Suzy, Puta desde a Entrevista - PARTE 01

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1792 palavras
Data: 25/03/2026 01:34:19
Assuntos: Heterossexual

Suzy era uma morena deslumbrante de 1,60m, com olhos verdes penetrantes que pareciam ler a alma de qualquer homem. Filha de pai japonês e mãe brasileira, ela carregava uma mistura exótica que deixava os homens sem fôlego: pele morena suave e dourada, cabelos longos, pretos e lisos que iam até abaixo da bunda dela, mais ou menos um palmo, e não davam nem uma volta sequer. Seu corpo exuberante era cheio de curvas generosas. Seus seios de silicone eram fartos e firmes, cintura fina, quadris largos e uma bunda enorme, redonda e empinada — o famoso “cuzao gigante” que ela sabia exatamente como mexer para chamar atenção. Aos 28 anos, casada há três com André, um cara legal, mas comum, de 32 anos, que ganhava um salário mediano como gerente de loja, Suzy, que atualmente trabalhava numa concessionária, vivia uma vida que a deixava cada vez mais insatisfeita.

Ela sempre gostou de dinheiro, de luxo, de sentir o poder que vem de estar ao lado de homens mais velhos, experientes e generosos. André era carinhoso, mas não conseguia dar a ela o estilo de vida que Suzy sonhava: viagens, roupas de marca, jantares caros, joias. O sexo com ele era morno, rápido e previsível. Suzy fingia gozar, depois se tocava no banho pensando em homens mais velhos, de terno bem cortado, voz grave e carteira recheada.

Por isso, quando viu o anúncio de vaga para secretária executiva em uma grande empresa de importação, Suzy não pensou duas vezes. O salário era quase o triplo do que André ganhava, com bônus, benefícios e possibilidade de viagens. Ela se arrumou com cuidado para a entrevista: um vestido preto justo, decote discreto mas que marcava os seios pesados, saia na altura das coxas grossas e saltos altos que faziam sua bunda empinar ainda mais. Maquiagem leve, batom vermelho, perfume caro que André tinha dado no último aniversário.

A empresa ficava num prédio moderno no centro de Recife. Quando Suzy entrou na sala de espera, já sentiu o olhar dos outros candidatos — homens e mulheres — percorrendo seu corpo. Ela sorriu por dentro. Sabia o efeito que causava.

— Suzy Tanaka — chamou a recepcionista.

Ela se levantou, ajeitou o vestido e entrou na sala de entrevista. O escritório era amplo, com vista para o mar. Atrás da mesa de vidro estava Denis Albuquerque, o dono da empresa. Aos 52 anos, ele era exatamente o tipo que fazia Suzy molhar a calcinha só de olhar: alto, corpo ainda firme apesar da idade, cabelos grisalhos bem cortados, barba bem aparada e olhos castanhos intensos. Usava um terno azul-marinho impecável, relógio de luxo no pulso e um cheiro de colônia cara que invadiu as narinas dela imediatamente.

— Sente-se, por favor, Suzy — disse ele com uma voz grave e calma, estendendo a mão. O aperto foi firme, quente, e durou um segundo a mais do que o necessário.

Suzy sentou-se cruzando as pernas devagar, deixando a saia subir um pouco nas coxas morenas. Ela sorriu, olhando diretamente nos olhos dele.

Durante a entrevista, Denis perguntou sobre experiência, idiomas (ela falava inglês e um pouco de japonês graças ao pai), disponibilidade para viagens e horários flexíveis. Suzy respondia com voz suave e confiante, mas seus olhos não paravam de descer para as mãos grandes dele, para o peito largo sob o terno, para o jeito como ele a observava sem disfarçar. Ele não olhava só para o currículo. Olhava para a curva dos seios, para a boca carnuda, para o volume generoso das coxas.

— Você é casada, Suzy? — perguntou ele de repente, sem rodeios.

— Sou — respondeu ela, mordendo levemente o lábio inferior. — Mas isso não interfere em nada no trabalho. Meu marido entende que carreira vem em primeiro lugar.

Denis sorriu de lado, um sorriso predador.

— Bom saber. Aqui valorizamos dedicação total. Às vezes preciso da minha secretária até mais tarde… ou em viagens de última hora. Você se incomoda com isso?

Suzy sentiu um calor subir entre as pernas. A voz dele era como veludo escuro.

— De jeito nenhum, senhor Denis. Eu sou muito dedicada… quando quero algo.

Ela deixou a frase no ar, cruzando e descruzando as pernas lentamente. O olhar dele desceu para suas coxas e ficou ali por um instante.

No final da entrevista, Denis se levantou, contornou a mesa e parou bem perto dela. Era mais alto, e Suzy teve que erguer o rosto para encará-lo. O cheiro dele era inebriante.

— Você tem o perfil que eu procuro, Suzy. Curvas… quero dizer, competências certas. — Ele deu um sorriso safado. — Vou te ligar ainda hoje com a resposta.

Quando ela se virou para sair, Denis estendeu a mão e apalpou com bastante força a bunda dela, apertando uma das nádegas generosas por cima do vestido justo. Suzy soltou um suspiro surpreso, sentindo os dedos dele afundarem na carne macia e farta.

— Você é gostosa pra caralho — murmurou ele perto do ouvido dela, a voz rouca. — Vai fazer muito sucesso nesta empresa.

Ele deu mais um apertão firme antes de soltá-la, como se estivesse marcando território.

Suzy sentiu o rosto queimar e a calcinha encharcar ainda mais. Sem dizer nada, apenas sorriu com malícia por cima do ombro e saiu da sala rebolando propositalmente, sentindo o olhar dele queimando em seu cuzao gigante.

Já no elevador, descendo sozinha, ela apertou as coxas uma contra a outra. Estava molhada. Pensou no marido André, em casa, esperando o jantar. Depois pensou no corpo maduro e poderoso de Denis, no dinheiro, no poder, e no quanto aquela bunda gigante dela ia ficar bem empinada na frente dele.

O telefone tocou antes mesmo de ela chegar em casa.

— Suzy? Aqui é Denis Albuquerque. Bem-vinda à equipe. Você começa amanhã.

Ela sorriu, olhando para o reflexo no espelho do elevador, apertando o celular contra o ouvido.

— Obrigada, patrão. Mal posso esperar para… trabalhar bem pertinho de você.

A voz dela saiu rouca, carregada de promessas.

Do outro lado, Denis deu uma risada baixa.

— Eu também, Suzy. Eu também.

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**Primeiro dia de trabalho**

Suzy chegou pontualmente às 8h30 no primeiro dia de trabalho. Vestia uma blusa branca de seda fina que marcava os seios de silicone empinados, uma saia lápis preta bem justa que mal continha o volume do seu cuzao gigante e saltos altos que faziam suas coxas grossas balançarem a cada passo. O cabelo longo, preto e liso caía como uma cortina brilhante até abaixo da bunda, balançando pesado contra as nádegas a cada movimento.

Denis já estava na sala quando ela entrou. Ele a recebeu com um sorriso predador e mandou que fechasse a porta.

— Bom dia, Suzy. Sente-se aqui do meu lado hoje. Quero te mostrar como gosto que as coisas sejam feitas.

Ela obedeceu, sentando-se na cadeira ao lado da mesa dele. Mal tinha aberto o notebook quando Denis girou a cadeira dela na direção dele, abriu o zíper da calça social cara e tirou para fora o seu pau.

Suzy ficou de boca aberta.

O pau de Denis era um monstro, tão grande quanto o de Alan, o seu amante da concessionária, que ainda comia o cu dela todo dia: cerca de 28 cm de puro tamanho e grossura, veias grossas pulsando, cabeça rosada e brilhante. Abaixo dele balançavam duas bolas enormes, pesadas, maiores que bolas de bilhar, cheias e penduradas num saco escuro e enrugado.

— Gostou do que viu? — perguntou Denis com a voz calma, mas carregada de tesão. — Me diz uma coisa, Suzy… você se importa de chupar o pau do seu patrão logo no primeiro dia? E o seu marido… ele se importa?

Suzy engoliu em seco, ainda de boca entreaberta. A imagem do pau gigante de Denis fez uma lembrança antiga invadir sua mente: Alan, o antigo patrão da concessionária, que também tinha um pau monstruoso de 28 cm e que ainda fodia seu cu quase todos os dias. Ela sentiu a boceta latejar e a calcinha ficar molhada instantaneamente.

— Eu… não me importo, senhor — respondeu ela com a voz rouca, os olhos fixos no pau latejante. — Meu marido não precisa saber de nada.

Denis sorriu satisfeito.

— Então vem cá. De joelhos.

Suzy deslizou da cadeira e se ajoelhou entre as pernas dele no carpete macio. Segurou o pau gigante com as duas mãos, sentindo o peso e o calor. Abriu a boca o máximo que conseguiu e engoliu a cabeça grossa, chupando com fome e experiência. Denis gemeu baixo e segurou o cabelo dela, usando-o como alça.

Ela mamava com vontade, babando muito, descendo a boca o mais fundo que conseguia enquanto massageava as bolas enormes com as mãos. O cheiro masculino forte e o gosto salgado do pré-gozo a deixavam ainda mais excitada.

Depois de alguns minutos de chupada intensa, Denis apertou o cabelo dela com força.

— Vou gozar, putinha. Abre bem a boca.

Suzy obedeceu, tirando o pau da boca por um segundo apenas para abrir bem os lábios e colocar a língua para fora, olhando para cima com olhos verdes cheios de desejo.

Denis deu duas bombadas rápidas com a mão e explodiu.

Uma torrente grossa, quente e abundante de esperma jorrou direto na boca dela. O primeiro jato foi tão forte que encheu sua boca quase completamente. Suzy engoliu com experiência, sentindo o sêmen quente e viscoso descer pela garganta, mas não conseguiu acompanhar o volume. O segundo, terceiro e quarto jatos foram ainda mais fortes. O esperma transbordou pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo, pingando nos seios de silicone e lambuzando a blusa branca.

Denis continuou gozando, segurando o pau e mirando agora no rosto e no cabelo dela. Longos fios brancos e espessos se enroscaram nos cabelos longos e lisos de Suzy, grudando desde a raiz até as pontas que chegavam abaixo da bunda. Ele pintou o rosto inteiro dela: testa, bochechas, nariz, cílios e lábios ficaram completamente cobertos de porra quente e leitosa.

Suzy gemia baixinho enquanto bebia tudo o que conseguia, engolindo goladas grandes e barulhentas, o resto escorrendo pelo pescoço e pingando no chão. Quando Denis finalmente parou, o rosto e o cabelo dela estavam completamente lambuzados, fios grossos de esperma pendurados no queixo e nas mechas pretas brilhantes.

Antes dela ir se limpar, Denis segurou o queixo dela com uma mão e disse com voz grave:

— Eu sabia que você era uma puta desde o momento em que entrou na sala de entrevista. Agora vai se arrumar no banheiro, mas não limpe tudo. Quero que fique com o cheiro de mim o dia todo. Depois do expediente eu vou comer esse cuzao gigante que você tem.

Ele deu mais um apertão forte na bunda dela, afundando os dedos na carne macia e empinada.

Suzy sentiu um arrepio de tesão percorrer o corpo inteiro.

— Sim, patrão — murmurou ela, lambendo os lábios melados de esperma.

CONTINUA...

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