Parte 22: Sonhos, Pedidos e Tesões Escondidos

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 616 palavras
Data: 24/03/2026 13:54:09

O primeiro ano de faculdade de Gislaine e Rufus passou voando – aulas intensas, provas e amizades novas moldando suas rotinas. Sara e Rufus planejam o futuro juntos, discutindo moradia e viagens, enquanto Gislaine e João fazem o mesmo: ela decidiu que só casariam ao final da faculdade dele, no fim do ano seguinte, e só teriam filhos após ela terminar a sua, priorizando estabilidade.

Sara falava de tudo com Rufus, menos sobre filhos – não sabia se queria, mais que isso, não sabia se ele queria. Sentia-se velha pra isso, com 41 anos. Um dia, comemorando o fechamento do segundo semestre – uma janta simples em casa, com vinho e risadas –, Sara pretendia conversar sobre, mas é Rufus quem inicia, sério: "Sara, a gente tá bem… o negócio da loja cresceu tanto, com as duas funcionárias novas. Quero saber: você quer esperar eu terminar a faculdade pra casar e termos um filhote, ou quer antes?" Sara se surpreende, olhos arregalados: "Filho? Ah, amor… não sei se quero outro. Tô com 41 anos… e se for arriscado? E você, quer mesmo?" Rufus segura sua mão: "Amo a ideia de ter um filho com você. Se a idade te preocupa, pode ser no ano que vem… você é forte, e a gente cuida de tudo."

Inesperadamente, percebendo a insegurança da amada, Rufus se ajoelha: "Sara, você é a mulher da minha vida… quer casar comigo?" Ele tira uma caixinha com um anel simples, mas elegante. Sara chora, um sorriso enorme: "Sim… sim, eu aceito! Ah, Rufus…" Eles se beijam, e ela pergunta: "Então… já devo parar de tomar remédio?" Rufus ri: "Espera a gente casar… marcamos pra abril do ano que vem? Assim dá tempo de planejar." Sara assente, radiante: "Perfeito… te amo tanto."

Certa noite, Sara acorda gemendo e suada, corpo agitado. Rufus a abraça, acordando junto: "Ei, amor… tá tudo bem? Sonho ruim?" Ela balança a cabeça: "Nada… volta a dormir." Rufus tenta, mas percebe que Sara voltou a gemer baixinho – mão entre as pernas, se masturbando devagar, respiração acelerada. Ele se vira e a beija: "Quer ajuda?" Sara o agarra com força, olhos famintos: "Sim… me fode agora!" Não demora e já cavalgava nele, rebolando furiosa na boceta úmida, estocadas profundas: "Ahh, cachorro… fode sua mulher!" Rufus não entende, mas entra no ritmo, segurando os quadris largos: "Delícia… geme mais!" Ela goza tremendo, sucos escorrendo, mas pede: "Me come com raiva… por ser um canalha traidor!" Rufus, confuso, faz – vira ela de quatro, metendo forte com tapas na bunda carnuda, estocadas brutas que ecoam: "Toma pau, safada… pede mais!" Sara grita: "Ahh, isso… seu safado!"

Por fim, ela pede: "Come meu cuzinho… como um marido compensando uma traição!" Rufus não gosta muito da ideia – "Ei, que traição?" –, mas ama comer aquele cu e o faz, penetrando devagar o anel apertado, acelerando em estocadas profundas enquanto massageia o clitóris: "Toma no cu, amor… goza pra mim!" Sara treme e geme alto, convulsionando em orgasmo: "Ahh, delícia… enche meu cu!" Rufus goza jatos quentes dentro, ofegante.

Quando tudo se acalma, ela confessa, voz baixa: "Sonhei que você me traía… acordei com raiva." Rufus ri, sem se controlar: "Sério? Foi um sexo incrível… mas você tava com raiva ou excitada?" Sara complementa, corando: "Me traía com a Gislaine." Rufus entende: "Ah… por isso não era só raiva. Você sente tesão nisso, né?" Ele a conforta: "Te amo, Sara… nunca te traí de verdade, foi só um sonho." Eles se beijam e voltam à deitar, mas Sara se sente mal e reflete sozinha: "É… tenho tesão só de imaginar eles dois transando... Me sinto culpada, que merda." Ela não sabia o que fazer com esse sentimento, que insistia em não sumir...

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