Conto fictício
Eu me chamo Ruan (fictício) 1.75m, 73kg de academia e nunca imaginei que uma noite comum pudesse me destruir tão completamente.
Saí sozinho naquela sexta à noite, só para tomar uma cerveja no barzinho de esquina que eu sempre frequentava. O lugar estava lotado, luzes baixas, música alta. Foi quando eu a vi. Ela estava encostada no balcão, bebendo um drink devagar, como se o mundo inteiro girasse ao redor dela. Pele morena, quase negra, brilhando sob as luzes fracas. Tinha 1,65m de pura perfeição: cabelo cacheado e comprido caindo até a cintura, coxas grossas e torneadas de academia, com aqueles pelinhos dourados descoloridos que brilhavam quando ela cruzava as pernas. O short jeans curto mal continha o bumbum mais perfeito e redondo que eu já tinha visto na vida — empinado, firme, com uma curva que parecia feita para ser adorada. Ela me pegou olhando. Sorriu devagar, um sorriso que já era perigoso.
— Gostou do que viu, Ruan? — perguntou, sabendo meu nome de alguma forma. A voz era rouca, baixa, dominante.
Eu gaguejei alguma coisa idiota. Em dez minutos estávamos conversando. O nome dela era Jade. Em meia hora estávamos no Uber para o apartamento dela. Eu nunca tinha saído com uma trans na vida. Nunca tinha nem imaginado. Mas quando entramos no elevador, ela já me empurrou contra a parede e mordeu meu pescoço.
— Você vai fazer tudo que eu mandar hoje, entendeu? — sussurrou no meu ouvido. — E vai gostar.
No apartamento, ela me jogou no sofá como se eu fosse um brinquedo. Tirou o short devagar, revelando a calcinha preta minúscula. E então… ela puxou a calcinha para baixo.
O pau dela era lindo. 21 centímetros de perfeição grossa, veias marcadas, cabeça rosada e brilhante, já meio duro. Pesava na mão dela quando ela o segurou, balançando devagar na minha frente. Tinha um cheiro forte, natural, de pau suado depois do dia todo — um cheiro masculino, quente, levemente almiscarado, com aquele toque doce de pele morena. A temperatura era quente, quase queimando quando ela encostou a cabeça na minha boca.
— Nunca chupou um pau, né, Ruan? — riu ela, sádica. — Olha pra ele. Olha bem. Hoje você vai aprender a amar.
Ela segurou meu cabelo com força e esfregou a cabeça grossa nos meus lábios.
— Abre a boca. Devagar. E pede.
Eu tremia. — Por favor… Jade…
— Mais alto. Diz: “Por favor, me deixa chupar seu pau lindo, Jade.”
Eu obedeci, humilhado. Ela enfiou devagar, só a cabeça. O sabor era forte — salgado, levemente doce, com aquele gosto de pele quente e suor. Eu chupei devagar, como ela mandou. Ela filmava tudo com o celular na mão, sorrindo.
— Isso… olha pra câmera, vadia. Diz “eu sou a putinha da Jade agora”.
Eu disse. Ela começou a meter mais fundo, devagar no começo, depois mais forte. Meu engasgo veio rápido. O pau era grosso demais, batia no fundo da minha garganta. Lágrimas escorreram dos meus olhos enquanto eu tossia e babava. Ela riu alto.
— Chora mesmo. Chora no meu pau. Agora chupa as bolas.
Ela puxou meu rosto para baixo. As bolas eram pesadas, grandes, suadas. O cheiro era ainda mais forte ali — cheiro de saco, virilha, bunda natural. Eu chupei uma, depois a outra, enquanto ela gemia e filmava.
— Agora deita no chão.
Ela tirou o resto da roupa e sentou o bumbum perfeito bem em cima da minha cara. O cheiro de bunda natural me invadiu — forte, quente, íntimo, aquele cheiro de quem passou o dia inteiro andando, suando. Ela se mexeu, esfregando o cu lisinho e quente no meu nariz.
— Cheira. Cheira fundo.
Então veio o primeiro peido. Longo, quente, molhado. O cheiro era podre, forte, de ovo azedo misturado com carne e bunda — enjoativo, mas ela segurou minha cabeça no lugar.
— Engole. Engole meu peido, Ruan. Sente o gosto.
O sabor era amargo, azedo, quente na minha língua. Eu engasguei, mas ela riu e soltou outro, ainda mais longo, direto na minha boca aberta. Fiquei ali por minutos, cheirando, lambendo, engolindo peido atrás de peido enquanto ela filmava e ameaçava:
— Se você desobedecer, eu mando esse vídeo pra todo mundo. Família, trabalho, amigos. Você vira a putinha famosa do pornô. Entendeu?
Eu chorava e balançava a cabeça que sim.
— E se você for muito bom… talvez eu não te transforme no meu banheiro humano. Ainda. Imagina você engolindo minha merda quente enquanto eu sento na sua boca e gravo tudo?
Ela riu do meu pavor e sentou mais forte, soltando mais um peido longo e fedorento que me fez lacrimejar.
Depois de um tempo que pareceu eterno, ela se levantou, pau duro latejando. Começou a bater punheta na frente do meu rosto.
— Abre a boca. Língua pra fora.
O gozo veio forte. Jatos grossos, brancos, quentes. O cheiro era forte, almiscarado, quase doce. O sabor era salgado, amargo, cremoso. A espessura era grossa, pegajosa, escorrendo pela minha língua. Ela gozou muito — no meu rosto, nos meus olhos, na minha boca aberta. Eu engoli tudo, tossindo, enquanto ela filmava de perto.
— Chupa até ficar limpo.
Eu chupei o pau dela de novo, lambendo cada gota que escorria, limpando a cabeça brilhante com a língua enquanto ela gemia de prazer.
— Boa putinha — sussurrou Jade, acariciando meu cabelo molhado de lágrimas e porra. — Agora você é meu. E o vídeo… bem, ele fica comigo. Por enquanto.
Ela sorriu, sádica, e eu soube que minha vida nunca mais seria a mesma.
E depois daquela noite, eu ainda tremia só de lembrar do nome dela: Jade. Mas o que me destruía não era só o corpo dela — era a personalidade sádica que pulsava por trás daqueles olhos escuros, como se ela tivesse nascido para quebrar homens como eu.
No dia seguinte, acordei amarrado na cama dela. Jade estava sentada na beira do colchão, nua, o pau de 21cm meio duro descansando sobre as coxas torneadas, aqueles pelinhos dourados brilhando na luz da manhã. Ela segurava o celular na mão, o vídeo da noite anterior rodando em loop na tela — eu chorando, engasgando, engolindo peido atrás de peido. O sorriso dela era lento, cruel, como se saboreasse cada segundo do meu pavor.
— Bom dia, putinha — sussurrou, voz rouca e doce ao mesmo tempo. — Dormiu bem? Eu fiquei acordada até as cinco, editando isso aqui. Olha como você chora bonito quando eu sento na sua cara. Eu adoro isso. Adoro ver o exato momento em que um macho hétero como você se quebra.
Ela se inclinou, segurou meu queixo com força e me fez olhar nos olhos dela. A sadismo não era só física — era profunda, psicológica, quase artística. Jade não queria só meu corpo; ela queria minha alma, pedacinho por pedacinho.
— Eu sou assim desde sempre, Ruan. Quando era mais nova, descobri que o prazer dos outros me entediava. Mas ver alguém humilhado, implorando, chorando… isso me deixa molhada. Me deixa poderosa. Eu gosto de pegar um cara “normal” como você — nunca chupou pau, nunca imaginou ser usado como banheiro — e transformar em minha coisa. Devagar. Com paciência. Porque o melhor da minha sadismo é o processo, não o fim.
Ela montou no meu peito, o bumbum perfeito pairando a centímetros do meu rosto. O cheiro natural de bunda dela já subia — quente, íntimo, levemente azedo depois da noite. Jade sorriu, aquele sorriso que prometia dor e prazer misturados.
— Sabe o que eu mais gosto? Ver você lutar contra si mesmo. Ontem você disse “nunca”… e agora olha pra você, amarrado, pau duro só de me ouvir falar. Eu vou te fazer pedir por coisas que você nem sabia que existiam. Hoje, por exemplo, vou te fazer lamber meu cu por uma hora inteira enquanto eu mando o vídeo pra um e-mail anônimo que eu criei só pra você. Se você parar de lamber por um segundo, eu aperto “enviar”. Simples assim.
Ela desceu devagar, sentando o peso do bumbum perfeito na minha cara. O calor da pele morena quase negra me sufocou. O cheiro estava mais forte agora — suor noturno, bunda natural, aquele aroma denso que grudava na garganta.
— Cheira fundo. Inspira meu cheiro de dona. Isso… boa vadia.
Então veio o primeiro peido da manhã: longo, quente, molhado, direto na minha boca aberta. O gosto era pior do que ontem — mais concentrado, amargo, com um fundo doce podre que me fez engasgar. Jade riu alto, sentindo meu corpo se contorcer.
— Engole. Engole tudinho. Eu amo quando você luta pra não vomitar. Isso me deixa com mais tesão do que qualquer pau enfiado na garganta.
Ela começou a se mexer, esfregando o cu lisinho e quente no meu nariz e boca, soltando peidos curtos e fedorentos um atrás do outro. Cada um tinha um cheiro diferente: um azedo como ovo podre, outro mais doce e enjoativo, outro puro gás quente que queimava meus olhos. Eu chorava de novo, lágrimas escorrendo enquanto engolia o ar dela, o gosto grudando na língua como uma marca.
— Você está chorando? Que lindo. Eu filmo isso também. Imagina se eu mostro pros seus amigos do trabalho? “Olha o Ruan, o cara durão, virando meu banheirinho particular.” Eu ameaço, mas a verdade é que eu espero ansiosa o dia em que você me desobedecer de verdade… porque aí eu vou te transformar em banheiro humano de verdade. Vou sentar na sua boca, relaxar, e fazer você engolir tudo enquanto eu gravo em 4K. E você vai agradecer. Vai dizer “obrigado, Jade, por me usar como privada”.
O pau dela estava duro agora, latejando contra meu peito. Ela se levantou um pouco, só pra bater a cabeça grossa no meu rosto, espalhando pré-gozo quente e pegajoso.
— Minha sadismo não tem limite, Ruan. Eu não quero só te foder. Eu quero te possuir. Te quebrar. Te fazer viciar no meu cheiro, no meu gosto, no meu controle. E o melhor? Você vai pedir por mais. Sempre. Porque no fundo, você já sabe: você nasceu pra ser minha putinha sádica.
Ela sentou de novo, mais forte, e soltou um peido longo e ruidoso que encheu minha boca inteira. O cheiro era insuportável, o gosto queimava, mas eu engoli. E quando ela ouviu meu gemido abafado de rendição, Jade riu baixinho, quase carinhosa — o riso mais sádico que eu já ouvi na vida.
— Boa garoto. Agora começa a lamber. Uma hora inteira. E conta os peidos em voz alta. Se errar a contagem… bem, você já sabe o que acontece.
Eu sabia. E, mesmo chorando, mesmo com o gosto dela invadindo cada canto da minha boca, eu comecei a lamber. Porque Jade não era só dominante. Ela era uma sádica nata — e eu já era dela, completamente.
E, naquela manhã, Jade decidiu que ainda não tinha me quebrado o suficiente. O sorriso dela mudou. Não era mais só sádico — era faminto, como se a perversão dela tivesse ganhado vida própria e precisasse me devorar inteiro.
Ela se levantou da minha cara, o cu ainda brilhando de saliva e lágrimas minhas, e sentou de novo, mas agora com todo o peso. O bumbum perfeito, quente e macio, cobriu meu nariz e boca como uma tampa de carne. Eu não conseguia respirar. O cheiro de bunda natural dela me sufocava — denso, azedo, suado. Ela se mexeu devagar, esfregando o cu lisinho contra meus lábios, e começou a soltar peidos longos, um atrás do outro, direto na minha garganta. Cada um era pior: quentes, molhados, com gosto de ovo podre misturado com carne azeda. Eu engasgava, o peito ardendo, os olhos lacrimejando.
— Respira só quando eu deixar, putinha — rosnou ela, voz baixa e cruel. — Eu quero ver você desmaiar no meu cu.
Ela apertou as coxas torneadas ao redor da minha cabeça, esmagando minhas orelhas. O peso era esmagador. Peido atrás de peido, cada um mais fedorento, o ar quente e tóxico invadindo meus pulmões. Meu corpo lutava, as pernas tremendo, o coração disparado. A visão escureceu nas bordas. Eu ouvi ela rir, distante, enquanto o oxigênio acabava. Então… tudo apagou.
Acordei tossindo, o rosto encharcado. Jade estava de pé sobre mim, pernas abertas, pau duro balançando. Ela sorria, o celular ainda gravando.
— Acorda, vadia. — E então ela urinou. O jato quente, amarelo, forte, acertou meu rosto em cheio. O cheiro era pungente, amoníaco, queimando meus olhos e nariz. O gosto salgado e azedo invadiu minha boca aberta enquanto eu engasgava e cuspia. Ela mirou na minha boca, no meu cabelo, no peito, rindo alto.
— Isso, toma meu mijo. Limpa a cara com ele. Você é meu banheiro agora.
Sem me dar tempo de recuperar o fôlego, ela sentou de novo na minha cara e soltou mais uma sequência de peidos — curtos, explosivos, um atrás do outro. Cada um fazia meu estômago revirar. O cheiro era insuportável, o gosto grudava na língua como lama quente. Eu chorava e lambia, obedecendo.
— Agora vem a melhor parte — sussurrou ela, olhos brilhando de pura maldade. — Eu vou te comer. E é a sua primeira vez, né? Vai doer. Vai doer pra caralho. E você vai agradecer.
Ela me virou de bruços, cuspiu no meu cu virgem e pressionou a cabeça grossa do pau dela contra mim. 21 centímetros de carne quente, pesada, latejando. Eu tremi.
— Relaxa ou vai piorar — ordenou.
Ela empurrou. A dor foi imediata, queimando, rasgando. Era como se algo enorme e quente estivesse me partindo ao meio. Eu gritei, o corpo inteiro tenso, lágrimas escorrendo. O pau dela era grosso demais, a cabeça forçando as paredes do meu cu que nunca tinham sido tocadas. Ela parou só um segundo, depois meteu mais fundo, centímetro por centímetro, até as bolas pesadas encostarem na minha bunda. A sensação era de estar cheio demais, pressionado, invadido. Doía como fogo, mas havia um calor estranho, uma pressão profunda que fazia meu pau endurecer apesar de tudo.
Ela começou a se mover devagar, saindo quase todo e enfiando de novo. A dor diminuiu aos poucos, virando uma queimação latejante misturada com um prazer esquisito, profundo, que eu nunca tinha sentido. O pau dela batia em um ponto dentro de mim que me fazia gemer alto, o corpo tremendo.
— Tá acostumando, né, sua putinha virgem? — riu ela. — Agora de quatro.
Ela me colocou de quatro no chão frio. Segurou meu quadril com uma mão e, com a outra, pisou na minha cabeça, esmagando meu rosto contra o piso. O pé dela era firme, dominante, pressionando minha nuca como se eu fosse um tapete.
— Olha pra baixo, cachorro. Você não merece olhar pra mim enquanto eu te fodo.
Ela meteu forte agora, o pau entrando inteiro a cada estocada. O barulho molhado ecoava no quarto. Ela me xingava sem parar:
— Toma no cu, seu macho de merda. Olha como você geme como uma vadia. Nunca mais vai querer outra coisa. Eu sou dona do seu cu agora. Seu cu é minha boceta particular.
Cada palavra me degradava mais. A dor tinha virado prazer puro — o pau dela batendo no meu ponto G, o peso do pé dela na cabeça, a humilhação total. Eu chorava e gemia, empinando o cu pra ela.
Ela gozou com um grito rouco. Jatos quentes, grossos, enchendo meu cu por dentro. O sêmen era quente, pegajoso, escorrendo pelas minhas coxas quando ela tirou devagar. O cheiro era forte, almiscarado, misturado com o meu próprio cheiro de cu fodido.
— Deita de costas. Boca aberta.
Eu obedeci, exausto, o cu latejando. Jade se agachou sobre o meu rosto, o cu perfeito bem em cima da minha boca aberta.
— Hora de virar banheiro humano de verdade.
Ela relaxou e fez cocô. Devagar, quente, macio, caindo direto na minha língua. O cheiro era pesado, terroso, podre doce. O gosto era amargo, forte, invasivo, enchendo minha boca inteira. Eu engasgava, lágrimas escorrendo, mas ela segurava minha cabeça.
— Engole um pouco. Mostra que você é meu. Olha pra câmera e mastiga devagar, putinha.
Com a boca ainda cheia, o gosto horrível dominando tudo, ela se levantou, virou e sentou direto no meu pau duro. O cu dela — quente, apertado, molhado de suor — engoliu meu pau inteiro de uma vez. Eu gozei na hora. Foi frenético, incontrolável, como se todo o meu corpo explodisse. Jatos fortes, longos, um atrás do outro, enchendo o cu dela enquanto eu gritava contra o cocô na minha boca. O orgasmo durou segundos eternos, o corpo convulsionando, a mente em branco.
naquela tarde infernal, Jade não só me quebrou fisicamente — ela abriu as portas do próprio inferno particular dela e me deixou olhar lá dentro. Enquanto eu ainda estava de quatro, o cu latejando com o gozo quente dela escorrendo pelas minhas coxas, ela se sentou na beira da cama, acendeu um cigarro e começou a falar. A voz dela estava baixa, quase nostálgica, mas o sorriso era o mesmo de sempre: puro veneno doce.
— Você acha que eu nasci assim, né? — murmurou, passando os dedos no pau ainda semi-duro, brilhando com nossa mistura. — Não. Eu aprendi. Devagar. Com sangue, lágrimas e muito prazer alheio.
Ela me contou tudo enquanto me fazia lamber o chão sujo do quarto, o gosto do próprio cocô ainda grudado na minha língua. Aos 19 anos, Jade descobriu a sadismo num quarto escuro de uma boate underground. Pegou um cara casado, pai de família, hétero até a alma. Prometeu só uma chupada rápida. No fim da noite, ele estava de quatro, chorando, implorando pra ela mijar na boca dele enquanto a esposa ligava no celular. Jade filmou. Mandou pra ele todo dia durante um mês até o cara pedir divórcio e virar mendigo emocional. “Eu senti o poder pela primeira vez”, disse ela, rindo baixo. “Ver um homem forte se dissolver… isso me viciou.”
Depois veio o segundo. Um personal trainer musculoso. Jade o fez usar calcinha rendada debaixo da roupa de ginástica, mandar nudes no grupo da academia e lamber o cu dela depois de cada treino. Quando ele tentou parar, ela ameaçou postar os vídeos. Ele tentou suicídio. Jade visitou o hospital, sentou na cara dele no banheiro e fez ele engolir peido enquanto as enfermeiras passavam do lado de fora. “Eu não sinto culpa”, confessou ela, esfregando o pé descalço no meu rosto. “Sinto tesão. Eu destruí cinco homens antes de você, Ruan. Um deles me pagava todo mês pra eu humilhar ele em público — eu fazia ele usar plug anal no trabalho e mandar áudio gemendo meu nome no meio da reunião. Outro virou meu banheiro humano completo por seis meses. Eu sentava na cara dele todo dia depois do café da manhã e fazia ele engolir tudo enquanto eu assistia Netflix. Ele perdeu o emprego, a família, tudo. E eu? Eu gozava só de ver ele agradecer.”
Sentou na minha cara de novo até eu desmaiar pela segunda vez, o bumbum perfeito sufocando meu mundo inteiro. Acordei com ela urinando direto na minha garganta, o jato quente, salgado, amargo, me fazendo engasgar e engolir. Mais peidos — dezenas, um atrás do outro, cada um com cheiro diferente, cada um mais podre, me obrigando a contar em voz alta entre soluços.
Depois… silêncio.
Ela me soltou. Desamarrou tudo. Me deu água, me limpou com uma toalha quente, sem dizer nada. O olhar dela tinha mudado — ainda dominante, mas com algo novo: remorso.
Eu fui pra casa atordoado. Por semanas não consegui pensar em mais nada. O trabalho, os amigos, tudo parecia vazio. Só Jade. O cheiro dela, o peso dela, a dor, o prazer, a humilhação. Eu me tocava pensando nela e chorava depois.
Ela também ficou pensativa. Me contou depois que, pela primeira vez na vida, a sadismo dela tinha ido longe demais. Ela se odiou por dias. Não conseguia dormir, não conseguia comer. Só pensava em mim — no menino hétero que ela tinha destruído e, no fundo, se apaixonado.
Meses depois, marcamos de nos encontrar num café neutro. Ela chegou tremendo, sem maquiagem, olhos vermelhos.
— Eu deletei o vídeo. Tudo. — Mostrou o celular na minha frente, apagando os arquivos um por um. — Desculpa, Ruan. Eu fui longe demais. Eu sou assim… mas com você foi diferente. Eu me apaixonei pela forma como você se entregou. E me arrependi de te machucar tanto.
Eu segurei a mão dela.
— Eu não consigo tirar você da cabeça. Ninguém mais existe. Só você.
Nós nos beijamos ali mesmo, devagar, como se fosse a primeira vez. Doce. Verdadeiro.
Casamos seis meses depois. O casamento dura até hoje — quase dois anos agora. Tem muita dominação, claro. Jade ainda é sádica, ainda me usa, ainda me faz chorar de prazer e dor. Mas agora é com amor. Com fogo. Com paixão que queima os dois. Ela me domina todas as noites, me faz lamber, engolir, tomar no cu… mas depois me abraça, me beija e sussurra que sou o amor da vida dela.
E eu? Eu sou o homem mais feliz e mais destruído do mundo. Porque Jade não é só minha esposa.
Ela é minha dona. Para sempre.