O fim de semana passou como um borrão. A cama do flat havia sido trocada, os lençóis lavados, mas a aura de domínio que Betão havia deixado no apartamento de Artur e Nina parecia impregnada nas paredes.
O dia seguinte não teve brigas nem questionamentos.
O silêncio de Artur foi o selo de aprovação que Nina precisava.
A semana transcorreu em uma rotina dupla e letal.
De dia, a Princesinha e o namorado exemplar andavam de mãos dadas pelos corredores da faculdade.
De noite, o veneno rolavam soltos.
E nos bastidores digitais, o grupo 😈 não tinha hora para pegar fogo.
@alberto.betao: Tô na aula de fisiologia. Olhando pra cara da professora e com um ódio daquele marido corno dela. A safada fica me encarando a aula toda, me secando, mas na hora que eu chego junto no corredor, não quer dar bola.
@babi.veterana: Bem feito kkkkkkkk
@nina.mel: Nem sei por que você faz tanta questão de pegar ela de novo. A coitada não deu conta nem de engolir seu pau todo da última vez.
@alberto.betao: kkkkkkkkkkkk Não precisa ter ciúmes, ruivinha. Tem Betão pra todas.
@babi.veterana: Mas a Nina tem razão, ogro. Engolir essa sua rola do jeito que a Nina engole, não tem pra ninguém. Nem eu consigo dar conta.
@nina.mel: Obrigada, amiga 💅. O segredo é que eu treino muito em casa chupando o Tutu kkkkkk
@alberto.betao: kkkkkkkkkk.
@babi.veterana: kkkkkkkkkk você não presta, Nina! Todos rindo aqui.
@alberto.betao: Falando no corno... quando vai rolar uma foda coletiva lá no flat de novo? Tô com saudade daquela cama.
@nina.mel: Calma. Tô preparando o Tutuzinho direitinho. Da próxima vez, eu quero que ele participe de TUDO.
@alberto.betao: Puta que pariu. Meu pau até latejou aqui no meio da aula.
@babi.veterana: Essa eu não perco por nada! 😈
A rotina noturna no flat também havia mudado.
O vício de Artur precisava ser alimentado. Todas as noites, Nina trazia atualizações sobre a "fofoca" da faculdade.
— Amor, você não vai acreditar... — ela começava, os olhos brilhando de malícia enquanto enrolava o macarrão no garfo. — Eu passei pelo corredor do laboratório hoje de tarde e vi o Betão e aquela caloura entrando na sala de insumos. Fiquei escutando... Tutu, a menina engasgava tanto que dava pra ouvir do corredor! E o corninho do namorado dela tava lá no pátio sem fazer a menor ideia de que a namoradinha dele tava com a garganta cheia de porra.
Artur ouvia essas histórias ofegante, a mente projetando a própria namorada no lugar da caloura. O tesão era imediato. O sexo deles à noite havia se tornado urgente, sempre impulsionado pelas imagens que Nina plantava na cabeça dele.
Na quinta-feira à tarde, o jogo subiu de nível.
Artur estava na biblioteca, revisando anotações, quando o celular vibrou no bolso. Era uma mensagem direta de Nina.
Nina: Amor... tô tremendo.
Nina: Eu tava indo pro banheiro das meninas no bloco C e vi o Betão puxando a caloura pro banheiro dos cadeirantes no fim do corredor.
Nina: Eles trancaram a porta. Quer que eu vá lá perto ver se consigo escutar e te conto depois?
O coração de Artur disparou. Ele não hesitou por um segundo, os dedos tremendo no teclado.
Artur: Vai, princesa. Escuta tudo.
A resposta dela veio carregada de uma manipulação cruel, testando os limites da dignidade dele.
Nina: Mas eu vou precisar ver o pau do Betão novamente, Tutu. Tudo bem pra vc?
O ego de Artur deu um último suspiro antes de ser esmagado pelo vício. Ele engoliu em seco e digitou sua rendição.
Artur: Tudo bem, princesa. Pode ver.
Nina: Que bom que você não tem problema em me deixar ver o pau dele. Só vou porque você está pedindo…
No bloco C, Nina guardou o celular com um sorriso perverso.
Ela já estava dentro do banheiro de cadeirantes. A porta estava trancada, e Betão estava encostado na pia, com a calça abaixada.
Nina ajoelhou-se no piso frio e abocanhou a tora venosa do gigante, engolindo-o até a base.
Enquanto chupava Betão, ela pegou o celular, abriu o WhatsApp com uma mão e começou a relatar a cena falsa para Artur em tempo real.
Nina: Tô encostada na porta, Tutu. A respiração deles tá muito alta.
Nina: Consegui ficar bem pertinho. Arriscado ele gozar na cara dela e cair em mim kkkk pelo menos assim vou matar a curiosidade do gosto que tem a porra dele né tutu.
Nina: Você acha melhor eu me afastar um pouco amor?
Artur: Pode ficar pertinho pra ouvir melhor princesa.
Nina: Certo… se eu voltar suja com a porra do Betão foi porque você pediu viu.
Na biblioteca, Artur lia as mensagens, o pau duro marcando a calça jeans. A ideia de respingos do gigante caindo no rosto da sua princesa era enlouquecedora. Ele respondeu, patético:
Artur: cuidado amor
De repente, uma nova mensagem de Nina chegou, mudando o tom da brincadeira para uma ordem direta.
Nina: Tutu, vai pra algum banheiro agora. Se tranca numa cabine. Rápido.
Artur: Por quê? O que foi?
Nina: Só vai. Me avisa quando entrar.
Artur levantou-se abruptamente, recolheu as coisas e correu para o banheiro masculino mais próximo. Ele entrou no último box, trancou a porta, sentou na tampa do vaso e abriu o zíper da calça, o pau saltando para fora.
Artur: Tô no banheiro. E agora?
A tela do celular mudou. Nina estava ligando para ele em chamada de áudio. Artur atendeu com a mão trêmula e colocou o aparelho no ouvido.
— Princesa...? — ele sussurrou.
— Shiii... fica quieto, Tutuzinho — a voz de Nina soou abafada e ofegante do outro lado da linha. — Encosta bem no ouvido. Escuta o que eu tô escutando.
O que Artur ouviu o paralisou. O áudio era cru, real e perturbador.
Havia o som alto e molhado de uma boca engolindo algo imenso. Barulhos de saliva, engasgos profundos e respirações animalescas. E havia os gemidos. Gemidos arrastados e manhosos que se misturavam com uma voz masculina grossa rosnando.
— Engole tudo, putinha — a voz inconfundível de Betão ecoou pela ligação.
Artur começou a se masturbar freneticamente no box do banheiro da faculdade.
Do outro lado, Nina estava sendo brutalizada. Betão a puxou pelos cabelos, tirou o pau da boca dela, virou a ruiva de costas para o espelho, levantou a saia, puxou a calcinha de lado e a penetrou de uma vez.
Ele fudia ela violentamente. Uma mão sobre o seio direito, a outra na boca impedindo sussurros e gemidos.
Na ligação, Artur ouviu o som violento de pele batendo contra pele. Pá, pá, pá. Os estrondos ecoavam pelo alto-falante. E então, o barulho de tapas secos e estalados. PÁ!
— Tutu... — Nina sussurrou no telefone, a voz falhando, intercalada com os barulhos das estocadas brutais que estava levando. — Você tá escutando, amor? Eu tô me tocando aqui fora... assistindo pela fresta.
Ele tá destruindo a bunda dela, Tutu... Ela vai voltar pro corno dela com a bunda vermelha… bate punheta, amor. Bate pensando na rola dele arregaçando a menina.
A excitação auditiva e o delírio da situação fizeram Artur chegar ao limite em tempo recorde. Ele gemeu baixinho no banheiro masculino e gozou com força, sujando a própria mão e o piso do box.
— Eu gozei, princesa... — ele confessou, ofegante.
O som de tapas do outro lado parou por um segundo.
— Tira uma foto do seu gozo e me manda, meu amorzinho. Agora — Nina ordenou, autoritária, antes de desligar a chamada na cara dele.
Artur obedeceu.
Ele tirou uma foto da própria mão suja de sêmen e enviou no chat privado de Nina.
Dois minutos depois, o celular dele vibrou.
Nina havia respondido com uma foto de visualização única.
Artur abriu e o coração disparou.
Era uma foto da buceta de Nina, tirada de perto, sentada em um vaso sanitário.
Ela estava completamente inchada, vermelha, os lábios abertos, arregaçados e sujos de um líquido espesso e branco.
A legenda dizia:
Nina: Eu fiquei com tanto tesão assistindo o Betão comer a menina, que eu me toquei aqui. Enfiei meus dedinhos na minha buceta. Olha como ela ficou. Acabei de gozar aqui no vaso imaginando que era eu lá dentro. Vai pra casa, te encontro mais tarde.
Mais tarde, no flat, a noite havia caído. O ar-condicionado esfriava o quarto escuro. Artur estava ajoelhado no meio das pernas de Nina, cumprindo o seu papel de lacaio, chupando-a com dedicação.
Enquanto ele a lambia, notou algo. Na bunda branca de Nina, iluminada pela luz fraca do abajur, havia marcas avermelhadas e violentas, parecidas com os rastros de dedos pesados.
Ele parou de chupar por um segundo, limpando a boca.
— Princesa... por que sua bunda tá toda vermelha e marcada?
Nina, deitada de costas com os olhos fechados, não perdeu o ritmo. A mentira já estava pronta, cínica e natural.
— Ai, Tutu, deve ser alergia daquele sabonete novo que eu comprei pro banho. Minha pele é de vidro, você sabe que eu fico marcada por qualquer coisinha. E eu me esfreguei muito forte hoje no banheiro da faculdade também... Não para de chupar, amor, tá tão gostoso.
Artur, patético como sempre, engoliu a desculpa ridícula da "alergia em formato de dedos" e voltou a enterrar o rosto nela, limpando o gosto residual que o gigante havia deixado.
Enquanto ele a lambia, Nina afagou os cabelos do namorado e começou a preparar o terreno para o golpe final da noite. A voz dela era aveludada, manhosa, como quem confidencia um segredo inofensivo.
— Amorzinho... sabe de uma coisa? — ela suspirou, rebolando levemente contra a boca dele. — Hoje, quando eu tava escutando aquele absurdo no banheiro... eu fiquei com muita vontade de estar no lugar daquela menina.
Artur parou o movimento da língua, mas manteve o rosto lá. A espinha gelou.
— Vontade, princesa?
— Porque não é justo, Tutu — ela fez um biquinho frustrado, a chantagem emocional escorrendo nas palavras. — Você já aproveitou bem, lembra? Na sexta-feira. Você chupou a Babi. Sentiu o gosto de outra mulher, viu tudo de perto. E eu? Eu não posso nem chupar o Betão. Eu nunca cheguei perto de nada igual àquilo que eu vi hoje...
Ela deslizou as unhas pela nuca de Artur, a voz descendo para um tom rouco e carregado de malícia.
— Eu queria muito, muito mesmo, matar essa curiosidade. Imagina, amor... eu de joelhos, chupando aquela tora gigante do Betão, engolindo ele todinho... enquanto eu sento bem devagarzinho no seu pau, Tutu. Os dois ao mesmo tempo.
Artur ofegou pesadamente. A imagem mental o atingiu como um raio. O pau dele, já ereto fora da calça de moletom, latejou violentamente no ar.
— Princesa... você... você quer chupar o Betão? — ele perguntou, a voz trêmula, aterrorizado e excitado na mesma medida.
— Eu queria matar essa curiosidade, amor. Só uma vez, com a sua permissão, já que a gente é um casal moderno e sem segredos — ela disse docemente. E então, o xeque-mate: — Mas eu morro de vergonha, Tutu. Eu sou muito tímida pra chegar nele e pedir uma coisa dessas. Você que é tão amigo dele... tão compreensivo... você não fala com o Betão pra mim? Pede pra ele deixar a sua princesa matar essa curiosidade? Pede pra ele deixar eu chupar ele enquanto sento em você? Por favorzinho?
O teto do quarto pareceu desabar sobre a cabeça de Artur, mas o corpo dele não resistiu à perversão. O nível de controle dela era absoluto. Nina não apenas queria mamar o ogro; ela estava exigindo que o próprio Artur fosse até o "macho alfa", baixasse a cabeça e oferecesse a boca da própria namorada para ele usar.
O cérebro de Artur entrou em colapso total. A humilhação de ter que agenciar a própria namorada, misturada com a imagem dela engolindo o amigo, foi o limite.
Antes mesmo que ele conseguisse formular uma resposta, o corpo de Artur sofreu um espasmo violento. Sem sequer tocar no próprio pau, ele gemeu alto e gozou absurdamente ali mesmo, ajoelhado no chão do quarto, o sêmen jorrando e sujando a própria barriga e o tapete, motivado puramente pelo pensamento da sua princesa ruiva na rola do Betão.
Nina olhou para o namorado gozando sozinho e deu um sorriso de triunfo absoluto.
O seu veneno estava fazendo efeito.