Submissa - Terceiro dia

Um conto erótico de Vanessa
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 885 palavras
Data: 25/03/2026 12:59:43
Assuntos: Sadomasoquismo

Ola novamente

Depois de 2 dias, e que finalmente fiquei a dormir na cama dele, sentia-me totalmente entregue a ele.

Mal consegui dormir nessa noite, não parava de pensar no que seria de mim se me entregasse a ele totalmente, que futuro eu teria pela frente.

Eu tenho 19 anos ele, 53. eu ainda estou a estudar na faculdade, ele já um advogado com carreira feita.

Mas quanto mais pensava, mais eu sentia curiosidade em perceber o que seria de mim, sabia que não teria futuro como namorada, companheira, sabia perfeitamente eu eu era um brinquedo na mão dele.

Mais propriamente que o meu corpo seria o brinquedo dele.

Mas isso ainda me excitava mais... estaria eu bem da minha cabeça gosta de ser abusada dessa forma e pior que não me importar era querer mais.

Mal dormi nessa noite e por isso levantei-me primeiro, fui tomar um banho e depois fui preparar-lhe o pequeno almoço.

Levei até à cama, coloquei o tabuleiro em cima da mesa de cabeceira e ajoelhei-me junto da cama.

Depois, coloquei a minha mão por baixo da roupa da cama e lentamente comecei a acariciar o pau dele, que rapidamente ficou duro e ele acordou.

Olhei para ele, sorri e disse-lhe que tinha o pequeno almoço pronto.

Ele comeu, enquanto eu o acariciava e até o chupava até ele gozar na minha boca.

Quando ele terminou, eu levei o tabuleiro para baixo enquanto ele foi tomar um duche e depois veio ter comigo à cozinha onde eu terminava de arrumar.

Chamou-me até à sala e mandou-me deitar no colo dele e eu obedeci. Deitei-me de barriga para baixo deixando as minhas nadegas prontas para serem acoitadas, mas ele mandou-me virar ao contrario.

Olhou para mim sorriu e disse que pela minha ação de manha eu merecia um prémio.

Afastou-me as pernas e com a mão começou a acariciar o meu clitóris, deixando-me extremamente molhada, até que me penetrou com 2 dedos e me fodeu ali mesmo.

Como ele viu como eu estava, autorizou-me a gozar e eu gozei algumas vezes.

No resto na manha, ele foi para o escritorio trabalhar e ordenou-me que eu ficasse ao canto de joelhos e eu obedeci e na hora do almoço, ordenou-me que o fosse preparar e iamos almoçar no jardim.

Obedeci e preparei o almoço, mas não me apercebi que ele já tinha descido e preparado a mesa no jardim e ele mandou-me sentar e foi quando reparei que a minha cadeira tinha alguns pioneses pequenos. Eu estava completamente nua, mas obedeci e sentei-me lentamente. Ao sentar os pioneses ficaram cravados na nas minhas nadegas, mas tambem na minha xaninha.

Durante o almoço ele olhou para mim e disse que se eu ainda não desisti até ali é porque queria continuar.

Eu disse que sim, afinal aquilo excitava-me.

Então ele disse-me que seria obediencia total, não haveria nenhuma palavra de segurança.

Tambem me assegurou que eu iria continuar a estudar normalmente e que me iria pagar todas as minhas despesas, mas que para isso queria total obediencia, que a partir daquele dia o meu corpo pertencia-lhe.

Eu ao ouvir aquelas palavras dele, com um ar sério, só me excitava ainda mais.

Terminamos o almoço e eu sei que ele esperava uma reação minha, por isso pedi para me levantar da mesa e disse-lhe que iria apenas levantar os pratos e que já voltava.

Quando regressei, entreguei-lhe umas cordas, um pequeno chicote de couro e uma mordaça.

Deitei-me na mesa de barriga para baixo, com os pés no chão e olhei para ele e disse-lhe que para provar e confirmar a minha obediencia que me entregava a ela para ser acoitada até ele se fartar.

Amarrou-me as mãos e pernas à mesa e depois colocou-me a mordaça na boca para abafar os meus gritos.

Depois senti o chicote a encostar nas minhas nadegas e logo de seguida uma enorme chicotada em que eu soltei um grito mas abafado pela mordaça.

Seguiram-me várias chicotadas sempre fortes.

Ardiam-me as nadegas e eu gritava a cada chicotada, mas sempre abafado pela moradaça. Acerta aleura eu comecei a chorar por causa da dor e ele perguntou-me se eu queria que ele parasse.

Abanei a cabeça a dizer que não.

Acabei por perder os sentidos e quando acordei ele estava foder-me o cu a penetrar-me com força, até gozar dentro de mim.

Por fim, soltou-me a mandou-me tomar um banho.

Eu mal conseguia andar e quando cheguei à casa de banho, olhei-me no espelho e tinha o meu rabo completamente vermelho e inchado. Estava cheia de dores.

Tomei o meu banho e voltei para baixo e ele mandou-me deitar no sofá de barriga para baixo.

Pegou num creme e passou-me nas nádegas e disse-me para ficar ali quieta para o creme fazer efeito.

Por fim fez-me uma festa na cabeça e disse-me para ficar a descansar.

Durante a tarde ele voltou a colocar-me creme e disse-me que estava muito satisfeito com a minha demonstração de obediencia.

Eu sorri.

Estava satisfeita.

No dia seguinte já nas aulas eu mal conseguia andar e tinha muita dificuldade em me sentar.

Fui à casa de banho, olhei novamente para as minhas nadegas e enviei-lhe uma mensagem.

"Ao olhar para o meu rabo percebo o quanto me entreguei e o quanto quero ser sua"

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Comentários

Foto de perfil de Dom Harper

Vanessa...

É muito bom ver a perspectiva do outro lado.

Gostei do relato.

Espero por mais!

Beijo nas tetas😈♥️

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