Minha irmã e eu na festa do cotoco

Um conto erótico de Marcelo
Categoria: Heterossexual
Contém 5019 palavras
Data: 27/03/2026 14:59:11

O sol ainda estava alto quando cheguei no sítio do Cotoco, mas a festa já fervia. O lugar era enorme: uma mansão moderna no meio do mato, com piscina gigantesca, churrasqueira soltando fumaça e um som grave que fazia o chão vibrar. Eu tinha vindo direto do treino, ainda com o cheiro de grama no corpo, calção de banho preto e uma camisa regata solta. Meu coração batia forte de expectativa. Festas do Cotoco eram lendárias, e eu finalmente tinha sido convidado depois de jogar aquele campeonato com ele.

Peguei uma cerveja gelada na entrada, dei um gole longo e comecei a andar entre as pessoas. O ar estava quente, cheirando a protetor solar, carne na brasa e suor misturado com perfume. Mulheres de biquíni passeavam rindo alto, corpos brilhando de óleo. Eu sorri pra algumas que me olharam de canto de olho. Eu era novo no time, mas já tinha ficado com umas duas ou três na faculdade, mas nada muito sério. Meu pau respondia fácil, mas minha cabeça… minha cabeça sempre voltava pra ela.

Foi quando eu virei a esquina da piscina que meu estômago deu um nó.

Lá estava ela.

Marta.

Minha irmã, de biquíni preto simples, mas que nela parecia feito sob medida pro pecado. A pele parda reluzia sob o sol, dourada e macia, com gotinhas de suor ou água escorrendo pelo vale entre os seios. E que seios… médios, mas arrebitados pra caralho, pontudos, os bicos marcando levemente o tecido fino como se estivessem pedindo atenção. A barriga lisa, a cintura marcada, e mais abaixo… aquela bunda redondinha, empinada, balançando de leve enquanto ela ria de alguma coisa que uma amiga dizia. O biquíni de baixo mal cobria as curvas, deixando a maior parte da carne firme e macia à mostra. Cabelos castanhos molhados caíam pelos ombros, e o rosto dela — aquele rosto bonito, amigável, com os olhos expressivos — estava virado pro lado oposto.

Porra. Meu coração bateu forte só de olhar.

Eu não esperava vê-la aqui. Nunca. Ela estudava noutra faculdade, tinha o próprio círculo, e a gente mal se falava em casa. Sempre aquela implicância leve, aquela distância. Mas ali, no meio de tanta gente, o tesão que eu guardava há anos bateu forte no peito.

Engoli seco, respirei fundo e fui até ela. Meu coração martelava.

— Marta… — chamei baixo, parando ao lado dela.

Ela virou o rosto rápido. Os olhos dela se arregalaram por meio segundo, depois estreitaram. O sorriso educado sumiu.

— Shhh — ela soprou quase sem mexer os lábios, aproximando o rosto só o suficiente pra eu sentir o cheiro doce de coco do protetor solar misturado com o calor da pele dela. — Finge que não me conhece, Marcelo. Pelo amor de Deus. Ninguém aqui sabe que a gente é… irmão. Entendeu?

A voz dela saiu firme, baixa, com aquela pitada de irritação que ela sempre usava comigo. Nem um “oi”, nem um sorriso. Só aquilo.

Eu senti o sangue subir pro rosto. Raiva misturada com vergonha. E, mesmo assim, meus olhos desceram sozinhos: o jeito que os seios dela subiam e desciam com a respiração rápida, os mamilos marcando o biquíni, a curva perfeita daquela bunda redonda logo abaixo da cintura fina.

— Tá bom — murmurei, a voz saindo mais baixa que eu queria. — Como você quiser.

Virei as costas antes que ela visse o quanto eu estava afetado. Meu pau já estava meio duro, pressionando o calção. Andei até o outro lado da piscina, o coração ainda acelerado. Peguei outra cerveja e me encostei numa parede, fingindo olhar pros outros.

Mas não conseguia parar de olhar pra ela.

De longe, eu via o sol batendo na pele parda, brilhando nas gotas que escorriam pelas costas. Via a bunda redondinha se mexendo quando ela andava, o biquíni enterrando levemente entre as nádegas firmes. Via os seios arrebitados balançando de leve toda vez que ela ria com as amigas.

O tempo foi passando e o sol começou a baixar, pintando tudo de um laranja quente. A cerveja já tinha feito efeito: minha cabeça estava leve, o corpo quente, e o pau meio inquieto dentro do calção. Eu tinha conversado com uns caras do time, rido de piada idiota, mas meus olhos não paravam de voltar pra ela.

A festa estava mudando de cara.

Primeiro foram só risadas mais altas. Depois, uma loira alta tirou a parte de cima do biquíni sem cerimônia, jogou pro lado e mergulhou na piscina com os peitos balançando livres. Duas outras seguiram o exemplo. Logo tinha umas cinco ou seis mulheres circulando topless, peitos de todos os tamanhos brilhando molhados sob as luzes que começaram a acender. Alguns caras já estavam sem camisa, mãos bobas passeando pela cintura das garotas, beijos molhados acontecendo nos cantos mais escuros.

Meu coração batia forte. Eu nunca tinha visto nada assim ao vivo. O ar parecia mais pesado, cheirando a suor, cerveja e algo mais primal. Meu pau estava meio duro o tempo todo agora, pressionando o tecido do calção toda vez que uma mulher passava perto demais.

E no meio disso tudo… minha irmã.

Ela ainda estava com o biquíni inteiro. Preto, simples, mas que marcava cada curva do corpo dela como se tivesse sido pintado. A pele parda brilhava de suor e óleo, os seios médios arrebitados empinados, os bicos visivelmente marcados contra o tecido fino. A bunda redondinha e empinada balançava de leve quando ela se mexia, o tecido do biquíni de baixo enterrando só um pouquinho entre as nádegas firmes.

Ela estava conversando com um cara alto, bronzeado, cabelo bem cortado — o tipo bonitão. Ele dizia alguma coisa no ouvido dela e Marta ria, jogando a cabeça pra trás. A mão dele descansava na curva da cintura dela, dedos roçando a pele macia logo acima do biquíni. Toda vez que ela ria, os seios subiam e desciam, e eu via o cara olhando descaradamente pra eles.

Senti um aperto no peito. Ciúme puro, quente, misturado com um tesão doentio. Eu queria ser eu ali, tocando aquela pele, sentindo o calor dela. Em vez disso, eu estava aqui, bebendo sozinho e olhando de longe como um idiota.

Terminei a cerveja e fui até um amigo que estava encostado na parede, um cara chamado Lucas que também conhecia o Cotoco.

— Cara, todas as festas dele são assim? — perguntei, tentando parecer casual.

Lucas deu um sorriso safado e apontou com o queixo pra piscina, onde duas garotas topless agora se beijavam enquanto uns caras assistiam.

— Pior. Em todas rola sexo pra caralho. Daqui a pouco a piscina vira orgia aberta. Quem quer exclusividade só tranca num dos quartos da mansão com a parceira e aproveita lá dentro. Tem mais de vinte quartos, tudo numa boa. Ninguém julga.

Ele riu e deu um tapa no meu ombro.

— Relaxa, mano. Hoje é pra foder sem culpa.

Meu pau deu uma pulsada forte só de imaginar. Orgia na piscina… corpos suados se esfregando, gemidos ecoando… e Marta ali no meio, ainda de biquíni, rindo com aquele cara.

Eu não aguentei ficar só olhando.

Vi uma loira um pouco mais velha, uns vinte e poucos anos, corpo cheio, peitos enormes que mal cabiam no biquíni vermelho. Ela não era linda como a Marta, mas aqueles peitões chamaram minha atenção na hora. Ela sorriu quando nossos olhares se cruzaram. Eu fui até ela, sorrindo de lado.

— Oi… tá calor pra caralho aqui, né?

Ela riu e se aproximou, o cheiro de cerveja e perfume doce vindo junto.

— Tá mesmo. Quer me ajudar a refrescar?

Não demorou. Em menos de dois minutos estávamos nos beijando encostados numa parede. A boca dela era quente, molhada, língua ávida. Minhas mãos subiram direto pros peitos dela — pesados, macios, transbordando entre meus dedos quando eu apertava. Ela gemeu baixinho na minha boca e eu senti meu pau endurecer completamente, latejando contra a barriga dela.

Era bom. Era safado. Mas enquanto eu apertava aqueles peitões grandes, minha mente não parava de voltar pra Marta. Praqueles seios médios, arrebitados, pontudos… praquela bunda redondinha que eu via de relance do outro lado da piscina.

De repente, uma mão firme agarrou meu braço e me puxou com força.

— Vem comigo. Agora.

Era a voz dela. Marta.

Eu me separei da loira, confuso. Marta estava ali, olhos estreitos, rosto sério, ainda de biquíni. Os seios subindo e descendo rápido da respiração irritada. Sem dizer mais nada, ela me arrastou pelo braço, passando por casais que já se pegavam abertamente, em direção à mansão.

Meu coração disparou. O pau ainda duro latejava dentro do calção enquanto eu era puxado por ela, sentindo o calor da mão dela na minha pele.

Marta não soltou meu braço nem por um segundo enquanto me arrastava pela mansão. Os corredores eram largos, iluminados por luzes baixas e quentes, e o som da festa ia ficando mais abafado a cada passo. Gemidos, risadas altas, gritos de prazer e o barulho de corpos na água ainda chegavam até nós, mas distantes, como se pertencessem a outro universo.

Ela parou em frente a uma porta de madeira escura, girou a maçaneta e me empurrou pra dentro. O quarto era grande, luxuoso pra caralho: cama king size com lençóis brancos impecáveis, uma poltrona grande num canto, ar-condicionado geladinho e uma luz indireta amarelada que deixava tudo mais íntimo. Havia uma pequena geladeira com bebidas e um banheiro anexo. A porta bateu atrás de nós com um clique firme.

Marta trancou a porta. Duas voltas na chave.

O silêncio repentino foi quase ensurdecedor. Só o coração martelando no meu peito e o som distante da orgia lá fora.

Ela virou pra mim, ainda de biquíni preto, pele parda brilhando de suor, os seios médios subindo e descendo rápido com a respiração agitada. Os bicos marcavam o tecido fino, arrebitados por causa do ar-condicionado ou… sei lá. A bunda redondinha estava ali, empinada, a poucos passos de mim.

— Eu não vou transar com ninguém lá fora — ela disse direto, voz baixa mas decidida. — Não gosto dessa putaria toda, de gente fodendo na piscina como se fosse nada. Aquele cara bonitão já estava ficando mão-boba demais e eu não quero dar mole pra ninguém. Então… a gente vai fingir que é um casal. Entendeu?

Eu pisquei, ainda tentando processar. Meu pau ainda estava meio duro da pegação com a loira, latejando desconfortavelmente dentro do calção.

— Fingir… casal? — repeti, a voz rouca.

— Isso. Se alguém bater aqui, a gente é namorado e namorada. Ninguém vai encher o saco da gente. Amanhã a gente finge que nada aconteceu e volta pra vida normal. Simples assim.

Ela passou por mim e foi até a geladeira, pegou duas cervejas geladas e me jogou uma. Eu peguei no ar, mas meus olhos não saíam dela: o jeito que os seios balançaram quando ela se abaixou, a curva da cintura, a bunda redonda se mexendo enquanto andava.

Marta sentou na beira da cama, abriu a cerveja e deu um gole longo. Gotas de condensação escorriam pela latinha e pingaram na coxa dela, deslizando pela pele parda macia.

— Senta aqui — ela ordenou, dando um tapinha no colchão ao lado dela.

Eu obedeci, o coração acelerado. A cama era macia, os lençóis frios contrastando com o calor que eu sentia no corpo. Quando sentei, nossas coxas se tocaram de leve. Só isso já fez meu pau dar uma pulsada forte.

O barulho da festa chegava abafado através da porta: gemidos mais altos agora, risadas, o som molhado de corpos se chocando na água. Alguém gritou “vai, porra!” e uma mulher gemeu bem alto.

Marta revirou os olhos e deu outro gole.

— Isso lá fora é uma loucura. Eu só quero ficar tranquila até a festa acabar ou até eu conseguir ir embora sem ninguém me seguir. Por isso você vai ser meu “namorado” hoje. Nada de gracinha, hein, Marcelo.

Ela me olhou de lado, aquele olhar meio implicante que ela sempre usava comigo em casa. Mas agora, sozinhos no quarto, com a porta trancada e o som de orgia ao fundo, o olhar dela parecia diferente. Mais intenso. Mais… carregado.

Eu engoli seco, sentindo o cheiro dela: protetor solar de coco misturado com suor fresco, um toque doce de cerveja no hálito. Meu pau estava completamente duro agora, pressionando o calção de forma quase dolorosa. Eu cruzei as pernas discretamente, tentando esconder.

— Tá bom… — murmurei. — Namorado por hoje.

Marta deu um sorrisinho de canto de boca, quase sarcástico, mas os olhos dela desceram por um segundo pro meu colo antes de voltarem pro meu rosto.

O ar entre nós ficou mais pesado. A tensão sexual que eu sentia há anos por ela agora estava ali, palpável, dentro daquele quarto fechado. E a gente mal tinha começado a fingir.

Lá fora, uma mulher gritou de prazer, longa e rouca. Marta fingiu não ouvir, mas eu vi o leve arrepio que percorreu a pele parda dos braços dela.

Eu tomei um gole grande da cerveja gelada, tentando acalmar o fogo que já queimava dentro de mim.

A cerveja desceu rápido. Depois da primeira latinha, pegamos mais duas da geladeirinha. O ar-condicionado mantinha o quarto fresco, mas meu corpo estava pegando fogo. Sentado na cama ao lado dela, coxa contra coxa, eu sentia cada movimento mínimo que Marta fazia.

Ela terminou a segunda cerveja e soltou um suspiro longo, recostando-se nos travesseiros.

— Tá calor pra caralho mesmo com o ar ligado — murmurou, mais pra si mesma do que pra mim.

Sem cerimônia, ela levou as mãos às costas, soltou o nó do biquíni de cima e puxou o tecido preto pra frente. Os seios médios saltaram livres, arrebitados, os bicos castanhos escuros e pontudos endurecidos pelo ar gelado. Eram perfeitos. Redondos o suficiente pra caber na mão, mas empinados, com aquela curvatura que fazia eles apontarem ligeiramente pra cima. A pele parda ao redor era macia, quase brilhante de suor.

Meu pau deu um salto violento dentro do calção. Eu desviei o olhar rápido, mas não antes de ela notar.

— Que foi? — ela perguntou, voz com aquela implicância leve, mas um tom mais baixo que o normal. — Nunca viu peito de mulher? Estamos fingindo ser casal, né? Casal não fica de roupa o tempo todo dentro do quarto.

Ela jogou o biquíni de cima numa cadeira e se deitou de lado na cama, de frente pra mim, apoiada no cotovelo. Os seios balançaram com o movimento, os mamilos roçando levemente o lençol. A bunda redondinha ficou empinada pra trás, o biquíni de baixo ainda no lugar, mas agora eu via a curva completa da cintura até as coxas grossas.

— Vem deitar aqui — ela disse, dando um tapinha no espaço ao lado dela. — Se alguém bater, tem que parecer que a gente tá confortável juntos.

Eu engoli em seco. Meu coração batia tão forte que parecia que ela ia ouvir. Tirei a regata, fiquei só de calção e me deitei de lado, de frente pra ela. Nossas caras ficaram a menos de meio metro de distância. O cheiro dela invadiu tudo: coco, suor feminino quente, um toque de cerveja no hálito.

Nossas pernas se tocaram. A coxa dela, macia e quente, encostou na minha. Eu tentei manter distância, mas a cama era grande e ao mesmo tempo pequena demais.

— Relaxa, Marcelo — ela sussurrou, os olhos castanhos fixos nos meus. — Você tá todo tenso. A gente só tá fingindo.

Mas não era só fingimento. Não pra mim.

Ela se mexeu um pouco mais pra perto, “pra ficar mais convincente”. O braço dela roçou no meu peito nu. A pele dela estava quente, macia como veludo. Um dos seios quase encostou no meu braço, o bico pontudo roçando de leve na minha pele. Senti um arrepio subir pela espinha.

Meu pau estava completamente duro agora, latejando, a cabeça inchada pressionando o elástico do calção. Eu cruzei as pernas discretamente, tentando esconder o volume óbvio.

Marta deu um sorrisinho de canto, quase imperceptível.

— Tá com vergonha? — provocou baixinho. — A gente se conhece desde de sempre… mas hoje você é meu “namorado”. Namorado não fica com pau duro só porque a namorada tirou a parte de cima?

A voz dela saiu brincalhona, mas havia algo diferente no tom. Mais grave. Mais curiosa.

Eu não respondi. Em vez disso, meu olhar desceu sozinho. Os seios dela subiam e desciam com a respiração, os bicos arrebitados implorando pra serem tocados. Mais abaixo, a barriga lisa, o umbigo delicado, e a parte de baixo do biquíni marcando a virilha, o tecido levemente enterrado entre os lábios inchados que eu imaginava por baixo.

Ela se ajeitou de novo, dessa vez a perna dela deslizando por cima da minha coxa “sem querer”. A pele macia roçou na minha, quente. A bunda redondinha ficou ainda mais empinada, a poucos centímetros da minha mão.

O barulho lá fora ficou mais intenso. Gemidos longos, ritmados, o som molhado de sexo coletivo. Alguém gritava “goza na minha cara!” e risadas misturadas com gemidos ecoavam pelo corredor.

Marta fingiu ignorar, mas eu vi o leve rubor subindo pelo pescoço pardo dela. Ela mordeu o lábio inferior de leve.

— Vem mais perto — murmurou. — Se alguém olhar pela janela ou algo assim… tem que parecer de verdade.

Eu me aproximei. Nossos corpos agora quase colados. Meu peito roçava nos seios dela. O bico pontudo esquerdo pressionou contra minha pele, quente e duro. Senti o coração dela batendo acelerado.

Minha mão, sem que eu mandasse, descansou na curva da cintura dela. A pele era macia, quente, levemente úmida de suor. Desci um pouquinho, os dedos roçando a lateral da bunda redondinha. Ela não reclamou. Só respirou mais fundo.

O pau latejava tanto que doía. Uma gota de lubrificante já molhava o calção por dentro.

Marta olhou nos meus olhos, a respiração quente batendo no meu rosto.

— Você tá quente pra caralho… — sussurrou.

Não sei se ela falava da temperatura do corpo ou de outra coisa.

Eu só consegui responder com um “uhum” rouco.

Marta virou o rosto um pouco mais pra mim. Nossos narizes quase se tocaram.

— Eles não param nunca… — murmurou, a voz baixa e um pouco rouca. — Tá ouvindo isso?

Sons de gemidos que chegavam bem baixo no quarto.

— Tô ouvindo — respondi, a voz saindo quase um sussurro.

Ela mordeu o lábio inferior de leve, os olhos castanhos escurecidos. Então, como se tivesse tomado uma decisão, ela se aproximou mais um centímetro.

— Pra fingir melhor… a gente devia treinar um beijo, né? — disse, tentando soar casual, mas a respiração dela estava acelerada. — Namorado e namorada se beijam. Se alguém entrar de repente, tem que parecer real.

Meu coração disparou. Antes que eu pudesse responder, ela inclinou o rosto e encostou os lábios nos meus.

Foi suave no começo. Quente. Os lábios dela eram macios, cheios, com gosto de cerveja. Eu correspondi devagar, com medo de assustá-la. Mas quando a língua dela tocou de leve a minha, algo dentro de mim quebrou.

O beijo ficou mais profundo. Molhado. Nossas línguas se enroscaram devagar, explorando, sentindo. Ela soltou um suspiro baixinho na minha boca e eu senti o corpo dela relaxar contra o meu. Minha mão desceu um pouco mais, agora descansando abertamente na bunda redondinha por cima do biquíni. A carne era firme, macia, quente. Apertei de leve e ela gemeu baixinho contra meus lábios.

— Porra… — ela sussurrou quando nos separamos por um segundo, testa encostada na minha. — Você beija bem pra um tímido.

Eu ri nervoso, mas não tirei a mão da bunda dela. Os dedos apertavam a carne redonda, sentindo a maciez.

— Marta… eu… — comecei, a voz embargada.

Ela me olhou nos olhos, os seios subindo e descendo rápido contra o meu peito.

— Fala — disse, quase um desafio.

Eu respirei fundo, o tesão e a cerveja soltando a língua.

— Eu bato punheta pensando em você há anos. Desde que a gente era mais novo. Toda vez que você andava de shortinho em casa, ou quando você saía do banho de toalha… eu ficava louco. Você é o maior tesão da minha vida.

As palavras saíram cruas, sem filtro. Eu senti o rosto queimar de vergonha, mas o pau latejou ainda mais forte.

Marta ficou em silêncio por uns segundos. Depois, um sorrisinho safado apareceu nos lábios dela.

— Seu safado… — murmurou, mas não parecia brava. Parecia excitada. — Eu já desconfiava. Mas isso é tão errado, que pensei que fosse coisa da minha cabeça. Mas sabe, eu sempre te achei muito bonito. E olha só, agora a gente tá aqui… trancado, eu de peito de fora, sua mão na minha bunda…

Ela se mexeu, roçando a coxa contra o meu pau duro por cima do calção. Sentiu o volume e os olhos dela se arregalaram de leve.

— Caralho, Marcelo… você tá enorme.

A voz dela saiu rouca, quase surpresa.

Eu não aguentei. Puxei ela mais pra perto e a beijei de novo, mais faminto. Dessa vez minha mão apertou a bunda com vontade, puxando o corpo dela contra o meu. Os seios macios se espremeram contra o meu peito, os bicos pontudos roçando minha pele. Ela gemeu na minha boca e enfiou a mão entre nós, passando os dedos por cima do calção, sentindo o pau latejar.

Não apertou. Só roçou. Devagar. Torturante.

— Só hoje… — ela sussurrou entre beijos, a respiração quente. — Só fingindo… a gente pode se tocar um pouco mais, né?

Minha mão subiu da bunda pra cintura, depois pra frente, roçando a barriga lisa até chegar à base dos seios. Eu segurei um deles, sentindo o peso perfeito, o bico duro contra a palma da mão. Passei o polegar no mamilo pontudo e ela arqueou as costas, soltando um gemido baixo e gostoso.

— Ahh… isso…

Fora a orgia continuava selvagem. Enquanto lá dentro, a gente ainda estava meio vestido, mas o tesão tinha virado uma bola de fogo. Suor escorria pelo vale entre os seios dela, brilhando na pele parda. Meu pau babava sem parar.

Marta desceu o rosto e deu um beijo molhado no meu pescoço, depois mordeu de leve.

— Toca mais… — pediu baixinho, voz tremendo de tesão. — Mas devagar… ainda tô fingindo que sou só sua namorada de mentira.

Eu sorri contra a pele dela, apertando o seio com mais vontade enquanto a outra mão voltava pra apertar aquela bunda redondinha e perfeita.

Marta levantou o rosto, olhos castanhos escuros de tesão, lábios inchados dos beijos.

— Marcelo… — sussurrou, voz rouca e trêmula. — Eu não aguento mais fingir.

Ela desceu a mão e, dessa vez, não só roçou. Enfiou os dedos por dentro do meu calção, envolveu o pau latejante com a palma quente e apertou de leve. Senti os dedos dela deslizando na cabeça inchada, espalhando o pré-gozo que não parava de escorrer.

— Caralho… você tá babando tanto — murmurou, surpresa e excitada. — Tá assim por minha causa?

— Sempre foi por sua causa — respondi, a voz quase um grunhido.

Ela mordeu o lábio e puxou o calção pra baixo. Meu pau saltou livre, grosso, vermelho, veias pulsando. Marta olhou pra ele por uns segundos, depois subiu os olhos pra mim.

— Só hoje… — disse, quase como se pedisse permissão pra si mesma. — Só fingindo que somos namorados de verdade. Amanhã a gente volta a ser só irmãos.

Eu não respondi com palavras. Puxei ela pra cima de mim. Marta montou na minha cintura, ainda com o biquíni de baixo. Senti o tecido molhado da boceta dela roçando na base do meu pau. Ela começou a rebolar devagar, esfregando a fenda quente e encharcada por cima do pano fino.

— Tira isso — eu pedi, quase implorando.

Ela sorriu safada, levantou um pouco o quadril e puxou o biquíni de baixo pra lado, expondo a boceta. Pele parda lisinha, lábios inchados e brilhando de tesão, um filete de mel escorrendo. O clitóris estava visivelmente inchado.

Eu segurei a base do pau e ela desceu devagar.

A cabeça inchada abriu os lábios molhados. Ela soltou um gemido longo quando eu comecei a entrar. Centímetro por centímetro, quente, apertado, encharcado. A boceta dela pulsava ao meu redor, sugando meu pau pra dentro.

— Ahhh… porra, Marcelo… você é grosso demais — gemeu baixinho, olhos semicerrados.

Quando eu estava todo dentro, ela parou, respirando pesado. Os seios arrebitados subiam e desciam rápido na frente do meu rosto. Eu levantei a cabeça e capturei um mamilo pontudo com a boca, chupando forte enquanto apertava a bunda redondinha com as duas mãos.

Marta começou a cavalgar. Devagar no começo, rebolando o quadril em círculos, sentindo cada veia do meu pau roçando dentro dela. Depois foi acelerando. A bunda gostosa batia contra as minhas coxas com um som molhado e ritmado. Suor escorria pelo vale entre os seios dela, pingando no meu peito.

— Isso… assim… — ela sussurrava, voz abafada pra não ser ouvida lá fora.

Eu segurava a bunda dela, ajudando no ritmo, levantando o quadril pra meter mais fundo. Cada estocada fazia os seios balançarem. Eu trocava de mamilo, chupando, lambendo, mordendo de leve. A boceta dela apertava meu pau como um punho quente e molhado.

O barulho lá fora ficava cada vez mais selvagem, mas os gemidos dela eram mais baixos, mais íntimos, mais safados. Ela deitou o corpo sobre o meu, peito contra peito, e começou a quicar mais rápido, a bunda redonda subindo e descendo com força.

— Eu vou gozar… — ela avisou, voz tremendo. — Não para… me fode assim…

Eu segurei a cintura dela e meti mais fundo, rápido, preciso. O som molhado da boceta dela engolindo meu pau enchia o quarto. Senti os músculos dela apertando, pulsando.

Marta enterrou o rosto no meu pescoço e gozou com um gemido abafado e longo, o corpo inteiro tremendo. A boceta espremeu meu pau em espasmos fortes, leite quente escorrendo pela base.

Eu não aguentei. Segurei a bunda dela com força, meti até o fundo e gozei dentro dela. Jatos grossos e quentes enchendo a boceta da minha irmã enquanto ela ainda tremia no orgasmo.

Ficamos ali, abraçados, suados, ofegantes. Meu pau ainda latejando dentro dela, o sêmen escorrendo devagar pela boceta inchada.

Marta levantou o rosto, olhos brilhando, um sorrisinho cansado e satisfeito.

— Amanhã… a gente finge que nada aconteceu — sussurrou, mas a voz não soava muito convincente.

Eu só sorri, apertei a bunda redondinha dela mais uma vez e respondi:

— Tá bom… amanhã.

Ficamos ali, abraçados, suados e ofegantes. Meu pau ainda pulsava dentro dela, o sêmen escorrendo devagar pela boceta inchada e quente. Marta deitou o corpo inteiro sobre o meu, seios macios espremidos contra o meu peito, a bunda redondinha ainda nas minhas mãos. Ela deu um beijo preguiçoso no meu pescoço e sussurrou:

— Só hoje… lembra?

Eu só assenti, apertando ela mais forte contra mim. O barulho lá fora tinha diminuído um pouco, mas ainda tinha gemidos distantes. Não sei quanto tempo passou. A cerveja, o cansaço e o orgasmo pesado nos derrubaram. Acabamos dormindo assim, colados, pele contra pele, o cheiro dela misturado com o meu impregnado nos lençóis.

Quando abri os olhos, a luz do sol entrava fraca pela janela. Manhã. O quarto estava silencioso. A festa tinha acabado.

Marta estava acordada. Deitada de lado, de costas pra mim, o lençol enrolado só na cintura. Os seios médios arrebitados subiam e desciam devagar com a respiração. Eu vi o contorno da bunda redondinha sob o lençol e senti o pau dar uma última pulsada, mas o clima era outro.

Ela não se mexeu quando eu me mexi. Nenhum “bom dia”, nenhum sorriso. Só silêncio.

Eu engoli seco.

— Marta… — comecei baixo.

Ela virou o rosto só um pouco. Os olhos castanhos estavam sérios, quase distantes. A implicância de sempre tinha voltado, mas misturada com algo mais pesado.

— A gente bebeu demais — disse ela, voz neutra, quase fria. — Foi… só o momento. Fingimento. Nada muda.

Ela se levantou rápido, pegou o biquíni do chão e vestiu sem olhar pra mim. Eu fiquei ali, nu na cama, o coração apertado. Porra. Ela estava arrependida. Claro que estava. Eu tinha confessado tudo, tinha gozado dentro da minha irmã... e agora ela queria apagar tudo.

— Tá bom — murmurei, tentando soar casual, mas a voz saiu rouca. — Nada muda.

Ela só assentiu, pegou o celular e saiu do quarto sem mais uma palavra. Eu fiquei mais uns minutos ali, olhando pro teto, o peito pesado. O cheiro dela ainda estava no travesseiro.

A gente saiu do sítio separado. Eu peguei carona com um amigo, ela com as amigas dela. Em casa, nos dias seguintes, era o mesmo de sempre: ela implicando de leve quando cruzava comigo na cozinha, eu tímido, evitando olhar demais pra bunda redondinha dentro do shortinho de casa. Eu achava que tinha sido só aquilo. Um erro quente que nunca mais ia se repetir.

Mas na quarta-feira à noite, tudo mudou.

Eu estava no quarto, deitado na cama jogando no celular, quando a porta abriu devagar. Marta entrou, fechou atrás de si e trancou. Estava de camisola fina, curta, sem sutiã. Os bicos pontudos marcavam o tecido. Ela veio até a cama, sentou na beira e me olhou com aquele sorrisinho safado que eu tinha visto no quarto do sítio.

— Sabe… — começou ela, voz baixa pra não acordar ninguém em casa. — Eu tentei fingir que nada aconteceu. Tentei mesmo.

Ela deslizou a mão pela minha coxa, subindo devagar até roçar o pau que já começava a endurecer por baixo do short.

— Mas toda vez que eu fecho os olhos, eu sinto você gozando dentro de mim. E eu fico molhada de novo.

Meu coração disparou. Ela se inclinou, roçou os lábios no meu ouvido e sussurrou:

— A gente pode continuar fingindo… mas só quando estiver trancado no quarto. Ninguém precisa saber. Irmãos de dia… e o que a gente quiser de noite.

Ela mordeu minha orelha de leve, a mão apertando meu pau por cima do short.

— Topa, Marcelo?

Eu sorri, puxei ela pra cima de mim e respondi com um beijo faminto.

— Topo pra caralho.

E assim começou o nosso segredo. Um relacionamento escondido, cheio de olhares cúmplices na mesa do jantar, toques discretos no corredor, e noites trancadas onde ela cavalgava devagar em mim, gemendo baixinho no meu pescoço pra ninguém ouvir. O tesão que eu guardava há anos agora tinha porta aberta… e a gente não tinha a menor intenção de fechar.

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