Episódio 1: A Noite dos Dez com Chuva Dourada

Um conto erótico de Cat
Categoria: Grupal
Contém 1786 palavras
Data: 27/03/2026 19:33:11

Oi, sou eu, Cat. Se você tá aqui, é porque quer saber o que passa pela minha cabeça quando fecho os olhos e deixo a imaginação correr solta. Hoje eu vou te contar uma das minhas fantasias mais sujas, mais pervertidas, daquelas que me deixam molhada só de pensar. Então se prepara, porque essa história não tem limite, não tem vergonha, e vai ser uma putaria sem fim. Eu quero dez caras. Isso mesmo, dez. Quero ser usada, dominada, e no final, quero sair dessa noite toda mijada, sentindo o calor da chuva dourada escorrendo pelo meu corpo. Vamos lá.

Tudo começa numa sexta-feira à noite. Estou em casa, sozinha, olhando pro espelho enquanto me arrumo. Coloco um vestido preto curto, sem calcinha, bem justo, que marca cada curva do meu corpo. Meus peitos tão quase saindo pelo decote, e eu passo o batom vermelho mais safado que tenho. Tô pronta pra ser a vadia da noite. Meu coração tá acelerado, minha pele formigando de tesão enquanto penso no que vem pela frente. Eu sei onde vou: um bar de motoqueiros na zona sul, um lugar sujo, cheio de homens brutos, tatuados, do tipo que não pede permissão. Exatamente o que eu quero.

Chego lá por volta das onze. O lugar tá lotado, o cheiro de cerveja e cigarro impregna o ar. Os olhares me devoram assim que entro. Sinto meus mamilos endurecerem sob o tecido fino do vestido enquanto caminho até o balcão, rebolando de propósito. Peço uma dose de uísque e viro de uma vez, sentindo o líquido queimar minha garganta. Não demora muito até o primeiro cara se aproximar. Ele é alto, barbudo, com uma jaqueta de couro cheia de patches. Ele sorri, mostrando dentes amarelados, e diz:

— E aí, gata, perdida por aqui?

Eu sorrio de volta, mordendo o lábio inferior, e respondo com a voz doce, mas cheia de malícia:

— Não tô perdida. Tô procurando diversão. E parece que achei.

Ele ri, um som rouco, e chama mais dois amigos que tão sentados numa mesa próxima. Eles vêm, me cercam, e eu sinto o calor dos corpos deles ao meu redor. Um deles, com um piercing no nariz, passa a mão na minha cintura sem cerimônia e fala no meu ouvido:

— Que tipo de diversão você tá procurando, hein? Porque a gente tem de sobra.

Eu não me faço de rogada. Coloco a mão no peito dele, sentindo os músculos sob a camisa, e respondo, olhando nos olhos de cada um:

— Quero todos vocês. E mais. Quero dez. Quero ser fodida até não aguentar mais.

O silêncio dura só um segundo antes de explodirem em risadas e olhares cheios de desejo. O barbudo, que parece ser o líder, fala alto:

— Porra, a gente achou uma puta de verdade hoje. Vamos arrumar a galera, então.

Em poucos minutos, eles juntam mais homens. Um, dois, três... conto mentalmente enquanto eles se aproximam, todos com o mesmo olhar faminto. São dez no total, de diferentes tipos, mas todos com aquela energia crua, animal. Um mais velho, com cabelo grisalho, me encara como se quisesse me rasgar. Outro, mais jovem, tem um sorriso sádico que me faz tremer de excitação. Eles me levam pra um canto mais reservado do bar, uma salinha nos fundos onde o som da música não chega tão alto. Tem um sofá velho, uma mesa cheia de garrafas vazias, e o chão tá pegajoso de sei lá o quê. Perfeito.

Eu me sento no sofá, cruzo as pernas, e digo com a voz firme, mas cheia de tesão:

— Quero que vocês me usem. Não quero gentileza. Quero tudo. Quero ser a puta de vocês essa noite.

O barbudo, que agora sei que se chama Roque, dá um passo à frente, abrindo o zíper da calça. Ele tira o pau pra fora, já meio duro, e fala:

— Então começa aqui, vadia. Chupa.

Eu não hesito. Ajoelho no chão frio, pego aquele pau grosso com as duas mãos e coloco na boca. O gosto salgado, o cheiro forte de homem, me deixa ainda mais excitada. Começo a chupar devagar, mas com força, sentindo ele ficar completamente duro na minha língua. Enquanto isso, os outros se aproximam, abrindo as calças, tirando os paus pra fora. Um deles, o mais jovem, chamado Tito, fala rindo:

— Porra, olha como ela mama. Tô na fila.

Eu tiro o pau da boca por um segundo, olho pra ele e digo:

— Não precisa esperar. Vem aqui.

Tito se aproxima, e eu começo a chupar os dois ao mesmo tempo, alternando entre um e outro, lambendo, babando, enquanto minhas mãos trabalham nos outros paus que se aproximam. São tantos que mal consigo contar. Um deles, o cara grisalho chamado Zé, agarra meu cabelo com força e empurra meu rosto contra a virilha dele, me fazendo engasgar. Eu adoro. Tusso um pouco, mas continuo, sentindo meus olhos lacrimejarem enquanto ele fode minha boca.

— Isso, engole tudo, sua puta. Engole! — ele grunhe, e eu obedeço.

Enquanto isso, sinto mãos no meu corpo. Alguém levanta meu vestido, expondo minha bunda. Outro cara, que não sei o nome, dá um tapa forte, e eu gemo alto, mesmo com a boca cheia. Ele fala:

— Olha só, sem calcinha. Já veio pronta pra levar rola.

Eu sinto dedos grosseiros enfiando na minha buceta, molhada como nunca. Dois, três dedos, entrando e saindo, enquanto alguém lambe meu cu sem aviso. Eu me contorço, mas não paro de chupar. Roque, que tá ao meu lado, manda:

— Levanta essa bunda. Quero foder você agora.

Eu me apoio no sofá, ficando de quatro, ainda com um pau na boca. Roque se posiciona atrás de mim, cospe na mão e passa no pau antes de enfiar na minha buceta de uma vez, sem aviso. Eu grito, mas o som é abafado pelo pau que tô chupando. Ele começa a meter com força, cada estocada me fazendo tremer. O cara na minha boca, Tito, segura minha cabeça e diz:

— Isso, geme, vadia. Geme enquanto leva rola.

E eu gemo. Gemo alto, sentindo meu corpo ser usado de todos os lados. Outro cara se posiciona do meu lado e começa a socar o pau na minha bunda. Não tem lubrificante, só a saliva que ele cospe, e a dor se mistura com o prazer de uma forma que me deixa louca. Eu grito de novo, mas não peço pra parar. Quero mais. Quero tudo.

— Me fode! Me fode mais forte! — eu grito, tirando o pau da boca por um segundo.

Eles riem, e alguém responde:

— Você quem manda, sua vadia.

Durante horas, eles me fodem de todos os jeitos possíveis. Um de cada vez, dois ao mesmo tempo, três. Tem um momento em que tô sendo penetrada na buceta, no cu, e na boca, tudo de uma vez. Meus gemidos se misturam com os grunhidos deles, o som de pele contra pele enchendo a sala. Tô suada, cansada, mas não quero parar. Meu corpo tá tremendo, mas cada orgasmo que tenho me deixa com mais fome. Um deles goza dentro de mim, outro no meu rosto, e eu lambo tudo, sem desperdiçar uma gota.

Quando acho que não aguento mais, Roque, que parece ser o mais tarado de todos, fala com um sorriso sujo:

— Você disse que queria sair mijada, não foi? Então vamos te dar o que você quer.

Eu sorrio, ofegante, limpando o gozo do rosto com a mão. Respondo:

— Sim. Quero a chuva dourada. Me molha toda.

Eles se alinham ao meu redor, ainda com os paus pra fora, e eu me ajoelho no chão, olhando pra eles com desejo. O primeiro a começar é Tito. Ele aponta o pau pra mim e um jato quente e amarelo acerta meu peito, escorrendo pelo meu vestido, molhando minha pele. Eu abro a boca, sentindo o sabor salgado, acre, e fecho os olhos enquanto o calor me cobre. Outro se junta, e depois mais um, até que tô cercada por jatos de mijo, molhando meu cabelo, meu rosto, meu corpo inteiro. Eu passo as mãos na pele, espalhando, sentindo o cheiro forte me envolver. É sujo, é nojento, e eu amo cada segundo disso.

— Isso, me molha! Me molha mais! — eu grito, e eles riem, continuando até que tô completamente encharcada.

Quando param, tô tremendo, não de frio, mas de tesão. O chão tá molhado ao meu redor, e meu vestido tá grudado no corpo, pingando. Roque se abaixa, olha nos meus olhos e diz:

— Você é uma puta mesmo, hein. Gostou da sua chuva?

Eu sorrio, lambendo os lábios, e respondo:

— Amei. Quero mais. Quero tudo.

E a noite não acaba ali. Eles me levam pro banheiro do bar, um lugar ainda mais sujo, com azulejos rachados e cheiro de mijo velho. Me jogam no chão, e continuam me fodendo, me mijando, me usando. Um deles, o Zé, me faz lamber o chão enquanto mete em mim por trás. Eu obedeço, sentindo o gosto de sujeira na língua, enquanto ele grita:

— Isso, lambe, sua porca. Lambe tudo!

E eu lambo. Lambo e gemo, enquanto outro goza nas minhas costas, e outro na minha boca. Meu corpo dói, meus joelhos tão ralados, mas não me importo. Tô no céu. Tô vivendo minha fantasia mais suja, e cada segundo vale a pena.

Horas depois, tô exausta, usada, molhada de mijo e porra. Meus cabelos tão grudados no rosto, meu vestido rasgado, meu corpo marcado por mãos, tapas, mordidas. Eles me deixam ali, no chão do banheiro, rindo enquanto saem. Roque é o último a ir, e antes de fechar a porta, ele fala:

— Se quiser mais, você sabe onde nos encontrar, vadia.

Eu só sorrio, deitada no chão frio, sentindo o cheiro do mijo ainda na minha pele. Tô destruída, mas satisfeita. Levanto devagar, me olhando no espelho quebrado do banheiro. Minha maquiagem tá borrada, minha pele tá vermelha, mas eu vejo um brilho nos meus olhos. O brilho de quem conseguiu o que queria. Saio do bar quase de manhã, sentindo o ar fresco na pele molhada, e sei que isso foi só o começo. Tenho mais fantasias, mais desejos, e vou realizá-los todos.

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Me chama lá: @velvetcatt no Telegram 😈💋

E aí, meus gatinhos , o que acharam dessa loucura? Ficaram com tesão só de imaginar? Eu sei que sim, porque eu mesma tô ficando molhada de novo só de relembrar e escrever tudo isso pra vocês.

Se curtiu, deixa um comentário aí, me conta o que achou, o que mais te excitou. E se quiser mais histórias assim, com todos os detalhes sujos, é só pedir. Tenho um monte de aventuras pra compartilhar, cada uma mais safada que a outra. Beijos molhados, meus queridos, da sua Cat favorite. Até a próxima!

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