A TRAIÇÃO QUE REVELOU TUDO. (9º PARTE - FINAL)

Um conto erótico de Antonio
Categoria: Heterossexual
Contém 3754 palavras
Data: 27/03/2026 17:13:19

No dia, que era um sábado, Juliana estava impaciente. Durante toda a manhã parecia estar nervosa com alguma coisa, até perguntei se estava tudo bem, mas ela me respondeu que estava ainda resolvendo um último detalhe, mas que estava tudo certo. A única coisa que eu sabia era que ela tinha feito uma reserva em um restaurante, onde iriamos jantar. Ela estava exagerando na surpresa, pois ainda não tinha dado nenhuma pista, mas eu confiava nela, então deixei rolar e acontecer. As crianças já estavam com meus pais desde o dia anterior, e nem sexo ela quis fazer dizendo que queria ter uma noite incrível comigo. Bom nesse caso tudo indicava que teríamos uma noite a dois bem movimentada, pensei comigo mesmo.

Durante a tarde Juliana ficou um bom tempo no quarto se preparando, até tinha comprado um vestido novo que não me deixou ver a não ser quando já estivesse vestida com ele. Tive que tomar banho no banheiro do quarto de hospedes e até me trocar por lá, uma vez que ela mesma já tinha escolhido minhas roupas, não aceitando qualquer argumento meu sobre o que queria usar. Ela foi direta dizendo que nesse dia tudo tinha que ser como ela queria mesmo que tivesse que brigar comigo, disse sorrindo. Então era claro que só me cabia fazer as vontades dela.

Quando ficou pronta, Juliana, me pediu para aguarda-la na sala. Me sentei pois não tinha certeza do tempo que ainda levaria para ela vir até onde estava. Ouvi seus paços, lentos, medidos, criando uma expectativa a mais.

De onde eu estava não conseguia vê-la, era preciso virar minha cabeça, mas consegui sentir seu perfume chegar até minhas narinas, identificando como sendo o que eu mais gostava que ela usasse. Pelo fato de ela estar usando o meu predileto, sabia que aquela noite seria uma das nossas melhores, pois em minha memória, muitas dessas afloraram quase que de imediato.

- Pode olhar agora, disse ela chamando minha atenção.

Me levantei e fui virando vagarosamente para o lado onde ela estava, quando meus olhos encontram Juliana, meu coração disparou, ela estava realmente linda; não lembrava da última vez que ela tivesse se produzido dessa forma. Ela usava um vestido azul que colado ao seu corpo denunciava suas curvas. Seu cumprimento chegava até ao meio das suas coxas, coisa que ela nunca tinha ousado usar, bem como ele tinha um decote que, mesmo em outras ocasiões eu tenha pedido para que usasse, e nunca antes tinha tido sucesso, pois ela sempre rejeitou meu pedido, pois achava que se expor muito para as pessoas, chamando muito a atenção, mesmo que estivesse acompanhada por seu marido não iria se sentir bem.

Agora estava ali, usando algo que só de vê-la usando me deixava excitado.

Para compor o visual, ainda tinha feito os cabelos, usando de um novo jeito que antes nunca usara, com brincos novos, um colar, também novo de pérolas que combinava com os brincos.

Ao me ver quase babando ela fez a pergunta de seria impossível não responder com um sim.

- Então como estou? Quis caprichar, depois de tudo que você passou pensei que você merecia o melhor.

Embasbaco, sem conseguir dizer qualquer coisa, apenas me aproximei e segurando sua mão, a levantei para que desse uma volta e seu próprio eixo.

Ali tão perto e podendo ver e observar todos os detalhes, percebi que ou ela estava sem calcinha ou usava uma que provavelmente estava totalmente enterrada em sua bundinha. Na parte de cima com certeza estava sem sutiã.

Após, pelo menos duas voltas, com ela parando e me encarando, como cobrando uma resposta, fui o mais sincero que podia ser naquele momento.

- Você tem certeza de que quer sair comigo assim, pessoalmente prefiro ficar em casa e te comer a noite inteira.

Juliana, sorriu dizendo que isso iria acontecer sim, mas somente depois que voltássemos para casa ou caso fossemos para algum lugar mais reservado.

Como já estava no nosso horário, resolvemos sair, sem pressa, ela já havia me dito que tinha feito uma reserva para jantarmos, me passou o endereço e seguimos. Era um restaurante que queríamos muito conhecer pois algumas pessoas que conhecíamos tinham sugerido, dizendo que era muito bom.

Chegamos, e fomos conduzidos para uma mesa que Juliana, fez questão de ser em um local de onde pudéssemos observar todo o salão.

Antes de escolher o que comeríamos, pedimos uma garrafa de vinho, e ficamos conversando por um tempo, até que resolvi dar um presente que comprara para Juliana, uma pulseira de ouro com um par de brincos também de ouro, mas que pedi para que ela não usasse naquele momento, pois o que ela estava usando ficava muito bom nela. Ela disse ter adorado o presente, que os usaria na primeira oportunidade que tivesse.

Depois de um tempo fizemos nosso pedido que não demorou muito a chegar, e como nos disseram, estava simplesmente perfeito, só não vou descrever que pedimos.

Comemos e a todo momento trocávamos olhares, de carinho e amor, sem contar que a todo instante nossas mão se procuravam para tocar uma na outra.

Durante todo o jantar conversamos coisas normais do nosso dia a dia, das crianças que estavam crescendo rápido, coisas leves, mas durante todo o tempo eu podia ver no olhar de Juliana um brilho diferente, que eu não sabia identificar, até que seu celular vibrou sobre a mesa. Ela o pegou, leu a mensagem e vi seu rosto ficar corado, como se estivesse com vergonha de algo, mas não quis perguntar do que se tratava. O clima estava muito bom.

Depois do jantar, Juliana fez algo que normalmente não fazia, apesar de ter bebido um pouco, ela me pediu as chaves do carro. Claro que estranhei e perguntei se ela estava bem para dirigir, no que ela confirmou dizendo que sim, como não vi problema algum, deixei que ela dirigisse. Antes mesmo que saíssemos do estacionamento, ela me disse que agora eu estava em suas mãos.

Ela começou a dirigir pelas ruas da cidade, até que pegando um caminho que eu já tinha percorrido um tempo atrás, parou na portaria de um motel, que eu lembrava bem, pois foi onde eu tinha levado Helena, não sei se por coincidência ou não ela escolhe o mesmo triplex, e isso até certo ponto me incomodou, pois eu não tinha dito onde era o local que tinha ido com a outra garota, mas eu preferi não dizer nada.

Em seus olhos podia perceber sua excitação. Quando paramos já na garagem, ela desligou o carro, me pediu para afastar o meu banco para traz. Depois pegou em meu rosto com as duas mãos e me beijou. A princípio um beijo calmo, tranquilo depois um beijo de desejo de urgência. Então me pediu para esperar mais um minuto, então Juliana pegando em meu pau começou a dar pequenos apertões, e a movimentar sua mão, sentindo toda minha ereção. Em seguida ela soltou meu cinto, abriu o zíper e o botão, puxando minha calça com a cueca para baixo, deixando minha ereção visível para ela. Depois abaixou seu rosto e começou a me chupar, foi por pouco tempo, mas foi uma das melhores chupadas que ela me deu. Então parando ela me olhou séria e começou a puxar seu vestido tirando-o expondo seu belo corpo. Em seguida ela se posicionou sobre meu corpo e disse que precisava de mim dentro dela, pois estava com muito tesão e queria gozar comigo dentro dela.

Pegando meu pau e o posicionando na porta de sua bucetinha começou a descer lentamente, fazendo com que eu entrasse dentro dela.

Juliana Depois de ter ele totalmente dentro dela, começou a subir e descer de forma cadenciada, mas lenta, a medida que descia gemia de forma que meu tesão começou a aumentar também. Em poucos segundo ela estava descendo e subindo o mais rápido que conseguia até começar a dizer que queria gozar comigo dentro dela, que estava quase lá, então começou a tremer e deixou seu corpo repousar sobre o meu, mas antes disso, acabei gozando com ela praticamente junto.

Juliana, depois de voltar ao normal, começou a rir de si mesma e da situação.

- Foi diferente, mas muito gostoso. – Afinal nunca tínhamos feito sexo dentro do meu carro.

Enquanto ela saia de cima de mim, não sem antes me beijar, disse:

- Vem, vamos entrar, estou apenas começando, temos a noite toda.

Com minhas calças e cueca na altura dos calcanhares, a segui até a entrada da suíte, entramos e enquanto ela caminhava para o banheiro jogando o vestido em algum canto do quarto, eu parei ali mesmo para terminar de me despir e depois segui também para o banheiro.

Enquanto tomávamos banho Juliana se abaixou e com meu pau na mão começou a bater uma punheta gostosa, lenta. Depois apontando para sua boca começou a chupar, me deixando completamente duro.

Percebendo que já estava como ela queria, me levou para o quarta, se deitou na cama, com as pernas abertas e sinalizou com a mão para sua bucetinha, como querendo o mesmo tratamento. Me posicionei e comecei, primeiro a dar pequenas lambidas e seus lábios vaginais, depois subindo até seu clitóris e as vezes descendo até seu cuzinho. Ela delirava e dizia, isso, ai mesmo, assim, e seus gemidos preenchendo todo o quarto, até que em poucos minutos, anunciou que estava quase gozando. Então pegou em minha cabeça a puxando para o ponto onde queria que eu mais me dedicasse, e em questão de segundos seu corpo todo começou a tremer e ela urrando de prazer, quase gritando. De olhos fechados, Juliana disse que aquilo era demais, que quase perdeu os sentidos, tamanho o gozo que atingiu com minha boca.

Me deitando a seu lado de costas, deixei que ela se recuperasse, apenas fazia carinho em seu corpo, deslizando meus dedos por seu corpo subindo e descendo de seu monte de vênus até seu pescoço, passando pelos seus seios.

Alguns minutos depois ela se levantou e foi até onde estava sua bolsa, pegando seu celular, o desbloqueou e vi que digitou algo. Em segundos recebeu uma mensagem de retorno.

Então ouvi uns ruídos de alguém descendo do andar de cima, e me parecia que quem quer que fosse estava de salto. Me posicionei para o lado de onde vinha o barulho e tive uma grande surpresa.

Mesmo sem olhar para Juliana, ouvi sua voz dizendo:

- Feliz aniversário de casamento meu amor, esse é meu presente para você.

Era Helena descendo as escadas, usando salto, um conjunto de calcinha que mal cobria sua bucetinha e um sutiã de cor vermelho e como sempre em seu rosto aquele sorriso lindo.

Olhei para Juliana e em meu rosto deveria estar estampada uma tremenda interrogação.

Ela foi direta.

- Como você disse que gostou de ter transado com ela, e Helena, ter te achado muito gostoso, bolei algo para te agradecer pelo que fez por mim, por não ter desistido de tudo que temos, e bem, nunca disse nada, mas sempre quis te ver comendo outra mulher, então o presente não será apenas seu, será meu também.

Então nesse momento caiu a ficha, do restaurante, do motel, de como transamos dentro do carro e até da sexo oral que eu acabara de fazer em Juliana. Deduzi que ela deveria ter conversado com Helena que contou tudo a ela.

Só não sabia como ela tinha conseguido o número de Helena, pois Juliana nunca teve o habito de mexer em meu celular ou eu no dela, embora nos dois soubéssemos a senha de desbloqueio um do outro.

Helena terminou de andar o pequeno percurso entre a cama e a escada.

- Olá meu gostoso, achei que nunca fossemos poder repetir o que tivemos antes. Mas devemos agradecer a sua esposa por isso.

Olhei para Juliana.

- Foi fácil conseguir o número dela, em uma das vezes em que fui até a delegacia para depor, encontrei com Helena, e pedi seu número, depois entre uma troca de mensagens e outra, e com nosso aniversário de casamento chegando achei que devia te dar uma noite diferente, quero dizer, para nos dois.

Helena a essa altura já estava com meu pau na mão, quase o colocando e sua boca. Ela não perdia tempo. Começou uma chupada, ainda melhor do que a primeira vez, e isso com ela era possível. Apenas me deitei e fiquei apreciando aquele boquete. Mas para minha surpresa ela não estava ainda a fim de me fazer gozar, coisa que tive que me conter para não atingir muito rápido, apesar de já ter gozado com Juliana no carro.

Helena, então se posicionou com as pernas entre minha cabeça, já sem calcinha que ela mesma tirou e começou a descer em direção a minha boca.

- Vai gostoso, me mostra o que você sabe fazer com essa boquinha linda. Seja melhor do que da primeira ve....

Ela não conseguiu terminar pois já estava gemendo e rebolando em meu rosto com aquela bucetinha quente e super molhada. Provavelmente ela já deveria estar se preparando para isso com seus dedinhos. Dei o meu melhor, tanto que em questão de pouco tempo ela já estava caindo para frente em cima do meu corpo, gemendo e tremendo.

Não podia ver por conta da posição, mas ouvia Juliana gemendo próxima da cama, deveria estar se tocando enquanto apreciava o show entre eu e Helena.

Refeita, e com o rosto próximo do meu pau Helena, não perdeu tempo e começou uma nova chupada, mas eu queria mesmo era gozar, pois depois de fazer as duas gozarem com minha boca, era minha vez de gozar também, mas ainda assim deixei Helena continuar e não durei muito, gozando fartamente em sua boca urrando. E não surpreso ela aceitou tudo sem perder nada. E nesse momento vi algo que nunca antes nem pensara que veria, Juliana se abaixou e pegando no rosto de Helena se aproximou e começou a beijá-la. Vendo isso meu pau deu um tranco ficando novamente duro, com certeza era algo que eu estranhei, pois nunca imaginei ver uma sena dessas entre minha esposa e outra mulher. Mas aquela visão das duas se beijando era lindo de ver e apreciar.

Assim que se separaram, Helena disse que aquilo vindo de Juliana era novidade, mas quem era ela para recusar, afinal não era a primeira vez que beijava uma mulher, afinal no trabalho dela, aquilo era uma coisa corriqueira.

Depois disso nos três ficamos deitados na cama por um tempo até Juliana começar a me tocar, novamente mas com a ajuda de Helena.

E foi mais uma sequência de chupadas em meu pau, minhas bolas, meu peito, fora os beijos que trocamos a dois e também a três. Da minha parte, deixei que as duas continuassem se tocando, beijando, afinal se era algo que Juliana queria e aquilo me excitava, não tinha o por que interromper, o melhor era deixar rolar.

E assim foi, enquanto Helena me cavalgava, Juliana ficava posicionada sobre minha cabeça enquanto a chupava, e como estavam de frente uma para a outra eu ouvia os beijos entre as duas, os gemidos que emitiam, os gritinhos, elas estavam perfeitamente entrosadas, naquela troca de contatos. Depois mudamos de posição, onde eu fodia a bucetinha de Juliana e ela chupava a bucetinha de Helena, que estava com as pernas abertas próxima da cabeça de Juliana.

Outra hora eu fodia a bucetinha de Helena, que por sua vez chupava a bucetinha de Juliana. Éramos puro tesão suor, e luxuria, corpos explorando todas as possibilidades naquele quarto. Queríamos apenas aproveitar ao máximo daqueles momentos.

Em determinado momento coloquei Helena de costas na cama e comecei a fode-la, Juliana, ficou posicionada com a cabeça dela entre suas pernas, esfregando a bucetinha no rosto. A Posição de Juliana favorecia para que trocássemos beijos. Então Juliana disse que estava quase gozando. Eu mesmo já não estava mais conseguindo me conter, e acredito que Helena também.

Como uma sequência pré-combinada, Juliana começou a gozar na boca de Helena, que começou a gozar com meu pau dentro dela e eu sentido as paredes do corpo de Helena, também acabei gozando novamente, agora dentro dela.

Despenquei para o lado, acompanhado por Juliana. Os três ofegantes pelo gozo. Deitados, ficamos um tempo e tão exaustos que estávamos devemos ter dormido por algum tempo, que não sei dizer o quanto. Só lembro de ter acordado sozinho na cama, ouvindo um ruido que vinha do banheiro. Fui até lá e vi as duas dentro da hidro conversando e trocando beijos. Me aproximei e me chamaram para entrar também, ficando entre as duas.

Foi mais um momento de conversa entre nós, onde o assunto foi o que estava rolando ou o que tinha rolado até aquele momento. Todos concordamos que tinham sido momentos únicos em nossas vidas, pelo menos para mim e Juliana, já no caso de Helena, normalmente aquilo era feito mais pelo trabalho, apesar de curtir quando o casal era bom de sexo, mas já tinha tido experiencias que tinham deixado a desejar, mas foi sincera em dizer que a conexão que havia sentido entre nos três nunca tivera experimentado antes. Ficamos ali dentro um tempo ainda conversando até que resolvemos voltar para a cama.

Durante aquela noite ainda fui agraciado com o cuzinho das duas, coisa que não havia tido antes com Helena, por conta de nossa conversa quando saímos para o mesmo motel. Mas nessa noite, tomei um xá de cu das duas que me deixou exausto, acabado e com as pernas moles.

De manhã quando nos preparávamos para ir embora, as duas, uma de cada lado, se aproximaram de mim.

- Você é definitivamente, muito gostoso Antônio. – Disseram em meus ouvidos. – Vamos ter que repetir isso. - Riram as duas.

- Não vou dizer não, mas preciso me recuperar por hoje.

Saímos do motel os três, e no caminho deixei Helena, próxima de seu apartamento.

No caminho até nossa casa, meus pensamentos começaram a recair sobre as atitudes de Juliana, não vou dizer que não gostei, na verdade adorei vê-la beijando e chupando a bucetinha de Helena, mas confesso que agora as coisas começavam a me deixar em dúvida sobre tudo o que aconteceu, na verdade eu queria apenas entender tudo o que aconteceu.

- Amor, o que foi tudo aquilo no motel? – Perguntei aparentando ser o mais casual possível.

- Você gostou da surpresa que preparei. – Ela me respondeu me olhando.

- Na verdade sendo o mais sincero possível, é algo que, acredito, todo homem deseja ter, uma noite com duas mulheres lindas e fogosas, essa parte foi digamos normal, só não entendi, a forma como você agiu, se entregando daquela forma aos contatos com Helena, a beijando e depois a chupando, trocando carinhos, você nunca demonstrou esse tipo de comportamento, nem se abriu sobre isso comigo, não me entenda mal, sempre fui uma pessoa que não julga quem tem esse tipo de relacionamento, eu apenas quero entender melhor.

Então Juliana começou a me explicar que mesmo muito tempo antes de me conhecer, ainda na adolescência teve alguns momentos com uma amiga muito próxima dela, pois sempre que podiam uma dormia na casa da outra. Essa amiga era mais experiente do que ela então começou a falar e depois mostrar, certas coisas, até que numa noite na casa da amiga, já na hora de dormirem, a amiga começou a toca-la, e foi algo tão íntimo e natural, além de gostoso, que acabaram tendo uma noite onde ela viveu sua primeira experiencia com outra mulher. E que na hora que viu Helena, linda como estava, naquele ambiente, quis se permitir em viver novamente a mesma experiencia, a diferença é que foi na minha frente, algo que a princípio ficou em dúvida de como eu reagiria, mas me conhecendo sabia que eu não faria nada que a desagradasse, que até curtiria numa boa tudo aquilo, então resolveu embarcar no momento e aproveitar.

Depois dessa resposta, ainda havia algo que desde o primeiro momento ainda pairava em minha cabeça, e então perguntei sobre a forma como ela agiu comigo, praticamente seguindo o mesmo roteiro do encontro que tive com Helena. Ela me respondeu que como eu mesmo tinha contado a ela sobre como foi o encontro e a forma como aconteceu, resolveu fazer o mesmo, mas com a diferença de que Helena já estaria no motel e no mesmo quarto que ela Juliana, tinha reservado, toda preparada para quando a chamasse para descer e continuar a festa. A única coisa que Juliana queria antes e que foi combinado, é que ela mesma queria gozar as duas vezes antes comigo, da mesma forma que ocorreu com Helena, e depois as coisas tomariam o rumo que fosse o melhor.

Chegamos em casa e como as crianças estavam com meus pais e tínhamos combinado de os pegarmos somente no final da tarde de domingo, tivemos todo o dia somente para nós, mas combinamos de que durante o dia, ficaríamos no máximo namorando e curtindo um ao outro, deixando para a noite termos mais uma seção de sexo que entraria com certeza madrugada a dentro.

E foi assim que aconteceu, fizemos de tudo, mas o mais importante foi que apenas somente nos dois estávamos juntos, e inevitavelmente as lembranças da noite anterior, entre nós e Helena, sempre estavam presentes em nossas memorias, o que tornou ainda melhor tudo aquilo.

As coisas a partir daquele final de semana, que já eram boas entre nós ficaram ainda melhores, noites regadas a muito sexo, e ainda melhor do que antes de todos aqueles acontecimentos. Nos intervalos entre uma e outra, nossas conversas acabavam caindo na noite que tivemos com Helena, e se queríamos e iriamos repetir, mas de qualquer forma as lembranças serviam de combustível para nossas noites. Até que quase um mês depois acertamos que queríamos repetir a noite, pois já que havia sido bom para nós porque não ter mais uma ou outras assim. Claro que a segunda aconteceria com certeza, agora quanto a outras, bem isso iriamos deixar rolar e ver o que aconteceria. Mas sei que jamais imaginaria que uma traição de minha parte, pudesse me revelar tantas coisas, mas a melhor delas seria ter duas mulheres na mesma cama que eu, não só uma vez, mas com a possibilidade de várias vezes, mas falar sobre isso quem sabe ficaria para o futuro.

FIM.

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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Comentários

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Terminou tudo bem pro Antonio. Recuperou a mulher e o presente de aniversário não poderia ter sido mais delicioso. Curti.

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