A TRAIÇÃO QUE REVELOU TUDO. (8º PARTE)

Um conto erótico de Antonio
Categoria: Heterossexual
Contém 2192 palavras
Data: 25/03/2026 10:24:10

A TRAIÇÃO QUE REVELOU TUDO. (8º PARTE)

Juliana me olhou, suspirando.

- Sei que vou pedir algo que você talvez não goste, mas como foi seu encontro com ela?

Correspondi seu olhar, tentando encontrar uma forma de dizer sem que a deixasse no mínimo incomodada.

- Você não precisa saber, foi algo apenasNão consegui continuar.

- Antônio, você gostou? Quero saber, porque afinal para ela pelo que me disse no corredor, te achou muito gostoso.

Aquilo estava ficando embaraçoso.

- Podemos deixar isso para outra hora.

- Não, não podemos, quero saber agora. – Ela me disse com a voz baixa, quase sumindo.

E antes que eu conseguisse dizer algo ela continuou.

- Como eu te disse, Claudio, me obrigou a fazer sexo com ele mais de uma vez, por mais que o rejeitasse, chegou um momento que acabei cedendo, e gozei com ele, mas ele nunca chegou a seus pés, além dele ser normal é meio fino.

Ouvindo aquelas palavras não tive como conter minha libido, pois meu pensamento me levou a imaginar Juliana, transando com seu primo, mas tratei de afastar logo do minha cabeça.

- Tudo bem, já que estamos tendo essa conversa franca, e você está interessada em saber.

Era estranho ter aquele tipo de conversa, mesmo no começo de nosso relacionamento nunca antes tivemos uma conversa assim, sobre como tinha sido com outra pessoa, no máximo conversamos sobre quem foi nosso primeiro, e outros ou outras, mas sem entrar em detalhes de como foi.

- Eu a fiz gozar umas duas vezes, mas eu mesmo apenas uma. A primeira dela, foi ainda dentro do carro, estacionado no motel, ela disse estar morrendo de tesão, já estava sem calcinha, baixei minha calça e cueca deixando meu pau exposto. Ela mesma colocou um preservativo que tinha na bolsa, e depois sentou em meu colo. Em poucos minutos estava gemendo e gozou se tremendo toda.

Juliana, me olhava curiosa.

- Ela não perdeu tempo mesmo, vai continua.

- Depois que entramos, eu a chupei e ela gozou novamente em minha boca. Depois de um tempo ela querendo retribuir o que tinha dado a ela, se posicionou sobre mim e começou a cavalgar, onde gozamos juntos. Depois disso eu tive uma conversa franca com ela, e bem, o resto você já sabe. Consegui mais provas para incriminar seu primo graças a ela e as suas amigas.

Pelo simples fato de lembrar, o volume em minha calça do pijama, começou a se tornar evidente, Juliana, percebendo se aproximou me olhando bem fundo nos meus olhos, e com sua mão levando até a tenda que se armava, pegou e começou a fazer pressão e movimentos, lentos mas contínuos. Estávamos praticamente com nossas bocas a milímetros de distância uma da outra, os olhos encarando fundo, o desejo a flor da pele. Dali para o beijo sedento por sexo entre nós foi algo que a muito não trocávamos. Nós entregamos ao desejo, um pelo outro. Roupas voando para qualquer direção, pousando em qualquer lugar do quarto. Nossas mãos explorando os corpos já nus, nossas bocas coladas. Joguei Juliana, de costas na cama, e sem muitas preliminares a penetrei desesperado em busca do prazer que ela sempre me proporcionou e eu a ela, foram poucas, rápidas e profundas bombadas dentro de seu canal apertado, onde gozamos juntos, como a muito não fazíamos. Foi um orgasmo acumulado por tempos. Tanto eu quanto ela apesar de termos, no caso dela com o primo e eu com Helena, nosso gozo foi intenso, mas não nos deixando ainda satisfeitos. Em poucos segundos deitados lado a lado, depois que cai de cima dela, apenas o seu contato com meu corpo já provocava outra ereção. Juliana apenas se moveu me deixando entre suas pernas, pegando em meu pau e o apontando para sua entrada. Fez seu corpo desce aos poucos deixando que entrasse dentro dela, curtindo cada centímetro dele. Faltado pouco para que estivesse todo dentro dela, deixou seu corpo cair o recebendo todo, fazendo com que seus lábios vaginais tocassem meu corpo. Depois começou vagarosamente subir e descer, aproveitando as sensações que vinham daquela penetração. Enquanto descia ela jogava sua cabeça para trás e gemia baixo, mas a medida que aumentou a velocidade aumentou também o som dos gemidos, enchendo o quarto com eles. Depois de um tempo assim, ela saiu de cima ficando ao meu lado de quatro, era uma posição que sempre gostamos de fazer. Me posicionando atras dela, apontei meu pau para sua bucetinha e fui entrando dentro dela, fundo. Enquanto isso ela balançava sua cabeça para os lados, era uma resposta de que ela estava no auge do seu momento. Eu sabia que mais algumas estocadas ela gozaria novamente e não queria priva-la disso, então aumentei a velocidade o máximo que conseguia e em segundos ela atingiu novamente um novo gozo. Com isso as contrações de seu canal vaginal apertando meu pau, logo me levaram a mais um gozo tão forte quanto o primeiro.

Ainda sob efeito do prazer alcançado, caímos para o lado, com meu pau ainda duro dentro dela, mas já começando a dar sinais que estava voltando ao normal e que em pouco tempo seria expulso de dentro de Juliana. Nossa respiração ainda profunda, nossos corpos suados, mas o prazer compartilhado era algo que tenho certeza ambos sétimos falta.

Juliana, depois de alguns minutos foi para o banheiro se lavar, andou até o banheiro me dando a impressão de estar flutuando. Mais alguns segundos vendo aquele corpo que tanto sentira falta desaparecer banheiro adentro, me fizeram levantar e a segui também para me lavar.

No banheiro a encontrei debaixo da água que caia, olhei por alguns instantes e entrei também no box, tirei o sabonete de suas mãos e comecei a banha-la eu mesmo, como sempre fizemos. A lavei sem pressa, curtindo aquela sensação de cuidado, lavando cada parte daquele corpo que também conhecia. Após terminar de lava-la, meu pau já se encontrava meia bomba devido ao contato que tínhamos.

Depois que terminei de lava-la, Juliana passou a fazer o mesmo comigo. Lavando-me todo, deixou por último minha pica, e então com dedicação e cuidado o pegou e começou a lavar e aproveitando para dedicar uma calma e lenta punheta o deixando duro. Percebendo o resultado ela se virou de costas e colou seu traseiro em mim e começou a subir e descer esfregando sua bunda em meu pau. Depois apenas se inclinou um pouco para frente onde apoiou suas mãos na parede. Me olhou por sobre seu ombro direito, não precisando dizer nada, que entendi o seu desejo. Peguei meu pau e apontei para seu cuzinho, e fui forçando devagar, como não era algo que fazíamos com tanta frequência, mas gostávamos de fazer. Ela gemia, manhosa, enquanto eu ia sumindo dentro dela, aos poucos, dedicado, com carinho. Quando ela sentiu que estava todo dentro dela, começou a rebolar lentamente, fazendo círculos e as vezes jogando o corpo para frete e para traz. Era uma situação que me deixava super excitado, pois além dos movimentos que ela fazia, ainda tinha aquela visão de sua bundinha que sempre considerei uma de seus maiores atributos.

- Come esse cuzinho, me faz gozar de novo.... isso meu primo nunca teve, é algo somente seu.....

Ouvindo isso comecei a socar descontrolado. Foram várias estocadas que culminaram comigo gozando dentro de suas entranhas e Juliana também gozando novamente, onde tive que a segurar pois suas pernas quase cederam o que teria a feito cair no chão, mas a apoiei e depois a virando nos abraçamos e nos beijamos como antes sempre fizemos, era um beijo onde tudo o que sentíamos um pelo outro estava ali, contido nele.

Finalmente já refeitos e saciados finalizamos nosso banho, nos secamos da mesma forma que nos banhamos, e voltamos para nossa cama, onde deitados dormimos rapidamente com ela deitada de lado com a cabeça em meu peito.

Na manhã seguinte quando acordei, Juliana não estava na cama, mas nosso quarto era invadido pelo cheiro do café fresco, que ela estava preparando. Me levantei, tomei meu banho. Já trocado me encaminhei para a cozinha onde a encontrei com um semblante que a muito tempo não via em seu rosto. Não era somente por conta do sexo maravilhoso que tivemos, mas com certeza por termos superado tudo que aconteceu e por estarmos juntos, escrevendo nossa história.

Na mesa sentados, estavam as crianças tomando seu café sendo vigiadas de perto pela baba, para não fazerem a bagunça que era comum durante a manhã.

Tomei meu café rápido e me despedindo das crianças e de Juliana sai rápido para o trabalho, agora com as coisas acertadas em casa, poderia me dedicar com mais tranquilidade aos problemas da empresa.

Os dias seguintes, foram até normais. Nossa vida retomando a direção certa, enquanto eu trabalhava durante os dias Juliana andava ocupada com as crianças. Praticamente todos os finais de semana, eram sempre com nos quatro juntos, tentando e conseguindo minimizar o tempo em que estávamos distantes, mais entre eu e Juliana do que entre as crianças, pois apesar de tudo me mantive dentro do possível, sempre próximo a elas.

O processo de Claudio ainda continuava, as vezes nosso advogado nos avisava como estavam as coisas, mas sempre mantendo a firme convicção que o primo de Juliana pegaria um bom tempo preso, pelos crimes que cometeu.

Infelizmente quando seus pais souberam do que ele provocara em Juliana, eles pelo que a mãe dela contou, ficaram incrédulos sobre que ele tinha feito, mas ainda assim vieram em nossa casa se desculparem do mal que ele fizera a ela, que se soubessem antes teriam dado um jeito em tudo. O pai dele por ser uma pessoa que não aceitava esse tipo de coisa, pelo próprio tipo de criação que tivera, disse que o melhor seria o filho ficar na cadeia e não aparecer mais em sua casa, pois já não o considerava como tal. Já sua mãe, não se continha em lagrimas pois era difícil para ela saber do que o filho fizera, ainda era mais difícil ter que ouvir as palavras do marido, e nada podendo fazer.

Meses depois de ser preso Claudio foi julgado e condenado, pegando um bom tempo de prisão. Todas as garotas que trabalhavam para ele estavam presentes quando saiu o resultado, e todas aplaudiram e comemoraram, acredito até que tenha sido uma coisa normal.

Juliana e eu que também estávamos presentes, nos mantivemos neutros, mas por dentro eu estava, devo admitir, feliz pela sua condenação e pelo tempo que ficaria preso. Só tenho lamentado pela mãe dele, pois suas lagrimas e seu choro doeram mim, pois ela não merecia, apesar de ele merecer. Seu pai em contra partido disse que a justiça dos homens tinha sido feita. Já a mãe de Juliana, se mantinha arrependida de não ter feito a coisa certa quando presenciou o sobrinho com filha transando, mas agora tinha que amparar a irmã, dando todo o apoio possível, e aceitar o fato de o marido da irmã olhar para ela não aceitando que ela escondeu algo por tanto tempo dele. Ele até entendeu o ponto dela, mas não aceitou.

Depois daquela noite em que conversamos e nos reconectamos, eu e Juliana, voltamos a transar quase como antes, mas nosso desejo, de um pelo outro tinha voltado com tudo.

Meses antes de comemorarmos mais um ano de casados, Juliana, em nossa cama depois de termos feito um sexo, calmo até para nossas ultimas noites, me pergunto se eu tinha alguma coisa planejada para comemoramos só entre nos dois. Se iriamos jantar fora, ou fazer algum programa depois do jantar, ou mesmo passar um final de semana, somente nos dois deixando as crianças com os pais dela ou até mesmo com os meus. Respondi que não tinha ainda pensado em nada, mas que poderíamos sim, programar alguma coisa. Então ela disse que deixasse por conta dela, que iria pensar em algo especial e que depois me diria. Como ela tinha mais jeito para isso e tempo para planejar não me opus, afinal isso ajudaria e ela teria tempo de pensar em alguma coisa a mantendo com a mente ocupada.

Faltando uma semana para o dia de nosso aniversário de casamento eu perguntei a Juliana o que ela tinha organizado, ela me respondeu que já tinha preparado tudo, e que faria uma surpresa para mim, mas que eu somente iria descobrir no dia, pois se me dissesse não seria mais uma surpresa.

Achei melhor não insistir, mas minha curiosidade ficou alta, mas sabia que poderia confira em seu gosto e criatividade para organizar essas coisas.

A única coisa que ela me disse é que não iriamos viajar, mas que seria algo que seria muito bom para nos dois. Que iriamos aproveitar muito.

Nos dias que antecediam a data Juliana não desgrudava do celular, a todo momento enviando e recebendo mensagens, mesmo quando estávamos juntos. Quando perguntava o que era, ela apenas me dizia que estava apenas acertando detalhes sobre nosso aniversario.

Continua.....

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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Comentários

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Muito bom. No início do conto achei que o marido não seria um corno manso, mas me enganei; a mulher da uma desculpa esfarapada, diz pra ele que o primo a chantageou, sob a alegação que ele revelaria o crime que comteu contra ela quando era menor, e o cara aceita na boa, o fato dela fazer sexo com o primo por varias vezes.

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Ela vai trazer a Helena pra dentro da relação deles, e possivelmente vai propor viver no mundo liberal. Pela reação do marido nesse episódio todo, acho que ela pensa que ele aceita qualquer coisa, partindo dela, uma vez que houve essa traição toda, não sexual, mas escondendo tudo dele, inclusive aceitando o primo colocar o marido pra fora de casa, sem nenhuma reação dela.

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O capítulo anterior e esse me deu uma sensação de "fim". Tipo, explicando melhor, uma sensação de que "é isso mesmo, vai acabar" e no final estará escrito "FIM", mas sempre tem o "continua...".

E sempre que termino de ler, minha sensação muda, como se algo não tivesse batendo ainda e surpresas virão. Pode ser só loucura minha, obviamente kkkkk

Dito isso, acho que a surpresa da Juliana é um manage pro nosso prota.

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Sim sim, ela não demonstrou ficar chateada com o comentário da outra lá kkkk

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Não sei se será comentado, mas gostaria de tirar uma dúvida. Ela vai falar sobre as relações terem sido de camisinha ou não, se em algum momento foi consensual, pois ela afirma ter gozado, e onde aconteceu os encontros com o primo?

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Na verdade não será comentado por ela, mas ela nunca abriu mão de duas coisas, usar camisinha com o primo e ter relação com ele em sua casa em sua cama, até por canta dos filhos, tanto que existe uma passagem onde a baba das crianças conversa com Antonio sobre o pagamento de horas extras, essas horas eram referentes aos dias que ela saiu para encontrar com o primo.

Um ponto importante, nenhuma das vezes foi consensual, ela foi obrigada, mas pelo tempo que ficou sem ter nada com o marido, houve uma vez que ela acabou gozando com ele, mas para isso acabou usando a imaginação, pensando no marido.

Ela acabou de me confidenciar isso.

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Entendi kkkk

Agradeço por esclarecer, é que o costume é ver esses personagens obsessivos quererem tudo de seus alvos, até o que eles não tem(na maioria das vezes, seria o anal que a esposa não faz com o marido e faz pela primeira vez com o amante) e o fato dele obrigar o marido sair de casa, me fez parecer que ele queria se instalar lá, por isso a dúvida sobre o local. Você deixou uma dúvida no ar nos comentários do conto anterior sobre se isso era a única coisa que ela esconderia do marido, vai ter mais alguma revelação além da surpresa que ela deseja fazer? Vai ter mais algum personagem envolvido ou será só sobre eles dois?

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Sim, vai ter mais uma revelação da parte dela, mas teremos que aguardar até sexta, quando público a última parte.

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