(Vergonha e Tesão da Professora 5) - O humilhante prazer da ardencia

Um conto erótico de Professora Celina
Categoria: Grupal
Contém 1951 palavras
Data: 25/03/2026 22:03:01

Olá.

Resolvi contar mais uma parte do que aconteceu comigo. Sinto muita vergonha de admitir que tudo isso aconteceu, mas a realidade é que seria impossível eu resistir e dizer não.

Eu tinha me voluntariado a cuidar da detenção daqueles 5 alunos já pensando em besteira, tenho que admitir. Tentei negar pra mim mesma que aconteceria algo naquele dia e quando chegou a hora fiz sexo por trás com um deles no chão da sala mesmo enquanto recebi os membros dos outros na boca. Resisti ao impulso de deixar todos eles me penetrarem naquele dia mesmo, mas esse foi meu máximo.

Fui pra casa já pensando em como ia resistir para não fazer coisa pior nas próximas detenções. Sobre fazer sexo anal com eles, eu nem me questionava mais, para minha total vergonha. Eu sabia que se tirassem a roupa, eu não teria forças para negar. A última detenção tinha terminado comigo prometendo deixar eles me penetrarem por trás um a cada dia. Ainda queria manter o limite de não deixar eles me penetrarem pela frente, mas ainda era terrível pensar que estava me segurando para não deixar os 5 colocarem na minha bunda no mesmo dia.

A detenção era a cada dois dias, três vezes por semana. Tive um dia de descanso, mas preciso admitir que não queria. Era impossível controlar meu desejo sexual. Seguia excitada e precisava me masturbar ao longo do dia. A novidade agora era que o meu traseiro ardia um pouco, após a sessão de sexo anal sem lubrificante. Foi a primeira vez que fiz sem e ainda não tinha sentido meu ânus desse jeito. Mas a masturbação ficou ainda mais prazerosa ao sentir meu traseiro assim quando eu tocava ou durante um orgasmo.

A situação só ficava mais humilhante. Antes de ir para a aula no dia seguinte, passei numa farmácia para comprar lubrificante íntimo. Levei ele na bolsa com medo de qualquer pessoa descobrir, mas, toda vez que revirava minhas coisas e via a bisnaga lá dentro, sentia a excitação piorar. Não me masturbei o dia inteiro. Cheguei na hora da detenção suando frio.

Os cinco já me aguardavam na porta da sala, com um sorriso presunçoso na boca. Claro, a professora que eles conheciam a anos estava pedindo sexo para eles. E ainda era na bunda. O ego deles deveria estar nas alturas.

Entrei, coloquei minha bolsa na mesa. E fiquei olhando para eles.

- E então, fessora? - Paulo perguntou - Como vai ser hoje? Já que você só aguenta um por dia, a gente já decidiu a ordem. O Thiago vai enrabar você hoje...

Meu coração estava batendo no máximo, ao mesmo tempo que sentia a umidade na minha calcinha. Uma piscada atrás me assustava. Eu queria muito aquilo, mas ao mesmo tempo era terrível ver meus alunos falando daquele jeito de mim.

- Não precisam falar desse jeito. Eu ainda sou a professora de vocês, mesmo que depois da aula eu deixe vocês me... - eu sempre deixava a frase morrer porque morro de vergonha disso, mas dessa vez eles esperaram eu falar - pe.. penetrarem.

- Ah, desculpa fessora.- Paulo falou rindo absurdamente - A gente esquece que você sente vergonha. O Thiago vai cuidar de você hoje já que foi o único que não experimentou essa bundinha ainda. Mas você tem que prometer mamar a gente bem gostoso pra compensar.

Ele falar daquele jeito pareceu ainda pior para mim. Mas não tive muito tempo para pensar, eles já estavam tirando a roupa. Em um segundo tinham 5 membros pulsantes apontados para mim. Confesso que comecei a massagear meu clitóris por cima da roupa enquanto eles ficavam nus.

- Tá gostando, né, safada? - Elias falou olhando enquanto a massageava o meio das pernas.

- Não me chamem assim. - Falei censurando, mas não consegui não morder os lábios.

Eles me cercaram e começaram a passar mão em mim. Abusados, nem tiveram nenhum tipo de cerimônia: ja fui sentindo as mãos invadindo minhas roupas e por baixo da minha saia. Mãos apertavam meus peitos, passavam pela minha bunda e minha vulva. Jamais imaginei que seria tocada dessa forma no meu trabalho, ainda mais por alunos. Era tudo terrível, mas tão gostoso...

Senti mãos alcançando minha calcinha, por baixo da saia longa. Afastaram o tecido e focaram em usar os dedo em mim tanto na frente, quanto atrás. Gemi. Meu traseiro ainda ardia um pouco por causa do que acontecera dois dias antes. Mas isso me fez perder ainda mais o controle. Não demoraram muito e senti a calcinha sendo puxada do meu corpo. Senti o elástico perdendo o contato com a minha pele e automaticamente tirando a sustentação que ela dava para minha barriga. Pesava minha coluna, mas nem me incomodei.

Eles pressionaram o corpo contra mim. Comecei a sentir as roupas perderem o contato com a minha pele. Eles sabiam da minha condição e, apesar de serem vigorosos, não eram brutos. Eu estava fazendo sexo com 5 ao mesmo tempo, mas ainda era uma mulher gravida de 6 meses. Na última vez eu até pensei em não ficar nua na frente deles. Mas era inútil. Eles me sujaram toda de esperma. Era até mais perigoso eu carregar uma roupa suja assim, que deixar eles ejacularem em mim. Pensando nisso. Inclusive, trouxe um pacote de lenços umedecidos para me limpar depois.

Em um segundo eu estava nua na sala se aula, usando apenas a sapatilha e meias. Minha barriga pesava, então segurei-a. Parei um segundo para pegar minha roupas do chão e arrumar. Eles me deram espaco, mas logo que terminei de dobrar tudo e depositar em cima da mesa, senti as ereções deles roçando contra a minha pele. Uma mão empurrou minha costa me forçando a apoiar totalmente na mesa e ficar de bumbum arrebitado. Arregalei os olhos e mordi a boca quando senti uma lingua entrar em contato com meu ânus. Isso era impensável.

A ardência melhorava sentindo a língua e a saliva. Era maravilhoso. Gemi absurdamente. As mãos dos outros começaram a ir pegando outras partes do meu corpo. Meus seios, barriga... Senti uma mão pegando tocando meu clitóris e minha vulva.

Meu Deus... No mesmo dia um aluno me dando beijo grego e outro pegando no meio das minhas pernas. Só minhas alunas tinha feito isso nos últimos tempos, no dia que não resisti no banheiro com elas. Senti meu aluno parar de me chupar atrás e, sem a saliva,eu traseiro voltou a arder um pouco.

Eu estava endoidando, certeza, mas estava achando muito gostoso sentir minha bunda arder. Thiago tentou me levar ao chão. Sabia o que eles queriam, mas ao menos naquele dia eu queria manter algum nível de dignidade e não fazer sexo no chão.

Com ajuda deles, deitei na mesa principal da sala de lado. Senti meu seio direito e a barriga encostarem na madeira da mesa. Senti Thiago esfregando o membro na minha bunda e falei:

- Espera... Eu... Eu....

- Que foi, professora. - olhei a cara dele impaciente

Pensei em pedir pra passar o lubrificante que eu tinha comprado. Não me orgulho, mas naquele momento estava gostando de sentir a ardência e queria muito sentir com eles me penetrando.

- Nada... Esta tudo... Tudo bem...

Senti só Thiago direcionando a ereção bem para o meio da minha bunda. Deixei de ter o controle. Em um segundo ele já estava colocando em mim. Olhei para ele por cima do meu ombro, enquanto ele entrava lentamente. O rosto dele era de satisfação. So de colocar ele mim já era ótimo, ainda mais sendo na bunda.

Abaixei a cabeça de novo e dei de cara com o membro de Paulo. Ele ficou batendo com ele no meu rosto e então colocou na minha boca. Chupei como nunca, enquanto era penetrada. Os outros três apalpavam meu corpo.

Senti uma mão no meu clitóris novamente e tomei um susto. Era bizarra demais deixar meus alunos pegarem ali. Eu estava com um deles na boca, vários já tinha ejaculado em mim e todos eles já tinham me penetrado por trás, mas ainda era estranho para mim esse toque íntimo no meio das minhas pernas.

Dessa vez ardia um pouco mais que dá última vez, mas era vergonhosamente gostoso. Senti um tapa na bunda.

- Vai, fessora. Abre o cu pra mim.

- Aaaaiiii... Não... Fala assim... - disse isso, mas levei a mão para a bunda e abri para Thiago. Senti ir aí dá mais fundo. Como era gostoso aquilo...

- Gosta no cu assim, fessora?

- Aaah.. - gemi quando Paulo tirou o membro da minha boca - não fale assim... Aaaah...

- Se eu não perguntar, não vou saber se está bom. - e parou de se mexer. Me deu desespero, eu queria muito mais...

- Aaaai... Não para... - Não acreditei que pedi mais

- Como você quer, professora? - ele tirou de mim e ficou esfregando a ponta em mim. Comecei a cogitar se eu não ia endoidar completamente

- Pode continuar como estava... Fundo...

- Assim? - e enfiou de uma vez até o fim

- AAaaahhh. - gritei. Quase soltei um palavrão. - Cara...mba. - ele parou novamente

- Como, professora?

- Aaaaiiii.. rápido e forte. Assim tá ótimo

- Não vai arder? - ele seguiu me provocando...

- Não tem problema... Gosto quando arde. - não acreditei quando essas palavras saíram da minha boca.

Ele endoidaram com a minha fala. Thiago aumentou ainda mais o ritmo. Cada estocada batia violentamente na minha bunda a ponto do som ecoar pela sala. A ardência aumentava junto, mas a essa altura eu não me importava mais. Paulo seguiu usando membro para bater no meu rosto, intercalando os tapas com colocar na minha boca até a garganta. Sentia as mãos e os membros dos outros em partes variadas do meu corpo.

Precisava gemer. Thiago estava tão forte em mim que era impossível. Não consegui mais chupar Paulo. Cada vez que Thiago ia até o fim em mim eu soltava um gritinho.

- Aaaaiiii... aiiiiiio - gemi um pouco mais alto.

- Tá tudo bem, professora - Thiago perguntou parecendo preocupado.

- Tá ardendo um pouco.

- Quer que eu tire? - ele parou de se mexer, mas eu sentia ele pulsando dentro de mim

- Não... Pode... Err... Pode terminar em mim...

Ele arregalou o olho. Eu tinha acabado de pedir pra ele gozar dentro da minha bunda. Ele retomou movimento ainda mais forte.

Abri a boca para gemer de novo e senti um jato vindo na minha boca. Paulo estava gozando e acertou minha boca e meu rosto. Só que enquanto sentia os a ejaculação dela no meu rosto comecei a gozar. Meu traseiro contraiu muito forte. Era muito humilhante entender que eu gozei ainda mais forte porque estava ardendo.

Quando dei por mim, Thiago ainda estava dentro. Paulo tinha terminado de gozar no meu rosto. Mas ainda tinham os outros. Eles estavam se masturbando em volta de mim e não resisti também. Com Thiago ainda dentro de mim masturbei os outros dois, enquanto o terceiro esfregava nos meus peitos.

Não demorou muito todos gozaram em mim. Foi em todo meu corpo. Eles finalmente respiraram e olharam para meu estado em cima da mesa. Thiago saiu de dentro de mim e automaticamente senti falta.

Eu queria muito deixar eles me penetrarem de novo, mas resisti. Só que eles vieram me colocar para chupar de novo e isso não consegui aguentar. Deitada na mesa, um a um recebi eles na boca, até gozarem e engoli tudo, enquanto massageava meu clitóris. Uma parte foi no meu rosto, seios e barriga. Mas àquela altura, eu realmente não me importava. Estava a um passo de deixar dois ou três me penetrarem no mesmo dia.

Como da outra vez, eles se vestiram e saíram. Eu fiquei na sala para me refazer. Precisei quase do pacote inteiro de lenços umedecidos para me limpar.

No próximo capítulo conto o que aconteceram nas outras detenções.

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Comentários

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Que ótimo que os contos voltaram. Essa autora é excelente.

A melhor versão é essa contada pela professora. Sempre gozo com a perspectiva dela

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