Aviso: Este é o quinto capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 4: O Cachorro da Fazenda!
O galo cantou alto lá fora, rompendo o silêncio da manhã na fazenda. Putty abriu os olhos devagar, seu corpo pesado, grudado na cama que agora parecia um pântano fedorento.
Ela, Joan e Mary estavam todas emboladas e mergulhadas em camadas ainda úmidas de fluidos: a porra grossa e pegajosa de Bulk, o catarro viscoso escorrendo do nariz, mijo dourado e brilhante espalhado pelos seios, a diarreia pastosa vazando pela bunda, um vômito azedo ainda caindo da boca, e a saliva grudenta, misturada com leite, que ainda vazava devagar das tetas moles de Joan.
Putty deu uma respirada profunda no ar pesado e sorriu, lambendo os lábios e sentindo ainda o gosto misturado de tudo aquilo:
— Porra... que cheiro delicioso logo pela manhã... parece que a gente fodeu até o Sol nascer e continuou fodendo até enquanto dormia.
Joan gemeu meio rouca, rolando de lado, uma teta mole e pesada caindo pra fora do lençol, ainda pingando leite misturado com porra:
— Mas a gente fodeu até o Sol nascer, sim... Bulk gozou dentro de você umas cinco vezes seguidas, e eu bebi metade da tua diarreia enquanto você cagava no pau dele, e a Mary... a Mary vomitou três vezes de tanto engolir porra e merda misturadas.
Mary riu baixinho, a voz rouca de tanto gemer por toda a noite, o corpo magrinho todo melado:
— Eu gozei tanto... acho que a minha buceta vai ficar inchada até amanhã... mas valeu cada segundo.
Putty sentou na cama, com o corpo nu banhado em sujeira, e inclinou a cabeça ao ouvir o galo cantar de novo:
— Que barulho é esse? Parece um bicho gritando... tem pau gostoso também?
Joan e Mary se entreolharam e explodiram em risadas altas.
Joan limpou um pouco de merda no canto da boca com o dedo e lambeu:
— Bom... eu nunca experimentei foder um galo, nem uma galinha... então não posso garantir nada. Se você quiser experimentar, vai fundo e depois conta pra gente como foi.
Mary completou, ainda rindo:
— Mas antes disso tudo, a gente precisa tomar um banho. Tá todo mundo cagado desde ontem, o cheiro tá tão forte que eu tô quase vomitando de novo só de respirar esse ar podre.
Putty deu de ombros, lambendo o próprio braço melado de porra e diarreia:
— Eu não vejo problema em ficar vomitando e sendo vomitada o dia inteiro... é gostoso pra caralho!
Mary fez careta, mas sorriu:
— Assim todo mundo vai definhar de desidratação, sua louca. Banho agora!
De repente a porta do quarto abriu. Uma jovem de cabelos azuis curtinhos, vestindo roupinha de empregada preta e branca, entrou carregando um balde e um rodo.
Ela parou de repente ao ver a porcalhada insana do quarto: lençóis marrons de merda, poças de porra e mijo pelo chão, vômito escorrendo nas paredes, catarro pingando do teto. Colocou a mão no nariz e fez uma expressão de "Hmm... de novo isso ¬¬"
— Ah... parece que vai ser mais um dia de bosta pra mim, limpando essa cagalhada toda que vocês fizeram...
Mary pulou da cama, ainda nua e melada, e abraçou a empregadinha com força, esfregando o corpo sujo contra o uniforme limpo dela:
— Pôia! Essa é a Putty, a alienígena que caiu do céu ontem. Putty, essa é a Pôia, a nossa empregada, que cuida da casa.
Putty piscou, confusa:
— Empregada? Que porra é essa?
Mary explicou, ainda abraçada:
— O antigo dono dessa fazenda era um filho da puta que mantinha ela como escrava. A gente comprou a fazenda com uma herança que a Joan recebeu de um parente aleatório dela que morreu, e a Pôia veio de brinde. Ela tava só o caco, esquelética, quase morrendo porque mal comia direito... A gente colocou ela como empregada de verdade, paga salário direitinho, dá comida, quarto, tudo.
Pôia completou, com a voz baixa e um sorrisinho tímido:
— E eu serei eternamente agradecida... Vocês salvaram a minha vida...
Putty foi direto ao ponto:
— Legal, tudo muito bonito... mas ela sabe foder?
Pôia revirou os olhos, falando baixinho:
— Já vi que é outra maluca tarada igual essas duas...
Ela olhou pra Mary, ainda abraçadinha nela:
— A propósito... vai ficar me abraçando toda esmerdalhada até quando? Agora vou ter que lavar meu uniforme também... além de limpar essa zona toda aqui...
Joan levantou, empurrando Mary e Putty pra fora do quarto:
— Banho, suas porcas! E na sala tem mais dessa bagunça pra você limpar, Pôia. Hehe!
No chuveiro do banheiro grande da fazenda, as três entraram juntas, nuas, com os corpos ainda cobertos de camadas e mais camadas de nojeira.
Joan abriu o registro e a água quente começou a cair em cascata. Putty gemeu alto só com a sensação da água batendo na pele melada:
— Água quente... que delícia...
Mary se jogou contra Putty, beijando a boca dela com fome animal, sua língua entrando fundo, limpando os resquícios de porra, merda e vômito que ainda estavam ali. As duas trocavam saliva, gemendo dentro do beijo.
Joan se posicionou atrás de Putty, suas mãos apertando as tetas dela, os dedos apertando os mamilos enquanto lambia as axilas suadas e meladas da alienígena, sugando o suor forte misturado com mijo seco.
— Suas axilas tão com gosto de mijo e suor azedo... delícia... — murmurou Joan, com a língua raspando forte, chupando cada gota.
Putty riu, empurrando Mary contra a parede do banheiro com força:
— Deixa eu limpar tua buceta, sua putinha loira.
Ela se ajoelhou na água quente que escorria e abriu as pernas de Mary, sua língua indo direto na buceta carnuda e inchada. Chupou os lábios grossos e rosados, sugando o creme misturado com porra de Bulk, e depois enfiou a língua fundo na entrada, lambendo as paredes internas quentes pra limpar a diarreia e a porra que ainda estavam lá dentro.
Mary gemeu alto, com as mãos na cabeça de Putty, empurrando mais fundo:
— Isso... chupa mais fundo... limpa tudo que sobrou dentro de mim...
Joan se abaixou atrás de Putty e enfiou a língua no cu dela, lambendo e chupando a merda que ainda vazava devagar, sugando a diarreia residual quente e engolindo tudo enquanto a água quente escorria por todos os lados.
As três se revezaram por longos minutos: beijos de língua cheios de saliva grossa, chupação de buceta e cu, lambidas demoradas nas axilas suadas, dedos enfiados fundo em todos os orifícios.
Depois de quase uma hora e meia de putaria molhada, elas finalmente saíram do banho limpas, seus corpos vermelhos por causa da água quente e do tesão.
Joan e Mary levaram Putty pro pasto da fazenda, onde estavam os cavalos pastando. Mary ia saltitando de mãozinha dada com Putty, cantarolando feliz:
— Eu vou, eu vou, foder cavalo eu vou! Pararatimbum! Pararatimbum! Foder cavalo eu vou!
Chegando no cercado, Putty viu os garanhões altos, musculosos e brilhantes de suor. Seus olhos foram direto pros paus pendurados, grossos mesmo enquanto moles, e ela começou a babar de tesão, a saliva escorrendo em profusão:
— Poha... por que eu não fui exilada daquela merda de planeta antes? Olha o tamanho desses paus... eu quero todos dentro de mim agora, até o fundo!
Joan avisou, séria, mas excitada:
— É preciso se aproximar com cuidado. É tudo muito bonito, tudo muito legal, mas um coice de cavalo pode até matar.
Putty nem ouviu direito, já saiu correndo:
— Sim, sim, eu vou tomar cuidado com esse coice aí, pode deixar!
Ela correu até o cavalo mais próximo, toda eufórica. O animal se assustou com a estranha pulando pelada pra cima dele e deu um coice na fuça dela.
Putty voou uns 10 metros e caiu rolando pelo gramado.
Joan e Mary gritaram e correram desesperadas pra socorrer:
— Putty! Meu Deus do céu!
Pra surpresa absoluta das duas, Putty levantou num pulo, limpando a terra do corpo nu como se nada tivesse acontecido, sorrindo:
— Caralho! Essa foi radical! Era isso o coice que vocês tavam falando?
Joan e Mary congelaram, boquiabertas:
— Mas... você tá inteirinha? Não se machucou? Como isso é possível? Você é feita de quê?
Putty deu de ombros, já olhando de novo pro pau do cavalo:
— Desde que cheguei nesse planeta, meu corpo parece mais forte e resistente. Mas isso não é importante agora... o importante é aquele caralhão gigante do cavalo ali.
Joan respirou fundo, ainda espantada:
— Tá bom... eu vou ficar acariciando o rosto dele, acalmando e conversando, pra deixar o bicho tranquilo. Enquanto isso, Mary, você ensina as putarias com cavalo pra ela.
Joan foi lá fazer carinho no cavalo... e logo tava chupando a língua enorme e babada do bicho, lambendo a boca mole e quente dele, gemendo de tesão.
Mary puxou Putty pra perto da pirocona do animal e começou a explicar, com a voz baixa e safada:
— Tem que tomar muito cuidado. O pau dele é muito grande pra um humano normal... pode rasgar tudo por dentro se for de qualquer jeito. Primeiro a gente masturba pra ele ficar bem duro e pingando.
Elas começaram a masturbar o pau do garanhão com as duas mãos.
Mary ensinava devagar:
— Aperta assim na base... olha como ele incha rápido... vê essa cabeça em forma de cogumelo gigante? Ela fica enorme quando ele goza, e tem essa parte grossona aqui que vai te arrombar por dentro.
O pau cresceu absurdamente rápido: mais de meio metro de comprimento, grosso como o antebraço de uma pessoa, as veias saltando pulsantes, a cabeça inchando como um prato de sopa. Pingava porra grossa, quente e viscosa, que caía no chão com um som molhado.
Mary continuou, com a voz tremendo de tesão:
— Agora começa beijando e lambendo a cabeça bem devagar.
Putty, impaciente como sempre, abriu a boca e tentou enfiar o pau inteiro.
Mary riu:
— Não vai ser possível assim, é grande demais pra entrar na boca...
Mas Putty, de repente, conseguiu. A boca se abriu impossivelmente, a mandíbula esticou, e o pau colossal entrou fundo, fazendo um volume enorme que marcava no pescoço, descendo visivelmente pela garganta.
Mary boquiaberta, se masturbando ajoelhada ali do lado, exclamou ofegante:
— Como isso é possível? O volume do pau dele tá marcando todo o caminho até o peito... tua garganta tá esticada pra caralho!
Putty, com os olhos revirados de prazer, gorgolejava feliz, empurrando mais e mais. Metade do pau inteiro desceu pela garganta, com o relevo grosso marcando claramente na pele do pescoço e do peito.
O cavalo começou a gozar: jatos poderosos e quentes enchiam a garganta, a barriga de Putty foi inchando visivelmente, como se estivesse grávida de meses.
Putty agarrou com as duas mãos a parte do pau que ainda estava pra fora de sua boca, e forçou pra dentro, urrando de prazer.
Incrivelmente, ela enterrou o pau até as bolas, lambendo o saco pesado e suado com a língua pra fora, o relevo do pau marcando desde o peito até a barriga.
O cavalo gozou de novo, a porra espirrava pelos cantos da boca, narinas, até vazar pelo cu e buceta dela em jatos. A barriga inchava mais e mais, esticada ao limite.
Mary se desesperou, agarrou Putty por trás e puxou com força. Putty saiu do pau com um estalo molhado e obsceno, caindo por cima de Mary no gramado.
O pau continuou despejando litros e mais litros de porra pra todo lado como uma mangueira de bombeiro. Putty convulsionava no chão, jorrando porra pela boca, cu e buceta ao mesmo tempo.
Pela boca também saía vômito, e pelo cu mais diarreia pastosa misturada com porra. Litros sendo expelidos enquanto a barriga esvaziava devagar.
Joan, ainda beijando o cavalo, nem percebeu o caos:
— Tá tudo bem aí? Precisam de ajuda?
Putty se recuperou rápido, os olhos brilhando de loucura:
— Quero repetir... agora no cu!
Mary, ofegante e ainda se masturbando:
— Como você conseguiu fazer aquilo? Era anatomicamente impossível!
Putty retrucou, rindo:
— Falou a doida que teve um tentáculo atravessado da boca até o cu e saiu de boa!
Mary riu:
— É, não tenho como argumentar contra esse fato... Bom, vamos deixar isso pra lá por enquanto! Já que você aguenta até um poste enfiado na garganta, acho que não terá problemas em dar o cu pra esse lindinho.
Mary fez Putty se apoiar num tronco caído ali perto e empinar a bunda bem alto. O cavalo, já acostumado com Joan e Mary, entendeu na hora. Montou em Putty e enfiou com força o pau no cu cagado dela. A merda pastosa ajudou a lubrificar. Entrou tudo, até as bolas. Dava pra ver o relevo do pau monstruoso marcando claramente na barriga dela, subindo até quase o peito.
Imediatamente o bicho começou a mijar. Putty gemeu alto, a barriga inchando de novo com o jato fortíssimo e quente de mijo.
De repente ela abriu a boca e começou a vomitar a urina do cavalo em jatos grossos e contínuos.
Mary espantada, ainda se masturbando:
— Ué, só urina? Não tá saindo vômito também? Parece que finalmente o estoque de vômito secou, né?
Terminando a mijada, o cavalo começou a dar fortes estocadas profundas. Putty ajudava, indo pra frente e pra trás com força, fazendo o pau monstruoso entrar e sair, revirando tudo dentro dela.
As bolas pesadas e suadas batiam forte na buceta, fazendo ela gozar sem parar, com os jatos de gozo espirrando no chão.
Finalmente o bicho gozou de novo, despejando litros e mais litros dentro do intestino de Putty. A barriga dela inchava loucamente, com a porra vazando pelo cu em jatos, até que ela abriu a boca para que a porra e a merda jorrasse pra fora.
A porra continuou saindo pela boca sem parar por um bom tempo, até que o cavalo tirou o pau do cu dela com um som obsceno.
Putty caiu no chão, sem forças... a porra e a merda ainda vazavam do cu e da boca dela, estirada no gramado, com o corpo tremendo.
Mary, vendo aquilo, não resistiu e foi limpar a boca da nova amiga. Dava beijos profundos e molhados, chupando tudo que podia de dentro dela, lambendo cada canto interno pra deixar tudo limpinho, engolindo porra e merda misturadas.
Mary virou Putty de bunda pro alto, que nem tinha mais forças, só rolava conforme era empurrada. Limpou também o cu dela, lambendo e chupando tudinho com fome, a língua entrando fundo, sugando porra misturada com merda.
Enquanto isso, Joan continuava lá, beijando o cavalo:
— E aí, terminaram? Tudo belezinha?
Putty, ainda estirada no chão, sendo lambida no cu por Mary, perguntou rouca e ansiosa:
— Então... tem algum outro bicho maior que o cavalo?
Mary brincou, a língua ainda fundo no cu:
— Maior que o cavalo? Só se for um elefante!
Putty respondeu, com os olhos brilhando:
— Perfeito! Então depois vamos lá ser fodidas por um elefante!
Mary riu, ainda chupando:
— Err... não vai dar não... a gente não tem elefantes aqui na fazenda...
Putty fez biquinho, decepcionada:
— Ahh... que pena...
Continua...