Relato IV - Coisa de amigo

Um conto erótico de Leandro Gomes
Categoria: Gay
Contém 3397 palavras
Data: 28/03/2026 17:32:38

Nem lembro direito como aconteceu. Só lembro algumas coisas, umas cenas rápidas e depois eu apagava. Lembro da mão dele no meu pau, descendo e subindo; dele fazendo um boquete em mim; do peso dele sobre o meu corpo; e a rola dele invadindo meu cu e me rasgando todo. Doía pra caralho, mas o puto me fez relaxar. Depois, lembro que eu tava deitado por cima dele, ele me fodendo forte, e meu pau duro batendo na minha barriga. E a última imagem que lembro foi ele de pé socando em mim e eu na posição de frango assado. Aí eu gozei sobre meu peito ao mesmo tempo que ele enchia meu rabo de porra.

E no dia seguinte enquanto tomava banho, com uma puta ressaca, eu pensei: "Isso é errado pra caralho. Que porra é essa que fiz? Não sou viado, nem curto homem!" Mas também pensei outra: "Foi bom pra caralho!"

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Talvez seja bom eu falar de mim primeiro, porque quem ouve uma história dessas acha que eu sou algum tipo de doido ou de safado sem vergonha. Mas a verdade é que eu sou um cara bem comum.

Meu nome é Robert, tenho trinta e quatro anos. Trabalho desde moleque. Já fui servente de obra, ajudante de caminhão, carregador de mercado. Hoje em dia faço de tudo um pouco: quando tem obra eu pego serviço de pedreiro, quando não tem eu dou meus pulos como entregador, e esse tipo de coisa.

Meu corpo é de quem trabalha pesado. Braço grosso, mão cheia de calo, perna forte de subir morro carregando peso. Não sou desses cara de academia não. Tenho uma barriguinha de cerveja, discreta ainda, que a Jéssica vive falando que um dia ainda vai virar um barrigão, mas até agora tá ali só marcando presença. Sou moreno de sol, cabelo preto sempre meio bagunçado, barba que cresce rápido demais. Já ouvi muita mulher falar que eu sou bonito. Não sei se é verdade, mas também nunca reclamei da atenção que sempre recebi. E na verdade, às vezes eu provoco, quando saio de casa sem camisa e só de short curto, tipo short de futebol, tecido fino, molinho, deixando a rola marcando de propósito.

Eu sempre gostei muito de mulher. Muito mesmo. Desde novo eu fui desses que pensa em sexo o tempo todo. Gosto de olhar, gosto de imaginar, gosto de falar de putaria com os amigos, e claro, adoro trepar. Já tive namorada que eu dei canseira de tanto que a gente transava. Nunca escondi isso de ninguém. A Jéssica inclusive sempre soube.

A Jéssica é minha mulher. A gente não é casado no papel, mas mora junto faz três anos. No total já tem quatro que estamos juntos. Temos dois filhos pequenos e na época dessa história que vou contar, ela tava grávida do terceiro.

Quando eu conheci ela, eu achei que tinha dado muita sorte. A Jéssica sempre foi bonita. Cabelo comprido, corpo cheio, sorriso bonito. Trabalhadora também. Ela trabalha num salão de beleza aqui no bairro, junto com uma amiga dela, a Gislane.

No começo a gente era fogo puro. Fodia todo dia. Às vezes duas ou três vezes no mesmo dia. Eu chegava do serviço suado e cansado e mesmo assim a gente dava um jeito. Já transamos em todo canto da casa e na rua também... e até em festa que a gente foi.

Mas depois que fomos morar juntos a vida começou a apertar. Conta chegando. Criança chorando de noite. Dinheiro que nunca sobra. Essas coisa. A Jéssica foi ficando mais nervosa com tudo. Reclama de dinheiro, reclama de conta, reclama que não ajudo em casa. Eu até entendo ela. A vida não é fácil mesmo. Mas às vezes cansa também. E com a gravidez do nosso terceiro filho, ficou pior um pouco. Além da irritação dela com tudo, a gente foi ficando sem clima pra transar... bom, ela ficou, pois eu continuava aceso. Dizia que incomoda, que sentia peso na barriga, que tinha medo por causa do bebê, apesar de que ela não teve isso com os mais velhos. Às vezes ela até me ajudava de outro jeito: um boquete, uma punhetinha, resolvia a coisa ali mesmo. Mas não é a mesma coisa. Homem sente falta de meter a rola, não é mesmo? Ainda mais homem que sempre gostou muito disso.

Eu nunca traí a Jéssica com mulher nenhuma, apesar de vontade não faltar. A Gislane, amiga dela do salão, é uma tentação. Negra linda, posuda, peitos médio, durinho!! Uma delícia. Direto eu fico imaginando ela. Já bati muita punheta pensando naquela gostosa. Mas sempre ficou só na cabeça. Até aquela temporada na fazenda.

E até o Wanderley.

O Wanderley eu conheço já tem muitos anos, acho que uns 10 ano. A gente se conheceu trabalhando numa obra aqui na cidade mesmo. Desde então virou daqueles amigo de verdade. Parceiro pra tudo. Ele é um pouco mais novo que eu, mas parece da mesma idade. Loiro queimado de sol, forte também, peito com pelo, mas sempre raspado, corpo parrudo de quem também já trabalhou muito em roça e construção.

A gente sempre se deu muito bem. Bebe junto, ri das mesmas besteira. Falava de mulher, de sexo, dessas coisa que homem sempre fala quando junta. Ele sempre contou umas histórias de mulher também. Umas história meio exagerada às vezes, mas eu nunca fui de ficar duvidando de amigo.

Foi ele, inclusive, que me falou do trabalho na fazenda. Um fazendeiro precisava de dois homem pra ficar lá tomando conta da colheita por um mês. Conferir caminhão, vigiar e contar saco de café, cuidar do pessoal da colheita, essas coisa. Quando ele me contou eu nem pensei duas vezes. Dinheiro tava curto em casa. A Jéssica grávida. Mais uma boca pra sustentar em breve. E o melhor é que o véio ia pagar bem. Então eu aceitei. O que eu não imaginava era que aquele período na fazenda ia mudar umas coisa que eu nunca tinha pensado na minha vida.

O problema de ficar muito tempo sem fuder uma buceta é que o corpo começa a ficar meio doido. Quando fui pra lá, já tava há mais de uma semana sem sexo, só na punheta. A mulher “não tava disposta”. Vinha sempre com uma desculpa, uma dor aqui, uma dor ali, uma chateação sem motivo... Aí, eu que preciso de uma trepada todo dia, estava com as bolas doendo querendo gozar.

E foi nessa situação que Wanderley e eu fomos trabalhar na fazenda do seu Augusto. Era só eu e ele tomando conta da colheita e, como era longe, a gente dormia na fazenda. A casa que o velho deixou pra gente, ao lado da casa principal, era simples: um quarto, banheiro, sala pequena, cozinha e uma varanda que dava pra ver o café descendo morro abaixo. De dia era serviço pesado: carregar saco, ver caminhão entrar e sair, conferir peso, essas coisa. Quando chegava de noite eu só queria tomar banho, comer alguma coisa e deitar. Só que naquela noite de quinta, duas semanas depois do início do trabalho, a gente resolveu beber.

Wanderley apareceu com um engradado de cerveja que tinha comprado na venda da estrada. A gente sentou na varanda, o vento batendo morno, o cheiro da terra subindo da lavoura, aquelas fileira de café tudo escuro no breu. E homem quando bebe começa a falar besteira. Eu já falo besteira sem beber, então imagina as putaria que falo quando tomo umas! E nós dois sempre foi assim.

— Rapaz — eu falei pra ele — tô numa seca desgraçada! O pau tá até dandos umas fisgada querendo vomitar leite!

— Tá ruim assim? — ele disse rindo e com olhar curioso.

— Ué, já vai pra quatro semana que eu não sei o que é buceta. Jéssica tá mó vacilona comigo.

Ele deu aquele riso de canto, com o olhar curioso que sempre faz quando eu falo essas coisa.

— Queria mesmo era pegar a gostosa da Gislaine. Aposto que ela é doidinha pra me dar, mas sabe como é... amiga da mulher, não tem como dar certo isso.

— Também acho que ela quer dar procê! As mulher lá do bairro fica doida quando cê passa.

— Cê tá de zoeria! Fala uns trêm desse não que do jeito que tô, passo o rodo.

A gente ficou ali mais um tempão falando de mulher, de história antiga, de namorada que já teve. Wanderley começou a contar umas história dele também, umas mulher que ele dizia que pegava. Mas como sempre, ele fala demais. Detalhe demais, sabe... a gente consegue ver a cena toda que ele conta e fica de pau duro. Melhor que muito pornozão que assisto no xvideos.

Depois de um tempo, a cerveja subiu pra cabeça. A cabeça ficou leve, o corpo quente... e o pau latejando. E tem isso também: beber me deixa ainda mais com tesão, coisa de louco. Sempre fico durão quando bebo. Eu levantei, pau marcando no short. Notei que Wanderley ficou olhando, mas eu não dei importância, afinal tava visível.

— Vou tomar um banho pra deitar.

— Vai lá! — ele disse me seguindo com o olhar.

Fui pro banheiro e deixei a água cair na cabeça um tempo. O grandão não baixava de jeito nenhum. Comecei a bater uma punheta, mas não gozei. Terminei o banho e voltei pro quarto, só de toalha. A casa tava silenciosa, só o barulho de grilo lá fora. Entrei no quarto e vi quando Wanderley veio pegar a toalha pra tomar banho também. Tirou a roupa atrás de mim e saiu enrolado na toalha.

Sentei na cama, soltei a toalha e continuei a bronha... Peguei o celular e abri em um pornô de uma loira fazendo uma gulosa em um cara, enquanto o outro socava no cu dela. O tesão acumulado ficou ainda pior. Deitei um pouco pra trás e só curti a punheta. O pau começou a babar, passei o dedo e lambi tudo... Que homem que nunca fez isso, ne? Fechei os olhos e só curtia. Foi aí que ouvi o barulho da porta do banheiro abrindo.

Wanderley apareceu logo no batente. Corpo molhado, só de toalha. Nós dois ficamos uns segundos se olhando. Eu fechei as pernas, ainda com a rola dura na mão. Eu na cama. Ele parado na porta. Puxei a toalha e me cobri, meio sem graça.

— Porra, mano — falei rindo —tesão da porra aqui e o bicho não abaixa. O jeito é cinco contra um ne?

Ele só acenou com a cabeça. Só ficou olhando. Os olhos dele passearam no meu corpo e voltaram pro meu rosto. Eu achei estranho, mas não falei nada. Aí ele entrou no quarto devagar e sentou na ponta da cama.

— Tá foda mesmo ficar tanto tempo sem mulher. — Ele disse — Também tô desse jeito. Quase bati uma no banheiro.

Eu dei uma risada curta. Ele ficou me olhando de lado. Silêncio por uns instantes. Meu pau continuava duro feito pedra. E minha cabeça rodava por causa da cerveja.

— Continua — ele falou.

— Continua o quê?

— Uai… o que cê tava fazendo.

— O quê? Qual é, mano?!

— Ué, que foi? Já te vi fazendo mesmo... não queria te interromper.

— Mas com tu me olhando não dá. Fica estranho.

— Qual é mano! Somos amigos, porra! Então mostra o vídeo aí pra eu bater também.

Ele falou tão normal que eu nem discuti. E na real, eu nem tinha condições de pensar direito. O corpo ainda tava quente e meu pau latejava e babava na minha mão.

Abri as pernas e tirei a toalha. Continuei a bronha, e ele ficou ali olhando tudo com atenção e apertando o pau dele por cima da toalha... parecia hipnotizado pela minha rola. De repente, me senti muito estranho. A cerveja… o calor… o jeito que ele tava olhando, parecia um sonho maluco. Quando eu percebi, ele tava mais perto, a coxa dele encostando na minha, batendo uma punheta também. Foi a primeira vez que vi o pau do meu amigo duro. É grande mas não mais que o meu... 19 cm, grosso, veiúdo, cabeça rosinha com um pouco de prepúcio, empinado, pelos raspados...

Nem lembro direito como aconteceu. Só lembro algumas coisas, como “uns flash”: ele segurando meu pau, descendo e subindo nos 22 cm bem devagar; ele se abaixando e engolindo minha vara, fazendo um boquete melhor que minha mulher já fez; depois, lembro do peso dele sobre o meu corpo; e então a rola dele invadindo meu cu todo melado de gel, no pelo. Acho que gritei, pedi pra parar porque tava doendo pra caralho, mas o puto começou a lamber minha orelha e bater uma punheta pra mim... relaxei. Depois, lembro que eu tava deitado por cima dele, virado pro teto, o ventilador rodando, a vara dele entrando e saindo de mim, os braços dele por baixo dos meus me segurando e meu pau durão batendo na minha barriga. E a última imagem que vi foi ele de pé e eu à beira da cama em posição de frango assado; ele socando forte. Aí eu gozei sobre meu peito ao mesmo tempo que ele enchia meu rabo de porra. Apaguei depois disso.

No dia seguinte, acordei com uma baita dor de cabeça e um incômodo no rabo. Fui pro banheiro tomar um banho frio. Wanderley estava na cama dele só de cueca, deitado de bruços, bundão pra cima. Depois que ele levantou, ficou um silêncio meio esquisito no quarto, daqueles que a gente não sabe se ri, se fala alguma coisa ou se finge que nada aconteceu. E foi isso que fizemos: fingimos que nada aconteceu. Mas quando começamos o trabalho já estávamos conversando normalmente, mas sempre tinha aqueles olhares, uns sorriso de canto de boca cheio de malícia... e a dorzinha no cu pra me lembrar do que aconteceu e me deixar com tesão.

Não deu outra. No final do dia, chamei ele pra beber de novo. Conversa vai conversa vem, ele me olhando com aquela cara de safado que só ele tem, e eu olhando pra ele também. Aí ele começou a falar da noite anterior. E dessa vez, eu tava menos bêbado, mas o tesão parecia estar mais forte. E foi mais fácil. Não teve aquele silêncio esquisito. Não teve aquela surpresa. Foi como se nós dois já soubesse onde aquilo ia dar, só esperando acontecer.

E aconteceu. Ele chegou e quis me beijar, mas eu achei esquisito e desviei o rosto.

— Isso não, cara. Não vai rolar não.

— Sem problema...

A gente tirou a roupa ali mesmo na varanda e ele caiu de boca na minha rola, que já tava durona. O cara mamou com vontade, parecia um bezerrão esfomeado. Ele quis que eu chupasse ele também, mas também não quis. Sei lá. Tava muito recente ainda pra eu fazer essas coisa. Ele entendeu... ele sempre me entende.

Aí fomos pro quarto, ele deitou na cama e se virou de costas. Eu agarrei ele e sarrei meu pau naquela raba gostosa. Minha rola tava até babando de tanta vontade. Depois de muito sarro, ele fez questão de lambuzar meu pau de gel e então se deitou de lado na cama. Meti devagar, mas sempre empurrando, e quando entrou foi uma sensação deliciosa! Fazia tempo que eu não fodia um cu, e acho que todo homem gosta de um cuzinho apertado, ne? Daí, quando a rola já tava toda dentro, Wanderley me disse pra eu socar forte. Eu só agarrei o puto e obedeci. Soquei com vontade, enterrando os 22 cm e depois tirando tudo. Mudamos de posição depois de um tempo e coloquei ele de bruços, de quatro e até de pé na janela... uns 20 min depois eu já não aguentava mais e voltei ele de bruços. Gozei bem no fundo, enterrando a pica até o talo. Meu corpo tremeu todo. Ainda fiquei dentro dele um tempo, continuava duro. Ele cavalgou em mim e então gozou com meu pau no cu batendo punheta.

Depois disso, virou um tipo de rotina que não tinha nome. Durante o dia, era trabalho, de noite, cerveja. E quando via, a gente tava fodendo no quarto, na sala, na varanda, e até no meio do cafezal. Sem muita conversa, sem promessa, sem essas frescura, sem chateação nenhuma. Só acontecia.

O mais estranho é que eu não ficava pensando muito depois, eu só curtia, e acho que ele também. Com o Wanderley era mais físico mesmo. Começava e terminava ali e a amizade continuava. Mas na boa, a amizade até melhorou!

Quando acabou o trabalho e a gente voltou pra cidade, eu até achei que aquilo ia parar. Achei mesmo. Porque uma coisa é lá, longe de tudo, sem ninguém. Outra coisa é aqui, perto de casa, da mulher, dos filhos, da vida de verdade. Só que não parou.

Na primeira vez que aconteceu aqui, foi no sábado depois que voltamos da lavoura. Jéssica saiu pra levar os dois meninos maiores pra casa da mãe dela. Eu e o Wanderley ficamos bebendo mais um pouco na cozinha com o André e a Fernanda, amigos nossos. Depois que eles saíram, ficamos só eu e o Ley. Quando eu vi, a casa tava quieta. E ele ainda ali. Nem lembro quem levantou primeiro. Só sei que quando percebi, a gente já tava se pegando na sala, pois seria mais fácil de ouvir o portão. Nem tiramos a roupa, só tirei a rola pela perna do short e ele abaixou o dele até os joelhos. Foda rápida, mas daquelas que te deixa com as pernas moles.

E aí eu entendi uma coisa simples: não tinha ficado lá na fazenda, tinha vindo junto. E desde então, virou costume. A gente se pega toda semana. Às vezes mais de uma vez. Sempre com alguma desculpa — um churrasco, uma cerveja depois do serviço, uma ajuda em alguma coisa. E no início sempre rolava uma cerveja antes... até que uns três meses depois, a gente se pegou durante o trabalho, em uma obra que a gente tava trabalhando sozinho... sem álcool, sem bebedeira.

E eu não fico quebrando a cabeça com isso não. Eu continuo gostando de mulher. Continuo olhando na rua. Continuo pensando na Gislane de vez em quando e batendo punheta pensando nela. Quando a Jéssica anima, a gente transa também. Mas não é mais igual antes. Não tem mais aquele fogo. Da minha parte até tem, mas dela… não. Ela tá sempre cansada. Sempre com a cabeça cheia. Sempre reclamando de alguma coisa. E eu também já nem procuro tanto. Às vezes é mais fácil resolver de outro jeito. Ou esperar quando sei que vou ver o Wanderley.

A gente é discreto, não dá bandeira por aí não. Não tem nem mensagem no zap pra não comprometer... como a gente se vê direto no trabalho, a gente conversa lá mesmo e já marca pessoalmente. Mais fácil. E a foda com ele foi ficando cada vez melhor. Com o tempo, acabei fazendo algumas coisa; hoje já mamo o pau dele também, deixo ele gozar na minha boca, e a gente até se beija. E beijar homem é muito diferente, muito bom mesmo! Coisa mais selvagem, mais cheia de tesão.

Eu sei que isso tudo é errado. Não sou burro. Mas também não fico fazendo conta disso o tempo todo não. Eu trabalho o dia inteiro. Chego cansado. Tenho filho pra criar. Conta pra pagar. Mulher reclamando. Mas preciso muito de sexo! E quando aparece um momento que eu consigo aliviar a cabeça… eu vou. Simples assim.

Às vezes eu acho que a Jéssica desconfia. Não de verdade. Mas aquele jeito dela… olhando mais, perguntando onde eu tava, essas coisa. Só que se ela soubesse mesmo, já tinha feito um escândalo daqueles. E não fez.

Então eu deixo quieto. A vida já é difícil demais pra ficar procurando chifre em cabeça de cavalo. Eu gosto dela, gosto muito. Gosto dos meus filhos. Gosto da minha casa, mesmo sendo pequena. Mas também gosto do que acontece quando eu tô com o Wanderley. Gosto também dele, claro. É meu amigão!

E hoje, sendo bem sincero… Eu não vejo motivo pra parar. Se tá errado, eu sei. Mas tem muita coisa errada na vida que a gente aprende a conviver.

Essa é só mais uma.

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Desculpem pela demora em continuar a série... Tive um mês bem puxado, mas já tô de volta!

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