Na tarde do dia seguinte, fomos dar um mergulho no rio que havia ali por perto a convite de Ruan e Henrique que adoravam nadar e faziam isso muito bem. Os dois estavam o tempo todo usando apenas shorts e isso era também suas roupas de banho. Dani estava com uma regatinha bem solta e um shorts, quando os tirou revelando todo o esplendor de seus peitos massivos e sua bunda volumosa deixou os moleques hipnotizados. Ainda mais com seu biquini preto fio dental que acentuava as curvas irresistíveis do seu corpo.
Fiquei um tempo na água com eles, mas depois preferi sair e me sentar pra desfrutar a paisagem e imaginar safadezas. E não é que a safadeza se manifestou! Dani, Henrique e Ruan começaram a brincar na água, primeiro com aquela típica brincadeira de um jogar água no outro, e depois, os carinhas começaram a brincar e submergir para dar “sustos” em Dani. Por ter muita prática, eles conseguiam ficar um longo tempo sob a água.
Daniela: – Pode parar com essa brincadeira vocês dois! - Disse gargalhando.
Ruan: – Se prepara que vamos te pegar!
Henrique: – Olha o tubarão se aproximando…
Primeiro Dani (que estava com água até a barriga) deu uns gritinhos tomando leves sustos, depois passou para risadinhas, sempre dizendo pra eles “pararem”, então depois de alguns minutos de mergulhos dos moleques, de repente, ela deu um gemido! Tentou disfarçar, mas pouco depois deu outro:
Daniela: – Aaaahhhhh!!
Foi então que perdeu o equilíbrio e caiu na água, prontamente acudida pelos dois jovens que a levantaram prontamente.
Pouco depois perguntei pra ela, já de volta na casa, quando estávamos no quarto, o que tinha rolado naquela brincadeira no rio.
Eu: – E ai, o que tava rolando lá no rio?
Daniela: – Não rolou nada, ué. Só estava brincando com os meninos.
Eu: – Ah, nada é?!
Daniela: – Só estava nadando com eles, por quê?
Joguei a dissimulada na cama, virei-a de bruços e arranquei seu shorts e a calcinha num movimento, coloquei o pau já duro pra fora, enfiei na buceta dela que pra surpresa de zero pessoas já estava molhada e comecei a socar enquanto interrogava:
Eu: – Desembucha vadia, que putaria que rolou lá no rio?
Daniela: –Aaaahhh… Aaahhhh….nã…o….ro…rolou nada!
Eu: – Eu te conheço piranha, sei que você andou dando liberdade pros moleques. - Disse aumentando o rítmo e socando fundo a pica na buceta dela.
Daniela: –Aaahhh…tá bom, eu falo…aaahhhh…..eles estavam pegando nas minhas canelas pra me assustar, mas depois pegaram na minha bunda e então….
Eu: – E então o quê, vagabunda?
Daniela: – Então pegaram e apertaram minha buceta.
Eu: – E você gostou vadia?
Daniela: – Gostei….aaaahhhhh….embora goste mais do seu toque, foi gostoso…aaahhh…
Eu: – Você é um cadela mesmo.
Daniela: – Sua cadela.
Eu: – Assim que eu gosto!
Estrategicamente, eu tinha deixado a porta entreaberta, pois sabia que a qualquer oportunidade Ruan e Henrique tentariam espiar, e não deu outra, lá estavam eles assistindo eu enfiar a rola na minha namorada que abafava seu gemido de puta mordendo o travesseiro. Eles iam dia a dia e com paciência explorando os limites de Dani, para saber até onde podiam chegar. Viam pouco a pouco a resistência dela diminuir ante suas investidas lascivas. Mais ou menos a mesma coisa, um pouco diferente, acontecia com meu tio, Seu Dito, que era mais descarado com suas mãos bobas.
Certa manhã ela passou por ele na cozinha e levou um tapa na sua bunda:
Seu Dito: – Eh, potranca grauda!
Daniela: – Que isso Seu Dito! Tá doido? E se o Marcelo vê uma cena dessa?
Seu Dito: – Se preocupe, não. Ele não liga.
Daniela: – Você é doido, Seu Dito.
E realmente, ele pegou o costume, de toda vez que Dani passava por ele, dava um tapa na bunda dela, mesmo na minha frente! Agia com se fosse brincadeira. Minha namorada o repreendia e ele só dava risada. Era uma audácia que nem os garotos tinham. O curioso foi que com o tempo, notei que ela começou a passar de propósito perto dele justamente pra facilitar em receber os tapas, e em vez de só repreender a saliência de meu tio, às vezes, só dava uma risadinha maliciosa.
E a coisa só ficou mais descarada, certa vez estávamos Seu Dito e eu conversando sentados em bancos que ficavam na varanda pela manhã, ela apareceu com uma caneca de café usando um vestidinho bem curto que mostrava a popa da bunda, se aproximou do parapeito próximo a meu tio e se inclinou empinando a popozão e mostrando praticamente a raba inteira, e não bastasse isso, estava sem calcinha a vadia! Numa provocação direita como eu ainda não tinha visto. O velho que já tinha naturalizado os tapas até exitou e deu um ajeitada no pau por cima da calça que respondeu imediatamente àquela situação obscena. Empolgado com a cena, resolvi dobrar a aposta e disse que precisava fazer alguma coisa qualquer e fui saindo, mas na verdade fiquei escondido pra ver no ia dar aquilo.
Seu Dito se levantou e se posicionou ao lado dela, puxou um papo qualquer e sem muita demora apertou a bunda dela sem sair do papo furado que tinha começado. Ela nem se mexeu, como se nada estivesse acontecendo, manteve a conversa mole que ele tinha proposto enquanto o velho alisava e apertava sua bunda. Foi então que ele alcançou a buceta e percebendo imediatamente que estava molhada começou a dedar. Logo na primeira dedada ela já soltou um gemidinho e fez sua típica expressão de puta cheia de prazer. A mão de grosseira de Seu Dito por baixo do vestido de Daniela a dedando impetuosamente me deixou de pau duro rapidamente, a bunda grande e redonda dela, daquele ângulo, emoldurando a cena, deixava tudo muito gostoso. Resolvi descer pra ver de outra perspectiva, e de propósito sai da casa e sentei num lugar onde eu podia vê-los do quintal de frente pra varanda, mas de uma maneira que teoricamente não era possível perceber o que estava rolando, de propósito acenei pra eles e eles acenaram de volta. Seu Dito e Daniela, dissimulados como nunca seguiram com a brincadeira gostosa, como se nada estivesse acontecendo, mesmo eu lá, olhando direto pra eles, fingindo estar relaxando e contemplando a paisagem campestre. Minha ideia era justamente essa, fazer a farsa ser eloquente enquanto fingia demência só pra desfrutar da putaria. Eles se esforçavam pra manter suas expressões o mais natural possível e mantinham o mesmo papo groselha enquanto os dedos do meu tio invadiam implacavelmente a buceta da minha namorada. Ela resistiu até onde deu, mas num certo ponto suas pernas começaram a tremer e ela gozou fazendo uma expressão de vadia no auge do orgasmo. Precisou sentar pra se recompor enquanto o velho descia pra pegar mais um café.
