Me mudei da minha cidade natal para fazer faculdade em BH, aluguei com a ajuda dos meus pais um apartamentozinho perto do campus da faculdade em um prédio de seis andares. No meu prédio havia uma senhora de 75 anos chamada Adelina, uma senhora muito simpática branca de cabelos grisalhos, interona pra idade, um pouco acima do peso.
Ela morava no terceiro e eu no quinto andar, sempre foi muito gentil comigo, mas nossas interações eram normais para dois vizinhos cordiais, cumprimentos cordiais no elevador, alguns favores realizados mutuamente quando necessário, mas nada além do normal.
Um certo dia, fui curtir meu primeiro carnaval em BH com alguns colegas da faculdade, fomos em um bloquinho e eu passei um pouco do ponto na bebida. Exagerei a ponto de na hora de ir embora meus amigos me enfiarem dentro de um uber para ir embora.
Acontece que no dia seguinte acordei em um quarto que eu não reconheci apenas de cueca, olhei para o quarto tentando me localizar e lembrar do que havia acontecido na noite anterior, foi quando me virei e vi que ao meu lado na cama estava dona Adelina, apenas de camisola. No momento em que vi isso, fiquei me questionando se havia chegado bêbado e tacado na velha, mas eu não lembrava de nada, então fiquei sentado na cama tentando recobrar algum resquício de memória.
Dona Adelina finalmente acordou e me viu sentado na cama, acredito que ela tenha visto a confusão no meu rosto e disse:
- Não se preocupe, não aconteceu nada entre a gente se é o que você está pensando.
Então ela me explicou que eu havia chegado morto de bêbado e ela me encontrou na portaria no prédio, como eu estava péssimo ela me ajudou a subir, como o elevador estava em manutenção, ela teve que subir as escadas e como ela morava no terceiro e eu no quinto andar ela preferiu me levar pra sua casa. Explicou também que eu vomitei no caminho e por isso estava só de cueca e como a cama dela é grande dormiu ao meu lado ali mesmo.
Bom, então ela se levantou e me convidou para tomar café da manhã, eu aceitei mas confesso que fiquei um pouco constrangido pois estava só de cueca sentado a mesa com uma senhora de camisola. Agora, passada a confusão de tentar entender o que havia acontecido comecei a notar que dona Adelina não era de se jogar fora e pelo contrário estava bem sexy naquela camisola.
Fiquei ali então secando seu corpo, suas curvas valorizadas pela camisola, seus peitos que estavam destacados por um belo decote. Comecei a lutar contra uma ereção nesse momento pois por estar só de cueca seria difícil de esconder. Ficamos ali naquele silêncio enquanto tomávamos café da manhã até que ela quebrou o silêncio e perguntou:
- Você chegou a pensar que a gente tivesse... bem, você sabe.
Assenti positivamente, ela riu e disse:
- Só muita bebida mesmo para um jovem como você querer uma velha assim.
- Bom, eu gosto bem de mulher velha. Já tive experiências com algumas.
Nesse momento eu percebi que a expressão no rosto dela mudou, então ela perguntou:
- Sério?
- Sim.
- Mas alguma da minha idade? Duvido! Você deve pegar umas inteironas de quarenta e poucos.
- Quando eu falo que gosto de velha, é velha mesmo! Já peguei mulheres com a idade bem próxima da sua.
- Deixa eu te perguntar então, você já chegou a me desejar? Por isso cogitou a possibilidade de ter ido para a cama comigo?
Não a respondi, quis provocá-la e então devolvi a pergunta:
- Te devolvo a pergunta, você já chegou a me desejar e não pensou em tirar uma casquinha de mim bêbado ontem a noite?
- Claro que sim, sempre que via você aqui no prédio eu ficava te secando, pensei sim em tirar uma casquinha de você ontem, mas você estava incapacitado e ainda não respondeu minha pergunta.
- Vou ser bem sincero, nunca cheguei a te olhar com outros olhos até hoje. Mas quando te vi com essa camisola eu comecei sim a te desejar.
- Duvido, está é brincando com a velha que assumiu sentir desejo por um garotão.
Todo esse papo foi me deixando extremamente excitado e meu pau foi endurecendo, aquela altura ele já estava completamente duro, então eu levantei da mesa apenas de cueca, deixando minha ereção visível e perguntei a ela se aquilo tirava qualquer dúvida restante.
Caminhei em sua direção e a puxei fazendo com que ela ficasse em pé e a envolvendo em um beijo tórrido, ela rapidamente se animou, primeiro me agarrando forte e depois levando sua mão até o meu pau duro. Mas eu não estava afim de consumar todo aquele desejo ali de uma vez, estava afim de brincar de caça e caçador. Queria provocá-la, leva-lá ao limite do desejo. Então interrompi o beijo e disse que aquilo foi só um apelitivo de tudo que ela vai ter um dia. Agora ela era minha caça e eu era o caçador, e o caçador decide quando vai predar sua presa.
Saí então pela porta, sem olhar pra trás, apenas de cueca e com o pau completamente duro me encaminhei para o meu apartamento, ainda bem que ninguém me viu naquele estado.
Os dias foram se passando, encontrava esporadicamente dona Adelina no prédio e sempre a encarava com um olhar de safado, mas por estarmos sempre na presença de outras pessoas eu não podia ir com tudo pra cima dela. Uma semana se passou até que chegamos juntos ao prédio, cumprimentamos o porteiro, nos encaminhamos para o elevador recém consertado e ela já me olhando com uma carinha de safada.
Entramos no elevador juntos e ela se posicionou na minha frente, discretamente levei minha mãe até sua bunda e a apalpei, nesse momento fomos surpreendidos por dona Cora, outra senhora que morava no prédio, entrando no elevador, rapidamente retirei minha mão da bunda da dona Adelina e deu pra ver que ela ficou extremamente frustrada, nos distanciamos um pouco e ela não parava de oscilar entre me encarar e fuzilar Cora com os olhos. Eu sinceramente achei bom essa quebra de clima, já que estava afim de provocar.
Subimos então até quando o elevador parou no terceiro andar, as portas se abriram mas Adelina não se moveu, por alguns instantes ela hesitou em sair do elevador (sabemos bem pq kkkk), Cora no entanto não sabia e perguntou:
- É o seu andar Adelina, não vai descer?
Adelina então finalmente desembarcou em seu andar, subi junto com Cora até o nosso andar, éramos vizinhos de porta, ela subiu me encarando o tempo inteiro. Ela era uma senhora casada de 65 anos e gordinha, que essa sim eu olhava desde o dia em que me mudei pro prédio. Mas bom, Cora é uma outra história kkkkk
Mais tarde naquele dia recebi alguns vídeos e fotos sensuais da dona Adelina, acompanhadas de mensagens pedindo para que eu comesse ela, que fosse até o seu apartamento e fudesse com ela, que amasse ela a noite inteira. Respondi pra ela que não se deve apressar um caçador. Eu estava adorando esse joguinho de deixá-la na vontade.
No dia seguinte cheguei no prédio e corri para pegar o elevador, assim que entro dona Adelina já estava lá, a porta do elevador se fecha atrás de mim, agarro ela e começo a beijá-la enquanto o elevador sobe para o seu andar, quando nos damos conta o elevador já havia chegado terceiro andar, ela tenta me puxar pra fora do elevador em direção ao seu apartamento, a puxo de volta e aperto o botão para fechar as portas do elevador.
As portas do elevador se fecham e eu volto a beijá-la, agarrando sua bunda e começo a dar chupões no seu pescoço, viro ela de costas pra mim e começo a encoxar ela enquanto dou pequenas mordiscadas no seu pescoço.
- Pra que me torturar assim, por que você não me come logo? Eu tô ficando maluca!
- Calma, tudo no seu tempo!
Assim que eu disse isso, o elevador começou a descer. Nos desvencilhamos imediatamente, quando chegamos no térreo damos de cara com dona Cora novamente. Precisei sair do prédio para justificar minha descida, dona Adelina também, seria muito estranho se descessemos ao térreo só pra subir novamente.
Mais tarde naquele mesmo dia por vota das onze horas da noite eu escutei uma batida na minha porta, quando atendi era dona Adelina, assim que eu abri a porta ela foi logo entrando, fechei a porta assim que ela entrou eu perguntei o que ela estava ali.
- Vim colocar um fim nisso, hoje você vai me comer!
Aquilo não estava nos meus termos, eu não havia terminado de brincar, de provocá-la de instigá-la. Então eu disse que não funcionaria assim, a essa altura ela já estava despindo o vestido colado que ela havia colocado, revelando uma bela langerie extremamente sexy por baixo.
- Não vou comer você, não me apresse!
Então ela colocou a mão no meu pau que estava extremamente duro e disse:
- Não finja que você não me deseja, que você não me quer! Sei que você quer isso tanto quanto eu.
Aí eu agarrei ela, beijei-a e a conduzi até minha cama, joguei ela na cama e subi em cima dela, abrindo suas pernas e a beijando. Encaixei meu pau duro de forma que ele roçasse na sua buceta, ela começou a gemer, implorando pra que eu tirasse meu pau pra fora e comesse ali mesmo. Foi aí que eu parei, me levantei, peguei o vestido dela e mandei que ela se vestisse, que aquilo era tudo que ela teria de mim naquele dia.
Ela se vestiu com os olhos cheios d'água, aquilo já estava magoando ela, depois de ver o estado em que eu estava deixando ela eu resolvi pôr um fim nesses joguinhos, iria finalmente fuder bem gostoso com ela, mas tanto tempo de espera e de instigação merecia uma tapada em grande estilo.
Então depois de alguns dias numa madrugada fui até a portaria do prédio e mandei uma mensagem pra ela, uma foto da minha piroca dura com a seguinte legenda: "Te esperando aqui embaixo!". Imaginei que ela estaria dormindo então liguei pra ela, ela acordou e me atendeu.
- Olha a mensagem que eu acabei de te mandar!
- Vou olhar.
Assim que ela viu a mensagem respondeu dizendo que estava descendo. Quando veio estava vestida naqueles pijaminhas de dormir bem simples mesmo, mas que num corpinho bonitinho ficam extremamente sensuais. A cara era de sono e acho que ela achou que queria brincar com ela mais uma vez. Quando chegou, disse ainda do lado de dentro do portão:
- Você não me fez vir até aqui só pra me dar outro fora, né?
- Sai aqui fora, vem descobrir quais são as minhas intenções.
Assim que ela saiu já a agarrei de jeito, comecei a beijar ela na boca, senti que ela estava sem sutiã, comecei então a agarrar os peitos dela que eram uma delícia de se apertar. Virei ela de costas pra mim e apertei ela contra a grade, comecei a chupar seu pescoço, com uma mão apalpava um peito, com a outra dedilhava na sua buceta, percebi então que ela também estava sem calcinha. Ela começou a gemer bem baixinho.
- Seu maluco, alguém pode passar e ver a gente!
- Relaxa, se entrega ao momento!
Peguei o short, puxei ele com muita força até rasgar, então eu abaixei meu short e com meu pau já completamente duro enfiei na buceta dela e comecei a meter nela enquanto ela estava pressionada contra a grade do portão. As metidas ficaram cada vez mais frenéticas e agressivas até que o portão começou a ranger e fazer mt barulho. Algumas luzes no prédio começaram a acender, então por um momento saí de dentro dela, ergui meu short, peguei dona Adelina e comecei a correr com ela.
Fomos então para um beco estreito que havia entre o nosso prédio e um prédio vizinho terminar o que havíamos começado, novamente arriei meu short e fui encaminhando meu pau pra buceta da velha, fui dando leves pinceladas antes de penetrá-la novamente, ela começou a gemer e me disse que era pra enfiar logo, então eu enfiei e comecei a meter nela enquanto dedilhava seu clitóris. Fui metendo nela e controlando a cadência, até que ela soltou um gemido extremamente alto e eu entendi que ela havia gozado, foi quando eu aumentei as estocadas e gozei fundo nela.
Ficamos ainda um tempinho ali no beco trocando beijos e algumas carícias mais, quando nos cansamos e decidimos voltar pra casa, eu saí do beco primeiro pra averiguar como a rua e o prédio estava, se ninguém poderia nos ver ali, já que dona Adelina estava sem a parte de baixo do seu pijama. Quando vi que estava sem risco nenhum nós subimos cada um para seu respectivo apartamento.
No dia seguinte, quando estou saindo de casa encontro com minha vizinha de porta, Dona Cora, que me pergunta se eu não havia escutado um barulho esquisito no portão do prédio naquela madrugada. Disse a ela que não havia escutado nada, que tenho um sono de pedra.
Mas eu fiquei foi muito satisfeito com aquela boa foda, ainda mais que essa história com a Adelina me rendeu boas trepadas com várias outras senhoras. Se vocês quiserem conto as outras histórias aqui.