Dois anos de conversa virtual podem resultar em um desastre constrangedor ou na melhor noite de suas vidas. Neste clássico fundamental da nossa história, a realidade decidiu atropelar qualquer expectativa.
Esta é uma Seleção Especial do nosso acervo, narrando o exato momento em que a tensão digital finalmente se tornou toque físico. Martha relata, com a crueza que vocês adoram, como o vinho ajudou a derrubar as defesas para uma estreia inesquecível, marcada por palmadas, entrega total e a quebra de tabus logo no primeiro encontro.
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-Cheguei!
Quando apertei enviar depois de escrever essa mensagem, eu conseguia ouvir os batimentos do meu coração que estava enlouquecido dentro do meu peito. Chegou a hora!
Foram dois anos entre o primeiro contato pelas redes sociais e aquele momento. Moramos em cidades bem distantes e fora do eixo, o que deixa a logística bem complicada. Estivemos próximos um do outro algumas vezes, mas um voo atrasado de minha parte e uma falta de insistência da parte dele, impediram o encontro.
Agora ele está em minha cidade, a alguns passos de entrar no meu carro. Enquanto penso nisso, ele abre a porta do passageiro.
-Oi, vou colocar minha mala aqui atrás.
Ele chegou de viagem, literalmente, de mala e tudo. Coloca a mala no banco traseiro, senta-se no banco do passageiro e trocamos um abraço. Ele brinca com uma mensagem que mandei mais cedo:
-Então vamos ao estabelecimento?
Foi assim que me referi ao motel, sugestão minha. Estou nervosa, falo sem parar e no caminho de cinco minutos até o motel quase erro a rota várias vezes. Ele conversa comigo sobre a viagem dele e eu quase não entendo o que ele está falando. Chegamos.
Na porta do motel, tenho dificuldade para entender os comandos e escolher o quarto. Seleciono o primeiro que aparece. Só quero entrar logo e me livrar dessa sensação de que alguém vai me ver ali. Na garagem trocamos um abraço e sinto seu corpo próximo ao meu pela primeira vez. Ele desce com a mala e eu fico imaginando o que ele carrega ali dentro. Confesso que me dá um medinho, mas estou ali para isso.
No quarto, depois daquela arrumação inicial do ar condicionado, música e luzes, ele abre um vinho e uma água. Brindamos ao nosso encontro e eu acrescento:
-E aos demais que virão.
Ele sorri e me lembra que já temos um segundo encontro agendado para daqui a quatro dias. Me sento na beirada da cama, enquanto ele tira os sapatos. Conversamos mais um pouco e eu ainda estou muito nervosa. É a segunda vez que estou com outro homem que não seja o meu marido e a primeira vez não foi muito boa. Ele sabe disso e permanece calmo.
Alguns minutos depois ele me chama para sentar na cabeceira da cama, encostados nos travesseiros. Ficamos mais próximos. Continuamos a conversa até que ele me puxa para o primeiro beijo. Um beijo gostoso, delicado até, que matou minha curiosidade. O beijo encaixou. Gostei.
O papo continua, eu falando muito, sinal do meu nervosismo e sirvo mais vinho.
-Eu vou dirigir depois. Falo, enquanto encho a minha taça mais um pouco. O vinho me ajuda a relaxar um pouco, até que ele nos lembra o motivo de estarmos ali:
-Me dê sua mão. Ele diz isso enquanto leva minha mão ao pau dele, ainda dentro da calça jeans. Eu apalpo. Está mole e começa a reagir ao meu contato. Ele me diz para abrir o zíper e assim faço.
-Mate sua curiosidade. Ele sussurra isso ao meu ouvido e eu obedeço, enfiando as mãos dentro da cueca e libertando seu cacete que já está pronto para trabalhar. Olho e gosto do que vejo. Sinto minha calcinha molhada. Enquanto toco seu cacete, ele apalpa minha bunda.
Ficamos ali nos amassando um pouco e ele faz mais um pedido:
-Deixa eu ver a lingerie que você escolheu.
Ontem falamos sobre isso e quando eu pedi uma sugestão do que deveria usar, ele escreveu: "Rendas!". Escolhi um conjunto vermelho, da cor do pecado que eu estava disposta a cometer com ele. Peço ajuda dele para tirar minha blusa e depois ele tira minha calça. Fico em pé ao lado da cama e o sacana me pede para dar uma voltinha. Eu sei que ele adora bunda. Aliás, eu usei esse gosto dele há algumas semanas para um movimento mais atrevido, quando enviei uma foto da minha bunda, com a desculpa de mostrar a recuperação de uma pequena cirurgia na região. Eu sei que ele gostou. Ele me contou. E depois dessa foto, não parou mais até conseguir marcar o encontro que estamos tendo hoje. Paciente e persistente, o rapaz.
-Quer uma massagem?! Respondo que sim, meio incrédula. Eu estou no motel, não em uma casa de massagens. Ele se levanta, abre sua mala e volta com um óleo e uma venda. Eu quase tenho um troço. Não consigo ter nada sobre meus olhos. Me dá agonia. Nem nadar eu nado, porque não consigo usar os óculos de natação. Ele insiste, coloca a venda e pede para eu me deitar de bruços. Tento, mas não consigo ficar com a venda. Tiro e ele diz que tudo bem, pedindo para eu fechar os olhos.
Obedeço e ele começa uma massagem em mim. Me pede para relaxar. Como é que eu relaxo?! Estou seminua na cama de um motel com um homem que vi pela primeira vez há menos de meia hora! Ele está louco?! Penso isso, enquanto ele continua com a massagem. Boas mãos, reconheço. Capricha nas minhas costas, pescoço e braços. Aos poucos vou apreciando melhor o seu toque e começo a relaxar. Solto meu corpo sobre a cama e curto aqueles momentos. Ele parece saber o que está fazendo. Ele continua a massagem, passando pela minha bunda, pernas e pés. Uma delícia, confesso.
Ele pede para eu me virar de frente. Obedeço. Coloca meus braços ao lado do meu corpo e minhas mãos instintivamente agarram o lençol da cama.
-Mantenha os olhos fechado e relaxe. Ele fala isso enquanto toca meus braços, pernas e a lateral do meu tronco com a ponta dos seus dedos. Como é que alguém relaxa numa situação dessas, me fala?! Ele toca meus seios, desnudos depois dele tirar meu sutiã enquanto massageava minhas costas, desce pela minha barriga e toca meu monte de Vênus por sobre a calcinha. Dali, pula para as coxas e volta para a barriga. Fica nesse vai e vêm até que se concentra próximo da minha buceta, que está molhadísima. Ele sente isso por sobre a calcinha. Depois de alguns minutos de tortura, ele tira minha calcinha e começa a tocar meu clitóris com seus dedos. De leve, muito devagar, de uma maneira que me excita muito. Minhas mãos seguem agarradas no lençol, firmes! O sacana enfia um dedo e me faz suspirar fundo. Depois tira seu dedo molhado de dentro de mim e leva à minha boca, me fazendo provar meu próprio mel. Que delícia!
Ele então se posiciona com a cabeça entre minhas pernas, segurando minha bunda com as mãos e começa um oral que me faz ver estrelas. Sua língua encontra meu clitóris e passeia pela minha buceta. Seus dedos voltam a trabalhar e quase gozo quando ele encontra o lugar certo dentro de mim. O sacana tira seu dedo molhado e leva até minha boca, fazendo eu provar de meu próprio mel. Daí ele volta com os dedos e enfia seu polegar no meu rabo e o indicador na minha buceta. Que delícia isso! Minha excitação está a mil e ele para tudo. Se deita sobre mim e pergunta o que eu quero.
-Quero seu pau dentro de mim. Acho que ele queria uma frase mais forte, mas foi isso que consegui pedir. Ele pega a camisinha, encapa seu cacete e vem por cima de mim. Logo seu pau acha o caminho e sinto ele entrando facilmente na minha buceta encharcada de tesão. Ele enfia com cuidado, devagar, ao mesmo tempo firme, fundo. Eu gosto! Sinto ele todo dentro de mim. Ele olha para mim e me pega olhando para seu pau fudendo minha buceta.
-Gosta de olhar, né?! Então olha!
Ele segura minhas pernas para o alto e enfia devagar. A cena é linda e me dá muito tesão. Ele segura minhas pernas mais para o alto e enfia fundo, tudo. Me sinto totalmente preenchida e quase lá. Ele para, se deita ao lado e comanda:
-Vem por cima!
Eu vou, me encaixo naquele cacete que acabei de conhecer e já considero tanto. Subo, desço, rebolo, me ajeito e começo a achar o ritmo. Sem pudores, pego sua mão e levo até minha bunda. Ele entende e enfia o dedo no meu rabo. Segundos depois, estou gozando gostoso naquele cacete! Eu entro em transe. Não consigo parar de tremer. Aquela sensação boa toma conta do meu corpo todo e não consigo falar nada. Ele pergunta várias vezes se estou bem e só consigo sorrir. Saio de cima e deito ao lado dele, curtindo o pós orgasmo que ainda domina meu corpo. Ele me abraça, me acaricia e seu sorriso mostra que gostou do que assistiu.
Relaxo abraçada a ele, por alguns minutos. Então vou ao banheiro e volto disposta a continuar.
Ele tirou sua camisinha, então é hora de provar o sabor de seu cacete. Seguro com a mão, esfrego nos meus peitos e levo à boca. Ele suspira, certamente gostando do toque de minha língua na cabecinha. Coloco na boca, chupo, engulo, faço com gosto. Seu pau é bom de chupar e eu gosto de fazer isso. Faço por alguns minutos, ouvindo seus gemidos e depois paro. Voltamos a nos beijar e ele diz a frase que eu sabia que ia ouvir desde que o encontro começou:
-Vou bater na sua bunda!
Eu sabia que ia ouvir isso, mas mesmo assim me arrepiei toda e fiquei assustada.
-Não sei se aguento.
Ele diz que não vai me machucar e que vai parar se eu pedir. Então se senta na cama, encostado na cabeceira dela, e me deita sobre seu colo. Minha bunda nua fica exposta e ao alcance de suas mãos. Ele alisa, pergunta se está tudo bem. Claro que não está, eu penso! Estou prestes à apanhar na bunda!
-Sim, tudo bem. É o que consigo responder. E ele começa a bater. Os primeiros tapas são mais uns estalinhos gostosos do que tapas propriamente ditos. Ele está testando o terreno. Para, alisa minha bunda, pergunta como estou e retoma. Os tapas vão ficando mais fortes e começam a doer. Uma dor gostosa, que não me dá vontade de parar.
-Agora você vai contar em voz alta. Vão ser três séries, com doze tapas em cada. A segunda série mais forte que a primeira. E a terceira mais forte que a segunda. Tudo bem?!
Tudo bem o cacete!!! Minha vontade é gritar isso e sair dali. Mas não faço isso. Tento negociar para uma série só, mas ele não cede e logo estou contando, baixinho:
-Um!!!
A primeira série é mais forte que todos os tapas anteriores, mas ainda foi tranquila. Eu me sinto orgulhosa, mas com a pulga atrás da orelha. Eu sei que ele só está amaciando, me levando para sua armadilha. E sabendo disso, eu quero!
-Pronta para a segunda série?
Ao meu sinal de sim, ele repete os doze tapas. Mais forte. Gemo mais alto. Sinto mais dor. E sinto minha buceta muito molhada.
A terceira série é rápida e mais forte. Nem dá para contar. Minha respiração está intensa. Meu tesão está nas nuvens. Ele termina e acaricia minha bunda. Pergunta como estou e cuida de mim. Quando percebe que estou bem, bate mais, com força. Ele sabe que eu gostei. E, enquanto bate, enfia seu dedo no meu rabo. Eu gosto e rebolo, demonstrando isso. Ele pega minha mão e leva ao pau dele, que está duríssimo.
-Quer ver se cabe?
Eu engulo seco. Eu já usei brinquedos no meu rabo, mas nunca um cacete o visitou. Apalpo o pau dele e respondo:
-Quero.
Ele coloca a camisinha, pega o gel, espalha no cacete e no meu rabo. Fico de lado, ele segura o pau e direciona para o meu cuzinho que pisca assustado.
-É você quem vai vir. Ele segura e esfrega na minha portinha. Eu procuro a melhor posição, rebolo para lá, para cá até perceber que a cabeça daquela rola achou o caminho. Prendo a respiração e ele percebe:
-Estou parado. É você quem vai comandar.
Eu esperava que doesse, mas não sinto dor. Sinto, sim, seu pau entrando no meu rabo. Devagar, mas sem retroceder. Cada centímetro conquistado é defendido ferozmente por ele e em alguns minutos ele me diz:
-Coloca a mão para ver quanto falta.
Eu levo minha mão ao seu pau e vejo que já entrou tudo. Não acredito. Não sinto dor. Sinto meu rabo preenchido, uma sensação nova e deliciosamente diferente de tudo que já senti. Ele começa a mexer, eu também. Soltamos palavrões no calor do momento:
-Seu pau está no meu cu! Que delicia!!
-Estou comendo seu rabo, minha putinha!!
Ele me pede para deitar de bruços e se posiciona sobre mim, sem tirar o cacete de dentro de meu rabo. Eu levo minha mão à minha buceta e começo a me tocar. Ele começa a me comer pelo rabo. Puxa o pau até quase sair e volta a enfiar. Eu gosto. Ele acelera e sinto meu gozo chegando. Ele testa alguns movimentos até que eu diga:
-Isso, assim, desse jeito.
Ele mantém o ritmo e logo estou gozando com um pau no rabo pela primeira vez. Um gozo forte, intenso, surpreendente.
-Goza, minha putinha! Goza gostoso!
Ele enfia e mantém lá no fundo, até que meus tremores cessem. Então, cuidadosamente, tira seu cacete de dentro de mim, tira a camisinha e começa a se masturbar do meu lado, deitado na cama. Não resisto, posiciono meu rosto na direção de seu pau e peço:
-Goza na minha boca!
Ele obedece!
-Vou gozar, putinha!
Sinto seus jatos batendo no meu rosto, na minha boca, enquanto ele geme gostoso.
-Precisamos repetir isso. Ele diz isso enquanto olha para meu rosto lambuzado.
-Precisamos.
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Aquele final intenso, com a marca do prazer estampada no rosto e o corpo ainda trêmulo, foi apenas o pontapé inicial de tudo o que vivemos até hoje. O que você leu aqui é um capítulo isolado de uma saga muito maior.
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