O macho que virou meu mundo do avesso

Um conto erótico de historia90
Categoria: Heterossexual
Contém 3227 palavras
Data: 27/03/2026 18:52:00

Meu nome é Patrícia, mas todo mundo que me conhece de verdade me chama de Paty. Tenho 30 anos, sou branca, com cabelo longo liso que cai até metade das minhas costas como uma cortina de seda escura. Meus olhos são castanhos, daqueles que parecem mudar de tom dependendo da luz às vezes mais claros, quase âmbar, outras vezes escuros como café forte. Meus seios são médios, firmes, com bicos que marcam facilmente quando o tecido roça neles. Meu bumbum é grande, redondo, malhado de tanto agachar na academia e correr. Ele tem aquela curva perfeita que faz calças jeans apertadas ficarem ainda mais apertadas. Minha bucetinha é rosadinha, delicada, sempre bem cuidada, com os lábios pequenos e macios. Meus pés são 34, com solas levemente rosadas, unhas sempre pintadas de vermelho ou nude. Eu sei o efeito que causo. Homens param na rua. Mulheres me olham com inveja ou desejo. Eu sou o tipo de mulher que deixa todo mundo doido sem nem precisar tentar.

Até o dia em que conheci ele.

Eu estava num barzinho no bairro de Pinheiros, em São Paulo, um daqueles lugares com luz baixa, música boa e gente bonita. Era uma quinta-feira comum, depois do trabalho. Eu vestia uma saia preta justa que marcava bem o meu bumbum, uma blusa de seda branca com um decote sutil que deixava entrever o vale entre meus seios, e saltos altos que alongavam minhas pernas. Meu cabelo estava solto, perfume doce e marcante. Eu ria com as amigas, mexendo no copo de gin com tônica, quando senti um olhar.

Não foi um olhar qualquer. Foi pesado. Intenso. Como se alguém tivesse colocado a mão na minha nuca e apertado de leve.

Virei o rosto devagar e lá estava ele.

Alto. Muito alto. Devia ter uns 1,92m. Corpo forte, ombros largos, braços que esticavam a camisa preta de manga curta. Peito definido, cintura marcada. A pele morena, cabelo curto e bem cortado, barba rente que dava um ar ainda mais masculino. O rosto era lindo de um jeito bruto maxilar quadrado, olhos escuros que pareciam perfurar. Ele segurava uma dose de uísque como se o copo fosse pequeno demais para a mão dele. Quando nossos olhares se cruzaram, ele não sorriu. Só inclinou a cabeça de leve, como se estivesse me avaliando. E eu senti um calor subir pela espinha.

Minhas amigas continuavam falando, mas eu já não ouvia mais nada. Meu corpo inteiro reagiu. Os bicos dos meus seios endureceram de repente contra o tecido da blusa. Senti um formigamento gostoso entre as pernas, minha bucetinha rosadinha pulsando de leve só com aquele olhar. Eu tentei disfarçar, mas ele percebeu. Um canto da boca dele subiu num sorriso lento, safado.

Ele veio na direção da nossa mesa.

— Posso pagar a próxima rodada? — a voz era grave, rouca, daquelas que vibram no peito.

Minhas amigas ficaram mudas. Eu levantei o queixo, tentando manter a pose.

— Depende. Você sempre chega assim, sem ser convidado?

Ele se aproximou mais. O cheiro dele era bom — madeira, couro e algo masculino, quente. Ele era ainda mais imponente de perto. Eu tive que erguer o rosto para encará-lo.

— Só quando vejo algo que vale a pena. E você, Paty… vale.

Ele sabia meu nome? Eu não tinha dito. Deve ter ouvido minhas amigas me chamando. O jeito como ele falou “Paty” fez meus joelhos fraquejarem um pouco. Como se ele já estivesse saboreando o nome na boca.

Eu ri, nervosa, mas excitada.

— E você? Tem nome ou só fica por aí virando o mundo das mulheres do avesso?

Ele riu baixo. Um som profundo que eu senti na barriga.

— Me chamo Rafael. E acho que hoje é você quem vai ter o mundo virado.

Ele puxou uma cadeira e se sentou ao meu lado, perto demais. A coxa dele roçou na minha. Era sólida, quente. Eu senti o calor atravessar o tecido da saia. Meu bumbum grande se acomodou melhor na cadeira, e eu cruzei as pernas devagar, sentindo a sola dos meus pés rolados pressionar o chão. Os saltos altos faziam meus pés ficarem delicados, arqueados.

Rafael não disfarçava. Olhava para mim inteiro dos olhos para o decote, descendo para a curva dos meus seios, depois para a cintura, para o bumbum que a saia marcava, e até para as minhas pernas cruzadas. Quando o olhar dele chegou aos meus pés, ele demorou um segundo a mais. Como se estivesse imaginando.

— Você sabe o efeito que causa, né? — ele murmurou, baixo o suficiente para só eu ouvir.

— Sei. Mas geralmente os homens babam mais discretamente.

— Eu não sou a maioria dos homens.

Ele pediu outra rodada. Enquanto esperávamos, a conversa fluiu fácil, mas carregada. Ele falava pouco, mas cada palavra parecia ter peso. Perguntou sobre meu trabalho, sobre o que eu gostava de fazer nos fins de semana, sobre o que me fazia sorrir. Mas os olhos dele nunca deixavam os meus por muito tempo. E quando falava, inclinava o corpo na minha direção, como se quisesse me envolver.

Em determinado momento, ele colocou a mão grande na mesa, bem perto da minha. Os dedos eram longos, veias marcadas. Eu imaginei aquela mão na minha cintura, apertando. Meu corpo reagiu de novo — um calor úmido se formando devagar na minha bucetinha rosadinha. Eu apertei as coxas uma contra a outra, tentando controlar.

Rafael percebeu. Claro que percebeu.

— Tá quente aqui, Paty? — perguntou com aquele sorriso safado.

— Um pouco — respondi, mordendo o lábio inferior de leve.

Ele se aproximou mais, o rosto quase tocando meu ouvido.

— Eu posso fazer você sentir muito mais calor… sem nem precisar tirar roupa.

Meu coração acelerou. Senti os seios subirem e descerem mais rápido com a respiração. Os bicos estavam duros, visíveis contra a seda branca. Ele olhou direto para eles e lambeu o lábio devagar.

— Gostei do que vi. Seios bonitos. Firmes. Imagino como ficam quando você tá excitada de verdade.

Eu corei, mas não desviei o olhar. Em vez disso, me inclinei um pouco para frente, deixando o decote se abrir mais.

— E você? Gosta de olhar ou prefere tocar?

Ele riu baixo.

— Eu gosto de olhar primeiro. De imaginar. De ver como o corpo da mulher reage só com palavras e proximidade. Depois… depois eu toco. Devagar. Pra sentir cada curva.

A mão dele roçou de leve na minha coxa por baixo da mesa. Não foi invasivo. Foi um toque leve, os dedos traçando uma linha lenta na lateral da minha perna, por cima da saia. Meu corpo inteiro arrepiou. Meu bumbum grande se mexeu na cadeira, como se quisesse mais pressão.

— Você tem um corpo que deixa qualquer um louco — ele continuou, voz rouca. — Esse bumbum… caralho, Paty. Dá vontade de apertar, de ver ele balançando. E esses pés… tamanho 34, solas roladas. Aposto que são macios.

Eu ri, nervosa e molhada.

— Você tá prestando muita atenção.

— Eu presto atenção no que importa. No que eu quero devorar devagar.

A noite seguiu assim. Conversa leve por cima, mas por baixo uma corrente elétrica de desejo. Ele não me beijou. Não me tocou de forma pesada. Mas cada olhar, cada palavra safada, cada roçar de perna ou de mão fazia minha bucetinha latejar. Eu sentia o tecido da calcinha úmido, colando nos lábios rosadinhos. Meus seios pediam atenção. Meu bumbum queria ser agarrado por aquelas mãos grandes.

Em certo momento, eu me levantei para ir ao banheiro. Quando passei por ele, Rafael segurou meu pulso de leve.

— Anda devagar. Quero ver esse bumbum se mexendo pra mim.

Eu obedeci. Caminhei devagar, sentindo o olhar dele queimando nas minhas costas, na curva generosa do meu bumbum malhado. No banheiro, me olhei no espelho. Estava corada, olhos brilhando de tesão. Os bicos dos seios marcavam forte. Eu passei a mão de leve pela saia, sentindo o calor entre as pernas. Não toquei. Só respirei fundo, tentando me acalmar.

Quando voltei, ele estava de pé, esperando.

— Vou te levar pra casa — disse, sem perguntar.

Não era uma sugestão. Era quase uma ordem. E eu gostei.

No carro dele — um SUV preto grande, como ele — o espaço parecia pequeno demais. Ele dirigia com uma mão no volante, a outra descansando na marcha. Eu cruzava e descruzava as pernas, o tecido da saia subindo um pouco nas coxas. Rafael olhava de vez em quando, demorando o olhar nas minhas pernas, nos meus pés ainda dentro dos saltos.

— Tira os saltos — ele pediu, voz baixa.

Eu hesitei só um segundo, depois tirei. Meus pés 34, com solas levemente rosadas, ficaram livres. As unhas vermelhas brilhavam na luz fraca do painel. Ele estendeu a mão grande e pegou um dos meus pés, colocando no colo dele, sobre a coxa dura. O toque era quente. Ele não massageou. Só segurou, o polegar traçando círculos lentos na sola rolada.

— Macio — murmurou. — Imagino esses pés no meu peito… ou em outro lugar.

Meu corpo inteiro esquentou. Senti um novo jorro de umidade na bucetinha. Eu mordi o lábio, olhando para ele.

— Você gosta de provocar, né?

— Gosto de ver você reagindo. De ver seus seios subindo rápido, seu bumbum se mexendo na poltrona, sua bucetinha ficando molhadinha só com isso.

Ele disse “bucetinha” com tanta naturalidade safada que eu suspirei.

Chegamos no meu prédio. Ele estacionou, desligou o carro. O silêncio ficou denso. Rafael virou o corpo para mim, o braço grande apoiado no encosto do banco. Ele me olhou inteiro de novo — cabelo longo, olhos castanhos, seios, cintura, bumbum, pernas, pés ainda no colo dele.

— Você é perigosa, Paty. Sabe disso?

— Perigosa como?

— Do tipo que faz um homem querer perder o controle. Mas eu não perco controle fácil. Eu gosto de prolongar. De fazer a mulher sentir cada segundo de desejo até ela implorar.

Ele se aproximou. O rosto dele ficou a centímetros do meu. Eu senti o hálito quente. Quase me inclinei para beijar, mas ele recuou um pouco, sorrindo.

— Ainda não.

A mão dele subiu devagar pela minha perna, por cima da saia, até parar na curva do meu bumbum. Apertou de leve, sentindo a carne firme e macia. Eu gemi baixinho.

— Caralho… esse bumbum é ainda melhor do que eu imaginava. Redondo. Malhado. Dá vontade de morder.

Ele apertou mais, os dedos afundando na carne. Meu corpo se arqueou. Os seios empinaram. Ele olhou para eles.

— Seios perfeitos. Médios, mas cheios. Aposto que os bicos são rosados como sua bucetinha.

Eu estava respirando rápido. Meu cabelo longo caía sobre um ombro. Ele pegou uma mecha, enrolando no dedo.

— Cabelo lindo. Imagino ele enrolado na minha mão enquanto eu te faço sentir coisas que você nunca sentiu.

Ele soltou meu bumbum, mas a mão ficou ali, quente, possessiva. Depois desceu até meu pé de novo, segurando a sola rolada contra a palma grande.

— E esses pés… pequenos, delicados. Quero sentir eles deslizando na minha pele.

Ficamos assim por longos minutos. Ele me tocando de forma leve, mas intensa. Descrevendo o que queria fazer, o que imaginava. Sem nunca passar do limite que eu tinha pedido para não passar naquela noite. A tensão era insuportável e deliciosa ao mesmo tempo. Minha bucetinha latejava, molhada, os lábios rosadinhos inchados de desejo. Meus seios doíam de tão duros. Meu bumbum queria mais apertos. Mas ele controlava tudo.

— Amanhã — ele disse por fim, voz rouca. — Amanhã eu quero te ver de novo. Sem roupa. Quero olhar cada centímetro desse corpo que me deixou louco desde o primeiro olhar. Quero ver essa bucetinha rosadinha brilhando de tesão. Quero ver esse bumbum grande balançando enquanto você anda pra mim. Quero sentir esses pés no meu corpo.

Ele se inclinou e, finalmente, me deu um beijo. Não foi um beijo selvagem. Foi profundo, lento, dominador. A língua dele invadiu minha boca com calma, explorando, saboreando. Eu gemi contra os lábios dele, as mãos segurando os ombros largos. Quando ele se afastou, eu estava tremendo de desejo.

— Vai subir agora, Paty. E pensa em mim quando estiver sozinha na cama. Pensa nessas mãos. Nesse pau grosso que você ainda nem viu, mas que vai te preencher como ninguém.

Ele abriu a porta do carro para mim. Eu desci, pernas fracas, bumbum grande se mexendo enquanto eu caminhava até o elevador. Senti o olhar dele queimando em mim até eu entrar no prédio.

Naquela noite, eu me deitei sem conseguir dormir direito. Meu corpo inteiro vibrava. Cada palavra dele ecoava na minha cabeça. Eu sentia o toque fantasma da mão grande no meu bumbum, no meu pé. Imaginava o corpo forte dele sobre o meu, o pau grosso que ele havia mencionado pressionando contra mim sem entrar ainda. A tensão era deliciosa.

No dia seguinte, ele me mandou mensagem cedo.

“Bom dia, Paty. Dormiu pensando no macho que virou seu mundo do avesso?”

Eu respondi com um emoji safado e uma simples palavra: “Sim.”

E assim começou nossa história. Uma história de desejo lento, de sedução pesada, de um homem que soube exatamente como me deixar louca sem pressa. Um homem que me fez sentir mulher como ninguém nunca tinha feito.

Porque Rafael não era só alto, forte e bonito. Ele era o tipo de macho que olha para uma mulher como eu — com meu cabelo longo, meus olhos castanhos, meus seios médios, meu bumbum grande malhado, minha bucetinha rosadinha, meus pés delicados — e decide que vai possuir cada pedaço, devagar, gostoso, até eu não conseguir mais pensar em mais ninguém.

E eu… eu já estava completamente rendida antes mesmo dele tocar de verdade.

Depois daquela noite no carro, os dias seguintes foram uma tortura deliciosa. Rafael me mandava mensagens durante o dia. Coisas simples, mas carregadas.

“Estou pensando no seu bumbum naquela saia. Como ele preenchia o tecido. Queria ter apertado mais forte.”

Ou:

“Seus pés 34 na minha coxa… macios pra caralho. Imagino eles deslizando devagar pelo meu peito, descendo…”

Eu lia no trabalho, sentada na cadeira do escritório, e sentia minha bucetinha ficar molhada na hora. Apertava as coxas, mordia o lábio, tentava me concentrar. Mas era impossível. Meu corpo já estava viciado na voz dele, na presença dele, na forma como ele me olhava como se eu fosse a coisa mais gostosa do mundo.

No segundo encontro, ele me levou para jantar num restaurante mais reservado. Eu escolhi um vestido preto curto, justo no bumbum, com um decote nas costas que deixava quase toda a pele exposta. Meu cabelo longo solto, maquiagem leve, mas os olhos bem marcados. Quando ele me viu chegando, parou no meio da calçada. O olhar dele desceu devagar pelo meu corpo.

— Porra, Paty… você quer me matar hoje?

Ele se aproximou, a mão grande pousando na minha cintura, puxando-me de leve contra o corpo dele. Eu senti o calor, a rigidez do peito, o cheiro masculino. Meu seio roçou no braço dele e eu suspirei.

Durante o jantar, a mesa era pequena. Nossos joelhos se tocavam por baixo. Ele esticava a perna de vez em quando, encostando a coxa musculosa na minha. A conversa era sobre tudo e sobre nada — trabalho, viagens, gostos musicais — mas sempre voltava para o corpo.

— Me conta — ele disse, cortando o filé com calma. — Quando você se olha no espelho depois do banho, o que você mais gosta de ver?

Eu corei um pouco, mas respondi honestamente.

— Meu bumbum. Ele é grande, mas firme. Gosto de ver como ele fica redondo quando eu viro de lado.

Ele sorriu, olhos escuros brilhando.

— Eu também gosto. Muito. Quero ver ele de perto. Quero passar a mão devagar, sentir a pele, apertar e ver a marca dos meus dedos.

Eu apertei as pernas. A bucetinha rosadinha latejava de novo.

— E meus seios? — perguntei, provocante.

— Seios médios são perfeitos. Cabeem na mão. Os bicos devem ficar bem duros quando você tá excitada. Eu quero ver isso. Quero ver eles marcando a roupa, pedindo atenção.

Ele esticou a mão por cima da mesa e pegou a minha, levando aos lábios. Beijou os dedos devagar, um por um. Depois virou minha mão e beijou a palma. A língua dele tocou de leve a pele. Um arrepio subiu pelo meu braço direto para os seios.

Mais tarde, no carro de novo, a tensão estava ainda maior. Ele dirigiu até um lugar mais escuro, perto de um parque. Parou o carro. Virou para mim.

— Vem cá.

Eu me inclinei. Ele me puxou para um beijo mais intenso que o primeiro. A boca dele era quente, a língua explorava com calma, dominando. Enquanto beijava, a mão grande desceu pelas minhas costas nuas, sentindo a curva da coluna, chegando até a parte de cima do bumbum. Apertou a carne por cima do vestido.

— Esse vestido é uma provocação — murmurou contra minha boca. — Mostra exatamente o quanto seu bumbum é gostoso. Redondo. Empinado. Dá vontade de te colocar de quatro só pra olhar.

Eu gemi baixinho. Meu corpo inteiro estava quente. Os seios pressionados contra o peito dele, bicos duros roçando o tecido.

Ele desceu a mão mais, segurando uma nádega inteira, apertando e soltando, sentindo o tamanho e a firmeza.

— Caralho, Paty… você tem um corpo feito pra deixar homem louco.

Depois, ele me pediu para virar um pouco de lado no banco. Eu obedeci. Ele olhou para minhas pernas, depois pediu para eu esticar um pé. Tirei o salto novamente. Ele segurou meu pé pequeno na mão grande, o polegar massageando a sola rolada com pressão gostosa.

— Pés delicados… solas macias. Imagino eles pressionando contra mim enquanto eu te faço sentir coisas boas.

Ele não foi além. Só tocou, descreveu, provocou. A voz rouca contando tudo o que queria fazer comigo — devagar, olhando cada reação, fazendo meu corpo implorar sem nunca dar tudo de uma vez.

Eu saí daquele encontro tremendo, a calcinha encharcada, o bumbum marcado pelo aperto dele, os seios sensíveis, a bucetinha pulsando de desejo acumulado. E ele sabia. Sorria aquele sorriso safado, sabendo exatamente o que estava fazendo.

Os encontros seguintes seguiram o mesmo padrão delicioso de tortura lenta. Um cinema escuro, onde a mão dele ficou o filme inteiro na minha coxa, subindo e descendo, chegando perto da barra do vestido mas nunca passando. Um passeio no parque à noite, onde ele me encostou numa árvore e me beijou enquanto as mãos exploravam minha cintura, a curva dos seios por cima da roupa, o bumbum grande pressionado contra o tronco.

Sempre descrevendo.

— Sua bucetinha deve estar tão rosadinha agora… inchada, molhada, querendo atenção.

— Seus seios estão pedindo pra serem tocados. Eu sinto os bicos duros mesmo através da roupa.

— Esse cabelo longo… quero enrolar ele na mão enquanto te tenho perto.

— Esse bumbum… quero ver ele balançando enquanto você anda nua pra mim.

Cada palavra era como uma carícia. Cada olhar, uma promessa. Cada toque leve, uma faísca que incendiava meu corpo inteiro.

Eu me sentia poderosa e completamente rendida ao mesmo tempo. Ele tinha virado meu mundo do avesso. O macho que me fazia sentir desejada como nunca, que controlava a velocidade do desejo, que sabia exatamente como me deixar molhada, arrepiada, ansiosa por mais.

E eu queria mais. Queria tudo. Mas a espera, a tensão, o jeito como ele me olhava — alto, forte, pau grosso prometido, lindo — tornava cada segundo deliciosamente insuportável.

Paty, a mulher que deixava todo mundo doido, finalmente tinha encontrado alguém que deixava ela doida.

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