CAPITULO 2
Este é um conto de ficção, nada relatado ou dito é real. Ou pode ser, você leitor(a) que vai decidir.
Será narrado em primeira pessoa para trazer uma experiencia mais fiel.
Esse é um conto que contem conteúdo de fetiche, se você não gosta, esse texto não é para você!
Depois da situação, fui pro meu quarto pensar, mas os pensamentos não eram simples! Só vinha em minha cabeça aquele corpo perfeito, nu! Como veio ao mundo!
Meu deus, será que eu sou louco?
Não tinha como esconder, o volume em minha calça já dizia tudo! Eu tava tarado em minha enteada, que eu considerava como filha! Que me chamava de papai e eu de filinha.
O tesão dominava meu corpo, mas tinha que me conter!
Joguei uma agua no rosto e fui para cozinha arrumar o almoço dela.
Logo ela veio, toda sorridente com um pijaminha. Um shortinho, uma blusinha regata que eu nunca tinha reparado o quanto era folgado e curto, mas a essa altura
tudo parecia sensual, safado!
- O que tem pra comer papaizinho?
- Arroz, feijão, bife e batatinha.
- O meu preferido! E eu nem to falando da comida hahaha.
Eu gelei! mas respondi em tom de brincadeira.
- É bom mesmo você me valorizar, quem vai fazer sua comida?
- Você é incrível mesmo papaizinho, mamãe tem muita sorte.
Pronto, agora estava sendo elogiado e talvez desejado por ela.
Logo o sinal apareceu! Mais uma vez aquele volume em minha calça, tentei o máximo esconder mas estava difícil.
Vi que ela deu uma olhadinha rápida em direção ao volume, mas logo disfarçou, mas não conseguiu, deu uma risadinha e foi para a mesa.
Eu sabia que ela tinha visto, e ela sabia que eu tinha gostado do elogio, até de mais!
Peguei seu prato e levei ate ela que prontamente me deu um beijo no rosto. Foi então que pude ver, como ela estava sentada e eu de pé, o pijaminha que costumava ser
normal, abriu uma brecha para que eu visse aqueles lindos peitos! Que visão, na hora não aguentei, entreguei o prato e disse que precisava ir ao banheiro.
- Ta bom papaizinho, olha lá o que você vai fazer lá em! hahaha
- Que isso, só preciso usar o banheiro.
Meu deus, ela sabia exatamente o que eu iria fazer. Cheguei o mais rápido no quarto, fechei a porta e abaixei a calça.
Meu pau pulava, duro que parecia explodir! Já com a cabeça toda melada.
Me deitei e só conseguia imaginar atrocidade! O quando ela era gostosa, o quanto ela deveria chupar gostoso.
Peguei então o lubrificante e comecei a punhetar, lentamente em um movimento constante.
Mas o tesão era tanto que eu não conseguia me conter, soltei um jato tão forte que caiu na cama, no meu corpo, na camisa, em tudo!
Levantei, me limpei e tive que trocar a roupa. Sai como se nada tivesse acontecido, mas não pra ela!
- Nossa papaizinho, precisava mesmo usar o banheiro. Até trocou de roupa.
- Que isso betie, na hora de lavar a mão eu me molhei, so isso.
- Aham, sei! hahahaha. Ta tudo bem papaizinho, eu te entendo, as vezes eu também me molho.
Aquela frase me dizia uma coisa, ela sabia que eu fui me masturbar e que provavelmente era por causa dela!
O dia foi passando, voltei ao escritório fazer minhas tarefas, mas minha cabeça não parava de pensar nela.
Resolvi dar uma espiadinha no que ela estava fazendo, quando cheguei na sala ela estava dormindo no sofá.
De barriga pra cima, com as pernas meio abertas! E a visão que eu tinha de sua bucetinha era perfeita! E que bucetinha.
No momento eu nem sei o que me passou a cabeça, peguei o celular e já fui tirando uma foto, e outra e outra, cada vez mais perto!
Ela deu uma respirada forte e abriu os olhos me perguntando.
- Tudo bem?
- Si...Sim, só vim ver se você estava bem.
- Estava dormindo só.
A cena era eu de pé, com o celular na mão, volume na calça olhando fixamente para ela. Eu acho que ela percebeu e abriu mais as pernas.
Nâo teve como conter, eu olhei rapidinho para sua bucetinha e voltei o olhar nos seus olhos.
- Que foi papaizinho? Gostou do meu shortinho?
- É... Sim, claro, bem bonito.
- Aham, sei! O shortinho né!
Sai de la o mais rápido possível e fui para o escritório, jaja sua mãe iria chegar e eu teria que me controlar e fingir que nada tinha acontecido.