Passaram alguns meses desde aquela loucura na praia. Eu, Rayssa, branquinha de 27 anos, peitão natural que balança gostoso quando eu ando, corpão e bundinha redonda empinada, ainda sentia o tesão daquele dia toda vez que olhava pro meu marido. Ele, meu preto gostoso, alto, corpo magro e atlético, pauzão grosso e preto que me enche até o fundo, safado e pervertido como ninguém. A gente transava todo dia relembrando como eu me mostrei pra aqueles caras na praia e como ele me arrombou depois no quarto.
Agora estávamos de férias no Rio de Janeiro. Chegamos ao hotel e eu já estava molhada só de pensar em repetir a dose, mas melhor. Deitei na cama só de calcinha fio-dental e chamei ele:
— Vem cá, meu preto safado… abrindo as pernas devagar. Estamos em outra cidade, né? Ninguém nos conhece. Quero andar bem putinha por aí, provocando os machos, deixando eles loucos de tesão, pau duro latejando só de olhar pra mim. Mas tem uma condição, amor… só quero me exibir. Quero ver eles babando, suando, desesperados. Não quero que encostem em mim, nem que me toquem. Pra me foder de verdade eu tenho esse pauzão preto gostoso do meu marido, que me rasga todinha.
Ele sorriu com aquele olhar de predador, já com o volume crescendo na bermuda.
— Caralho, Rayssa… você é uma puta safada mesmo. Adoro quando você fica assim. Quer ser minha putinha em exibição pública? Então vamos. Hoje à noite você vai sair sem calcinha, roupinha mínima, peitão quase pulando pra fora. Eu vou te levar pra passear e ver quantos paus você consegue deixar babando.
Eu ri, mordendo o lábio, já sentindo a bucetinha latejar.
— Isso, meu amor. Quero voltar pro hotel com a buceta encharcada só de provocar e depois você me fode falando tudo que viu.
Coloquei uma roupinha bem curtinha que eu tinha comprado só pra isso: um vestidinho preto de alcinha fininha, tão curto que mal cobria a bunda, decote generoso que deixava metade dos meus peitões à mostra. Sem sutiã, sem calcinha nenhuma. Os bicos dos meus mamilos já estavam duros roçando no tecido fino. Quando eu andava, o vestido subia e dava pra ver a bundinha branquinha e a buceta lisinha, rosada e molhada. Meu marido me olhou e soltou um assovio.
— Porra, Rayssa… você tá uma vadia completa. Olha esse peitão balançando… qualquer macho vai querer morder esses mamilos. Vamos.
Alugamos um carro e saímos dirigindo pela cidade à noite. O vento entrava pela janela e levantava o vestido, deixando minha buceta exposta pro ar fresco. Eu ria, abrindo mais as pernas no banco do passageiro.
— Olha, amor… já tô molhada só de imaginar os caras olhando — falei, passando o dedo na minha buceta e mostrando pra ele. — Quer sentir?
Ele enfiou a mão, dois dedos entraram fácil.
— Caralho, tá encharcada, putinha. Continua assim.
Paramos num barzinho animado em Ipanema. Eu desci do carro com cuidado, mas o vestido subiu e mostrou metade da bunda. Senti vários olhares na hora. Homens sozinhos, casais, grupos… todos virando o pescoço. Eu ri alto, me pendurando no braço do meu preto gostoso, rebolando de propósito enquanto caminhávamos pra mesa.
— Tá vendo, amor? — sussurrei no ouvido dele. — Olha aquele ali no balcão… já tá com o pau duro na calça. E o outro ali fingindo que olha pro celular mas tá babando pros meus peitos.
Meu marido apertou minha cintura e falou baixinho:
— Continua provocando, vadia. Abre mais o decote… deixa eles verem esses mamilos durinhos.
Eu ri, fingindo que ajeitava o vestido, mas na verdade puxei o decote pra baixo, quase deixando os peitos inteiros de fora. Um cara na mesa ao lado engasgou com a cerveja. Outro, mais novo, ficou vermelho e não tirava os olhos da minha buceta que aparecia toda vez que eu cruzava e descruzava as pernas.
— Meu Deus, Rayssa… você é uma puta gostosa pra caralho — meu marido murmurou, apertando minha coxa por baixo da mesa. — Tá vendo como eles estão loucos? Quero te foder aqui mesmo, mas vamos guardar pro depois.
Ficamos lá quase duas horas, eu bebendo caipirinha, rindo alto, me inclinando pra frente pra mostrar os peitões, abrindo as pernas de leve pra quem estivesse olhando na direção certa. Meu marido adorava ver e ficava me sussurrando:
— Olha aquele preto ali… tá com a mão no bolso mexendo no pau. E o branquinho da mesa do fundo já gozou na calça, aposto.
Eu estava pingando de tesão.
Já era quase duas da manhã quando saímos. O Rio estava quente, as ruas mais vazias. Decidimos dar uma volta de carro por bairros mais distantes, só pra eu continuar provocando.
— Vamos achar um lugar escuro onde eu possa me abrir mais, amor — pedi, já com a mão na coxa dele.
Paramos num posto de gasolina num bairro mais afastado, pouco iluminado. Só tinha um frentista: moreno, uns 30 anos, alto, magro, pele bronzeada, cabelo curto. Estava sozinho, encostado na bomba. Meu marido parou o carro e desceu pra encher o tanque.
Eu fiquei no banco do passageiro com a porta aberta, pernas levemente abertas. O vestido subiu sozinho. O frentista olhou e eu sorri safada.
Meu marido puxou papo:
— E aí, irmão? Noite tranquila?
— Tranquila demais, cara… — respondeu o cara, mas os olhos já estavam em mim.
Eu me inclinei pra frente, deixando os peitões quase pularem pra fora. O decote escorregou e um mamilo rosado apareceu inteiro.
— Gostou do que tá vendo? — perguntou meu marido, rindo. — Essa é minha esposa, Rayssa. Ela é putinha, adora mostrar o que é bonito. Fala pra ele, amor.
Eu abri mais as pernas, o vestido subiu até a cintura, e minha buceta lisinha, inchada e brilhando de tesão ficou totalmente exposta pra ele.
— Oi… — falei com voz manhosa. — Tá gostando, moreno? Olha como minha bucetinha tá molhadinha só de você olhar…
O frentista arregalou os olhos.
— Caralho… que mulher gostosa da porra… — murmurou, sem conseguir desviar o olhar. — Essa buceta é perfeita, branquinha… e esses peitões… puta merda.
Meu marido riu, já com a mão na própria calça.
— Ela é minha puta safada. Gosta de deixar os machos loucos, pau duro, mas ninguém toca. Só olha e baba. Mostra mais pra ele, Rayssa.
Eu abri as pernas bem largas, pés no painel, e comecei a alisar minha buceta devagar. Dois dedos abriam os lábios rosados, mostrando o interior molhado e brilhante.
— Olha bem… tá vendo como tá pingando? — gemi. — Eu adoro mostrar minha bucetinha pra machos desconhecidos… deixa vocês doidos, né? Mas só meu marido preto vai me foder depois… esse pauzão dele que me arromba.
O moreno já estava ofegante. Tirou o pau pra fora ali mesmo, do lado de fora do carro. Um pau grande, marrom, veioso, cabeça inchada. Começou a bater punheta rápido, olhando fixo pra minha buceta.
— Porra… que vadia… que buceta linda… — rosnava. — Olha esses peitões balançando… mamilos durinhos… eu quero gozar olhando pra você, sua puta gostosa.
Meu marido se aproximou, abriu o zíper também e tirou o pauzão preto, já babando pré-gozo.
— Viu, amor? Olha o tamanho do pau dele… mas ele só vai bater punheta. Você é minha. Fala pra ele como você é puta.
Eu comecei a gemer, esfregando o clitóris mais rápido, abrindo a buceta com os dedos.
— Eu sou uma puta safada… adoro deixar macho estranho louco… olha minha bucetinha aberta só pra você ver… mas não toca, hein? Só bate essa punheta e goza pra mim… goza olhando pros meus peitões e minha buceta molhada…
O frentista estava louco. Batia punheta com força, olhos vidrados.
— Caralho… você é a mulher mais gostosa que eu já vi… que peitão… que buceta rosada… puta que pariu… vou gozar…
Meu marido também batia punheta devagar, olhando tudo.
— Goza pra ela, irmão. Goza vendo a buceta da minha putinha branquinha.
Eu ri safada, apertando um peito com a mão livre, puxando o mamilo.
— Goza pra mim, moreno… olha como eu tô molhada… imagina se você pudesse meter, mas não pode… só meu preto vai gozar dentro de mim depois…
O frentista gemeu alto, o pau pulsou e jatos grossos de porra branca voaram no chão do posto, um atrás do outro. Ele gozou olhando direto pra minha buceta aberta e pros meus peitões.
— Aaaah… porra… que puta… que delícia… — grunhiu, ainda tremendo.
Meu marido estava com o pauzão latejando.
— Caralho, Rayssa… você é uma vadia completa. Ele gozou só de olhar pra você. Vamos embora que eu tô louco pra te foder.
Voltamos pro hotel em silêncio, mas o ar estava carregado de tesão. Assim que fechamos a porta do quarto, ele me jogou na cama.
— Tira essa roupa, putinha. Agora você vai levar pau de verdade.
Eu tirei o vestidinho em dois segundos, deitei de pernas abertas.
— Fode sua puta, amor… me fode falando como aquele macho gozou olhando minha buceta…
Ele enfiou o pauzão grosso de uma vez só, me rasgando inteira.
— Caralho… que buceta quente e molhada… você ficou louca exibindo pra ele, né? Sua vadia safada… ele gozou tanto olhando esses peitões e essa buceta aberta…
Eu gemia alto, unhas cravadas nas costas dele.
— Sim… eu sou sua puta… ele tava louco… pau dele pulsando… mas só você me fode… mete mais fundo, meu preto gostoso… me arromba enquanto eu lembro dele batendo punheta pra mim…
Ele me virou de quatro, socando forte, mão dando tapa na bunda.
— Fala que você é uma puta exibicionista… fala que adora deixar macho estranho gozar só olhando…
— Eu sou uma puta exibicionista… adoro deixar macho gozar olhando minha buceta… mas só você goza dentro de mim… aaah… tô gozando, amor!
Gozei forte, apertando o pau dele. Ele não parou, continuou metendo até explodir dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta.
— Toma porra, sua vadia… toma tudo… você é minha puta gostosa safada…
Caímos exaustos na cama, suados, rindo.
— Amanhã a gente repete? — perguntei, já com tesão de novo.
— Claro que sim, putinha. O Rio inteiro vai babar por você… e depois eu te fodo contando tudo.
E assim foi nossa noite
