Três semanas se passaram. Três semanas de uma ansiedade que alternava entre a culpa lancinante e o tesão que voltava em ondas sempre que eu fechava os olhos. O Natal parecia um sonho febril, proibido, que eu tinha medo que evaporasse. Mas ele não evaporou. Ele ficou, sólido e quente, na memória do meu corpo.
Meu sogro já estava em casa. Cláudio, o marido da Sônia, voltara da plataforma com aquele bronzeado de quem trabalha ao ar livre e uma energia de quem queria compensar o tempo perdido. Para compensar a ausência do Natal, ele resolveu fazer um churrasco para todos nós. Um domingo de sol, piscina e churrasqueira. A família reunida. O cenário perfeito para fingir normalidade.
Em um domingo, eu reencontrei minha sogra. Sônia. Quando cheguei com a Paula, ela estava na varanda, organizando a mesa. Usava um vestido rosa liso, curto, que deixava as pernas torneadas à mostra. Ela sorriu ao me ver. Ela continuava linda e deslumbrante. Mais até Agora, cada detalhe dela era carregado de significado. O decote, a curva da bunda sob o tecido leve, o brilho dos olhos… Agora, toda vez que eu olhava para ela, eu só imaginava aquela mulher nua, enquanto eu a penetrava. A memória do corpo dela contra o meu, dos gemidos, do sabor, era tão vívida que às vezes eu precisava desviar o olhar para não dar na cara.
Ela me tratou como todas as vezes, sempre com cordialidade e simpatia. Um “oi, Genrinho, tudo bem?” com um sorriso normal. Um aperto de mão amigável. Nada de olhares prolongados, nada de insinuações. Tudo indicava que aquilo tudo que aconteceu no Natal não passou de um sonho para ela. Talvez o álcool tivesse apagado mesmo. Talvez ela tivesse reprimido. Eu me sentia um pouco mais aliviado. A tensão que eu carregava nos ombros desde aquela noite começou a diminuir. Afinal, tudo parecia resolvido.
Mas só parecia. Era uma calmaria enganosa. Eu sentia, no ar, uma eletricidade diferente. Ou era só minha paranoia?
Passamos o dia comendo carne, tomando cerveja e banho de piscina. Foi um dia agradável, descontraído. Cláudio era um cara legal, contava histórias das plataformas, e a Paula estava radiante. Eu tentava me soltar, rir, mas meus olhos eram ímãs para a Sônia. Vê-la mergulhar na piscina, a água escorrendo pelo corpo quando ela saía, a maneira como ela se deitava na espreguiçadeira… era uma tortura deliciosa.
Até que por volta das 14 horas, o sol estava forte, a música tocava num volume agradável. Minha sogra, alegre como no Natal, levantou-se da espreguiçadeira e se aproximou de mim. Eu estava sentado na borda da piscina, com os pés na água.
“Genrinho, preciso de uma ajudinha,” ela disse, com um sorriso inocente que não combinava com o brilho nos olhos. “Tem umas coisas pesadas na cozinha, da preparação. Queria que você me ajudasse a pegar algumas coisas. Você pode?”
Meu coração deu um salto. Ajudar na cozinha. Coisa normal. Eu resolvi ajudar da maneira mais natural possível. “Claro, sogra. Vamos lá.”
Levantei-me, sequei os pés e a segui. A Paula deu um beijo no meu ombro. “Volta logo, amor.”
Seguimos pela casa. Passamos pela cozinha vazia, com os restos da preparação. Mas ao invés do caminho da cozinha, nós seguimos o caminho do quarto de hóspedes. Ela virou à esquerda, subindo uma escadinha lateral que levava a um quartinho usado para depósito e, às vezes, hóspedes. Eu fiquei confuso, mas ainda não alarmado. Talvez as coisas estivessem lá.
Entrei sem entender nada no quarto escuro. Ela entrou atrás de mim. E então escutei a porta atrás de mim se fechar e ser trancada em seguida. O click da chave girando na fechadura foi tão alto quanto um tiro no silêncio súbito do quarto. A única luz vinha de uma janela pequena, com cortina.
Meu estômago virou. Quando eu me virei, vi um olhar predador da minha sogra sobre mim. A expressão doce e cordial tinha sumido. No lugar havia uma intensidade feroz, um desejo puro e descarado. E o avanço dela sobre o meu corpo. Ela não andou. Ela avançou, fechando a distância entre nós em dois passos, seu corpo colando no meu, as mãos subindo pelo meu peito nu (eu só estava de bermuda de praia).
Eu fiquei assustado, sem entender bem o que acontecia. Isso não era um convite. Era uma emboscada. E então ela começou a falar, a voz baixa, rouca, sem nenhum vestígio de embriaguez.
“Por que o susto, Genrinho? Você fez o que quis comigo no Natal, agora está com esse medinho aí.”
As palavras me atingiram como socos. “Como assim, sogra?” consegui gaguejar, tentando manter a farsa, tentando achar uma explicação que não fosse a que estava se desenhando, terrível e excitante.
“Como assim?” ela repetiu, com um riso baixo e seco. “Você acha que eu não vi você me espiando trocando de roupa? Não vi você me comendo da maneira que queria depois de me deixar no quarto? Dos meus peitos todo gozado? Dos gemidos do quarto da minha filha, e de ver você fudendo o cuzinho dela? Acha mesmo que eu não sei o que aconteceu no Natal?”
Cada frase era uma revelação de um crime que eu achava secreto. Ela tinha me visto espiando. Ela tinha consciência durante o sexo. Ela tinha ouvido eu transando com a filha dela depois. Meu mundo desabou e se reconstruiu em segundos, numa configuração muito mais perigosa e erótica.
“Nossa sogra, me desculpa, eu não queria tudo aquilo, só que foi mais forte que eu,” eu balbuciei, a desculpa mais fraca do universo.
Ela se aproximou mais, sua boca a centímetros da minha. “Quem disse que eu quero desculpa?” Ela sussurrou, o hálito quente batendo no meu rosto. “Eu passo semanas sem foder com ninguém por causa do trabalho do seu sogro. Acha que só você aproveitou aquela transa? Eu sabia exatamente quem estava me comendo e eu quis tudo aquilo.” Sua mão desceu e apertou meu pau através da bermuda, que já estava ficando duro, traindo meu pânico com meu tesão. “Do jeito que eu quero mais agora.”
Aquilo era inimaginável. Não era uma vítima confusa. Era uma cúmplice. Uma predadora. E ela queria mais. Agora. Com o marido e a filha a poucos metros de distância. Eu fiquei louco de tesão e ao mesmo tempo com um medo do caralho. A adrenalina misturada ao desejo formou um coquetel explosivo nas minhas veias.
“Mas e o pessoal lá embaixo?” perguntei, a voz trêmula.
Ela sorriu, um sorriso de quem tinha tudo sob controle. “Seu sogro e sua namorada, quando entram na piscina, parecem duas crianças. Esquecem do mundo.” Ela puxou o elástico da minha bermuda para baixo, libertando meu pau que já estava semi-ereto. “Então não se preocupe e venha aqui, porra.”
Ela não esperou. Ela me puxou para um sofá cinza velho e desconfortável que tinha no quarto. Já tirou meu pau para fora completamente. Ele estava duro com tudo aquilo sendo revelado. A confissão dela, a ousadia, o perigo… era o afrodisíaco mais potente do mundo.
Em segundo, caiu de boca na minha pica. Não foi uma chupada hesitante ou bêbada como no Natal. Foi uma declaração de posse. Agora era a minha sogrinha me chupando sem fingir que era outra pessoa. Os lábios dela se fecharam com força, a língua trabalhou o comprimento, a cabeça descia fundo, tentando engolir tudo. Eu me agarrei aos braços do sofá, um gemido escapando da minha garganta. O barulho da água da piscina, o som distante das vozes e da música, me deixava mais tranquilo. Era nosso ruído de fundo, nossa cortina sonora. Enquanto minha sogra tentava engolir meu pau por inteiro, ofegando, babando, os olhos fechados em concentração pura.
Depois de alguns minutos que me levaram ao limite, ela parou. Ela então colocou meu pau entre os peitos dela. Tirou o top do biquíni que usava por baixo do vestido, soltando os seios pesados e perfeitos. Era a primeira vez que sentia meu pau ali conscientemente. No Natal, eu tinha gozado neles, mas mal tinha sentido. Agora, eu sentia. A pele macia, quente, o peso. Começou uma espanhola que me deixou maluco. Ela os apertava em volta de mim, criando um túnel perfeito, e começou a se mover para cima e para baixo. Sem o fingimento da primeira vez, era tudo melhor e mais intenso. Era real. Ela queria. Eu queria. Eu estava curtindo pra caralho tudo aquilo. Nem me preocupava mais com quem estava lá embaixo. O mundo tinha se reduzido àquele quarto abafado, ao som da piscina e ao calor da boca e dos seios da minha sogra.
Quase eu gozei daquele jeito, meu pau pulsando entre aquelas tetas. Mas eu queria mais. Eu queria aquela buceta novamente. A memória dela era vívida, mas eu precisava do real.
“Tem camisinha?” eu perguntei, ofegante.
Ela parou, olhou pra mim. “Não tem, não lembrei,” ela disse, com uma franqueza brutal. E então, com um sorriso ainda mais safado: “Mete no pelo mesmo. Você não fez com minha filha, faz comigo agora.”
A menção à Paula, dita daquele jeito, foi como um choque elétrico. Era um nível de perversidade novo. Eu nem pensei. O tesão tomou conta da lógica. Coloquei-a de quatro no sofá, empurrando o vestido para cima da cintura. Ela não usava calcinha. A bunda gigante, morena, com a tatuagem do coração, estava ali, exposta, e abaixo, a buceta já úmida e rosada me esperando.
E entrei de uma vez. Sem cerimônia, sem preparo. Ela deu um gemido alto, um grito abafado que ecoou no quarto pequeno, que me assustou. Parei.
“Shhh!”, eu sussurrei, em pânico.
Ela olhou para trás, o rosto contraído de prazer. “Não para, porra. Continua.”
Eu só continuei metendo e metendo naquela bunda gigante e gostosa. Era ainda melhor do que da primeira vez. Porque era consciente. Porque ela estava gemendo para mim, não para um fantasma do marido. Cada estocada era uma afirmação do nosso pacto sujo. Eu vi a tatuagem mais uma vez no seu cóccix, balançando a cada impacto, e me inclinei para beijá-la, mordendo levemente a pele ali.
Mudei de posição. Sentei no sofá e puxei-a para cima, de costas para mim. Ela se ajeitou no meu colo. Apontei o cacete na entrada da sua buceta – já melada do nosso sexo – e entrei novamente. Ela afundou com um suspiro profundo.
Ela agora cavalgava no meu cacete, coisa que não fez na primeira vez, mas que agora fazia com a maestria de uma coroa experiente. Seus quadris se moviam com uma precisão incrível, para cima, para baixo, girando. Ela sabia exatamente como se encaixar, como me tirar do sério. Ainda tinha um medo de alguém aparecer do nada, cada risada mais alta da piscina me fazia tensionar, mas isso me dava ainda mais tesão. O risco era parte do jogo. Nosso jogo.
O ritmo dela acelerou, ficou mais frenético. Seu corpo começou a tremer. Ela acabou gozando com um gemido longo e abafado que ela tentou enterrar no próprio ombro, seu interior se contraindo em espasmos loucos ao redor do meu pau. E caiu do lado, molinha, ofegante, suada, com um sorriso de satisfação animal no rosto.
Ela foi se recuperar, ficou deitada de lado por um minuto, a respiração aos poucos se acalmando. E foi nessa hora que, como a filha, ela me surpreendeu também. Virou o rosto para mim, e com o olhar mais safado disse:
“Fiquei louca, vendo você comer o cuzinho da minha filha.”
A frase, dita com aquela calma, me paralisou. Ela tinha ouvido. Tudo.
“Quero gozar como ela gozou também.” Ela se virou, ficando de quatro novamente no sofá, empinando a bunda. “Come-me, cuzinho, vai.”
Eu não deixei ela pedir novamente. O tesão, já estratosférico, subiu a um novo patamar. Peguei a umidade escorrendo da buceta dela, peguei o suco do seu gozo, e lubrifiquei o pau generosamente. Me posicionei atrás. Fui forçando a entrada do seu cuzinho, a rosinha apertada e morena. Que já estava de quatro no sofá me esperando. Com um pouco de pressão e o lubrificante natural, entrei de uma vez. Foi mais fácil do que eu imaginei. Aquele cuzinho já tinha costume com anal – provavelmente do sogro – e acabou me recebendo facilmente, mas com um aperto quente e inacreditável.
Meti com tudo naquele cuzinho. Não foi gentil. Foi uma foda de afirmação, de posse total. Eu estava comendo o cuzinho da minha sogra enquanto minha namorada e meu sogro estavam na piscina, se divertindo. A ironia, a perversidade, era de uma magnitude absurda. Eu também estava me divertindo muito arrombando o cuzinho dela no primeiro andar.
Ela começou a gemer mais alto, gemidos roucos, guturais, que ela não tentava mais abafar tanto. “Isso, arromba, seu safado… come o cuzinho da sua sogra…”, ela gemia, falando as coisas mais sujas que eu já tinha ouvido. Mas como o volume da música era alto lá embaixo, ninguém percebeu nada. Era nosso escudo.
Eu socava com toda a força que eu queria, sentindo o anel muscular dela se abrir e fechar em torno da base do meu pau a cada entrada. Foi assim que ela chegou ao segundo orgasmo, um tremor ainda mais violento que o primeiro, um grito abafado pela mão que ela levou à boca. Seu corpo se contraiu, e eu senti as contrações no meu pau, dentro do cuzinho dela. Do mesmo jeito da primeira vez, gozando pelo cuzinho gostoso dela.
Acabei não aguentando mais. A sensação era indescritível, mas eu estava no limite. Disse que ia gozar e, por instinto, comecei a me retirar.
“Não!”, ela ordenou, virando-se rapidamente. “Goza na minha cara, como você fez com minha filha.” Ela se ajoelhou na minha frente no sofá, abriu a boca e esfregou os seios. “Goza aqui.”
Eu não discuti. Comecei a me masturbar freneticamente, olhando para aquele rosto moreno e desejante, os lábios entreabertos, os seios oferecidos. Enquanto ela lambia minhas bolas e a base do meu pau, o estímulo final.
E minutos depois eu estava inundando a boca e a cara dela de porra. Jorrei com uma força que me dobrou ao meio. Jatos quentes e espessos acertaram sua língua, seus lábios, seu queixo, pingaram nos seios. Ela não fechou os olhos. Engoliu o que pegou na boca e ficou lá, recebendo, com um olhar de triunfo e submissão absurdo.
Que foda do caralho. A exaustão me pegou como um golpe. Caí na cama (havia uma cama de solteiro no quarto) exausto e sem saber onde eu estava.
Cai quase desacordado, o mundo girando. Minha sogra satisfeita e com o cuzinho arrombado agora deitou-se ao meu lado, ofegante, mas com um sorriso de gata que tomou leite.
Agora eu tinha realizado meu sonho. E não era um sonho disfarçado. Tinha comido minha sogra. Não, ela fingindo que era o marido, sendo eu mesmo agora. Era eu, Pedro, o namorado da filha, que tinha acabado de foder a mãe com a consciência e a participação total dela. Era mais do que eu jamais tinha ousado desejar.
Mas todo aquele êxtase foi interrompido por um som que cortou o ar como uma faca: passos no corredor. Passos pesados, masculinos. E então, a voz do meu sogro na porta, alta e clara:
“Sônia? Amor, você tá aí?”
Ele tentou a maçaneta. A porta estava trancada.
O sangue congelou nas minhas veias. A exaustão deu lugar a um pânico gelado e absoluto. Eu fiquei em choque. Olhei para a Sônia. Ela também tinha congelado, os olhos arregalados. O sorriso tinha sumido.
Do lado de fora, Cláudio esperou um segundo. “Sônia?”
Acho que agora eu tinha me fudido legal…
Continua...
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