O dia em que minha tia me ajudou a comer a minha mãe. Ato 5 – As duas mães juntas.

Um conto erótico de Afonso
Categoria: Heterossexual
Contém 1039 palavras
Data: 24/03/2026 12:46:13

O sábado chegou como uma promessa que ninguém admitia em voz alta. Meu pai ainda estava fora, o que deixava a casa livre pra mamãe fazer o que quisesse. Ela decidiu chamar a irmã pra um “churrasco de fim de tarde” — nada muito elaborado, só carne na grelha, cerveja gelada, piscina e conversa fiada. Mas eu sabia que, depois de tudo que rolou nos últimos dias, aquilo não ia ser só um churrasco.

Horácio chegou cedo, já com aquele olhar de quem sabia que a noite ia ser longa. Ele trouxe uma caixa de cerveja e um sorriso que dizia “hoje a gente avança”.

Mamãe estava na cozinha preparando as coisas quando tia Irene chegou. A campainha tocou e, quando abri a porta, quase engasguei com o ar.

Titia veio vestida pra matar: um short jeans curtíssimo, daqueles que mal cobriam a bunda saliente, deixando as coxas grossas e bronzeadas à mostra. Em cima, uma blusinha cropped branca de alcinha fina, decote profundo que expunha quase toda a lateral dos peitos enormes — sem sutiã, claro. Os mamilos marcavam o tecido fino, e a cada passo eles balançavam de leve. Ela carregava uma bolsa de praia e um par de óculos escuros na cabeça.

— Oi, gatinho — disse ela, me dando um beijo no canto da boca, demorando um segundo a mais do que o normal. — Cadê a Fernanda?

— Na cozinha — respondi, a voz saindo rouca.

Ela passou por mim roçando o corpo de propósito, o perfume forte invadindo meu nariz. Horácio, que estava na sala, arregalou os olhos e murmurou baixinho:

— Porra... hoje ela veio preparada.

Mamãe saiu da cozinha sorrindo, de biquíni por baixo de um saída de praia leve. O biquíni azul-escuro de novo, mas dessa vez com uma saída fina que deixava ver as curvas. Ela abraçou tia Irene, as duas rindo como se fossem adolescentes.

— Vamos pra piscina primeiro? O sol ainda tá forte — sugeriu mamãe.

Fomos todos pro quintal. A piscina brilhava sob o sol da tarde. Tia Irene tirou a blusinha e o short, e colocou o biquíni branco minúsculo — o top lutando pra conter os peitos, a calcinha fio-dental sumindo entre as nádegas. Ela se jogou na espreguiçadeira de bruços, empinando a bunda pro céu.

— Ai, que delícia... passa protetor nas minhas costas, Fernanda?

Mamãe riu e pegou o tubo. Sentou na beirada da espreguiçadeira e começou a espalhar o creme nas costas da irmã — devagar, as mãos descendo pela lombar, quase na curva da bunda. Tia Irene gemeu baixinho, de brincadeira.

— Isso, fefe... mais embaixo. Tá precisando de uma massagem decente.

Horácio e eu estávamos sentados nas cadeiras do outro lado, cerveja na mão, tentando não encarar demais. Mas era impossível. Meu pau já marcava na bermuda de banho. Horácio sussurrou:

— Olha isso... elas tão se provocando na nossa frente.

Mamãe terminou a massagem e se deitou na espreguiçadeira ao lado, de bruços também. A saída de praia subiu um pouco, expondo a bunda redonda coberta só pela calcinha do biquíni. Tia Irene virou o rosto pra nós e sorriu maliciosa.

— E vocês dois, hein? Não vão entrar na piscina? Ou vão ficar só olhando a gente torrar?

Horácio riu.

— A gente tá curtindo a vista primeiro.

Tia Irene se apoiou nos cotovelos, os peitos quase escapando do top.

— Vista boa, né? — Ela olhou direto pra mim. — Afonso, você tá com uma cara... sei lá. Tá com cara de quem tá precisando de uma mamada urgente. Tá tudo bem aí?

Meu rosto queimou. Mamãe virou o rosto rápido, rindo envergonhada, mas não disse nada pra repreender a irmã. Só cobriu a boca com a mão, os olhos brilhando de diversão... e talvez algo mais.

— Irene, para com isso! — disse ela, mas a voz saiu mole, quase cúmplice.

Tia Irene deu de ombros, se virando de lado, um peito quase inteiro à mostra.

— O que foi? Ele é homem, tem tesão, normal. E olha pra ele... tá duro pra caralho só de olhar pra gente. Né, Afonso?

Eu não consegui responder. Meu pau latejava visivelmente na bermuda molhada da piscina. Horácio riu baixo ao meu lado.

— Relaxa, véi. Ela tá zoando... ou não.

Tia Irene se levantou devagar, caminhou até a beira da piscina e mergulhou. Quando saiu da água, o biquíni ficou transparente em alguns pontos — os mamilos escuros visíveis, a calcinha marcando a buceta depilada. Ela veio na nossa direção, pingando água, parou bem na nossa frente.

— Vocês vão ficar aí sentados ou vão nadar comigo? — perguntou, inclinando o corpo pra frente, os peitos balançando perto do rosto do Horácio.

Ele não resistiu e deu um tapa leve na bunda dela.

— Tô indo, mas só se você prometer não me afogar com esses peitos.

Tia Irene riu alto.

— Prometo nada. Quem sabe eu te afogo mesmo... de outro jeito.

Mamãe, ainda deitada, observava tudo com um sorriso tímido, mas os olhos dela passeavam entre mim e Horácio. Ela mordeu o lábio de leve quando nossos olhares se cruzaram — um olhar que durou um segundo a mais do que deveria. Meu coração disparou. Era como se ela soubesse. Como se estivesse gostando da provocação toda.

A tarde seguiu assim: mergulhos, cerveja, piadas safadas da tia Irene que deixavam todo mundo no limite. Em um momento, tia Irene “acidentalmente” esbarrou em mim na piscina, o corpo molhado colando no meu por trás. Senti os peitos dela nas minhas costas.

— Ops... desculpa, gatinho — sussurrou ela no meu ouvido. — Tá sentindo isso?

Eu só consegui assentir, sem voz.

Quando o sol começou a baixar, fomos pra área da churrasqueira. A carne chiava na grelha, mas ninguém tinha fome de comida. Tia Irene sentou no colo do Horácio “pra ajudar a virar a carne”, os peitos pressionando o peito dele, as vezes. Mamãe ficou do meu lado, roçando o braço no meu de vez em quando, rindo das besteiras da irmã.

A tensão era palpável. Todo mundo sabia que aquilo não ia parar no churrasco. Tia Irene olhou pra gente, ergueu a taça de cerveja e disse:

— Um brinde à família... e aos desejos que a gente não conta pra ninguém.

Todos brindamos. Mas os olhares diziam tudo.

A noite estava só começando.

E o próximo passo... dependia de quem tivesse coragem de dar o primeiro.

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