Terminei de beber a água, sentindo cada gota descer pelo meu pescoço, mas meus olhos não saíam do decote daquela mulata. A Margareth estava visivelmente perturbada. Aquele papel de "amiga da família" estava derretendo sob o calor do que a gente tinha falado no MSN.
Apoiei o braço no balcão, bem do lado dela, de modo que meus músculos ficassem bem na linha de visão dela. O cheiro de acetona já estava me deixando louco, misturado com o perfume doce que saía da pele dela.
— "Mãe, a Margareth trabalha com precisão, né? Olha esse detalhe..." — comentei, baixando o tom de voz, quase um sussurro que só ela entenderia a malícia. — "Imagina o que essas mãos não fazem quando não estão segurando um alicate. Deve ser uma experiência... intensa."
Ela deu um solavanco na cadeira. Os olhos castanhos dela encontraram os meus, e eu vi o fogo ali. Não era mais a manicure da Silvana; era a mulher do chat que queria ser possuída.
— "Você não tem ideia, Arthur..." — ela respondeu, a voz falhando um pouco, mas ganhando uma ousadia perigosa. — "Tem certas coisas que a gente só aprende com o tempo. Coisas que um menino da sua idade nem sonha que existem."
— "Menino, Margareth?" — dei um passo pra frente, ficando atrás da cadeira dela. — "Acho que as fotos que eu te mandei não deixaram dúvidas de que aqui não tem nenhum menino. Ou você quer conferir de perto se o volume é real?"
Minha mãe riu, achando que era só brincadeira de garoto.
— "Deixa a Margareth trabalhar, meu filho! Vai pro banho que você tá exalando testosterona."
— "Tô indo, mãe. Mas antes..." — me inclinei sobre a mesa, fingindo pegar uma fruta, mas encostei meu peito nas costas dela. Senti o corpo dela ficar rígido e o suspiro pesado que ela soltou. Minha mão desceu por baixo da mesa, "procurando algo", e apertei com força a parte interna da coxa dela, bem perto da virilha.
Ela deu um gemido curto, disfarçando com uma tosse.
— "Tudo bem aí, Mag?" — perguntei, com o sorriso mais cínico do mundo.
— "Tudo... só um calor... um calor insuportável," — ela disse, largando a mão da minha mãe e me encarando com uma fúria de puro tesão. — "Sabe, Arthur, às vezes o cliente acha que manda no serviço, mas é a profissional que decide como a sessão termina. Se você continuar me provocando, eu vou ser obrigada a te mostrar como essas unhas vermelhas se comportam na carne de um engraçadinho como você."
— "Eu conto com isso," — sussurrei no ouvido dela, sentindo o arrepio dela subir até a nuca. — "Vou estar no chuveiro. Se a minha mãe se distrair e você quiser ver o 'serviço completo', a porta não vai estar trancada. Quero ver se você é essa mulher toda que diz que vai me deixar de joelhos ou se é só conversa de Bate-papo UOL."
Afastei-me devagar, sentindo os olhos dela cravados na minha rola enquanto eu subia as escadas. Eu sabia que ela estava encharcada embaixo daquele vestido. O jogo estava apenas começando.
Eu sabia que a Margareth não ia aguentar. O clima na cozinha estava pesado demais, quase dava para cortar o tesão com uma faca. Subi, tirei a bermuda e liguei o chuveiro, mas não entrei. Fiquei ali, em pé, esperando o som dos passos dela no corredor.
Dito e feito. A porta do banheiro, que eu tinha deixado apenas encostada, abriu um milímetro. Vi pelo reflexo do espelho embaçado o cabelo vermelho dela aparecendo. Margareth estava paralisada, os olhos castanhos arregalados, devorando cada detalhe do meu corpo nu de 1,90m. Ela levou a mão à boca para não deixar escapar um gemido quando viu o meu pau pulsando, apontando direto para ela.
Eu não disse nada, apenas dei um sorriso de lado e comecei a passar a mão lentamente pelo meu abdômen, descendo até a base, olhando fixamente para onde ela estava escondida. Vi quando as unhas vermelhas dela apertaram o batente da porta com força. Ela estava tremendo.
— "Gostou do que viu, Mag?" — sussurrei. — "Desce lá agora e termina a unha da minha mãe... com a imagem do que é seu me esperando na cabeça."
Ela fechou a porta num sobressalto e ouvi os passos rápidos dela descendo a escada, fugindo daquele pecado.
O MSN em Chamas: O Desejo da Fernanda
Enquanto o vapor tomava conta do banheiro, peguei meu celular e abri o MSN. O ícone da Fernanda estava brilhando, piscando sem parar. Ela não tinha esquecido um segundo sequer do nosso encontro no motel.
FerRecep39 diz: "Arthur, eu não aguento mais... O plantão aqui no hospital tá um tédio e a única coisa que eu consigo pensar é na sua voz no meu ouvido e naquele seu peso em cima de mim."
Arthur diz: "Calma, Fer... O sábado foi só o começo. O que você tá querendo?"
FerRecep39 diz: "Eu quero você agora! Eu tô sentindo falta do seu leite escorrendo por dentro de mim... Quero sentir minha bucetinha pulsando enquanto você goza bem fundo. Eu quero ficar toda lambuzada de você, Arthur. Sabe aquela sensação de quando você não tira e deixa tudo lá dentro? É disso que eu tô com saudade."
Arthur diz: "Você tá querendo ficar marcada, né? Pois se prepara, porque da próxima vez eu não vou ter pena. Vou te encher tanto que você vai sentir o meu leite até na alma. Guarda esse tesão pra mim, porque quando eu te pegar de novo, vai ser pra te deixar sem conseguir andar por uma semana."
FerRecep39 diz: "Vem... por favor, vem logo. Eu tô aqui passando o dedo e imaginando que é você. Eu quero sentir esse seu cheiro, esse seu gosto... Me faz sua, Arthur!"
Eu desliguei a tela do celular sentindo o sangue ferver. De um lado, a amiga da minha mãe descendo as escadas em choque depois de me ver pelado; do outro, a Fernanda implorando para ser preenchida até o limite.
A minha vida de "estudante" estava se transformando em uma maratona de putaria que o Bate-Papo UOL nunca seria capaz de descrever.