Boa tarde! Voltando aqui com mais algumas partes. Posto a parte dois domingo por volta das 19:00h.
Gosto de dizer que os três primeiros meses de um relacionamento é como o período de experiência. É a data em que é possível definir se vai continuar ou não. Você conhece o básico da pessoa: seus costumes, horários, algumas manias, se gosta de trabalhar ou se é a toa. E uma data boa. E não tinha que ser diferente comigo e com o Renan.
Estávamos em um motel bem legal que nesse dia. Havíamos acabado de chegar. Nesses três meses juntos algumas coisas tinham mudado. Chamava-o de “senhor” naturalmente, meu cabelo e minha barba estavam sendo feitos a cada quinze dias por ele mesmo. Me vestia como ele também. Praticamente mudei todo o meu guarda roupa. Agora usava somente camisa polo ou camisa de botão, sapatênis e até mesmo as sandálias de couro.
Essa mudança toda marcava a dominação que ele exercia sobre mim, que ia além do sexo, além de dar ordens durante o dia: ela compreendia basicamente todos os aspectos da nossa relação. De modo geral Renan era bem autoritário e bruto na relação, mas ao mesmo tempo era romântico e protetor (se é que essas coisas todas se encaixam).
A forma que as pessoas me viam também mudou em tão pouco tempo. Antes, um cara que saia e adorava uma boa putaria para um cara agora que se quer passa das dez horas na rua, isso quando “namorado” deixava sair.
As pessoas também notaram a mudança drástica na forma de vestir e no visual do cabelo e da barba. Não teve como não lembrar do Renan quando meus amigos me viram usando sandália e ficaram me zoando quase a noite toda. Para um cara (acreditem, tímido) como foi o fim. Ou de falarem porque só usava camisa polo, que provavelmente tinha comprado em alguma promoção (pois quase todas eram parecidas). Muitos me falaram que meu rosto ficava muito mais bonito com barba e meu cabelo raspado não era legal (palavras gentis para falar que estava feio). Renan insistia que eu usaria bigode, como ele, mas não colocou em prática.
Fato é: esse tipo de intensidade em uma relação é para quem curte. Conhecemos muita gente e ninguém, absolutamente ninguém, sabia o que estávamos vivendo um com outro. As vezes num bar tava tomando uma taça cheia de mijo dele sem ninguém perceber, ou cumprindo alguma outra ordem dele como usar o plug as vezes.
Nesses três meses nos aproximamos muito e passamos muito tempo junto, sejam finais de semana ou a noite, após o trabalho. Ambos estavam gostando muito um do outro.
Voltando a história… Ele me levou em um motel bem legal para comemorar os três meses juntos. Parecia ser um motel bem caro. O quarto que estávamos nessa noite era muito espaçoso e bonito. Tinha uma banheira de hidro ao fundo, uma cama de casal grande forrada com lençóis brancos, espelhos nas paredes e no teto, uma mesinha com tampo de granito com um cardápio aberto encima. Tudo ali cheirava limpeza, desinfetante suave e amaciante de roupas.
Sentamos na cama para conversar um pouco. Ele disse que queria falar algumas coisas para mim. Sendo muito honesto eu estava bem curioso.
- Três meses, Estressadinho – disse contente, com aquele sorriso de canto de boca lindo dele. Ele estava usando uma camisa social de manga curta branca, short preto e sandália. Estava com a barba toda feita. Alguns botões estavam aberto então conseguia ver a marca dos peitos definidos dele, com alguns pelos. A manga da camisa esteva justa com os braços musculosos dele.
- Sim, três meses – disse para ele. Eu estava vestindo algo muito parecido, no caso com uma camisa polo branca básica, com bolso.
- Está feliz? - perguntou ele me olhando. Estávamos ambos sentando na ponta da cama macia. Eu havia jogado minha mochila no chão, ele estava com a dele nos pés. Os olhos azuis dele me olhando intensamente. O cheiro da pele dele se fazendo notar, como sempre. Aquele cheiro só dele que eu tanto gostava.
- Muito – respondi realmente feliz. Sorri para ele. - E o senhor?
- Muito – respondeu contente. - Por isso pensei e acho que está na hora de darmos um passo a frente no nosso relacionamento, já que começamos a “namorar” sem eu ter pedido você em namoro. Bem… acho que vai gostar do que comprei.
Ele abriu a mochila e tirou um porta alianças preto. Eu fiquei sem reação, senti um frio no estômago quando ele abriu q caixinha, revelando as alianças de prata de compromisso.
- Acho que está na hora de firmar compromisso, ao menos para a sociedade, porque você já é meu desde o dia que nos reencontramos naquela livraria.
Ele pegou uma das alianças e me mostrou, o nome dele estava gravado do lado de dentro com a data que nos conhecemos, aquela há quatro anos. Ele segurou minha mão direita e colocou. Ela entrou sem qualquer problema, seu lado de dentro era abaulado e liso, o que a fez deslizar pelo medo dedo como se ele tivesse a medida exata. Eu peguei a outra aliança, estava escrito o meu nome e a data que nós conhecemos. Coloquei no dedo dele. O dedo dele era visivelmente mais grosso que o meu.
- Pronto, agora todos sabem que é meu – disse Renan contente me olhando. - Deixa eu ver como ficou.
Eu coloquei a minha mão em cima da mão dele, que era maior e cheia de veias aparentes. A diferença entre nossas mãos eram bem evidentes.
- Ficou ótimo – disse Renan satisfeito.
Eu voltei o olhar feliz para ele. Estava explodindo de alegria. Era a primeira vez que usava aliança de compromisso com alguém. Ele me olhou de volta. Os olhos azuis-claros dele me olhavam intensamente. O rosto dele, que geralmente era indiferente ao mundo agora estava sorridente e feliz, mais lindos que nunca.
- Eu te amo estressadinho.
Meus olhos se surpreenderam. Meu coração bateu mais forte. Não esperava ouvir dele isso, nunca. Ele era dominador, bruto. Não achava que era o tipo de homem que falava isso. Olhei para ele surpreso enquanto ele me encarava feliz. Eu nem sei descrever o que senti naquele dia. Eu sorri sem querer tipo de sorriso contra sua vontade, quando a boca se mexe sozinha.
- Eu te amo também – disse para ele.
Nessa hora ele me puxou para um beijo. Foi um beijo apaixonado, salgado como sempre, forte, que tirou o meu ar. Ele era forte e me envolvia em seus braços de modo que eu não conseguia sair. Estar nos braços dele era a melhor sensação do mundo, eram firmes e me passava a sensação que poderia ceder totalmente, ele estaria me segurando. O cheiro dele me inundou, aquele cheiro único, que só ele tinha. Beijei ele com vontade de volta enquanto passava a mão no rosto dele. A língua grossa dele invadindo cada espaço dentro da minha boca, me deixando sem ar.
Quando parou nossos olhos se encaravam, os olhos dele eram lindos, tão claros quando céu durante o dia, agora brilhantes e mais intensos que antes.
- Nunca no meu passado eu achei que eu poderia estar tão feliz – disse para ele.
- Eu te procurei a vida inteira Estressadinho – disse ele me olhando nos olhos. - Agora eu achei e todos vão saber que você é meu!
Eu sorri para ele, olhando a aliança de prata na mão.
- Gostou da aliança? - perguntou ele contente.
- Eu amei – eu amei disse ainda olhando para ela no meu dedo.
- Agora a sociedade sabe que você é compromissado, avançamos um passo na nossa relação nesse quesito – disse ele enquanto eu ainda olhava a aliança empolgado, a alegria explodindo dentro de mim. Ele suspirou e sentou-se novamente na ponta da cama, ele parecia não conseguir para de sorrir também. - Agora precisamos avançar também no que diz respeito a dominação e a submissão.
Olhei para ele e fiz um sim com a cabeça. Era o que nós dois gostávamos. Era aquilo que nós dois vivíamos e ninguém podia tira da gente. Ninguém sabia, só eu e ele.
- Tenho mais um presente para você – disse Renan pegando uma caixa pequena dentro da mochila. Ela era pouco maior que uma caixa de celular. Estava embrulhada com um papel de presente azul com listras brancas e um laço azul-celeste bem pomposo indicando a parte de cima.
Peguei a caixa, era bem leve. Fiquei curioso. Rasguei o papel de presente revelando o conteúdo da caixa. Meu coração quase parou, meu estômago gelou. Era um cinto de castidade!
Fiquei sem reação.
- Abra para você ver – disse Renan me encorajando.
Eu abri ainda em estado de choque. A ansiedade explodiu dentro de mim como se gelo estivesse sendo derramado dentro do meu estômago.
Abri a caixa e retirei o conteúdo de dentro dela. Haviam quatro anéis de acrílico transparente. Pelo que entendi e vi em alguns vídeos ele ficava atrás do saco. Havia uma gaiola transparente bem pequena, caberia meu pau mole dentro dela. Ela tinha o formato da cabeça de um pênis. Haviam duas chaves, sendo que uma delas estava encaixada em algo que parecia ser uma tranca.
Estava pasmo olhando o cinto.
- Agora sim, vinte e quatro horas por dia, vai entender o que é ser submisso – disse Renan sério, olhando o cinto de castidade na minha mão. - Ah, outra coisa. Repara na gaiola – disse ele e nesse momento olhei a parte que tinha o formato da cabeça de um pau. - Está vendo, tem três furos, um em cada lado e um na frente. Eles servem para a urina passar. Se tentar mijar em pé vai voar mijo para todo lado. Então, a partir de agora, vai mijar sentado também.
Olhei para o cinto: eu pasmo de um lado; meu pau ficando duro de outro.
- Vou te ensinar a colocar – disse ele pegando o anel de acrílico que parecia ser o segundo menor. - Primeiro você vai enfiar o seu pau dentro do anel, depois vai enfiar o saco. Se tiver difícil para passar o saco, passar uma bola primeiro e depois passa a outra – disse me entregando o anel.
Eu fiz como ele falou, mas meu pau estava duro.
- Vamos abaixar essa rolinha – disse ele coçando o senho. Ele foi até o frigobar e pegou alguns cubinhos de gelo. Ele colocou na fronha e depois colocou envolta do meu pau duro. Doeu de mais, fiz uma cara de dor e meu pau ficou mole. - Anda, coloca o anel agora, do jeito que eu falei.
Passei pinto pelo mole pelo anel, depois que passei tentei passar o saco, que estava peludo. Com um pouco de dificuldade consegui passar uma bola e depois passei a outro. Puxei a pele do saco para frente e empurrei o anel para trás do saco.
- Agora vira o anel e deixa essa parte com os ganchinhos para cima – disse Renan.
No anel havia duas espécies de ganchinhos com um furo no meio, lembrava duas anteninhas furadas. Virei eles para cima.
- Agora colocar a gaiola no seu pinto e encaixa essa pequena travinha entre os ganchinhos – disse Renan me indicando.
Na gaiola havia a parte da frente, onde o pênis ficava, ela era tampada e tinha somente os furos para passar a urina. Era transparente, então seria possível ver meu pau dentro dela. Meu pau mole cabia ali dentro e sobraria um pouco de espaço, que provavelmente ficaria tomado quando tivesse alguma ereção. Na ponta anterior, por onde o pau entrava, havia uma espécie de canudo bem pequeno que encaixava entre os dois ganchos do anel. Coloquei a gaiola acomodando meu pau mole dentro dela e encaixei essa trava da gaiola entre os dois ganchos. Agora o cinto de castidade estava colocado, meu pau estava totalmente acomodado dentro dele, com pouco espaço sobrando. Nesse momento Renan enfiou a chave, que entrou por um gancho do anel, passou pelo pequeno cano da gaiola e encontrou o outro gancho do anel. Depois ele virou a chave e a tirou, deixando a trava entre entre o anel e a gaiola.
- Agora sim, pau mole e trancado, como deve ser – disse Renan segurando a chave.
Agora meu pau estava trancado! A gaiola não saia, pois estava presa no anel, que por sua vez estava com o meu saco passando por ele. Para tirar o anel puxando teria que passar o meu saco inteiro pelo anel, o que seria impossível dado a largura do anel e o fato dele estar trancado junto com a gaiola.
- Pronto – disse Renan puxando a gaiola, que agora não saia uma vez que estava presa. Ele puxou com mais força, o anel veio para frente e pressionou meu saco, o que me fez sentir um pouco de dor. - Agora não passa, a única forma de tirar e destrancando. Está literalmente com o pau mole e trancado. E também acertei no tamanho do cinto, o seu pau e bem pequeno, mas o saco é grande – disse Renan olhando o cinto.
Meu pau começava a querer endurecer novamente.
Eu estava em pé, logo olhei para baixo e vi o cinto prendendo meu pau. Ele estava trancado. Era estranho ver o cinto de castidade entre as pernas.
Renan deu um tapa na minha bunda forte na minha bunda.
- Agora só eu fico de pau duro nessa relação – disse ele. - E também só eu mijo em pé. Seu papel é esse a partir de agora.
Ainda olhava aquilo. Mexi nele e estava bem preso. Meu pau estava com a cabeça tampada pela pele, por ali não daria para lavar então na primeira mijada já iria feder, sem falar que poderia ficar resto de urina na gaiola.
Renan se levantou e me abraçou, os braços fortes dele passaram por mim, fiquei muito próximo dos rosto dele. O pau dele me cutucou e nesse momento senti um ardência forte atrás do saco. Era horrível. Meu pau estava tentando ficar duro e não estava conseguindo. Ao mesmo tempo ficar próximo do Renan daquele jeito, sentindo a rola grossa dele me cutucando me fazia ficar com tesão.
Ele me beijou, o beijo parecendo uma penetração. Não foi como o beijo romântico e apaixonado a pouco, agora era um beijo selvagem, a língua dele invadindo minha boca por completo, me deixando totalmente sem ar. Eu não conseguia resistir quando meu macho me pegava daquele jeito.
- Essa vai ser a primeira de muitas que você vai dar com o pau trancado – disse me virando. Apoiei minhas mãos na mesinha. - Agora levanta essa bunda.
Empinei o máximo que consegui. Meu pau tentava ficar tudo, mas a gaiola do cinto o continha. O saco ardia. Era misto de tesão, com orgasmo e ardência. Senti o cuspe dele escorrendo até o meu cu. Ele cuspiu também no pau.
Primeiro ele passou a cabeça dura do pau dele na entrada do meu cu. Senti aquela cabeça relando ali me deixava doido. Mais um tapa na bunda… Ele me segurou pela cintura com a mão calejada e logo me penetrou, fazendo da forma que sempre fez comigo. No cuspe, com força. Nada me fazia sentir mais submisso que o jeito que ele me comia. Me sentia impotente nas mãos dele. Ele socava sempre sem do e eu aguentava ele arregaçar o meu cu cada vez um pouco mais. O pau dele entrou ardendo, mas muito gostoso.
A base do meu pau estava grossa e dura, mas a ponta estava presa pelo cinto, o que impediu a minha ereção. Mesmo com cinto meu pau mirava a frente entrando endurecer de todo jeito. O meu saco ardia muito. O espaço vazio dentro da gaiola agora totalmente preenchido.
A rola dele socou forte e fundo e logo começou a me fuder. A rola entrava e saia, sentia aquela sensação que me fazia perder a razão. Doía, ardia, mas, ao mesmo tempo, me deixava com muito prazer. Quando mais fundo aquela rola grossa entrava, melhor. Ouvia o barulho do saco grande dele batendo enquanto ele metia.
Enquanto metia ele desabotoou a camisa mas não tirou, deixando o peito peludo e definido a mostra. Então ele passou o antebraço pela frente do meu pescoço e me puxou, me inclinando para traz. Sem tirar o pau de dentro de mim me fez andar na ponta dos pés até fica de frente para o espelho na parede. Sentia o cheiro dele impregnado em mim, o suor descendo, os pelos do peito dele na minhas costas, a respiração dele no meu pescoço. Meu cu totalmente preenchido pelo pau dele, ardendo gostoso, com aquela sensação que fazia os olhos ficarem entreabertos.
Ele era enorme comparado a mim. Nossa imagem no espelho refletia bem o que éramos na relação. Um dos braços estava passando pelo meu pescoço, o outro me segurava pela barriga, eu sentia a palma da mão grossa e calejada dele na minha pele. Ele me segurava assim para manter o pau duro dele dentro de mim. O peito peludo dele nas minhas costas estavam molhados de suor. Os músculos definidos dele contrastavam com os meus. Ele estava com cheiro muito forte de suor agora, que me envolvia por completo. Cheiro de macho. Eu estava na pontas dos pés sentindo a rola dentro de mim sem poder ficar em pé do jeito normal. Nós dos nos olhamos pelo espelho, meus olhos estavam semiabertos de tanto tesão, os olhos dele numa expressão séria, dominante. O cinto prendendo meu pau mexendo toda vez que eu contraia o cu na rola dele.
- Sua vida agora – disse ele aos pés do meu ouvido, mordendo a minha orelha no final. - Rolinha pequena presa, vai mijar sentado, não vai ter mais ereção. Só vai tirar para lavar. Esse é o seu futuro comigo.
Meu rosto estava contorcido por conta da rola dele estar dentro de mim e o misto entre tesão, dor e prazer no cu e ardência no saco. Não sabia o que sentia nesse momento.
Ele me levou até a beirada da cama, eu fiquei de quatro novamente e ele montou em mim, logo começou a meter com força. Apoiei as mãos na cama e segurei firme para não ir para frente com as metidas fortes dele. Com estocadas fortes e rápidas o gozo logo veio, inundando meu cu e porra grossa.
Eu não bati uma, mas meu pau babava muito, ao ponto de ter pingado na cama. Ele tirou o pau e a porra desceu um pouco pela minha coxa. Nós dois estávamos ofegantes, eu louco para gozar, ele aliviado. Não foi menos prazeroso por isso, eu nunca na minha vida tinha me sentido tão submisso a alguém.