Depois do jogo de verdade ou desafio, ninguém queria (ou conseguia) fingir que a noite ia acabar ali. O quintal estava escuro agora, só as luzes da piscina e da área coberta iluminando nossos corpos suados e excitados. Tia Irene, sempre a detonadora, deu o empurrão final.
Ela se levantou nua (o biquíni branco já tinha sido jogado em algum canto), os peitos enormes balançando livres, e olhou pra nós.
— Chega de brincar separado. Vamos fazer direito: Eu fico com o Afonso, Horácio fica com a Fernanda. Aqui mesmo, na área coberta. Sem esconder. Todo mundo vendo tudo.
Mamãe engoliu em seco, mas não disse não. Seus olhos procuraram os meus imediatamente — um olhar estranho que parecia querer dizer alguma coisa. Horácio já estava tirando a bermuda, o pau grosso duro de novo. Tia Irene veio até mim, segurou minha mão e me puxou pro tapete grande perto da mesa.
— Deita aqui, gatinho — murmurou ela, empurrando meu peito até eu ficar de costas. — Vamos mostrar pra eles como se faz.
Do outro lado do tapete, Horácio já tinha puxado mamãe pra perto dele. Ela se deixou levar, mas seus olhos não saíam dos meus. Enquanto Irene subia em cima de mim, montando no meu colo, eu via Horácio beijando o pescoço da mamãe, as mãos dele apertando a bunda redonda dela por cima da calcinha do biquíni.
Irene pegou meu pau duro, esfregou na entrada molhada dela e desceu devagar, engolindo tudo num gemido rouco.
— Caralho... que pau gostoso... — gemeu ela, começando a cavalgar devagar, os peitos balançando na minha cara.
Eu segurei a cintura dela, metendo pra cima, mas meus olhos estavam grudados na minha mãe. Horácio tinha puxado a calcinha dela pro lado e estava metendo devagar por trás, de quatro. Ela gemia baixo, as mãos apoiadas no chão, a cabeça erguida olhando direto pra mim. Nossos olhares se cruzaram e não saíram mais.
Enquanto tia Irene cavalgava forte em cima de mim, apertando minha cintura com as coxas grossas, eu via o pau do Horácio entrando e saindo da buceta de mamãe — molhada, inchada, brilhando. Ela mordia o lábio, os seios médios, já semna parte de cima do biquíni, balançando a cada estocada, mas era pra mim que ela olhava. Como se estivesse transando comigo através dele.
— Olha pra ela, Afonso... — sussurrou tia Irene, acelerando o ritmo, a buceta apertando meu pau. — Olha como ela tá gostando... mas querendo você.
Mamãe gemeu mais alto quando Horácio meteu fundo.
— Isso... mais forte... — disse ela, mas os olhos diziam outra coisa.
Eu segurei os peitos da tia Irene, apertando forte, mas minha mente estava nela. Imaginei que era a minha mãe cavalgando em mim, o cheiro de frutas vermelhas, o corpo esguio se movendo assim. Acelerei as estocadas em tia Irene, sentindo ela gozar primeiro — apertando forte ao meu redor, gemendo alto “Goza dentro, garoto... enche minha buceta!”.
Do outro lado, Horácio estava metendo rápido agora, as mãos na cintura da mamãe. Ela gozou tremendo, gemendo meu nome baixinho (“Fonsinho...”), os olhos nunca deixando os meus.
Eu escutei e quase tive um treco.
Eu não aguentei mais. Gozei forte dentro da tia Irene, jatos quentes enchendo ela enquanto olhava pra minha mãe gozando no pau do meu primo. Nossos olhares se mantiveram fixos o tempo todo — cheios de desejo, culpa, promessa.
Quando acabou, nós quatro caímos ofegantes no tapete. Tia Irene riu, limpando o suor da testa.
— Viu? Troca gostosa. Mas olha esses dois... não param de se olhar nem depois de gozar.
Horácio saiu de dentro da mamãe devagar, o sêmen escorrendo pela coxa dela. Ela se arrastou até ficar mais perto de mim, deitando de lado, ainda respirando pesado. Nossas mãos se tocaram de leve.
Tia Irene percebeu na hora.
— Ah, não... ainda não acabou. Esses dois aí tão morrendo de vontade um do outro. Fernanda, para de fingir. Vai lá e pega o que você quer de verdade.
Mamãe olhou pra mim, os olhos brilhando, cheios de desejos proibidos.
— Fonsinho... isso foi... a gente não pode fazer isso — sussurrou ela, a voz tremendo. — Eu sou sua mãe. Isso é errado... seu pai...
Eu me aproximei devagar, ainda de joelhos, sem tocar nela ainda.
— Eu sei. Mas a senhora sentiu. Eu vi nos seus olhos o tempo todo. Mesmo quando o Horácio estava dentro da senhora... era pra mim que a senhora olhava.
Ela baixou o olhar, uma lágrima escorrendo pela bochecha, mas o corpo dela tremia de tesão contido.
Tia Irene se sentado ao lado do Horácio, riu baixo, passando a mão pelo peito dele.
— Ah, minha irmã... para com essa frescura. Olha pra gente aqui: todo mundo gozou, todo mundo tá vivo, ninguém morreu. — Ela olhou pra mamãe com um sorriso malicioso. — Isso não é nenhum bicho de sete cabeças. Quer ver?
Sem esperar resposta, tia Irene se virou pro Horácio, montou nele de frente com naturalidade, guiando o pau ainda duro dele de volta pra dentro dela. Desceu devagar, gemendo satisfeito enquanto os peitos enormes balançavam ritmados.
— Viu? — disse ela, começando a cavalgar devagar, sem vergonha nenhuma. — Eu e o Horácio fazemos isso faz tempo. Meses. Toda vez que o pai dele sai, ele me come gostoso. E olha só... a gente tá aqui, felizes pra caralho. Não tem drama, não tem culpa eterna. É só tesão. Só prazer.
Horácio gemeu baixo, segurando a bunda saliente dela, metendo pra cima no ritmo dela.
— É verdade, Fernanda... relaxa. A gente já gozou junto tantas vezes... e continua tudo bem.
Mamãe arregalou os olhos, olhando pra cena: tia Irene cavalgando o próprio filho sem pudor, gemendo alto, os corpos colados e suados. Depois olhou pra mim. Seus olhos suavizaram, a hesitação começando a rachar.
— Você... você quer mesmo isso, Fonsinho? — perguntou ela, quase inaudível.
— Mais do que tudo — respondi, estendendo a mão devagar.
Ela hesitou mais um segundo. Depois pegou minha mão. Eu a puxei gentilmente pro meu colo. Ela sentou de frente pra mim, as coxas abertas ao redor da minha cintura, o pau duro roçando a entrada molhada dela. Nossos rostos a centímetros.
— Me beija primeiro... devagar — pediu ela.
Eu obedeci. Beijei ela com calma, língua suave, saboreando cada segundo. Ela correspondeu, as mãos no meu rosto, tremendo. O beijo foi se aprofundando, ficando faminto. Ela se mexeu devagar, esfregando a buceta molhada na minha glande.
Tia Irene acelerou o ritmo no colo do Horácio, gemendo alto.
— Isso, Fernanda... vai... senta no pau do sseu filho Deixa ele te foder como você merece.
Mamãe gemeu na minha boca. Levantou o quadril de leve, posicionou a cabeça do meu pau na entrada e desceu devagar. Entrou centímetro por centímetro, apertada, quente, molhada pra caralho. Nós dois gememos juntos quando cheguei ao fundo.
— Porra... Fonsinho... você tá dentro de mim... — sussurrou ela, os olhos fechados, testa colada na minha.
Comecei a mexer devagar, subindo e descendo com as mãos na bunda redonda dela. Ela acompanhou o ritmo, cavalgando suave no começo. Ela levantou um pouco o tronco e continou mexendo. Os seios lindos, com auréolas rosadas, balançando descompassado em cada movimento.
Tia Irene, ainda transando forte com Horácio, olhou pra nós e falou alto, entre gemidos:
— Fala pra gente, Fernanda... diz o que tá sentindo. Diz como é ser fodida pelo seu filho. Fala alto, mana.
Mamãe hesitou, mas o tesão venceu. Ela acelerou um pouco, gemendo entre as palavras. Os seios balancando ainda mais frenéticos.
— É... é tão bom... ahn... ele tá me enchendo toda... — gemeu ela, a voz entrecortada. — O pau dele... tá batendo fundo... eu sinto ele pulsar dentro de mim... ahn... é errado... mas eu quero mais... quero que ele me foda sempre...
Eu segurei a cintura dela com mais força, metendo pra cima agora, ritmado.
— Isso... fala mais... — incentivei, mordendo o lóbulo da orelha dela.
— Ele... ele é meu menino... mas tá me comendo como homem... ahn... tô gozando... tô gozando no pau do meu filho... — gemeu alto, o corpo tremendo, apertando forte ao meu redor enquanto gozava.
Tia Irene riu entre gemidos, cavalgando Horácio com mais força.
— Isso aí, garota! Goza pra ele! Mostra como você queria isso faz tempo.
Mamãe gozou forte, cravando as unhas nas minhas costas, gemendo meu nome repetidamente. Eu não aguentei mais. Meti fundo algumas vezes e gozei dentro dela, enchendo a buceta com jatos quentes, gemendo rouco no ouvido dela.
— mamãe. .. caralho... te amo gozando assim...
Ficamos colados, ofegantes, suados. Do lado, tia Irene e Horácio gozaram juntos também — ela gritando, ele grunhindo, enchendo ela de novo.
Quando o silêncio voltou, tia Irene caiu de lado rindo.
— Viu? Não tem nada de mais. Agora vocês dois são oficiais.
Minha mãe me abraçou forte, ainda com meu pau dentro dela, mole agora. Sussurrou no meu ouvido:
— Não para nunca... tá?
Eu beijei ela devagar.
— Nunca.
A noite terminou ali, os quatro deitados no tapete, corpos entrelaçados, sem mais culpa. Só desejo satisfeito... e a promessa de muitas noites iguais pela frente.