Hoje vim contar a minha história. A história de um homem, mas que por dentro, sempre foi uma mocinha em segredo.
Meu nome é Lucas. Durante a semana, sou só mais um cara comum: 1,65m de altura, magro, cabelo curto castanho, óculos de armação fina e um emprego chato de analista de dados numa empresa qualquer da capital do estado. Todo mundo me acha discreto, quieto e quase invisível. Mas, aqui entre nós, eu gosto assim. Porque ninguém imagina o que acontece quando a porta do apartamento se fecha e o fim de semana chega.
Desde os meus vinte anos, eu me transformo quando estou sozinho (ou melhor, sozinha). Praticava sissificação desde que tive acesso a pornografia na internet e depois da primeira calcinha, nunca mais consegui parar, sendo uma cdzinha praticamente profissional quando estou sozinha. Coloco o espartilho que aperta minha cintura até ficar fina como uma ampulheta, a lingerie de renda preta que realça meu bumbum grande e redondo (aquele que sempre foi meu maior “defeito” como homem e meu maior tesouro como menina🍑). Meu peito é pequeno, mas com o sutiã certo fica certinho, delicado. O pau mediano fica escondido, preso num cadeadinho de silicone como se fosse um grelinho e pronto: sou uma baixinha bunduda, feminina, com voz suave e jeito de quem pede pra ser fodida; daí em diante, me chamo Micaela.
Minha vida sexual sempre foi só minha. Só consigo me masturbar de forma anal, enfiando dildo grosso no cu até choramingar de prazer, usando plugs o dia inteiro em casa e sentindo o gostinho de me lembrar que sou uma putinha por dentro.
Às vezes, nos fins de semana em que estava no cio, eu ia aos glory holes da cidade: ajoelhava no escuro, chupava paus desconhecidos até engolir tudo, ou virava de costas e deixava eles me foderem sem nunca ver o rosto. Mas nunca transei com outro homem cara a cara, apenas tinha transando com mulheres e travestis, mas nunca como Micaela.
Quando a empresa me transferiu pra capital, eu quase surtei. Aluguel caro, salário apertado. A solução foi dividir apartamento. Procurei por vários anúncios no Facebook até encontrar um que gostei: “Quarto vago em apartamento de 2 quartos no centro. Morador calmo, homem sério”.
Foi quando conheci o Jamal, o morador calmo, um homem senegalês, com quase 1.90m de altura. Pele negra brilhante, músculos definidos de quem malha pesado, sorriso largo e dentes brancos. Ele falava português com sotaque doce, é educado, ri fácil e cozinha muito bem.
Em duas semanas já éramos amigos. Jogávamos videogame até tarde, ele me contava da vida difícil no Senegal, eu contava (quase) tudo da minha vida. Ele me chamava de “irmãozinho” e batia nas minhas costas com aquela mão enorme (eu automaticamente pensava em como seria aquele tapa na minha bunda🫣). Os meses se passaram, mas o Jamal nunca desconfiou de que Micaela existia. Eu guardava minhas coisas de menina trancadas num baú debaixo da cama... Até aquele sábado. Era um final de semana prolongado. Jamal tinha dito que ia passar o fim de semana na casa de um primo em outra cidade.
— Volto só domingo à noite, irmãozinho. Fica à vontade.
Eu sorri, disfarçando o coração acelerado. Finalmente!! Três dias só pra mim. Três dias pra sentar nos meus consolos até dar cãibra, pra mamar eles vendo sissy hypno e pra gozar com a cuceta, gritando à vontade. Mal ele saiu, eu já estava no banheiro. Banho quente, depilação completa, pele macia como seda. Depois veio o meu ritual: espartilho preto apertando minha cintura, calcinha fio-dental sumindo entre minhas nádegas grandes, meias 7/8 de renda, sutiã push-up. Maquiagem leve: delineador, batom vermelho, blush. Peruca lisa e loira, comprida até a bunda. Quando me olhei no espelho do quarto, Micaela sorriu de volta pra mim.
— Oi, safada — sussurrei, sorrindo e satisfeita, passando as mãos no bumbum empinado. Meu cu já latejava só de imaginar o plug que eu ia usar hoje.
Coloquei uma playlist bem sensual, baixei as luzes e fui pro sofá. Abri o baú, peguei um plug mediano, e comecei a chupar, até ficar bem babadinho. Empinei no sofá, puxei a calcinha de lado e o enfiei devagar no cuzinho, sentindo ele me abrir. Gemia e rebolava bem safada, até o plug sumir dentro de mim. Agora, toda manhosa e passiva, com o grelinho trancado, escolhi o dildo preto de 20cm com ventosa (meu favorito) e fixei na mesa de centro. Comecei a mamar meu brinquedinho, vendo uma putaria bem gostosa na TV: aquelas mulheres loiras e pequenas iguais a mim, chupando pintos pretos e grandes... Eu mamava meu consolo, imitando elas, desejando ser elas. Quando parei de mamar, lubrifiquei devagar meu consolo, punhetando ele, gemendo baixinho enquanto me agachava pra sentar. Tirei o plug que estava me deixando abertinha já desesperada por pau. Agora eu queria mais. Desci devagar, sentindo o pau grosso abrir meu cu, esticando tudo. Um gemido alto escapou.
— Ahhh… que delícia…
Comecei a cavalgar devagar, rebolando, as mãos apertando meus peitos falsos, imaginando que era um homem me fodendo. Meu pauzinho preso vazava pré-gozo na calcinha. Eu estava perdida no prazer, olhos fechados, boca aberta, gritando:
— Me fode… me fode mais forte… acaba com o cu dessa puta...
Não ouvi a chave na porta. Não ouvi os passos pesados. Só quando o dildo estava todo dentro e eu gemia alto, rebolando como uma vadia, é que ouvi a voz grave e surpresa:
— Caralho, quem é v... Lucas…?
Abri os olhos em pânico. Jamal estava parado na porta da sala, com a mochila na mão, olhando pra mim com olhos arregalados. Ele tinha voltado mais cedo pois o primo cancelou com ele. E agora ele via tudo: eu, Micaela, cavalgando um pau de borracha, bumbum grande tremendo, lingerie preta, batom borrado, peruca bagunçada. Ele não disse mais nada. Só ficou ali, imóvel, respirando pesado, os olhos descendo pelo meu corpo transformado. Meu coração batia tão forte que eu achei que ia desmaiar. E desmaiei.