Cat em Angra: Um Job Diferente com Dog e dono

Da série Zoo
Um conto erótico de Cat
Categoria: Zoofilia
Contém 2053 palavras
Data: 24/03/2026 16:21:13

Hey, meus gatinhos, é a Cat, de volta com mais um relato da minha vida safada pra vocês que curtem uma história bem quente. Hoje vou contar sobre um job que rolou na minha casa em Angra dos Reis, um cantinho isolado na costa, perfeito pra fazer as coisas mais insanas longe dos olhos curiosos. Então, se prepara, porque essa história tá cheia de tesão, detalhes sujos e momentos que vão te fazer suar. Vou caprichar pra vocês, já que sei que adoram quando eu abro o jogo e conto tudo com aquele jeitinho que só a Cat tem.

Eu cheguei em Angra numa tarde de verão, o sol torrando minha pele bronzeada como se quisesse me derreter. Estava de shortinho jeans colado no corpo, o tecido quase rasgando de tão apertado, mal cobrindo as curvas da minha bunda enquanto eu descarregava as malas do carro. O suor escorria pelo meu pescoço, descendo entre meus peitos, e eu já sentia o calor me deixando com aquele tesãozinho de pele quente. Mas não vim só pra curtir o sol e o mar, não. Tinha um trabalho marcado, e dos bons mesmo. Um cliente fixo, o André, me fez uma proposta que não dava pra recusar: cinco mil reais por um fetiche bem fora da curva. Ele queria me ver transando com o cachorro dele, um pastor alemão chamado Rex, e filmar tudinho. De quebra, ainda rolaria um extra se eu postasse uns trechos no meu telegram. Topei na hora, com um sorriso safado no rosto, já imaginando como ia ser essa loucura.

Passei o dia arrumando a casa, deixando tudo pronto pro encontro. Coloquei um tapete bem macio no meio da sala, porque sabia que ia precisar de conforto pra aguentar o tranco. Abri as janelas, deixei o ventilador ligado, mas o calor não dava trégua. Meu corpo tava pegando fogo, e não era só por causa do tempo. Eu tava ansiosa, com aquele frio na barriga misturado com tesão. Já tinha feito muita coisa doida na minha vida, mas essa era nova, e confesso que a ideia de ser observada e filmada enquanto fazia algo tão proibido me deixava molhada antes mesmo de começar.

André chegou no fim da tarde, trazendo o Rex na coleira. O cara é um coroa de uns 50 anos, magrinho, com um olhar de tarado que não esconde o que tá pensando. Ele já veio com a câmera na mão, todo animado, um sorrisinho de canto de boca enquanto afagava a cabeça do cachorro. O Rex, com aquele pelo preto e marrom brilhando de tão bem cuidado, abanava o rabo, a língua de fora, ofegante, como se soubesse que algo bom tava por vir. “E aí, Cat, pronta pro show? Rex tá doido pra te conhecer,” disse André, a voz carregada de expectativa enquanto me encarava de cima a baixo. Eu tava usando um top branco minúsculo e o shortinho jeans, mas não ia ficar com roupa por muito tempo. Dei um riso safado e tirei o top na mesma hora, deixando meus peitos cheios balançarem livres, os mamilos escuros já durinhos com o ventinho úmido da casa. “Relaxa, André. Eu sei lidar com bichos. E com tesão também. Monta a câmera aí que eu começo a aquecer,” falei, piscando pra ele enquanto jogava o top no canto.

Ele não perdeu tempo, ajustou a câmera num tripé apontado pro tapete e pegou uma câmera menor pra filmar com as mãos. Eu me ajoelhei no tapete, sentindo o tecido macio contra meus joelhos, o chão gelado por baixo, e chamei o Rex com um estalo de língua. “Vem cá, garoto, vem conhecer a Cat,” murmurei, estendendo a mão pra ele. O cachorro veio na hora, cheirando meus dedos com curiosidade, o focinho úmido roçando na minha pele. Ele logo baixou a cabeça pro meio das minhas pernas, sentindo o cheiro do meu tesão através do tecido do short. Não vou mentir, aquele contato me deu um arrepio na espinha, um calor subindo pelo meu corpo. Soltei um gemido baixo, olhando pro André, que já tava filmando tudo com uma mão e mexendo na calça com a outra. “Caralho, Cat, isso é muito foda. Continua,” ele falou, a voz rouca, enquanto tirava o pau pra fora. Eu vi de relance, já duro, pulsando na mão dele enquanto ele começava a bater uma.

Desabotoei o short e o tirei devagar, deixando ele deslizar pelas minhas coxas, junto com a calcinha preta de renda que tava encharcada. Fiquei completamente nua, meus pelos aparados brilhando de umidade, minha buceta pulsando de tesão. Abri as pernas, mostrando tudo, e chamei o Rex pra mais perto. “Vem, garoto, lambe aqui, vem,” disse, a voz baixa, cheia de desejo. Ele não precisou de muito incentivo. Logo senti aquela língua áspera e quente contra mim, lambendo com fome, explorando cada canto. “Porra, que delícia,” gemi, jogando a cabeça pra trás, sentindo cada movimento da língua dele me deixando mais louca. Era uma sensação diferente de tudo, áspera, molhada, incessante. Meus quadris se mexiam sozinhos, querendo mais, enquanto eu passava as mãos pelos meus peitos, apertando os mamilos com força. André tava quase babando, a câmera tremendo na mão dele. “Porra, Cat, você é uma vadia perfeita. Olha como o Rex tá gostando. Fala como tá se sentindo,” ele pediu, a voz quase implorando.

“Tô adorando, André. Essa língua tá me deixando louca, caralho. Sinto ela entrando em mim, lambendo meu clitóris, tô toda molhada,” respondi, gemendo alto, sem nenhum pudor. Meus olhos encontraram os dele através da câmera, e eu sabia que ele tava no céu com cada palavra suja que saía da minha boca. Continuei deixando o Rex me lamber por uns bons minutos, meu corpo tremendo, o prazer subindo em ondas. Mas eu sabia que isso era só o começo. André queria mais, e eu tava ali pra entregar.

“Pronto pra próxima parte, coroa?” perguntei, com um sorriso malicioso, enquanto me limpava com os dedos, espalhando meu próprio mel na boca e lambendo de propósito pra provocar. Ele assentiu freneticamente, já suando. “Porra, sim, Cat. Quero ver tudo. Mete logo,” falou, ajustando a câmera pra pegar um ângulo melhor. Me coloquei de quatro no tapete, a bunda empinada bem alto, as costas arqueadas, oferecendo tudo. Bati de leve no meu quadril, chamando o Rex. “Vem cá, garoto, monta em mim,” murmurei, sentindo o coração disparar de expectativa. O cachorro subiu nas minhas costas, as patas dianteiras arranhando minha pele, o peso dele me fazendo sentir pequena e vulnerável de um jeito que me arrepiava. Senti o pau dele, quente e duro, roçando na minha bunda, procurando o caminho. “Isso, Rex, acha o buraco, vai,” eu disse, rindo baixo, mas o tesão tava me consumindo.

Quando ele finalmente encaixou, foi como levar um choque. O pau dele entrou com força, sem delicadeza nenhuma, e começou a bombar rápido, desesperado. “Caralho, que foda!” gritei, sentindo cada estocada me preencher, o ritmo selvagem me levando ao limite. Era bruto, animal, e eu tava amando cada segundo. Meu corpo balançava com os movimentos, meus peitos batendo uns nos outros, meus gemidos ecoando pela sala. “Tá vendo isso, André? Tá vendo como ele tá me fodendo? Tô sendo a cadela dele,” falei, olhando diretamente pra câmera, sabendo que cada palavra ia fazer ele gozar mais rápido. André gemia alto, a mão trabalhando furiosamente no pau. “Porra, Cat, você é uma puta perfeita. Continua falando, conta como tá sentindo,” pediu, quase sem fôlego.

“Tô sentindo ele me rasgar, André. O pau quente, duro, metendo fundo, sem parar. Minha buceta tá queimando, caralho, tô quase gozando,” respondi, a voz entrecortada pelos gemidos, sentindo meu corpo se contrair de tanto prazer. As patas do Rex arranhavam minhas costas, deixando marcas vermelhas que eu sabia que ia sentir depois, mas na hora só aumentavam meu tesão. Ele continuava metendo sem controle, o som molhado da minha buceta ecoando, misturado com os latidos baixos dele e os gemidos do André. “Isso, Rex, fode mais, fode sua cadela,” eu dizia, completamente perdida na sensação, no proibido, no sujo. Meus dedos escorregaram pro meu clitóris, e eu comecei a me tocar enquanto ele me fodia, levando o prazer a outro nível. “Porra, vou gozar, caralho,” gritei, sentindo o orgasmo me atingir como uma onda, meu corpo tremendo todo, as paredes da minha buceta apertando o pau dele.

Não demorou muito pra eu sentir o Rex gozar também, jorrando quente dentro de mim, o líquido escorrendo pelas minhas coxas enquanto ele dava as últimas estocadas. Eu desabei no tapete, ofegante, suada, mas com um sorriso de satisfação no rosto. André tava praticamente tendo um ataque, a câmera tremblando na mão dele. “Caralho, Cat, isso foi a coisa mais foda que já vi. Tô gozando, não aguento mais,” ele grunhiu, e eu vi o jato sair, sujando a mão e o chão enquanto ele gemia alto. Me virei de costas, ainda arfando, e deixei o Rex lamber o resto, sentindo a língua dele na minha buceta sensível, limpando o gozo que ainda escorria. “Isso, garoto, lambe tudinho,” murmurei, passando os dedos no meu corpo, espalhando a bagunça, lambendo os dedos pra provocar mais ainda. “Tá gostando do show, André? Quer mais?” perguntei, olhando pra ele com cara de safada.

“Porra, Cat, você é um demônio. Claro que quero mais,” ele respondeu, já ajustando a câmera de novo, o pau ainda meio duro na mão. Resolvi dar um encore, porque sou dessas. Me sentei no tapete, abri as pernas bem escancaradas, e chamei o Rex de novo. “Vem cá, vamos brincar mais um pouco,” disse, enquanto começava a me tocar na frente dele, meus dedos deslizando na minha buceta molhada, o gozo dele misturado com o meu. O cachorro veio e começou a lamber de novo, e eu gemia alto, sem me segurar. “Olha isso, André, ele não cansa. Tá lambendo meu leitinho todo, caralho, que tesão,” falei, enquanto mexia no meu clitóris, sentindo outro orgasmo se aproximando. André filmava de perto, quase encostando a câmera em mim. “Porra, Cat, mostra mais, abre mais pra câmera,” pediu, a voz carregada de tesão. Eu obedeci, abrindo os lábios da minha buceta com os dedos, deixando ele ver tudo, enquanto a língua do Rex trabalhava sem parar. “Tô gozando de novo, caralho,” gritei, o corpo convulsionando, o prazer me deixando tonta.

Depois de mais essa, eu tava exausta, mas satisfeita pra caralho. Me deitei no tapete por uns minutos, recuperando o fôlego, enquanto o Rex se afastava pra um canto, ofegante também. André tava com um sorriso de orelha a orelha, terminando de filmar enquanto guardava a câmera. “Valeu cada centavo, Cat. Isso foi épico. Quero mais jobs assim, hein,” disse ele, me passando o dinheiro em notas novinhas, ainda com as mãos tremendo de tanto tesão. Eu só ri, peguei a grana e enfiei na minha bolsa. “Pode deixar, coroa. Se pagar bem, eu faço qualquer coisa,” respondi, dando uma piscadela enquanto me levantava, o corpo todo dolorido, mas com aquela sensação de dever cumprido.

Depois que ele foi embora com o Rex, tomei um banho gelado pra tirar o suor e a bagunça do corpo. As marcas das patas ainda tavam vermelhas nas minhas costas, e eu sorri vendo no espelho, lembrando de cada segundo. Sentei na varanda com uma cerveja gelada na mão, olhando o mar escurecendo no horizonte, já pensando no vídeo que ia editar pros meus assinantes. Sabia que ia bombar, porque quem não ia pirar com algo tão sujo, tão proibido? Peguei meu notebook e comecei a revisar o material, cortando os melhores trechos, ouvindo meus próprios gemidos ecoarem pelos fones. “Porra, Cat, você é foda,” murmurei pra mim mesma, rindo enquanto tomava mais um gole da cerveja.

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Me chama lá: @velvetcatt no Telegram 😈💋

E aí, meus gatinhos , o que acharam dessa loucura? Ficaram com tesão só de imaginar? Eu sei que sim, porque eu mesma tô ficando molhada de novo só de relembrar e escrever tudo isso pra vocês.

Se curtiu, deixa um comentário aí, me conta o que achou, o que mais te excitou. E se quiser mais histórias assim, com todos os detalhes sujos, é só pedir. Tenho um monte de aventuras pra compartilhar, cada uma mais safada que a outra. Beijos molhados, meus queridos, da sua Cat favorite. Até a próxima!

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