ADESTRADO PELO MEU CHEFE (SUBMISSÃO/PODOLATRIA) - Parte 3

Um conto erótico de O Ilustrador
Categoria: Gay
Contém 2751 palavras
Data: 27/03/2026 14:25:08

Parecia que alguma coisa tinha mudado, Átila me abordava apenas para situações de trabalho. Já faziam alguns dias que eu ia para o escritório "apenas para trabalhar", por mais fora do comum que seja estranhar isso. Estávamos na mesma sala, estavam esperando o mobiliário planejado da minha ficar pronto, eu chegava, ele me cumprimentava, conversamos sobre trabalho mas ele se mantinha na sua figura de chefe, posturado, terno bem passado, cabelo bonito, agradável e sorridente com os demais funcionários todavia estranhamente comigo ele estava sóbrio, frio e direto. Aquilo passou a me incomodar, como pode? O que eu mais queria era paz, trabalhar, ir pra casa e eu tinha isso nesses últimos dias, mas o fato dele não cruzar os limites comigo me fez perder um pouco do ânimo –mas ficou o tesão– em estar no escritório, haviam apenas alguma semanas e eu já estava desanimado? Quem entende o ser humano? Eu queria muito aquele cargo, aquela empresa. Ele me mudou de algum jeito, nunca tinha tido uma experiência assim, nem com os caras que me relacionei amorosamente, minhas transas casuais, estaria eu sentindo falta de ser tratado daquele jeito? Sentia falta do tesão que ele me dá? Não sei. Recebi alguns clientes, treinei algumas equipes, fiz treinamentos, entrava e saia da sala, repassava coisas com ele e tudo que eu recebia era um tratamento profissional. Eu já estava agoniado, precisava perguntar o havia mudado. Aproveitei uma oportunidade que havíamos retornado do almoço, cheguei na sala ele não estava, logo mais a figura imponente, forte de 1,93m passou por mim e se sentou na cadeira.

– Deseja que eu faça alguma coisa Senhor Átila? Perguntei.

– Não é necessário Lucas, acho que estamos bem encaminhados nos imóveis de hoje de manhã, acho que é apenas acompanhar. Respondeu sem tirar os olhos do computador.

– Alguma necessidade fora do trabalho? Arrisquei.

– Não entendi sua pergunta. Ele respondeu.

– Qual é a sua Átila? Têm dias que você está agindo como se não tivesse feito nada comigo, era um trote de boas vindas? Então oficialmente estou empregado e você vai ser só meu chefe agora? – Não havia percebido, mas eu falava alto com certa impaciência, na verdade nem entendi porque perguntei aquilo nem porque eu estava sentindo falta dele.

– Não sei do que você está falando Lucas, pode ser mais claro? – Respondeu novamente sem me olhar.

Quando eu ia retruca-lo me lembrei da última vez, a cueca que ele deixou aquela tarde, me disse que queria ela limpa no outro dia, para evitar a situação da pasta, passei a vir somente com meu celular e a chave do carro no bolso, esqueci completamente a cueca suja na pasta, será que é por isso que ele esta me tratando dessa forma?

– Não é nada Átila! Continuei – escuta, amanhã aquela cliente do Resort pediu para ver um apartamento próximo ao Ecopark, sei que temos um disponível no portifólio, mas como ela é uma cliente mais criteriosa não queria encaminhar um corretor, gostaria de ir pessoalmente mostrar para ela, se você tiver um espaço na agenda podia ir comigo, acho que pelo seu cargo mostraria um certo tratamento diferencial para ela.

– Pode ser, marque o horário com ela e me avise, encontrarei vocês lá – respondeu Átila.

Meu coração disparou, eu não precisava dele lá, mas ia resolver a situação da cueca amanhã, encaminhei uma mensagem para a tal madame e marquei a visita, tinha um plano engatilhado, acho que estou ficando louco, mas preciso daquele Átila de volta.

Na manhã seguinte estava pontualmente as 8:10 no apartamento, era um lugar amplo, luxuoso, mobiliado, 5 quartos, 2 salas, uma coisa de outro mundo, de repente a porta se abriu, era o Átila, ele havia pegado uma das chaves no escritório, nós tínhamos as chave dos imóveis que estavam a venda, então nosso acesso era fácil.

– Olá! Onde ela está? – perguntou Átila.

– Ela está atrasada, mandei uma mensagem mas ela ainda não me respondeu, marcamos as 8:15 mas já passa das 9:00 e ela não chegou – No momento em que terminei de falar meu celular apitou, era uma mensagem da mulher

"...Lucas querido, tive um imprevisto, não vou conseguir ver o apartamento hoje, podemos remarcar? Peça desculpas ao Átila por mim, mais tarde ligo para explicar para vocês...! "

– Poxa vida! Ela acabou de desmarcar agora! – Falei.

– Vamos voltar para o escritório então – respondeu Átila, se virando para a porta.

– Ah propósito, espere Átila – caminhei em sua direção. Naquele momento meu coração estava disparado, enfiei a mão no bolso do paletó e retirei a cueca que eu havia lavado na noite anterior, a dobrei em um pequeno quadrado, me ajoelhei estendi a mão para ele para entrega-la.

– Me desculpe Senhor Átila, me esqueci de cumprir sua ordem aquele dia, peço que me perdoe, não vai acontecer novamente.

Ele estava parado na minha frente, silencioso, eu não o olhei no rosto, fiquei constrangido pela cena, mas agora estava feito. Ele virou as costas para mim e foi em direção a porta, escutei o barulho da fechadura trancando e a voz dele ecoou no meu ouvido.

– Deixe em cima do sofá, vá para o quarto e fique apenas de cueca, vou providenciar que você não descumpra mais nada que eu te ordenar – Respondeu sério.

Assenti com a cabeça e fui para a suíte, não acredito que eu estava voltando de novo para a situação do início, onde eu estava com a cabeça? Perdi a prudência?Mas enquanto eu estava indo e desfazendo o nó da minha gravata, abrindo os botões da camisa comecei a me excitar, meu corpo queria ele. Tirei minha roupa, fiquei apenas de cueca e sentei na cama olhando para a porta. Depois de uns 5 minutos ele chegou, eu não conseguia acreditar no que eu estava vendo, aquele homem gigante estava na minha frente de cueca e meias sociais pretas, fiquei paralisado, suas pernas pareciam duas toras de madeira, os biceps eram gigantescos com as veias saltadas, os ombros largos o peitoral bem definido com mamilos rosados e saltados, aquilo era 10 vezes melhor do que qualquer coisa que eu imaginei, sua bunda era grande e redonda, o pau estava mole mas marcava muito na cueca, eu podia sentir o piso vibrar quando ele se aproximava de mim.

– Saia da cama, quero você de joelhos! – Obedeci, me ajoelhei, ao lado da cama, ele passou por mim e se sentou.

– Abre a boca! – disse. Ele tirou a cueca e enfiou inteira na minha boca, fiz o possível para acomodá-la como ele mandou, eu estava com muito tesão, depois ele tirou as meias e as forçou para dentro da minha boca também, tentei fazê-las caber mas acabaram ficando para fora, só pisquei por um segundo, senti um tapa gigantesco no meu rosto, achei que perderia a noção, meu rosto formigava, caí apoiando as mãos no chão e olhei para o Átila, ele havia perdido o semblante sorridente e calmo de sempre.

– Eu disse que garantiria que você não ia me desobedecer novamente, não me faça perder tempo, não me interessa sua expertise profissional, se você não tem a minha vontade como prioridade você não tem utilidade pra mim, você entendeu? Perguntou enfurecido puxando a cueca da minha boca.

– Sim Senhor, eu entendi! – Respondi.

Eu estava com tesão, fiquei desapontado, ele me deu medo, por um momento me senti humilhado mas não de um jeito excitante, porém depois voltei a ser controlado pelo desejo e pelo tesão de servir aquele homem. Seu pau já estava gigantesco e pulsante, nunca tinha visto algo daquele jeito, era uma visão de outro mundo, a maneira que ele me controlava era única. Ele se levantou e mandou que que deitasse na cama, de repente ele passou por cima de mim, ele era realmente muito grande, se posicionou acima do meu rosto e disse:

– Língua pra fora!

Jogou todo o peso e sentou no meu rosto, minha cara encaixou naquele rabo imenso, minha língua foi direto no cu dele, eu não conseguia respirar, ele era muito pesado, mexia a bunda na minha cara como se rebolasse, embaixo dele eu ouvia apenas as molas da cama rangendo, fui tentar pedir para ele pegar mais leve, ele afundou mais ainda o rabo na minha cara, ele piscava o cu enquanto mexia, eu sentia meu nariz entrando nele, sentia o cheiro dele, o rabo dele estava quente, comecei a ficar sem ar, tentei tira-lo de cima de mim e empurra-lo, ele segurou meus braços, suas pernas prendiam meu corpo, eu tentava sair mais não conseguiria nunca, ele era maior e mais forte que eu, comecei a me debater desesperadamente, eu não conseguia mais aguentar, o som da minha tentativa de gritar ficou abafada embaixo daquela bunda enorme.

– Só mais um pouco Lucas, você consegue – ouvi ele falando. Eu achei que ia desmaiar, ele finalmente saiu de cima de mim, o cheiro do cu dele ainda estava no meu nariz, ele deitou do meu lado, eu estava vermelho, puxando todo o ar que conseguia, parecia que eu havia sido enterrado, de repente senti sua mão me agarrando pelo cabelo e me puxando pra cima dele. Ele me colocou na frente daquele pau gigante, eu estava zonzo mas não conseguia conte-lo, ele era mais forte que eu, me segurou pelo cabelo e meteu o pau na minha boca como se eu fosse uma boneca inflável, eu não conseguia engolir, era muito grande, não entrava nem metade na minha boca, ele levantou as pernas e me deu uma chave de pescoço com as coxas, ainda com seu pau enfiado na minha boca, eu estava novamente preso, não tinha forças para me soltar, ele segurou meus braços, apertava cada vez mais as coxas e ele metia na minha garganta sem dó, eu babava como um cão, estava deixando ele melecado, ele não me dava tempo de nada, assim que ele me soltou tentei sair da cama, ele agarrou meu braço:

– Aonde você vai Lucas? Eu nem comecei ainda.

– Calma, eu preciso respirar! Por favor! – Supliquei.

– Claro! – Ele concordou.

Me puxou para cima dele novamente! Colocou meu rosto na sua axila, e me apertou contra ela

– Respire Lucas! Quero ouvir você puxando o ar profundamente! – ordenou.

Ele me puxou novamente e forçou meu rosto contra seu mamilo, eu tratei de obedece-lo, aquele peitoral era gigantesco, comecei a mamar como se fosse um bezerro, passava a minha língua no bico do peito dele e sugava. Átila estava ficando louco, havia perdido um pouco da pose de dominador calmo e estava urrando enquanto batia punheta com o pau cheio da minha saliva. Se levantou bruscamente me jogando para o lado, pegou e me colocou sentado encostado na cabeceira da cama, veio para cima de mim e sentou nas minhas pernas, achei que ele ia sentar no meu colo, quando me dei conta, trouxe os pés para perto do meu rosto, coloquei a língua pra fora e ele passava os pés como se estivesse limpando a sola do sapato em um carpete, nesse caso, o carpete era eu, ele estava explodindo de tesão e eu também, ele forçou a entrada do dedão na minha boca.

–Abra mais, quero calçar meu pé na sua boca como se ela fosse uma meia – Disse Átila. Eu tentava, mas não conseguia, ele não entendia e forçava o pé na minha boca, seus dedos longos me iam goela abaixo, eu não conseguia segurar, cada vez que o dedão encostava minha garganta eu sentia o vômito subindo, e ele enfiava mais.

– Vou dar um descanso para sua boca agora – falou enquanto me colocava deitado de bruços e ia pra cima de mim, rasgou minha cueca sem tira-la, vez uma abertura na parte de trás, senti ele cuspindo no meu cu, eu não estava preparado, mas estava explodindo de tesão, a essa altura não ia conseguir faze-lo mudar de ideia e muito menos conte-lo. Ele colocou 2 dedos no meu cu, empurrou sem paciência, parecia que ia me rasgar, apertei meu rosto no travesseiro para não gritar, de repente senti ele encostando a cabeça do pau dele no meu cu, não tinha como entrar, era impossível, ele forçou, parecia que ele ia me rasgar por dentro, não aguentei estava gritando de dor, enquanto enfiava o pau em mim ele jogou um travesseiro no meu rosto e pisou em cima, meu rosto sumiu embaixo do peso de seu pé, meu grito estava abafado embaixo da sola dele, quanto mais ele forçava, mais eu gritava e mais aquele pau entrava em mim, parecia que eu estava sendo aberto, doía muito, mas ele meteu até o talo, aquilo entrou todo dentro de mim, eu podia sentir meu cu ardendo, a dor já estava me anestesiando do tanto que era intensa, eu estava praticamente dormente, não sabia que havia cabido, mas como ele disse mesmo disse, só estava começando.

Ele começou a me foder, primeiro devagar, mas gradualmente começou a meter violentamente o pau em mim, eu sentia meus órgãos se mexendo, eu tentava pedir para ele ir mais devagar mas não conseguia nem falar, ele me agarrou e me virou pra ele sem tirar o pau de mim como se eu fosse um brinquedo, estava de pé me segurando pelas pernas e me fodendo, metia com tanta força que eu mordia a língua sem querer, eu segurei em seu pescoço, e olhava pro seu rosto, seu cabelo já estava bagunçado, o suor escorrendo e ele não se cansava, seu peito estava contraindo, os dedos cravando nas minhas pernas, eu o abracei com força, ele agarrou meu cabelo e me fez soltar dele, foram poucos segundos ele me jogou na cama.

– Abre a boca. Ordenou.

– O que? Perguntei.

– Anda abre essa boca! – Ordenou ele enquanto se masturbava.

– Eu não vou engo... Ele não me deixou terminar de falar, me puxou, meteu o pau na minha boca e gozou, eu tentei não engolir, mas ele segurou minha cabeça enquanto urrava e jorrava jatos de porra quente, ele enfiou com força, a porra do Átila só tinha um caminho, e era minha garganta, bebi tudo, parecia não ter fim a ordenha.

– Se prepare de novo! – Disse Átila. Ele ainda firmava sua mão na minha cabeça mantendo seu pau na minha boca. Ele ia gozar mais? Senti um jato quente no fundo da garganta, ele estava mijando. Me desesperei, tentei falar não, fiz de tudo para me soltar, ele segurou minha cabeça com força e colocou meu rosto entre as pernas me firmando imóvel. Eu balançava a cabeça dizendo não e ele só respondia:

– Vai beber sim – E mandava outro grande jato de urina. Eu engoli novamente, e de novo e de novo e de novo. Foram tantos jatos de urina engolidos que eu perdi as contas, depois de ter bebido a porra e toda aquela urina eu estava enjoado. Quando me dei conta minha cueca estava toda melecada, eu havia gozado mais de uma vez dentro da cueca, estava cheio de porra nela e nas minhas pernas, gozei várias vezes sem perceber. Ele finalmente me soltou, e me jogou na cama de novo, eu estava cheio de marcas, meus pulsos estavam vermelhos dele me segurar, minhas coxas tinham as marcas das mãos dele, meu rosto marcado dele pisar em cima, meu cu parecia estar na carne viva, sentia uma dor imensa, e de quebra meu estômago a essa altura do campeonato estava cheio de mijo. Átila não se cansava de me fazer de depósito humano, veio pra cima de mim, e me mandou abrir a boca para ver se eu tinha engolido tudo, é claro que eu havia, ele fez questão de garantir que nenhuma gota caísse para fora, disse que faltava a cereja do bolo, escarrou bem do fundo da garganta e cuspiu lentamente na minha boca. Engoli, eu estava sem forças.

– Vou tomar um banho e voltar para o escritório – Disse Átila, seu semblante gentil e sorridente havia retornado – arrume tudo aqui, a roupa de cama, o sofá, os tapetes, caso algo precise ser limpo, leve para a lavanderia, depois que eu terminar o banho, leve a toalha que eu usei também e seque o banheiro. Certo?

– Certo. Respondi sem forças para nada.

– Quando finalizar, tirei o resto do dia de folga para descansar, se for preciso amanhã você pode ficar de home office, você foi um ótimo garoto – Disse Átila novamente me fazendo carinho como se eu fosse um cachorro. A última coisa que me lembro, é de ver uma silhueta grande indo em direção ao banheiro, depois disso caí em um sono profundo ali mesmo.

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