanto nadava pra trás.
Nadei atrás dele querendo revanche, mas ele fugia fácil, se divertindo com a minha cara de brava. A brincadeira virou uma guerra de empurrões dentro d’água, braços se enroscando, pernas se batendo, corpos se esbarrando o tempo todo. E cada vez que a pele dele roçava na minha, um arrepio subia pela minha coluna inteira, daqueles que não dava mais pra fingir.
De repente ele parou. Parou de fugir, parou de rir. Ficou parado na minha frente, me olhando fixamente.
Foi aí que eu percebi pra onde os olhos dele estavam indo.
A regata branca encharcada tinha virado quase nada. O tecido colado no peito, transparente, deixando os seios completamente à mostra. Os bicos duros, rosados, marcados, expostos. Não tinha como esconder. E ele nem tentava disfarçar que estava olhando.
Meu primo veio devagar, nadando sem pressa, até ficar tão perto que eu sentia o calor da respiração dele misturado com a minha. Meu coração batia tão forte que parecia querer pular pra fora do peito. Fechei os olhos… e então aconteceu.
O beijo foi delicioso. Intenso de um jeito absurdo, quente, faminto. A boca tomou a minha sem pedir licença, língua invadindo, explorando, me deixando tonta. Perdi a noção de tudo: da água, do céu cinza, da casa atrás de nós. Só existia a sua boca, o gosto, o jeito que ele me segurava como se eu fosse dele desde sempre.
Nos beijamos por um tempo que pareceu um infinito. Ele, todo atrevido, deslizou as mãos pela minha cintura e começou a puxar a regata molhada pra cima. O tecido subiu devagar, pesado de água, e logo já não cobria mais nada. Os seios livres, a pele arrepiada pelo contraste do ar e da água morna.
Ele foi direto com a boca.
Chupou o mamilo esquerdo com vontade, sugando forte, a língua quente rodando em círculos lentos e depois mais rápidos. Um gemido escapou da minha garganta antes que eu pudesse segurar. A sensação era tão boa, tão forte, que meu corpo inteiro estremeceu dentro d’água, as pernas fraquejando.
— Diego… — suspirei, a voz saindo baixa, trêmula, quase perdida.
Ele sorriu contra a minha pele, o hálito quente me arrepiando ainda mais, e continuou. A língua explorava cada detalhe, alternando entre chupar forte e mordiscar de leve, arrancando gemidos que eu nem reconhecia como meus. A cada sugada meu corpo tremia mais, pedindo, implorando por mais contato, mais intensidade.
Diego me encostou na borda da piscina, o corpo dele colado no meu, me prendendo ali. Senti a rigidez dele pressionada contra a minha barriga, dura, quente, mesmo dentro d’água. Aquilo me incendiou. Uma vontade louca, urgente, crescendo rápido no fundo da barriga, descendo quente entre as pernas.
— Você é uma delícia, Rafa… — ele murmurou entre um beijo e outro, a voz grave vibrando dentro de mim.
Fechei os olhos, completamente rendida. Estar ali, entregue, molhada, exposta, era errado… mas era exatamente o que eu queria. Tudo o que eu queria.
Ele voltou a beijar minha boca de um jeito intenso, quase selvagem. Cheguei a ficar sem ar com o coração disparado. E então ele parou. Só parou, e ficou me olhando, aqueles olhos avelãs cravados nos meus, brilhando de um jeito que me hipnotizava.
— Vamos pro quarto? — sugeriu, ainda me segurando firme pela cintura. — Aqui pode ser arriscado… vai que minha mãe aparece.
Continua...
✨ E aí, curtiu?? Aproveita e deixa um comentário.
Beijos da Princesinha Devassa 💋💖
Meu site: https://princesadevassa.com.br/