Ela só tinha um objetivo ao encontrar aquele desconhecido: sexo intenso, sem amarras. Mas será que a realidade conseguiria superar a fantasia que a consumia?
Este conto faz parte da nossa Seleção Especial e é uma joia rara vinda da nossa parceira, Silvia Holanda. Silvia, uma mulher casada de 40 e poucos anos, tem um grupo de amigas que, entre taças de vinho, compartilham suas histórias mais secretas. E eu, claro, tenho o privilégio de publicar as melhores.
O que você vai ler é uma dessas confissões. A crônica de um desejo que não podia mais esperar, sobre a decisão de buscar o prazer em sua forma mais direta e visceral. Uma história real, contada sem filtros.
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-Que loucura estou fazendo!
Era só isso que eu conseguia pensar enquanto dirigia para São Paulo. Estava a caminho de me encontrar com um desconhecido e meu desejo era que ele me fodesse como há muito ninguém fazia comigo: com força, intensidade e muito desejo!
Fisicamente eu não sabia nada dele. Quer dizer, algumas partes eu tinha visto, mas o rosto não. E se ele fosse muito feio? Ou muito acima do peso? Porra, tomara que não seja! Mas eu ia dar de qualquer jeito!
O desejo me dominava! Eu lembrava das provocações que ele me fazia, dos textos que compartilhara comigo. Quem escreve daquele jeito não pode ser feio!
Cheguei a Congonhas, estacionei e fui esperá-lo no desembarque. Cheguei no portão junto com sua mensagem dizendo que acabara de pousar. Meu coração se acelerou! Mandei uma foto minha pra ele saber como me reconhecer. Os minutos pareceram horas até que seu sorriso iluminou meu rosto!
-Oi, tudo bem?
Um beijo no rosto e um abraço apertado. Confesso que esperava uma cena mais intensa, mas me contive e retribui:
-Sim, tudo bem. Como foi o voo?
E assim, trocando amenidades, nos dirigimos ao estacionamento. Aproveitei para matar minha curiosidade: alto, cabelo curto, rosto bonito e um sorriso de safado que me animava: ele ia me foder como eu queria!
Ele elogiou minha calça preta. Ponto pra mim! Sua tara por bundas era pública e notória. Escolhi a dedo essa calça pra valorizar minha bundinha. Deu certo!
No carro, a caminho do hotel, continuamos com nossas amenidades até que ele disse:
-Pare naquela farmácia, por favor.
Desci e o acompanhei. Ele pegou as camisinhas e um KY. Fiquei vermelha de vergonha na hora de passar no caixa. A atendente deu um sorriso discreto. Ela percebeu que eu iria dar a bunda naquela noite!
Voltamos ao carro e ele aproveitou para me beijar. Beijou com desejo, com vontade! Não resisti e apertei seu pau por cima da calça.
-Uau, pensei! Isso vai fazer um estrago na minha bunda!
Chegamos ao hotel e nos registramos como um casal. No elevador fiquei de costas pra ele e esfreguei minha bunda no seu pau! Ele me puxou, apertando meus seios e mordeu de leve minha orelha. Molhei mais do que já estava!
Entramos no quarto e ele acomodou a mala, acertou a iluminação e colocou uma música ambiente. Eu me sentei no sofá, sem saber como começar. Ele percebeu e resolveu: abriu o cinto da calça, colocou o pau pra fora e disse, parado na minha frente:
-Chupa!
Fiz o que ele pediu e chupei aquele cacete grosso com muita vontade! Engoli, lambi, punhetei… caprichei no boquete! Ele acariciava meus cabelos e me estimulava:
-Isso, putinha! Mostra que você gosta de cacete, mostra! Chupa meu pau, safada!
Gostei de ouvir aquilo e já o imaginava gozando na minha boca, lambuzando meu rosto. Ele pegou o KY, abriu e disse:
-Quero sua bunda!
Arrepiei! O pau era grosso e eu imaginava começar pela buceta! Mas eu não ia arregar. Sem falar nada, me levantei, virei de costas pra ele e tirei minha calça junto com a calcinha. Usei a mesinha como apoio para as mãos, arrebitei a bunda e falei:
-Vem! Soca esse cacete no meu cu!
Ele colocou a camisinha, passou o gel no pau e um pouco na minha bunda!
-Abre a bunda, ele pediu.
Debrucei na mesa e abri minha bunda com as mãos. Meu cuzinho piscava ansioso por receber aquele cacete!
Ele encostou a cabeça no meu cuzinho e eu prendi a respiração, esperando a dor inicial! Eu gosto de dar a bunda, mas o começo é sempre doloroso. Ele enfiou a cabeça, com cuidado e firmeza. Percebi que ele não ia me dar moleza…
-Devagar, pedi…
Ele enfiou o resto e senti seu corpo colado ao meu.
-Onde está meu pau, putinha?
-No meu cu, seu filho da puta!
Ele estava parado, esperando eu me acostumar. Era muito pau para meu cuzinho apertado! Eu me sentia totalmente preenchida! Aos poucos fui me movimentando e rebolando lentamente. Ele percebeu e começou a me foder o rabo!
-Isso, putinha! Rebola no meu cacete!
-Fode, seu filho da puta! Come meu rabo! Mete no meu cu!
A intensidade tomou conta da gente! Meu cu estava em brasas, arregaçado pelo seu cacete! Minha buceta estava ensopada! Que tesão eu estava sentindo! Ele segurava minha cintura e metia com força, tirando quase tudo e enfiando! Meu orgasmo se aproximava. Que loucura! Eu ia gozar sem nem me tocar! Isso era inédito!
-Vou gozar! Come meu cu!
Ele aumentou o ritmo! Meu orgasmo chegou junto com o dele!
-Estou gozando, sua puta!
-Eu também!! Goza no meu cu, cachorro! Goza!! Mete tudo!!
Senti seu pau pulsar e o leite encher a camisinha! O aperto na minha cintura deixaria marcas, tinha certeza! Eu urrava de tesão!
-Puta que pariu!! Que pau gostoso!! Filho da puta! Tá me arregaçando! Fode mais, fode!!
Aos poucos fomos nos acalmando e senti um vazio quando ele tirou o pau de dentro de mim…
Tomamos um banho juntos, praticamente sem falar nada… estávamos exaustos!
Deitamos na cama, ele abriu um vinho e depois de alguns goles, propôs:
-Me deixa tomar vinho na sua buceta até você gozar
Sorri, abri as pernas e disse:
-Venha!
A noite prometia…
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E a noite, como se pode imaginar, apenas prometia... Esse gostinho de que o clímax foi só o começo é uma das delícias mais potentes que existem, não acha?
Essa história da Silvia é um dos clássicos que compõem o universo do nosso blog. Aqui na Casa dos Contos, você tem acesso à nossa Seleção Especial, contos escolhidos a dedo para servirem de porta de entrada. Mas o diário completo, a cronologia real com centenas de outras aventuras (minhas, de Martha e de parceiros como a Silvia), está no nosso site oficial. É uma decisão de intimidade: lá guardamos nosso acervo completo, a história como ela realmente é.
https://aventurasdefreudemartha.com/casa
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