Morena da academia fez o Alfa virar beta

Um conto erótico de First time sub
Categoria: Heterossexual
Contém 1588 palavras
Data: 28/03/2026 08:51:03

Conto fictício.

Eu achava que era um Alfa, mas a morena me dominou

Eu me chamo João. Tenho 1,75 m e 70 kg bem distribuídos — peito largo, braços definidos, abdômen marcado, mas com uma aparência de quem pesa uns 82 kg de tanto que malho. Na academia todo mundo acha que sou o “cara fortão”. Mas ninguém sabe o que eu guardo dentro da cabeça.

Conheci a kezia numa segunda-feira quente pra caralho, daqueles dias em que o ar parece derreter o asfalto. Ela era morena de pele bronzeada, 1,70 m exatos, corpo escultural de quem vive na academia desde os 15 anos. Seios pequenos e firmes, cintura fina e um bumbum redondo, empinado, daqueles que parecem ter sido esculpidos por deus pra ganhar troféu de Miss Bumbum. Cabelo preto liso até a cintura, olhos castanhos que pareciam te desafiar só de olhar. A gente se esbarrou na área de pesos livres. Ela me encarou enquanto fazia agachamento livre com 80 kg e sorriu de canto. Dois dias depois já estávamos conversando entre séries. No quarto dia marcamos leg day juntos.

Treinamos pesado: agachamento, leg press, stiff, cadeira extensora. O ar-condicionado da academia mal dava conta do calor de março. Quando saímos, o sol ainda castigava às 16h30. Eu estava encharcado de suor, camiseta grudada no corpo. Ela também: top esportivo preto colado nos seios pequenos, shortinho de lycra que mal cobria metade da bunda perfeita. O cheiro dela era forte — suor limpo misturado com perfume doce de baunilha e aquele aroma natural de mulher que malhou pra valer.

— Tô morta de fome — ela disse, passando a mão na barriga. — Quer comer algo antes de ir pra casa?

Fomos num açaí na rua de trás. Pedi um de 500 ml com granola e whey, ela um de 700 ml com banana, pasta de amendoim e aveia. O dia estava insuportável, 38 °C no mínimo. A gente suava mesmo parado. Depois do açaí, eu tomei coragem:

— Quer vir pra minha casa tomar uma água gelada? Moro aqui do lado.

Ela sorriu daquele jeito que já sabia onde a coisa ia parar.

— Só se você prometer que vai ser um bom menino.

Em casa, liguei o ar no 18 °C. A gente tomou banho rápido (separado, por enquanto) e sentou no sofá. A conversa fluiu fácil até que ela cruzou as pernas e me olhou firme:

— Você parece o tipo que gosta de ser mandado, João. Acertou?

Eu engoli seco. Contei tudo. Facesitting. Farting. Scat. Falei baixinho, vermelho de vergonha. Ela ouviu em silêncio, depois sorriu devagar, um sorriso sádico que fez meu pau latejar dentro da bermuda.

— Eu sou extremamente dominante, amor. Sádica pra caralho. Adoro humilhar, destruir o ego de um macho gostoso até ele virar um cachorrinho babão. Se você quiser ser meu escravo… eu vou te usar até você implorar pra eu parar. E depois ainda vou te fazer pedir mais.

Ela não esperou resposta. Pegou o celular, abriu a câmera e começou a gravar.

— A partir de agora tudo vai ser filmado, escravo. Se você desobedecer, eu mando esse vídeo pra todo mundo que você conhece. Entendeu?

— Sim… senhora.

Ela riu, tirou a calcinha por baixo do shortinho e mandou:

— Deita no chão. Agora.

Eu obedeci. Ela tirou o short, ficou só com o top. O bumbum dela era ainda mais perfeito de perto: redondo, macio, com uma covinha de cada lado. Ela se aproximou, o cheiro forte de suor do dia quente subiu — um aroma almiscarado, salgado, de bunda que suou durante quatro horas de treino pesado. Ela abriu as pernas e sentou devagar no meu rosto, o cu quente e suado encostando direto na minha boca e nariz.

O peso era perfeito. Meu nariz ficou enterrado entre as nádegas firmes. O cheiro era intenso: suor azedo misturado com o aroma natural de mulher, um pouco de xixi seco do dia e aquele cheiro leve de cu que fica depois de um treino longo. Ela rebolou devagar, sufocando-me.

— Cheira, porra. Cheira o cu da sua dona suado. Isso… respira fundo.

Ela soltou o primeiro peido. Quente, longo, úmido. O som foi baixo e molhado, direto na minha boca. O cheiro explodiu: forte, sulfuroso, com um toque de ovo podre misturado com o açaí e a proteína que a gente comeu. Era denso, quase doce de tão podre. Eu inspirei, o pau latejando.

— Que fedor, hein? — ela riu, apertando mais. — Você gosta de cheirar peido de mulher suada, né seu nojento? Fala.

— Sim, senhora… eu amo.

Ela me fez implorar. Tirou a bunda um segundo:

— Pede, escravo. Pede pra eu peidar na sua cara.

— Por favor, senhora… peida na minha cara. Quero sentir seu cheiro.

— Na boca ou no nariz?

— Na boca, senhora… por favor.

Ela sentou de novo, alinhando o cu exatamente na minha boca aberta. Soltou outro peido, mais forte, mais molhado. Senti o ar quente entrar direto na garganta. O sabor era amargo, terroso, com um leve gosto de carne processada. Engoli o ar fedido enquanto ela ria.

— Engole meu peido, cachorro. Isso… bom menino.

Ela ficou assim uns quinze minutos: sentando, sufocando, peidando sem parar. O cheiro do quarto virou uma névoa densa de suor e gás. Meu rosto estava molhado do suor dela. Eu estava tonto de tanto oxigênio que faltava. De repente ela apertou forte, tapando completamente meu nariz e boca com a bunda suada.

— Agora segura a respiração até eu mandar.

Eu tentei. Os pulmões queimaram. A visão escureceu. Ela rebolava devagar, rindo:

— Tá ficando roxo, escravo? Que patético.

Eu desmaiei.

Acordei com um jato quente batendo no meu rosto. Kezia estava de cócoras sobre mim, mijando direto na minha boca aberta. O mijo era quente, quase 37 °C, dourado forte por causa do dia quente e da pouca água. O cheiro era forte, amoniacal, salgado. O sabor era azedo, salgado, levemente doce no fundo. Ela mirava na minha boca e ria:

— Bebe, porra. Bebe o mijo da sua dona. Engole tudo ou eu te sufoco de novo.

Eu engolia desesperado, tossindo, o líquido quente escorrendo pelo queixo, pelo pescoço. A sensação de afogamento era real: o jato forte entrava na garganta, eu engasgava, cuspia, mas ela continuava. Quando terminou, bateu o clitóris molhado na minha cara:

— Agora limpa com a língua, escravo sujo.

Ela se virou, de costas pra mim, o bumbum perfeito pairando sobre o meu rosto. Abaixou devagar até o cu ficar a dois centímetros da minha boca aberta.

— Hora do seu jantar, porra.

Eu vi o cu dela se abrir lentamente. Primeiro veio um peido longo e quente, depois o coco começou a sair. Era marrom escuro, macio mas firme, quente (quase 38 °C), com cheiro forte, terroso, podre, mas com aquele aroma natural de merda fresca que me deixava louco. A primeira linguiça grossa encostou na minha língua. Textura cremosa por fora, um pouco mais firme no meio. O sabor era amargo, terroso, levemente doce no fundo, com um toque metálico. Ela empurrou devagar, gemendo de prazer:

— Come. Come a merda da sua dona. Mastiga devagar, escravo.

Eu mastiguei, sentindo os pedaços se desfazendo na boca. O cheiro subia direto pro nariz. Ela deixou uma boa quantidade dentro da minha boca, depois sentou de novo, esmagando o resto contra a minha língua.

— Fica com a boca cheia. Não engole ainda.

Enquanto eu ficava ali, boca cheia de merda quente, ela se virou de frente, sentou no meu pau duro e começou a cavalgar devagar. O cu dela ainda sujo roçava na minha barriga. Ela me olhava nos olhos, filmando tudo:

— Olha pra câmera, escravo. Fala: “Eu sou o cachorro que come merda da Kezia”.

Eu tentei falar com a boca cheia. Ela riu alto:

— Patético. Goza agora. Goza enquanto tem merda na boca, seu nojento.

Eu explodi. O orgasmo foi tão forte que eu tremi inteiro. Gozei tanto que pareceu que nunca mais ia parar. Ela continuou cavalgando até eu implorar pra parar, o pau sensível demais.

Depois ela levantou, limpou a bunda suja no meu peito e disse:

— Hoje você é meu. Amanhã eu sumo. Se eu quiser voltar, você vai me obedecer. Se contar pra alguém, o vídeo vai pra todo mundo.

Ela foi embora.

Durante três dias eu fiquei destruído. Pensava nela o tempo todo. Me sentia um lixo, um depravado, mas também o homem mais vivo do mundo. No quarto dia descobri que estava apaixonado. Apaixonado de verdade. O jeito que ela me olhava, o domínio misturado com aquele sorriso safado… eu queria mais. Queria ela pra sempre.

No quinto dia ela me mandou mensagem: “Academia amanhã. 7h. Não atrasa.”

Eu fui. Ela estava lá, de legging preta, cabelo preso. Depois do treino ela me puxou pro canto e falou baixinho:

— Eu também fiquei pensando em você. Fiquei com remorso… mas também me apaixonei. Você é o primeiro que aguentou tudo e ainda me olhou com aqueles olhos de cachorrinho apaixonado. Quero tentar de verdade. Namorar. Mas com uma condição: dentro de casa você continua sendo meu escravo. Com amor.

Eu sorri.

— Eu aceito, senhora.

Hoje, três anos depois, somos casados. Ela é minha esposa, minha dona, minha tudo. Todo dia, quando chega do trabalho, eu me ajoelho, beijo os pés dela suados e espero as ordens. Às vezes ela senta na minha cara depois do treino, me faz cheirar e engolir tudo, me humilha, me fode até eu chorar de prazer. E depois dormimos abraçados, ela acariciando meu cabelo e sussurrando:

— Meu escravo favorito. Meu amor.

E eu sei que nunca mais vou querer ser livre.

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