O ano era 1995. Já contei algumas histórias aqui, mas nunca falei como foi a minha primeira vez. Pois bem, como vocês sabem, no relato passado em que contei que fui a "cdzinha" mais feliz por um ano e meio, e que mencionei que meu primo foi meu primeiro homem.
Sou o mais novo de três irmãos homens. Não sou tão afeminado, mas fui o que mais puxou para o lado da minha mãe: baixinho (1,65 m), quadril largo e pernas sempre mais grossas que as dos meus irmãos.
Morava perto da minha casa a família dos meus tios. Meu tio é irmão da minha mãe e ele tem quatro filhos: uma mulher que é a primogênita (a prima com quem vim a morar quando me mudei para São Paulo) e três homens. Um deles é dois anos mais novo que eu, o outro — o do meio, com quem tive o relacionamento — era quase dois anos mais velho que eu, e o mais velho já era casado.
Todo final de semana, as duas famílias iam para a casa dos meus avós, que moravam numa cidade vizinha. A gente ficava o fim de semana todo na chácara com eles e outros tios. Mas quando chegou a adolescência, a gente não acompanhava mais nossos pais todos os finais de semana.
Eu também tinha um amigo que tinha um videogame da Atari. Como os pais dele não gostavam que ele usasse muito a televisão, ele vinha instalar o videogame na minha casa — meus pais deixavam. Nos fins de semana, eu ficava sozinho em casa, porque um dos meus irmãos já morava em São Paulo e o outro estava fazendo faculdade fora, só vinha em feriados prolongados.
Um desses fins de semana, eu estava brincando com meu primo mais novo e, de repente, começamos a brigar. Eu dei um empurrão nele, ele caiu e saiu chorando reclamar para o outro primo. Quando olhei, vi meu primo mais velho (quase dois anos mais velho que eu) saindo correndo de dentro da casa dele na minha direção. Lógico que eu sai correndo para minha casa.
Quando entrei, só consegui fechar a porta da sala de entrada. Fui para a janela com grades para falar com ele. Entre o portão e a porta da sala tinha um quebra-vista: dá para ver da sala quem passa na rua, mas quem está na rua não vê a sala. Meu primo ficou ali falando que ia me pegar e me empurrar, para eu aprender a não fazer isso com o mais novo. Mas ficamos ali conversando: eu da janela, ele da área.
Até que, do nada, ele falou que só tinha um jeito de não me bater. Disse que se eu topasse, ninguém poderia saber. Falei que tudo bem. Ele abriu o zíper da bermuda, tirou o pênis para fora e falou que se eu fizesse um boquete, ele não ia mais brigar comigo.
Olhei para aquela rola mole e pensei: unir o útil ao agradável. Não ia apanhar e ainda ia chupar uma rola — coisa que eu tinha muita vontade. Abri a porta, deixei ele entrar. Ele ficou em pé ali na janela, olhando para a rua, e eu comecei a mamar. No começo estava mole, mas foi crescendo na minha boca. Eu chupava bem gostoso, até que ficou dura igual madeira. E olha que não era pequeno.
O priminho que eu tinha empurrado veio atrás de nós, mas como meu primo estava na janela enquanto eu, agachado, mamava, ele mandou o mais novo voltar, dizendo que estava conversando comigo.
Meu primo pediu para eu fechar o portão. Como eu sempre mantinha fechado quando meu amigo instalava o videogame — para outros meninos não aparecerem e virar bagunça —, fechei tranquilo. Quando voltei, ele já estava lá no fundo de casa.
Quando cheguei na cozinha, ele estava com aquela rola maravilhosa, durinha, e tinha pegado um banquinho que a gente usava quando era pequeno para sentar no quintal nas reuniões de família. Sentei no banquinho e comecei a mamar de novo.
Ele pediu para eu levantar e me fez subir em cima daquele banquinho. Como ele era mais alto que eu, eu fiquei em pé e ele colocou aquela rola quente e babada no meio das minhas pernas, bem entre as pernas e as virilhas, e começou a socar. Que tesão! Eu olhava para baixo e via a cabeça do pênis dele saindo e roçando no meu saco. Ficamos um tempo nesse vai e vem até que ele gozou. Senti a porra escorrendo nas minhas pernas — que delícia.
À tarde, meu amigo veio, instalou o videogame e ficamos jogando. Lá pelas sete da noite, meu primo apareceu com uma comida pronta para eu comer. Nos fins de semana, minha mãe ou a dele sempre deixavam as comidas prontas, só para a gente esquentar. Ele pediu para desligar o videogame e falou que cada um deveria ir para sua casa. Jantei, fui tomar banho.
Por volta das nove da noite, ele voltou. Aí não teve outra: caí de boca novamente. Chupei aquela pika bem gostoso. De novo, peguei o banquinho, ele me colocou em cima e começou a bombar entre as minhas pernas. Que delícia sentir aquele pau quente e escutar bem baixinho o estalo do quadril dele no meu bumbum. Ele gozou, só que dessa vez tirou de entre as minhas pernas e gozou em cima da minha rabeta — branquinha e linda. Ele vestiu a bermuda e foi saindo.
Quando eu ia ao banheiro para me lavar e me satisfazer, passei em frente ao espelho e vi meu bumbum todo lambuzado com o gozo dele. Fiquei com tanto tesão olhando aquela rabeta branquinha e linda com o gozo de um macho que comecei a passar o dedo e colocar para dentro do meu cuzinho. Foi quando meu primo voltou para perguntar se eu ia dormir lá na casa dele ou na minha mesmo. Ele viu a cena e falou que eu tinha que ir treinando para aguentar a pika dele.
Mal sabia ele que eu já brincava com meu cuzinho no banheiro. Aprendi isso com um travesti que era tio de um amigo meu. Eu ia muito na casa desse amigo só para ver aquele travesti — embora ele não soubesse que eu gostava de pika. Minha família não gostava muito que eu fosse lá, mas eu ia porque esse amigo atiçava o tio travesti, e ele contava muitas histórias para a gente. Eu sempre escutava muito. Aprendi como começar com o cabo do rodo no banheiro, como lavar o cuzinho com a mangueirinha para não sujar a rola do cara... aprendi muita coisa.
Mas voltando: falei para meu primo que ia dormir em casa mesmo. Fui para o banheiro com a rabeta cheia de gozo, e o cuzinho também — já que tinha pegado com o dedo e socado para dentro. Nesse dia, fiquei no banheiro um tempão colocando o cabo do rodo (bem fininho) no meu cuzinho e gozei horrores. Foi uma delícia.
Continuei com meu primo por mais algumas semanas, sempre só colocando entre as pernas. Nos fins de semana que meu amigo vinha jogar videogame, a gente trancava o portão, meu primo vinha e a gente ia para o quintal do fundo enquanto meu amigo ficava na sala jogando. Até que um dia a gente deu um vacilo e esse amigo me pegou com a boca na rola dele. Meu primo, mais esperto, começou a fazer chantagens com o menino até que conseguimos fazer ele também mamar a rola do meu primo. Esse amigo até vomitou na pika, mas acabou ficando com o rabo preso também.
Depois disso, eu e esse amigo passamos a fazer umas trocas. Ele me comia, e eu ficava atrás dele só esfregando minha pika no bumbum dele — um pouquinho, para não deixar que eu falasse alguma coisa.
Com meu primo, a gente ficou nessa de ele só colocar entre as pernas por algumas semanas. Mas num desses fins de semana, eu tinha chegado do campinho de futebol e estava com muito tesão. Fui tomar banho e já ia brincar com meu cuzinho, quando meu primo chegou bem na hora. Ficou me olhando tomar banho enquanto mexia naquela bela rola. Sai do banho, me sequei, e ele continuou com a rola na mão. Comecei a mamar — nesse dia eu estava muito, mas muito puta.
Quando ele foi colocar entre as minhas pernas, eu peguei aquela rola quente dele e coloquei na portinha do meu cuzinho. Só lembro dele perguntar se eu aguentava mesmo. Não respondi. Passei a saliva nos dedos e passei no cuzinho, e ele cuspiu na cabeça do pau — aquilo me deu um tesão. Ele foi colocando bem devagarinho. Que delícia! Estava um pouco desconfortável porque eu estava em cima de um banquinho, em pé, mas sentia cada centímetro da rola entrando. Eu gemia de tesão e só via ele gemer e falar que cuzinho apertado, que delícia.
Até que, não sei como, peguei no pulso dele (ele estava segurando minha cintura) e desci do banquinho. Ele abaixou, encaixou a pika no meu cuzinho e fui levando a gente — sem ele tirar o pau de dentro — até um sofá que tinha na nossa frente. Cheguei no sofá, fiquei de quatro, e ele, sem tirar a rola de dentro, começou a bombar e meter. Eu só gemia e escutava o quadril dele estalando na minha rabeta enquanto a pika entrava sem dó.
Quando senti o gozo dele todo dentro do meu cuzinho... que delícia! A primeira vez que senti uma gozada dentro do meu cuzinho. Ele vestiu a roupa e foi embora. Voltei ao banho.
Mas gente, não sei o que aconteceu naquele dia. Eu estava num tesão que terminei o banho e corri para a casa dele. Esse fim de semana ele também estava sozinho. Tudo se encaixando.
Cheguei lá, ele estava com a toalha enrolada no corpo. Falei que queria dar para ele. Ele simplesmente abriu a toalha e falou: "Está mole, acabamos de dar uma." Eu insisti, e ele disse: "Beleza, se você conseguir levantar ela, beleza." Pediu para eu ir fechar o portão. Fechei, e quando voltei ele estava no sofá com aquela pika mole. Já falou: "Você quer, vai ter que levantar."
Comecei a mamar com uma vontade e uma afobação porque o que eu mais queria era aquela rola no meu cuzinho todinha novamente. Quando ele já estava com tesão também, fiquei de quatro de novo e ele mandou ver. Essa segunda vez ele demorou mais para gozar, mas comeu meu cuzinho bem gostoso. Socou forte, socou devagar, meteu pra caralho. Eu ali de quatro quase não aguentando mais, mas tinha que aguentar — eu não fui buscar. Quando pedi para ele gozar, ele disse: "Você quis, agora aguenta." Até que ele tirou, tocou uma punheta e gozou de novo, lambuzando minha rabeta.
Fiquei dando para esse primo por uns nove meses. Mas com ele era sempre assim: eu mamava, ficava de quatro, ele gozava e pronto. Não tinha beijo, não tinha carinho, não tinha pegação no corpo. Era mamar e ficar de quatro para ele gozar.
Até que perdi minha mãe, e a gente parou de ter esse relacionamento. Ele também arrumou uma namorada. Hoje em dia a gente tem uma relação muito boa — ele já é casado, tem três filhos. Mas ficou um clima meio assim, sabe?
Em 2011, ficamos só eu e ele num rancho porque o pessoal saiu de barco para pescar. A gente deu uma foda muito gostosa — muito gostosa mesmo — e ele encheu meu cuzinho de leite novamente. Depois, conversamos muito e nos entendemos melhor. Ele falou que não se acha gay, mas disse que sempre teve vontade de me comer, que tinha as necessidades dele. Eu disse que estava tudo bem porque eu também amava.
Hoje ele tem um filho adolescente que tem todo jeito de ser gay, e ele já leva isso super de boa. A gente conversa muito, mas no dia que tiver oportunidade, vou mamar e dar de quatro para aquela pika novamente. Já avisei ele rsrs.