Cap.1 A Primeira Vez foi com Mell
Em 2010, eu ainda mantinha meu escritório de advocacia no centro de São Paulo, bem próximo à Santa Cecília. Fazia pouco mais de um ano que estava separado e, para ser sincero, estava até feliz. Com 34 anos, vivia uma fase leve: trepadas ocasionais, idas a casas de swing e saunas.
O que realmente me deixava atiçado era uma cliente travesti que estava refazendo algumas papeladas. O nome dela era Mell Castro. Tinha 1,70m, pele clara, cabelos claros com luzes loiras, um bundão empinado e peitos grandes que contrastavam com a cinturinha fina. Era uma mistura perfeita entre a atriz Danielle Winits e uma periguete safada. Dizia ter 23 anos, mas o RG entregava os 31.
Era gostosa pra caralho. Chegava sempre de legging ou jeans colado no corpo, blusinhas justas onde o peito esquerdo parecia prestes a escapar a qualquer momento. Além de tudo, era divertida, espontânea e tinha um sorriso que desarmava qualquer um.
Foi assim que aconteceu:
— Tô muito agradecida, Glauco, por você ter resolvido isso pra mim — disse ela, com aquela voz doce e rouca ao mesmo tempo.
— Disponha, Mell. Espero que agora dê tudo certo com a documentação pra viagem.
— Tô tão aliviada... Você não faz ideia. — Ela mordeu o lábio inferior e inclinou o corpo levemente para frente e disse: — Posso te pedir um favor?
— Claro! Pode falar, Mell!
— Não quer tomar um chopinho comigo? Pra comemorar?
Olhei para aqueles peitos generosos, para o contorno da bunda que a calça legging marcava sem piedade, e respondi no impulso:
— Claro, Mel.
Saímos do escritório e fomos para o Bar Brahma, na esquina da Avenida Ipiranga com a Avenida São João — um clássico do centro que sempre fervilhava de gente. Sentamos numa mesa mais reservada, no fundo. Conversamos de tudo: desde os mistérios da série Lost até futebol, passando pelo escândalo do Ronaldo Fenômeno e, inevitavelmente, o mundo das travestis.
O chopp descia gelado, a conversa fluía fácil e o riso dela era contagiante. Em determinado momento, quando percebi, estávamos mais próximos. A mesa escondia nossos movimentos. Nossos olhares se prenderam, o ar ficou pesado de desejo... Veio outro pedido que aceitei dando um beijo naquela boquinha de batom rosado, saímos e de carro dirigi poucos quarteirões até o hotel que ela indicou — um discreto, daqueles bem conhecidos no centro, na esquina da Avenida São João.
Quando viramos na rua do hotel, um grupinho de três bonecas, estava fumando na calçada. Elas reconheceram Mel imediatamente. Uma delas deu um sorrisinho cúmplice e Mel apenas acenou de leve com a cabeça, sem parar para conversar, mantendo aquele ar de tesão e safado de nós dois.
Estacionamos, entramos rápido na recepção e pegamos a chave em menos de dois minutos. Subimos nos agarrando, senti o volume dela saltando da calça legging e mal a porta do quarto fechou atrás de nós e já estávamos um em cima do outro.
Mel me empurrou contra a parede e me beijou com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto eu apertava aquela bunda enorme com as duas mãos. Arrancamos as roupas um do outro com pressa, quase rasgando. A blusinha dela voou longe, revelando os peitos grandes e firmes. A legging se foi ficando de calcinha rosinha com o caralho escapando pelo lado com sua cabeça rosada e meu pau saltou pra fora novamente, duro como pedra quando a cueca e a calcinha se foram.
Caímos juntos na cama king size. Eu por cima, beijando o pescoço dela, descendo pra chupar aqueles mamilos rosados enquanto Mel gemia e arranhava minhas costas. Ela abriu as pernas, me puxando pela cintura. Meu pau roçava contra o pauzinho dela, um pouco menor e mais fino e torto, que também estava duro e melado.
— Me fode, Glauco… — pediu ela, a voz manhosa e urgente. — Quero sentir essa rola grossa me abrindo toda.
Deixei ela de frango assado, era primeira vez que estava com uma travesti, era gostosa e provocante, corpo gostoso feminino com peitos grandes, cinturinha e uma bunda grande deitada de pernas abertas. Eu cuspi na cabeça do meu pau , coloquei na entrada dela, que já piscava de tesão. Posicionei a cabeça e empurrei devagar no começo, sentindo o cuzinho apertado dela ceder aos poucos. Mel soltou um gemido longo quando entrei inteiro, as unhas cravadas nos meus ombros.
Comecei a meter com ritmo, fundo e forte. A cama rangia a cada estocada. Mel apertavam meu peito e com os peitos balançando, o pau dela balançava duro roçando na minha barriga a cada vez que eu entrava fundo.
— Isso… assim… me arromba, doutor — gemia ela, os olhos semicerrados de prazer.
O quarto encheu-se do som molhado das nossas peles se chocando e dos gemidos cada vez mais altos. Eu gemia sentindo o cuzinho apertado de Mel engolir minha rola grossa a cada enfiada que fazia ela gemer alto com a voz dela desafiando com gritinhos.
De repente, ela pediu para parar, esticou o braço até a beira da cama, pegou a bolsa que havia jogado no chão e remexeu dentro dela, tirou um potinho pequeno de vaselina, abriu com os dentes e passou uma boa quantidade nos dedos.
— Espera um pouco… — murmurou rouca, com um sorrisinho safado.
Ela empurrou meu peito de leve e Virou de quatro na cama rapidinho, empinando aquela bunda enorme e redonda pra mim. Com a mão melada de vaselina, passou bastante no próprio cuzinho, massageando o anel apertado com dois dedos, enfiando e tirando devagar enquanto olhava pra trás, pra mim.
Depois, virou um pouco o corpo e passou o resto da vaselina na minha rola, espalhando com a mão toda, deixando ela brilhando e escorregadia.
— Agora sim… se você me comer seco vou ficar todinha ralada, Doutor, aí já viu! — disse ela, voz manhosa e cheia de tesão. — Me fode sem pena. Quero sentir essa rola grossa me arrombando de verdade.
Mel empinou ainda mais a bunda, abrindo as pernas. A calcinha puxada de lado e o cuzinho dela piscava, todo melado e brilhante de vaselina. Eu segurei aqueles quadris largos, posicionei a cabeça do pau e empurrei com mais facilidade agora. Entrei inteiro de uma vez, sentindo o calor apertado e escorregadio engolir minha rola até o fundo.
— Aaaahhh… porra… assim! — gemeu ela alto, jogando a cabeça pra trás.
Comecei a meter forte, sem dó. O som molhado e obsceno da vaselina ecoava no quarto a cada estocada funda. Mel rebolava pra trás, encontrando minhas investidas, o bundão batendo contra minha barriga e coxas com força. Seus peitos grandes balançavam pra baixo enquanto eu segurava firme na cintura dela, puxando-a contra mim.
— Isso… me arromba… mais fundo… — pedia ela entre gemidos, a voz saindo rouca e quebrada de prazer. — Usa esse cuzinho gostoso, doutor…enfia...
Eu aumentei o ritmo, metendo cada vez mais bruto, o barulho da pele contra pele misturado com os gemidos dela enchendo o quarto inteiro.
Eu segurava firme na cintura larga de Mel, metendo fundo e ritmado, sentindo o cuzinho dela apertado e escorregadio de vaselina engolir minha rola grossa a cada estocada. O barulho molhado ecoava no quarto do hotel.
Então , ela esticou o braço, pegou o próprio pau o médio e duro e começou a bater punheta pra si mesma, a mão subindo e descendo rápido enquanto eu continuava arrombando ela por trás de quatro.
— Isso… vai… me fode — gemeu ela, a voz rouca de tesão.
Eu aumentei o ritmo, penetrando mais fundo, quase saindo inteiro e enfiando tudo de novo com força. A cada estocada, o bundão dela balançava e batia contra minha barriga. Mel empinava ainda mais, rebolando pra trás pra encontrar minhas investidas, enquanto a mão dela não parava de masturbar o pauzinho melado.
— Porra, Mel… você tá tão apertada… — rosnei, segurando com mais força nos quadris dela.
Ela virou o rosto de lado na cama, olhos fechado, boca aberta gemendo sem parar:
— Mais forte, Glauco… me arromba meu cuzinho… olha como eu tô batendo pra você…
O som da punheta dela misturava com o barulho molhado da foda. Eu metia cada vez mais bruto, sentindo as bolas batendo contra ela, enquanto Mel acelerava a mão no próprio pau
Quase nem conseguir me controlar, mas parei eu a puxei pra frente , de frente para mim, ambos de joelhos na cama , mordi o ombro dela que pela cara sabia que era hora da gozada. Então segurei meu pau e o pau dela os dois melados e explodindo de tesão juntos e com a mão dela e a minha começamos a bater uma punheta com os caralhos juntos e Mel soltou um gemido alto, quase um grito:
— Isso… bate pra mim… bate meu pau ao mesmo tempo com o seu … caralho, tô quase gozando!
O ritmo ficou selvagem. Nos beijávamos como putos enquanto minha mão e a dela trabalhavam juntas nos nossos caralhos juntos.
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— Porra… tô quase… — senti o gozo subindo.
— Goza pra mim, Glauco… esporra tudo em mim — pediu ela com voz desafinado, mas não deu tempo veio a estourada minha e depois de um instante a de Mel que gritou:
— Ahhh… tô gozando…!
Nossas rolas pulsavam na minha mão e na dela. Jatos grossos de porra quente espirraram entre nossos corpos, sujando minha barriga e o peito dela. As porras se misturaram no meu corpo e no dela. Eu esporrei com força. Jatos grossos e longos de esperma voaram, caindo nos peitos grandes de Mel, na barriga dela, e misturando com a porra que ela havia acabado de soltar. Nossos corpos tremiam. A porra quente escorria pelos seios dela, pela barriga, misturando-se entre nós enquanto eu ainda dava estocadas leves, espremendo as últimas gotas.
Ficamos ali, ofegantes, suados e sujos de porra, olhando um pro outro com sorrisos safados. A beijei com tesão longo e ela disse:
— Aí, sabia que o senhor tinha uma pegada gostosa!
— Você sabe muita coisa de mim, hein.
— Adivinhei sabe! — disse ela safadamente olhando com os olhos claros pra mim.
— Não tem problema ter ido sem capa?
— Tem não doutor, sou limpinha e só libero sem capa pra namorado!
— Você tem namorado?
— Não, tô solteirinha, mas vai depender do senhor, agora.
Rimos muito e com a Mel descobri os encantos e tesão das bonecas da noite de Sampa.