Desejos proibidos - FINAL

Um conto erótico de Deborah
Categoria: Heterossexual
Contém 857 palavras
Data: 26/03/2026 17:42:03

Bom final de tarde, meus lindos e lindas!! Eu volto aqui para contar o desfecho da história que rolou naquele final de semana de churrasco e amigos... Com relação agora ao Túlio, irmão da Jenny, minha amiga de infância.

Depois de transar com o Marcelo dentro do banheiro no primeiro andar, me preocupava alguma coisa acabar transparecendo e estragar uma amizade de anos com Jenny. Então mesmo estando dormindo, acordei o Thi e falei que precisávamos ir, que eu não estava me sentindo bem. Ele acordou ainda atordoado mas levantou. Fomos até a porta do quarto da Jenny e percebemos que ela ainda dormia, e para meu desespero quem nos atendeu foi justamente o Marcelo. Eu então falei que iríamos embora, que eu não estava me sentindo bem, ele com a cara mais deslavada do mundo fingiu espanto, pediu que ficassemos mas não topei e fomos embora. Deixei um beijo pra minha amiga e disse que depois eu falaria com ela. Chegando em casa, tomei meu banho e fui para a cama, afim de relaxar um pouco. Foi quando meu marido falou que havia uma mensagem da Jenny. Gelei, pensando que de alguma forma ela havia descoberto o que aconteceu, a foda que eu e o marido dela tivemos. Mas pra minha surpresa, era só que eu havia esquecido meu celular no quarto! Ufa... Ela disse então que pediria ao Túlio, irmão dela, que levasse pra mim de manhã, quando ele voltasse da festa (ele é DJ). Já pensei besteira, já que de manhã meu marido sairia e eu estaria sozinha, e Túlio e eu já trocamos uns beijos na adolescência, aquelas coisas de mão ali, mão aqui... Nunca chegamos às vias de fato, eu ainda era virgem naquela época. Mas ele deixou claro no churrasco que estava afim de ir além agora... Bem, pela manhã meu marido saiu e não demorou e o Túlio chegou. Convidei-o a entrar na esperança que ele só me entregasse o celular e fosse embora, mas vendo que meu esposo não estava, já veio de ousadia. Não, não... Pensei. Já havia dado para o marido da minha amiga, agora o irmão? Tudo bem que ele é solteiro, mas puta que pariu... Dois machos me comendo em menos de 24 horas? Mas Túlio era pior que o Marcelo... Eu tentando fugir pela sala, dizendo que meu marido não ia demorar, e ele atrás de mim, não adiantava, até que conseguiu me agarrar e me jogar por cima do meu sofá. Eu vestia uma camisolinha ainda, de cetim, azul clarinho, e por baixo apenas calcinha de renda branca.

_ para Túlio, eu sou casada agora, por favor

_ Deborah, ninguém vai saber, nem a Jenny. Olha só como eu estou - me disse ele já sacando o pau pra fora. De tão duro, o pau dele mal saía da calça... E seguiu me beijando, na boca, no pescoço, ameaçou dar um chupão...

_ para, tá louco? Vc me marca e meu marido me mata

_ tá, sem chupão. Só uma mamada caprichada nos seus seios...

_ aaai, Túlio... - eu dizia, enquanto ele chupava meus seios, já expostos, e deslizava a mão na minha coxa, até tocar minha bucetinha...

Ali eu perdi... Com dois dedos na entradinha e o polegar no meu clitóris, Túlio massageava e eu fui amolecendo no beijo... Não resisto a uma boa massagem na bucetinha, isso acaba comigo... Nossos beijos molhados demonstravam o tesão do momento... Túlio se livrou das roupas rapidamente e, já totalmente nu, onde pude perceber o pau enorme e rígido dele, me virou de costas. Com a cabeça apoiada na almofada, de costas, eu já não sabia mais se mandava parar ou deixava logo ele fazer o que queria. Túlio foi tirando minha calcinha ao mesmo tempo que sua boca e sua língua iam explorando meu corpo, minha pele, e claro... Minha bucetinha... Onde ele caprichou na chupada, barulhenta, estalada, gostosa...me rendi e quando ele percebeu, veio por cima de mim, apontando seu pau na entradinha e deixou o peso do corpo fazer o trabalho... Penetrou, entrou tudo, soltei um gritinho, mas manhoso do que de dor... Com um pé apoiado no chão, tomando o controle da situação, ele entrava e saía rápido, me fazendo gozar em pouco tempo... O barulho do melzinho da minha bucetinha com o entra e sai do pau envergado dele em mim ecoava naquela manhã, naquela sala... Ainda deitada eu estava quando Túlio levantou e veio apontando o pauzão na minha cara. Não reagi, assisti saindo um jato de porra que melou todo meu rosto, cabelo, boca, quase caindo no sofá... Fomos de mãos dadas até o banheiro e falei pra ele ir que logo meu esposo estaria de volta. Mentira, eu só precisava descansar um pouco a bucetinha, castigada por aqueles machos naquele final de semana. Acabou que o único que não me comeu foi meu corninho. Nem eu aguentaria dar pra ele...

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