MINHA ESPOSA PROFESSORA E SEU ALUNO MEU SÓCIO.PT 1

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 2092 palavras
Data: 25/03/2026 12:13:53
Assuntos: Heterossexual

Meu nome é Vítor. Trinta anos, 1,85m de puro shape, loiro, olhos azuis que já fizeram muita mulher baixar o olhar e depois voltar pra conferir de novo. Advogado criminalista, daqueles que entram no fórum e o corredor parece silenciar um segundo. Malho todo dia, não por vaidade — bom, talvez um pouco —, mas porque o corpo é a única coisa que ainda controlo completamente na minha vida.

Em casa, porém, o controle escorria pelos dedos como areia.

Viviane. Minha esposa. 28 anos, 1,68m de corpo esculpido por anos de musculação e dança, cabelos lisos loiros que desciam até o meio das costas como uma cortina de seda. Olhos verdes que pareciam iluminar o quarto inteiro quando ela sorria… e que ultimamente só me fuzilavam com raiva ou indiferença. Professora de educação física numa escola pública aqui em São José do Rio Preto. Linda. Perfeita por fora. E, por dentro, um campo minado onde cada passo era uma briga.

Casamos cedo demais. Aos 21 e 19, com um filho a caminho — o Pedro, hoje com 9 anos, o único motivo real pelo qual ainda dividimos o mesmo teto. Eu a amava. Amava mesmo. Mas o amor tinha virado um peso morto, sufocado por discussões idiotas que viravam gritaria, silêncios que duravam dias e uma traição minha que nunca saiu de verdade da nossa cama.

Eu transei com a prima dela. Uma noite idiota, bêbado, fraco. Ela descobriu, chorou rios, me perdoou porque “o Pedro precisava do pai em casa”. Mas o perdão dela veio com veneno: olhares frios, sexo que virou obrigação, beijos que pareciam selos de carta sem remetente. Eu me sentia um estranho na minha própria casa.

Foi numa quarta-feira à noite, jogando bola no campinho do bairro, que tudo começou a desandar de vez… ou talvez a se encaixar de um jeito torto e perigoso.

O time estava voando no campeonato municipal. Eu e o garoto novo formávamos a dupla de ataque mais letal da competição. Ele se chamava Moisés. 18 anos, repetente na escola onde Viviane dava aula. Negro, 1,88m, ombros largos, braços que pareciam cabos de aço, cabelo raspado, olhos pretos profundos que pareciam engolir a luz. Fisicamente, ele era quase uma versão espelhada minha — só que mais jovem, mais bruto, mais faminto.

Naquele jogo das quartas de final, o placar estava apertado: 2 a 2, faltando sete minutos. Eu peguei a bola na intermediária, driblei o primeiro zagueiro com um corta-luz, passei o segundo no corpo, levantei a cabeça e cruzei rasteiro e forte. Moisés subiu como se tivesse molas nos pés. O corpo dele girou no ar, a bicicleta perfeita, o pé direito acertou a bola de cheio. Golaço. O barulho da rede esticando foi mais alto que os gritos da torcida improvisada.

Depois ele me deu dois passes cirúrgicos. No primeiro, eu bati colocado no ângulo. No segundo, cabeceei no cantinho. 5 a 2 não era mais possível, mas os 5 a 2 garantiu a classificação. Quando o apito final soou, corri pra cima dele. Abraço forte, suor misturado, tapas nas costas. “Caralho, moleque, tu é foda!”, eu gritei. Ele só sorriu, aquele sorriso calmo, quase predador.

Depois do jogo, fomos comemorar no bar do lado do campo. Cerveja gelada, música alta, o time inteiro zoando e rindo. Eu sentei do lado do Moisés, um pouco afastado dos outros. A mesa estava cheia de garrafas, mas entre nós dois o ar parecia mais denso.

Ele tomou um gole longo, olhou pra frente e falou baixo, quase como se estivesse pensando alto:

— Professor… quer dizer, Vítor… eu já te vi na escola algumas vezes.

Eu levantei a sobrancelha.

— É?

— É. Às vezes tu leva a professora Viviane quando o carro dela pifava. Eu via vocês no estacionamento. Ela descia do carro rindo, tu dava um beijo nela… Parecia filme.

Ele riu de leve, mas tinha algo ali. Uma pontada.

Passou uma garçonete morena, rebolado natural, short jeans curto. Nossos olhos acompanharam juntos. Ele virou pra mim, riu de novo, cúmplice.

— Gostosaaa, né?

— Com certeza — respondi, rindo também.

Ele balançou a cabeça, tomou outro gole.

— Mas pra tu é fichinha, né? Casado com a professora mais linda da escola. Todo mundo comenta. Os caras da sala ficam babando quando ela entra de shortinho pra dar aula de vôlei. E tu… tu pegou o prêmio.

Ele disse com respeito, mas tinha um tom. Um tom que cutucava.

Eu suspirei, olhei pro copo.

— Nem tudo é mil maravilhas, irmão.

Ele ficou quieto um segundo. Depois:

— Por quê?

Eu não sei por que abri o jogo. Talvez a cerveja. Talvez porque ele era jovem demais pra julgar, ou velho demais pra não entender. Talvez porque eu precisava desabafar com alguém que não fosse me olhar com pena.

— A gente briga pra caralho. Todo dia uma merda diferente. Eu já… — parei, engoli seco — eu já traí ela. Uma vez. Com a prima dela. Ela descobriu, me perdoou. Mas nunca mais foi a mesma coisa. O sexo virou… sei lá, obrigação. O carinho virou rotina. Eu amo ela, Moisés. Amo mesmo. Mas não dá mais.

Ele ouviu tudo em silêncio. Não interrompeu. Só assentia de leve.

Quando terminei, ele falou baixo:

— E se, em vez de separar… tu abrisse o relacionamento?

Eu franzi a testa.

— Como assim?

— Tipo… não separa. Fica junto pelo Pedro. Mas cada um vive um pouco. Tenta. Pelo menos tu tentou antes de jogar tudo fora.

Eu ri, nervoso.

— Tá louco, garoto? Viviane nunca ia aceitar isso.

Ele deu de ombros.

— E se ela já tivesse aceitando… mas do lado dela?

O comentário caiu como soco no estômago. Eu fiquei olhando pra ele. Ele sustentou o olhar, sem piscar.

— Imagina — continuou —, tu flagra ela com outro. Aí as coisas equilibram. Tu perdoa ela. Ela perdoa tu. E aí… quem sabe?

Meu coração acelerou. Não de raiva. De outra coisa. Uma mistura perigosa de ciúme, excitação e curiosidade mórbida.

— E quem seria esse “outro”? — perguntei, a voz mais rouca do que eu queria.

Ele sorriu devagar. Aquele sorriso que mostrava os dentes brancos contra a pele escura.

— Eu dei a ideia… então eu posso ser esse cara.

O bar inteiro sumiu. Só existia a mesa entre nós dois, o barulho da cerveja na garganta dele, o calor subindo pelo meu pescoço.

Eu ri, mas era um riso nervoso, quase sem ar.

— Tu tá falando sério?

— Tô. Mas só se tu quiser. Eu penso num plano. Amanhã, mesmo lugar, mesma hora. A gente discute tudo direitinho.

Ele estendeu a mão por cima da mesa. Um aperto forte, demorado. Pele quente. Olhos pretos cravados nos meus azuis.

— Combinado? — perguntou.

Eu apertei de volta. Mais forte.

— Combinado.

Ele soltou a mão devagar, levantou e foi embora, deixando o cheiro de suor, grama e perigo no ar.

Eu fiquei ali, sozinho na mesa, olhando o copo vazio. O coração batendo forte demais. A cabeça girando.

O que eu tinha acabado de autorizar?

E por que, no fundo, uma parte de mim estava louco pra ver até onde isso ia?

Eu tava no bar de novo, terceira cerveja na mão, esperando Moisés. Ele chegou suado do treino, regata colada no peitoral largo, sentou e foi direto:

— Professor... tua mulher não é novata nisso, né?

Eu senti um frio na espinha.

— Fala logo, porra.

— Sofia e André. A loirinha de 18, cabelo cacheado loiro, corpo de ginasta, patricinha daquelas que andam sempre maquiada, unhas feitas, top cropped de marca, shortinho justo que marca tudo, cheirando a perfume caro e atitude de quem acha que o mundo gira em torno dela. E o André, 19, moreno tatuado, corpo esguio e definido de quem faz ballet todo dia, flexível pra caralho, daqueles que as meninas no vestiário comentam que é pauzudo... mas eu sempre achei que ele era gay, sabe? Tipo, o jeito delicado, os alongamentos no corredor, o olhar pros caras às vezes. Eu vi os três saindo juntos do ginásio da escola semana passada. Viviane no meio, rindo alto, mão no ombro do André como se fosse dona, Sofia do outro lado colada nela, braço enlaçado na cintura da professora. Entraram no carro dela e sumiram na rodovia.

Eu engoli seco. Imaginando: Viviane deitada no banco de trás, Sofia beijando o pescoço dela devagar, lambendo a pele clara enquanto André dirigia pro motel, talvez parando num sinal pra virar e meter a mão por baixo do short da professora.

— Como você sabe que é mais que amizade? Moisés deu um gole longo na cerveja, olhos pretos cravados nos meus, sorriso lento se abrindo.

— Como você sabe que é mais que amizade? — repeti, voz saindo mais rouca do que eu queria.

Ele se inclinou pra frente, cotovelos na mesa pegajosa do bar, voz baixa pra ninguém mais ouvir:

— Eu coloquei uma câmera no banheiro feminino da escola. Pequena, escondida no forro, daquelas que grava em loop. Não foi difícil, eu ajudo na manutenção do ginásio, tenho acesso. Queria ver se rolava algo com a professora... e rolou.

Meu estômago deu um nó. Câmera? Porra, isso era invasão, crime, mas eu não consegui sentir raiva dele. Só um frio misturado com calor subindo pelo peito.

— Vi ela ontem à tarde. Viviane entrou sozinha, achando que tava vazio. Sofia veio atrás, trancou a porta. Elas se olharam um segundo, depois Sofia encostou a patricinha nela, mão na nuca da professora, e beijou. Beijo lento, língua, gemidinho baixo da Viviane. Sofia apertou o corpo dela contra a parede, mão descendo pro short da professora, mas no vídeo que eu vi só chegou no beijo. Elas tavam suadas do treino, cheiro de perfume caro da Sofia misturado com o suor da Viviane. Parecia que iam além, mas pararam quando ouviram barulho no corredor.

Eu imaginei a cena: minha esposa, olhos verdes semicerrados, lábios vermelhos da Sofia colados nos dela, corpo de ginasta pressionando o dela. O pau latejou na calça, traiçoeiro.

— E o André? — perguntei, tentando não deixar a voz tremer.

Moisés riu baixo, quase sem som.

— Depois eu fui pro masculino. André tava lá, sozinho. Vestido... bem de baitola, sabe? Calça legging justa preta, cropped rosa colado no abdômen definido, tênis de dança, cabelo penteado com gel, brinco na orelha. Alongando no espelho, perna levantada alta, flexível pra caralho. Eu entrei fingindo que ia mijar, mas fiquei olhando. Ele me pegou no reflexo, virou rápido, ficou meio desconfiado. Achou que eu tava olhando ele de um jeito... interessado. Tipo, "esse negão tá me secando?". Eu disfarcei na hora, entrei na cabine, tranquei, mas deixei a porta entreaberta só um pouquinho. Ele terminou o alongamento, saiu rápido, ainda olhando pro lado.

Meu coração acelerou. André gay? Ou só versátil, como Moisés tinha dito antes? A imagem dele de cropped rosa, corpo esguio se curvando, e depois entrando no carro com Viviane e Sofia... me deixou zonzo.

— Elas tavam só no beijo no vídeo que eu vi — continuou Moisés —, mas André saiu logo depois. Eu saí atrás, discreto. Os três se encontraram no estacionamento. Viviane no meio de novo, rindo, Sofia colada num lado, André do outro. Entraram no carro dela, ela dirigiu pra uma direção oposta da rodovia normal. Não foram pro motel que eu conheço. Foram pra outro lugar. Mas eu acho que sei onde. Tem uma pousadinha discreta na saída pro interior, perto do lago, onde o pessoal da escola vai escondido. Carro dela já foi visto lá antes.

Ele parou, tomou outro gole, me olhando fixo.

— Amanhã você trabalha?

Eu respirei fundo, tentando processar tudo.

— Só de manhã. Audiência marcada cedo, termino por volta do meio-dia.

Moisés assentiu devagar, sorriso predador voltando.

— Perfeito. À tarde a gente vai num lugar. Eu sei onde eles vão de novo. Amanhã mesmo. Eu confirmei com um brother que trabalha na portaria da escola: os três pediram dispensa de aula extra, vão "estudar" fora. A gente chega antes, esconde o carro, observa. Ou... entra na jogada. Você decide até lá. Mas se quiser ver com seus próprios olhos, professor... amanhã é o dia.

Ele estendeu a mão por cima da mesa. Aperto forte, pele quente, suor do treino ainda grudado. Olhos pretos nos meus azuis.

— Combinado?

Eu apertei de volta, mais forte do que precisava.

— Combinado.

Ele soltou devagar, levantou e foi embora, deixando o cheiro de suor, grama e segredo no ar.

Eu fiquei ali, sozinho na mesa, olhando o copo vazio. Câmera no banheiro. Beijo gravado. André de cropped rosa. Os três sumindo na estrada. E amanhã... eu ia ver tudo. Ou mais.

O coração batia forte demais. A cabeça girando.

Porra, até onde isso ia?

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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 334Seguidores: 438Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários

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Com certeza que o amigo quer passar a pipoca na professora. Vai depender do corno aceitar.

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caraca, que enrascada. Voce traiu uma vez e ela ainda não engoliu, sendo assim deveria ser honesta e falar que não consegue perdoar.

E agora ao que tudo indica a desonesta é ela e de forma totalmente desproporcional, que pena.

Agora tome cuidado com esse amigo pois pode ser que ele tenha algum interesse nisso e será que é só impressão ou senti um interesse maior em relação ao aluno afeminado?

De qualquer forma o conto esta bem legal mesmo e somente espero que o protagonista não se torne mais um corno manso como tantos outros aqui.

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