Mãe de um bobalhão - Parte 4

Um conto erótico de Rick Melo
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1413 palavras
Data: 24/03/2026 14:07:52

Quando voltei para o quarto decidi deixar os rapazes fazendo o trabalho deles por quase uma hora. Eu fiquei imaginando se Gui e Rick estavam conseguindo se concentrar nos estudos depois do que aconteceu.

Então, eu saí do quarto e os rapazes quase infartaram quando me viram. Gui não conseguiu se controlar e soltou um “puta que pariu!!” bem sincero.

Eu resolvi tirar do fundo da gaveta um biquíni que eu não usava desde que eu ainda era casada. Na verdade o Edson não gostava quando eu usava esse biquíni porque ele dizia que era muito pequeno. Era um biquíni rosa clarinho lindo, que eu acabei perdendo o gosto de usar depois do divórcio. A parte de cima era um meia-taça que deixava meus seios bem sustentados e unidos, apesar das alças finíssimas parecer o contrário. Embaixo, uma tanga fio dental, que dispensa comentários. Meu bumbum ficava maravilhoso, e a frente baixa e cavada com certeza estimulava a imaginação.

Eu estava um pouco acima do peso de quando eu o comprei, então meus seios estavam tentando fugir a qualquer custo, e a tanga estava um pouco mais baixa que o normal na parte da frente, deixando um pouquinho de pelos íntimos escapar. Em outros momentos isso seria um problema. Não naquele dia.

Completei o look com uma sandália de salto, um chapéu e óculos escuros. E com Gui e Rick olhando fixamente pra mim com as bocas abertas, eu propus:

— Rapazes, que tal um banho de piscina nesse calor?

Natan de cara concordou e foi pro quarto dele dizendo que ia vestir a sunga. Gui e Rick se olharam um pouco preocupados, eu me aproximei e disse:

— Se o problema for a falta de sunga, entrem na água de cueca mesmo. Eu vou achar ótimo.

Eles se olharam de novo e concordaram assim.

Fomos para a área da piscina e eu percebi que os rapazes estavam envergonhados, demorando pra tirar os shorts. Eu tentei ajudar.

— É sério que vocês não vão me acompanhar na água? — Eu disse isso me curvando de costas pra eles pra deixar meu chapéu e meu celular em cima de uma cadeira.

Eles então criaram coragem e tiraram os shorts. Talvez a visão do meu bumbum tenha ajudado um pouco. Quando eu os vi só de cuecas eu levantei os óculos no rosto pra ver melhor. Eu não sei qual dos dois “pacotes” era mais volumoso. Confesso que deu água na boca mas eu precisava continuar no controle. Olhando bem para os volumes nas cuecas, eu apenas falei:

— Nada mal.

Então me virei e entrei na piscina pela escadinha. Os dois ficaram olhando o balançado do meu bumbum na escada e logo em seguida pularam na água. Nesse momento, Natan estava chegando com uma sunga colorida com estampa de marinheiro e uma bola. Eu não aguentei:

— Natan!! Vai já guardar essa bola e trocar essa sunga. Você tá parecendo um menino bobo!

— Mas mamãe, eu só tenho essa sunga.

Era verdade. Ele só tinha aquela. E foi aí que eu tive uma ideia.

— Então aproveita, pega um dinheiro na minha bolsa e vai comprar uma sunga pra você no shopping.

— Agora, mamãe??

— Sim, agora mesmo. Não se preocupe, eu vou cuidar muito bem dos seus amigos, e eles vão demorar ainda. – Eu falei isso olhando para eles com um sorrisinho malicioso na boca.

Quando Natan saiu, eu comecei meu show. Empurrei Gui e Rick contra a borda da piscina e segurei os dois pelas partes íntimas. A princípio só massageando paus e bolas e sentindo aquelas rolas grandes crescendo e endurecendo dentro das cuecas.

— Então... já decidiram se aguentam o tranco? Porque se não aguentam, a gente acaba essa brincadeira aqui mesmo. Precisa ter muito culhão pra me ter... literalmente. – Eu disse sorrindo e segurando propositalmente aquelas quatro grandes bolas.

Gaguejando um pouco, Rick confirmou:

— Ssss... sim, nós aguentamos, dona Marta.

— Isso. Temos culhão suficiente – Gui concordou.

— Huuum... Quero ver, rapazes. – Eu falei isso e dei um passo pra trás desatando o laço do top do biquíni, ficando com meus peitos à mostra. Os dois olhavam boquiabertos para meus seios como se tivessem encontrado um tesouro perdido. Eu puxei então eles pelo pescoço e eles começaram a mamar nos meus peitos como dois garotos esfomeados. Meus bicos duros e sensíveis estavam sentindo novamente o toque de lábios e línguas depois de muitos anos. Eu virava os olhos e gemia. Minha boceta latejava de tesão. Eu precisava me controlar.

Foi quando eu segurei novamente os dois pelos bagos e apertei firme. Sincronizados, os dois gritaram e se seguraram na minha cintura como que perdendo as forças. Os dois gemiam de dor e se entreolhavam. Será que eles estavam tentando pedir ajuda um ao outro? Não sei. Eu olhava bem nos rostos deles pra ver a expressão de dor. Isso me deixava com mais tesão ainda.

Depois de alguns segundos eu os soltei e saí da piscina, enquanto eles tentavam recuperar o ar e as forças. De costas pra eles eu lentamente tirei a calcinha do biquíni e joguei dentro da piscina. Virei de frente pra eles e novamente eles estavam com cara de bobos olhando para minha xaninha que por sorte eu havia depilado no dia anterior, deixando apenas uma linha fina no meio.

— Vocês vão ficar aí parados?? – eu perguntei passando as mãos pelo meu corpo molhado.

Rapidamente eles vieram até mim e eu mesma tirei as cuecas dos dois jogando elas na piscina também. Os dois mastros estavam duros como pedra mesmo depois de tanta dor. Eles queriam mesmo me comer. Eu então mandei que eles se ajoelhassem um de frente para o outro e me coloquei em pé entre eles, puxando a cabeça dos dois. Rick chupava e lambia minha boceta enquanto Gui fazia o mesmo com meu cuzinho. Eu quase enlouquecendo de prazer só mandava eles continuarem.

Com um movimento só para frente e para trás com o pé, eu acertei o saco dos dois fazendo eles pararem.

— De novo?! Isso dói – reclamou Gui

— Dói muito mesmo – confirmou Rick.

— Ooown... é mesmo? Tadinhos... – eu falei ironicamente como se estivesse com dó. — Mas eu não senti nadinha, rapazes!! Hahaha.

Puxando os dois pelos paus enormes eu os fiz levantar e os levei até a espreguiçadeira mais próxima e dessa vez quem se ajoelhou nela fui eu. Coloquei Gui e Rick lado a lado e comecei a chupar aquelas rolas suculentas. Ao mesmo tempo eu brincava com as bolas deles apertando e dando soquinhos só pra ouvi-los gemer de tesão e dor. Quando coloquei o saco de Rick na boca, minha crueldade aflorou um pouco mais. Com as duas bolas preenchendo minha boca, eu resolvi morder aqueles colhões e isso fez ele soltar um grito fino de desespero. Num reflexo de proteção, Gui tentou ajudar o amigo segurando minha cabeça, mas eu rapidamente agarrei as bolebas dele e espremi com força. O suficiente pra ele soltar minha cabeça e se curvar.

Tirei o saco de Rick da boca, soltei as bolas de Gui e fiquei observando os dois machos cambaleantes tentando se manter de pé, segurando as partes doloridas. Eu estava adorando saber que eles estavam aguentando tudo aquilo só porque queriam me comer. Estava adorando também fazer aqueles homens de gato e sapato.

— Vocês disseram que aguentavam, não disseram? – provoquei.

Eles nem sequer conseguiram responder. Só arquejavam.

Eu fiquei de quatro na espreguiçadeira e perguntei empinando bem o bumbum:

— Então... quem vai ser o primeiro?

Gui, que estava mais inteiro e ainda de pau duro, se posicionou atrás de mim e começou a enfiar seu mastro grosso e comprido na minha boceta. Fazia anos que ninguém me comia, mas eu não quis deixar transparecer a dor que aquela rola enorme estava me causando. Eu sabia que ia passar logo. E passou. Ficou só o tesão de sentir um homem me preenchendo de verdade pela primeira vez, já que o bilauzinho do meu ex-marido não chegava nem perto disso.

Enquanto Gui metia firme na minha boceta eu chamei Rick pra perto e coloquei de novo o pau dele, que estava meia-bomba, na minha boca. Que sensação!! Ser preenchida na boceta e sentir o pau crescendo, endurecendo e enchendo minha boca me encheu de tesão de um jeito, que eu comecei a gozar.

E foi exatamente nessa hora, que eu estava de quatro com o pau do Gui na minha boceta e a rola do Rick na minha boca, gemendo e gritando, que o Natan chegou em casa.

(CONTINUA)

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