Gislaine convida Sara e Rufus para um churrasco na casa do pai dela – Eliseu, João e Jorge preparariam um especial para comemorar o fim de mais um ano da faculdade tanto de João quanto dela. Seria na véspera de Natal, uma reunião familiar animada. Na verdade, sem que Gislaine e Sara soubessem, Rufus já sabia de tudo e ajudava nos detalhes de uma surpresa para as duas: presentes personalizados e uma revelação sobre planos futuros. Sara e Gislaine estavam animadas, mas Rufus fingia desânimo – "Ah, mais um churrasco… tá bom, vamos" –, enquanto coordenava por mensagens com João e Eliseu.
Em dado momento, João liga para Rufus, pedindo ajuda: "Cara, preciso esquematizar o presente da Gislaine… me dá uma mão distraindo ela? Ela quer que eu fique praticamente todos os dias na casa dela nessas férias – tá gamada, e eu também tô amando ela, mas preciso de um pouco de espaço pra respirar e preparar as coisas." Rufus achou curioso, comparando mentalmente com o "espaço" forçado que tinha quando namorava Gislaine (cheio de traições e ausências), mas não se incomodava: "Tá bom, eu distraio. Deixa comigo – é bom pra ela não grudar tanto em você."
Então, na semana anterior ao churrasco, Rufus chama Gislaine para dar uma volta: "Ei, vamos ao shopping comprar um presente surpresa pra Sara? Tipo, algo que ela ame, mas sem ela saber." Gislaine ama a ideia: "Adorei! Vamos fingir que não estamos juntos, pra não dar bandeira." Eles saem, mas Sara percebe a mentira – os olhares cúmplices, a saída sincronizada – e fica insegura, achando que era um encontro sexual disfarçado. "Eles tão estranhos… será que vão transar?", pensa ela, o ciúme borbulhando. Resolve segui-los de carro, mas se perde no trânsito do shopping lotado. Frustrada, volta pra casa e encontra João chegando com uma grande caixa: "Ei, Sara… isso é o presente da Gislaine – uma máquina de bordado digital automática que ela queria pra ajudar na loja." Sara cora, sentindo-se boba: "Ah… então a saída foi pedido seu?" João confirma: "Sim, pedi pro Rufus distraí-la… ela tá grudenta nessas férias, mas é fofo." Sara ri de si mesma: "Que idiota eu fui… ciúmes bobos de novo."
Quando Rufus e Gislaine chegam – com um colar bonito para Sara, com "Sara"gravado no mesmo, embrulhado –, ela vai até Rufus, eufórico com o sucesso da distração. Curiosa e ainda levemente ciumenta, Sara o seduz no banheiro, trancando a porta: "Vem cá, amor… deixa eu te mimar." Ela se ajoelha, dando um boquete super especial – lambendo devagar da base à cabeça, engolindo fundo com sucções ritmadas, olhos fixos nos dele: "Mmm, delícia… conta o que rolou de verdade." Rufus geme: "Ahh, Sara… foi pedido do João, pra distrair a Gislaine." Sara sorri: "Já sei… mas tem mais, né? Me conta tudo." Para desviar a atenção – o presente dela estava mal escondido atrás do cesto de roupas sujas, uma joia personalizada que ele não queria estragar a surpresa –, Rufus mente: "Tá bom… entre uma cerveja e outra, zoando e conversando, a gente se beijou. Foi rápido, bobo."
Aquilo bate fundo em Sara, misturando raiva e excitação: "Seu safado… traiu mesmo?" Ela chupa agora com raiva, sugando forte, dentes roçando levemente, o que deixa Rufus ainda mais excitado: "Ahh, delícia… continua!" Sara o força com sedução furiosa: "Me fode no box… me pune por ser corna!" Eles entram no chuveiro, água morna caindo, e Rufus a penetra por trás, estocadas brutas na boceta úmida: "Toma pau, safada… geme pro seu gostoso!" Sara geme alto, prazer na possível traição: "Ahh, canalha… fode sua mulher traída!" Mas diz: "Te perdoo… desde que você não me abandone." Rufus sorri e geme: "Foi rápido... meio sem querer… ela provocou por birra, achando que o João tava cansando dela, sem saber da surpresa que ele preparava." Sara pergunta, ofegante: "Você a foderia se fosse preciso?" Rufus zoa: "Claro haha… que não, sua boba. To zoando! Sou seu, Sara… por toda a vida." Ele a vira de frente, visivelmente chorosa, a beija profundamente: "Gislaine agora é uma boa amiga e minha enteada… não amante. Sou seu e ponto final." Sara goza gostoso com essas palavras, tremendo: "Ahh, delícia… não gosto de ter tesão nisso, mas admito que tenho!" Rufus ri: "Fica tranquila, amor… é só nós." Ele goza dentro, jatos quentes, distraindo-a o suficiente para que não notasse o presente escondido – missão cumprida.